Famous Friend

11 More than friends....


Notas iniciais
UUUI, não resisti em postar mais esse aqui hoje, belezuras!
Como gratificação por ter recebido várias review! Obrigada, como a maioria optou por detalhes.. vamos aos detalhes suas insanas! KKKKKKKZOA..
ENJOOY IT!

Estavamos naquela maltida expectativa de saber quem ganharia o prêmio do ano, eu via o Matt balançando a perna nervosamente e o Syn, não parava de tamborilar os dedos no descanço de braço.

A atmosfera era tensa e quase palpável. E a cara de surpresa do apresentador só piorou a situação...

— E O PRÊMIO DE BANDA REVELAÇÃO DO ANO VAI PARA... — mas que porra, porque não fala logo? Não está vendo que todos estamos curiosos para caramba? — ... AVENGED SEVENFOLD! — Omg! Eles ganharam!! ELES GANHARAM!! O Matt se leventou e abraçou a Val, sorridente. Todos nós da fileira nos levantamos. Um gesto de respeito e educação. Os outros meninos estavam gritando como loucos.

- AGENTE GANHOU! — Rev pulou no colo da Leana, o que fez todos rirem. Eu estava tão contente por eles, e tão extasiada com a alegria do momento que nem me dei conta que abraçei o Syn. Ele me apertou e beijou meu ombro a mostra discretamente.

— Parabéns, avenger! — o parabenizei durante o abraço. Ele me soltou e entrelaçou a sua mão na minha, me puxando. Sim, ele estava me levando para o palco para buscar o prêmio junto com eles! Socorro!

Tentei soltar a sua mão, mas ele me segurou forte e quando olhei para trás, as outras garotas estavam vindo também. Subimos todos no palco e cumprimentamos o apresentador, que não sabia o nome.

O Matt fez um pequeno discurso de agredecimento aos fãs, aos empresários que davam a maior força para eles, a todos presentes e dedicou o troféu para todos os que curtiam o estilo de música que eles tocavam. Eu sentia muitos flashes na minha cara, e minha mão ainda estava entrelaçada com a do Syn. Eles foram aplaudidos mais uma vez e saimos do palco.

A Gena já estava chorando de emoção, por ter subido lá em cima, e pelo meninos terem ganhado. Todos eles estavam se sentindo realizados com esse acontecimento, e minha mão continuava entrelaçada com a do Syn que parecia não se importar com isso. O que significava?

Estava tão bom e confortável minha mão no meio da sua, acho que... porra, eu acho que estou apaixonada.

Ele me olhou por um momento ainda com um sorriso lindo na cara e beijou a minha mão. Sorri de volta, eu não iria tirar minha mão e estragar o momento dele. Eles mereciam.

Então começou a apresentação de encerramento. Foo Fighters tocava uma de suas novas musicas, na qual nem prestei atenção. Fiquei pensando o que eu iria fazer da minha vida.

Até que o Syn se aproximou do meu ouvido e sussurrou, 'me segue,' e se levantou dizendo que iria fumar. Eu arregalei os olhos se eu seguisse ele, todos iriam suspeitar!! Mas quer saber, se ele não se importou com isso, eu também não me importo.

Levantei da minha poltrona recebendo um olhar preocupado da Val e do Matt, e olhares desconfiados dos outros. Sai daquele lugar que estava parcialmente escuro, era como se fosse um teatro ali, só que 5x maior do que um teatro normal.

O encontrei me esperando antes da saída do tapete vermelho. Ele me olhou com os olhos atentos, tinha uma pequena movimentação não muito distante.

- Olha, eu vou indo na frente e vou te esperar na limousine que está do outro lado da rua, ok? — suspirei, estavamos nos escondendo. Eu odiava isso. — Você terá que enfrentar os fotógrafos, e dizer que está com pressa, ok?. — esperou alguma resposta de minha boca, mas eu apenas o olhei séria ainda indecisa. Ele piscou para mim e me deu as costas, indo em direção ao tapete vermelho.

Logo escutei vários barulhos de flashes e uma falação desgraçada. Respirei fundo, eu podia fazer isso, certo? Eu tinha mesmo que conversar com ele.

