Notas iniciais
Hm, estão preparados para um hot captcher? kkkk
Podem achar precipitado, mas resolvi fazer logo, porque senão eu enrolo demais, não escrevo o que eu quero e a história vai fujir do assunto principal. então....
ESPEREM QUE GOSTEM PORQUE ESSE AQUI TEM SEX SEX> hehe :)
ENJOOY IT!

- Hm, eu estou pensando... er, ... em que roupa vestir, amanhã na premiação. — Caramba, não tinha uma mentira melhor, não? Acho que dizer que estava contando carneirinhos seria mais aceitavel do que isso.

- Hm, sei... — usou do sarcasmo e acrescentou num tom inseguro. — você está distante, ... de mim. — Puta que pariu vamos ter uma dessas dr's? Hoje ele resolveu ser tão direto, que me deu até medo.

- Qual é Brian, não somos mais crianças! E além do mais, eu não me distanciei. Só que eu não sou grudenta. — fiz uma pausa, e quando percebi já tinha falado. — Não sou grudenta nem com o meu namorado! — Droga, eu tinha que lembrar do Pétrick logo agora? Bufei e entrei no carro, o Syn fez o mesmo.

- Ah, seu namorado! — Ele falou com uma expressão de repugnância. — Me diz que vocês não transaram?! — falou tranquilamente e eu bem, eu quase bati meu carro tentando sair do estacionamento do restaurante por causa dessa pergunta.

- Mas que porra...? Pra que você quer saber, Brian Haner? — esse assunto já estava me extressando. Por que ele estava tão interessado na minha vida sexual?

- Porque eu vou ter um pra bater, agora não sei os outros que você já dormiu, ir atrás deles vai dar muito trabalho... — Pera ai, será que ele percebeu a idiotice que acabou de falar?

- Ah sim, então eu estou fodida se for querer bater em todas as mulheres que eu conheço que você já levou para a cama! — explodi, esse assunto não era nada confortavel. — E pelo o que eu sei, até a antiga agente da banda, que era CASADA, não escapa da sua lista... — enfatizei bem o casada' recebendo uma careta em resposta.

- Hey, mais eu sou homem! — fez cara de coitado, uma tentativa fútil de defesa. Ele agora era machista ?

- E isso não muda nada, Brian. — afirmei, a gente estava andando para lugar nenhum, já que ele não tinha me explicado onde era a sua casa dele.

- Encosta o carro, Mell! — me olhou por 2 segundos e virou o rosto para o lado oposto. Obedeci parando no acostamento. Fiquei observando a sua cara, a típica feição que ele tinha quando era contrariado.

- Desculpa, é só que não consigo imaginar você... bem, você sabe. — gesticulou com as mãos, o que me fez rir.

- Brian Elwin Haner, o destemido... hesitou. — comecei a rir mais ainda da sua falta de palavras.

- Não hesitei porra nenhuma Mallory... — respondeu bravo, isso irritava ele profundamente.

- Hesitou sim, Haner. Eu te conheço melhor que você mesmo, sei tudo sobre você! — apontei, o desafiando. Olhei para os carros passando na avenida.

- Sério que você sabe tudo? Duvido. — foi sua vez de me desafiar, eu apenas arqueei uma sombrancelha como uma aceitação silenciosa. — 1º beijo? — Há, fichinha.

- Megan Handrix, que estudava n0 9º ano, awn' você tinha 12 aninhos... — apertei a sua bochecha, algo que também o irritava, ele fechou a cara e pareceu pensar um pouco.

- Hm, primeira vez? — ergueu uma sombrancelha, achando que iria me pegar nessa. Se enganou completamente.

- A Lindsay, minha melhor amiga, foi quando estava na 7ª série. — respondi prontamente e ele fez uma careta de desapontamento.

- Droga, tinha me esquecido da Lindsay. Pensei que era a Denise... Hm... — fez uma cara maliciosa, acho que esse filho da puta estava lembrando. Revirei os olhos. — Como você sabe?

- Eu disse que sabia tudo, e foi a Lindy que me contou. — sorri vencedora, eu o surpreendi.

- Háá, sabichona. Eu sei coisas sobre você também! — apontou o dedo na minha cara. Ah pronto, era o que faltava. — Pergunta quem foi o 1º que você beijou! Pergunta Scotcher.

- Não começa, Haner. — meu rostou esquentou e ganhou cor derrepente.