Fiz o que ele disse, também passando disfarçadamente mas uma repórter me flagrou e me parou. Perguntando como estava lá dentro.

- Está rolando um show de enceramento ótimo do Foo Fighters! — Tentei parecer empolgada, e pedi licensa que ela me negou a princípio perguntando sobre como foi a revelação do principal prêmio da noite. — Hm, fiquei muito feliz que a banda Avenged ganhou, eles mereceram! Agora se me der licensa, estou com um pouquinho de pressa. — ela começou a me pressionar enquanto eu comecei a andar, recebendo mais e mais flashes.

Até chegar do outro lado da rua, mas tinha umas 10 limousines lá, todas iguais. Então uma porta abriu na minha frente e eu entrei quando vi quem estava la dentro.

Estavamos com as janelas fechadas e umas cortininhas que tem em carros do tipo. Ele me olhou e franziu o cenho.

- Tudo bem? — perguntou meio inseguro, apenas acenti com a cabeça. — Por que não,... me atendeu quando te liguei, mais cedo ? — ele olhava diretamente no meu olho, o que me deixava desnorteada.

- Hm, ... er, eu esqueci meu celular no carro, e fui fazer compras com a.. Val. — esclareci, e era verdade. Mas não quer dizer que se eu estivesse com o celular eu teria atendido.

— Olha, Mell o que aconteceu... — resolvi cortar essa histórinha de não foi culpa nossa, e etc e tal.

- Não precisa dizer nada, Brian. Foi um deslize, algo que não deveria ter acontecido. E que a gente vai fingir que não aconteceu ok?! — franzi o cenho, é claro que eu não iria esquecer mais precisava que ele pensasse que não estava desesperada por ele.

- Como assim fingir que não aconteceu? — ele fez uma cara de espanto. Meu coração pulou uma batida, e senti um formigamento estranho na minha lingua. Tinha vontade de falar um monte de coisas, mas.. não podia. — Por isso você saiu sem se despedir, você se arrependeu? — se aproximou mais de mim, continuando a olhar em meus olhos. Ele não estava nervoso, e nem calmo. Ele parecia estar me testando.

O seu olhar foi a dica que eu precisei de que estaria fodida.

Tentei desviar do seu olhar, e me afastar da sua aproximação, mas não tinha como.

— Me diz olhando no meu olho que você se arrependeu, Mallory. Que eu finjo que isso nunca aconteceu. — me forçou a olha-lo denovo, senti um arrepio por tooodo o meu corpo. Eu perdi. Um impasse. Eu não conseguiria dizer que tinha me arrependido, porque arrependida, estava o meu lado sensato. Eu já tinha abandonado a sensatez antes de entrar nesse carro com ele. Ele aguardou e como eu não disse nada... — Foi o que eu pensei. — e meu puxou para um beijo com violência. Era como se estivessemos eras sem se ver.

Correspondi o beijo completo de desejo e urgência. Nossas línguas estavam no compasso perfeito, como se fossem ensaiadas. Não demoraria muito para aquele carro pegar fogo do jeito que estava indo.
Então, uma parte de mim começou a raciocinar, e se chegar alguém?

Nem precisei dizer nada, ele bateu a mão na trava da porta, fazendo um barulho e apertou um botão no painel, acho que era o ar pois senti um vento em minhas costas.

Eu o olhei apreensiva, nossas testas ainda únidas e nossas respirações ofegantes e descompassadas. Diante daqueles olhos castanhos hipnotizantes me forcei a jurar para mim mesma, que não iria me arrepender. Não mentiria mais para mim mesma.

Ele parecia ler meus pensamentos por olhar, pois me puxou para seu colo e voltou a me beijar... Eu estava com as pernas envolta do seu quadril e tentando inútilmente abrir a sua calça.

Ele começou a morder meu pescoço e a passar as mãos por minhas coxas embaixo do vestido até chegar na minha calcinha. Ele ofegou quando relou nela.

— Isso, — mordeu meu pescoço e depois chupou forte, causando uma pequena dor no local. Soltei um gemido abafado. — é vingança, você me deixou um enorme no pescoço e tive que usar maqui.. — o interrompi com um beijo, mordisquei meio forte seu lábio, mas ele pareceu não se importar.

Ele voltou sua mão para a minha íntimidade, e puxou minha calcinha me fazendo ansiar por mais contato com sua pele. Como esse homem podia me deixar tão louca a ponto de querer transar num carro?

Meu Deus.

Ele praticamente rasgou minha calcinha, tentando tirá-la o que me fez rir um pouco, mas logo reiniciei minha tentativa de tirar a roupa dele que, puta que pariu, estava difícil pra caralho. Argh', rosnei contra sua boca, estava excitada demais para preliminares... Decidi então provocar para deixar ele mais louco, e acelerar o processo. Abri devagar o zíper do vestido, deixando ele escorregar e parar na minha cintura, ele me olhou com uma cara de tarado da porra e me trocou de posição, como tinha um espaço razoável na limousine ele conseguiu, er... me colocar sentada no banco e se ajoelhar perto de mim.

Começou a tirar o resto do meu vestido, me deixando totalmente nua e um pouco envergonhada enquanto ele ainda estava vestido.

— Sabia que homens de vestimentas de gala me excita? — sussurrei sensualmente perto de seu ouvido, recebendo um gemido como resposta. — Vamos logo, Brian! — o aprecei, ele começou a tirar a suas roupas enquanto brincava com a minha língua lentamente.

Ele me puxou denovo me colocando novamente em seu colo, mordi o lóbulo de sua orelha e apertei seus ombros malhados como incentivo. ...

Eu me senti completa denovo, quando senti ele penetrando em mim. Foi como se fosse algo essencial, como se nos encaixassemos perfeitamente.

Não tinha como esconder mais, eu estava fodidamente apaixonada por ele.

Suas mãos passavam por meu corpo, enquanto ainda se movimentava na minha íntimidade proporcionando muito prazer. Comecei a ajudá-lo com os movimentos, anciando pelo ápice bem-vindo. Ele conseguia me deixar tão louca de tesão a ponto de esquecer que estávamos num carro.

Me abracei mais a ele, querendo mais contato com a sua pele, eu tentava controlar a minha impolgação e não ficar gemendo que nem louca porque, né... eu ainda tinha noção das coisas.

— Porfavor, Brian... ma-ais rápido. — implorei por seus movimentos torturantemente gostosos. Meu Deus! Por isso que mulheres se matavam por ele... ela era gostoso demais, bom demais... Ele não me obedeceu prontamente como da última vez, pareceu diminuir a velocidade mas intensificando a força.

Soltei um gemido longo quando ele mordeu meu ombro e apertou forte a minha bunda, ri internamente com esse ato.

Ele suspirou pesadamente, com os olhos fechados e seu rosto do vão de meu pescoço. Totalmente concentrado em seus atos que me tiravam o folego.

Chegamos ao orgasmo quase juntos, logo depois.

— Meu-u D-e-eus... pre-eci-so de a-ar. — gaguejei com uma tremenda dificuldade de respirar. Ele pareceu levar alguns instantes também para se controlar.

Eu ainda estava no seu colo, com as mãos trêmulas... Senhor, haja folego com esse homem!! Ele me olhou nos olhos o me puxou para um beijo lento e caloroso, não como os outros... Esse foi sem pressa e parecia não ter só a intenção de tocar meu corpo, mas sim tocar minha alma. Meus lábios se moldando aos seus, de um geito natural.

- Agente precisa se arrumar, se alguém chegar aqui... — nem precisou terminar, eu me levantei lentamente e senti um vazio quando seu membro não mas me preenchia. Comecei a procurar as minhas roupas, antes que alguém aparecece ali, nem me lembrava mais o carro estava estacionado na rua, com um movimento tremendo passando. Era como se nós fossemos envoltos na nossa própria bolha... onde só existiamos nós.

Se isso não fosse paixão, era o complexo da perdição total...

Eu não iria me arrepender dessa vez.

Notas finais
Eae? Muito pesado? Decepcionante? Querem me bater?
Qualquer coisa me amaldiçoem pelas reviews, criticas são sim bem-vindas. E desculpem por eu ter escrito o nome do Gerard errado, ( eu confundo a escrita com Jared' ¬¬)
Comentem... obrigada por lerem, amrs :)
Beijo.