- Fui eu! — ele respondeu, mesmo sem eu ter perguntado. — ''oh, me beija Brian, me beija...'' — tentou imitar a minha voz e começou a rir, a isso já é demais.

Simplismente parti para cima dele, dando tapas e socos. Ele abriu a porta do carro, na tentativa de escapar mas eu segurei na sua camisa e caimos os dois no chao, rolando no lama. Eu subi encima dele dando mais tapas e soltando uma cachoeira de insultos e chingamentos.

Ele me empurrou me fazendo cair numa poça enorme de lama.

- Ah, seu.... — ia chinga-lo mais fui interrompida por uma rajada de lama na cara. Pequei lama e joguei nele também, então iniciamos uma pequena guerrinha tosca de lama no acostamento, com carros passando e observando aquela putaria ali.

- CHEEEGA! — ele gritou ofegante e todo molhado, quando eu ia jogar terra dentro de sua calça. Começamos então a rir dessa situação toda.

- E agora? — perguntei chacoalhando meus cabelos na tentativa* de tirar o barro dele. — Não vamos sujar o meu carro! — resmunguei.

- Já sei. Eu pego minha jaqueta e te dou, pra você sentar dai não suja o banco. — acenti com a cabeça.

Ele me jogou a jaqueta e coloquei no banco, então lembrei que tinha ido no shopping mais cedo e comprado coisas. Peguei uma das sacolas e ajeitei para ele sentar em cima. Ele se sentou e tirou a camisa toda enlamaçada.

- O que vo-ocê está... fa-a-zendo? — ótima hora para gaguejar. Mais aqueles músculos tatuados e aquele peitoral definido e ainda nu, estavam muito desconcertantes.

- Não sujando o seu carro, ué! — sorriu de canto e eu praticamente babei. Pqp se concentra! Considerei por uns instantes, respirei fundo e retirei minha blusa também que um dia já foi branca. Não sou eu que lavo mesmOPA, A EMPREGADA QUE NÃO TENHA COLOCADO ESCUTA NO ME CARRO.

Olhei para ele e ele olhava para o meu corpo, mas também não disse nada. Tentei não olhar mais na sua direção, para evitar um acidente de trânsito.

- Vai me dizendo como chegar na sua casa, ok? — falei baixo recebendo um 'ok' quase sussurrado em resposta. Não conversamos muito ele só me indicava onde virar para chegar em sua casa.

- Hm, quer entrar? — perguntou educadamente quando estacionei onde ele tinha indicado, em frente a uma casa branca de dois andares.

- Não sei não, ... er, ... — estava procurando uma desculpa decente quando ele bufou e abriu a porta.

- Vem logo pra se lavar, Mallory! — e desceu do carro não me deixando escolhas então o segui, só de calça, tênis e sutiã expondo a pele branquinha e nada bronzeada da minha barriga lisinha.

Entramos na casa dele e fomos recebidos por um latido estridente e um cachorro branquinho e peludo apareceu saltitante.

- PINKLY! — Brian gritou quando o viu.

- Mas que porra de nome é esse? Isso lá é nome de se dar para um cachorro? — questionei observando a gayzisse do momento.

- É cadela, não cahorro! — disse como se estivesse ofendido. — Quer tomar banho?

- Sim, me mostre onde é o banheiro, porfavor. — subimos as escadas até chegar no quarto super bagunçado dele.

- Escolhe alguma camisa minha no guarda-roupa. — fiz uma careta só de pensar em usar uma camisa dele, então lembrei que tinha comprado uma camisa da banda.

- Não precisa! Você pode ir buscar as sacolas de roupas lá no carro? — perguntei indo em direção ao banheiro ele apenas acentiu e saiu do quarto.

Entrei debaixo do chuveiro depois de me despir, a agua estava quente, do jeito que eu gostava então relaxei por alguns instantes.

Peguei uma toalha no armário e sequei meus cabelos depois me enrolei indo em direção ao quanrto, foi quando ele entrou com as sacolas. Que demora!

- Não achou o carro, Brian? — perguntei irônica, mas quando ele me olhou paralizou e pagou uma de suas pérolas.

- Eu vou achar o carro daqui a pouco nessas suas pernas gostosas! — disse enquanto mordia o lábio inferior, eu apenas arregalei os olhos pensando no que ele acabou de dizer. Ele percebeu e ficou corado por alguns segundos. — Èr.... desculpa, eu vou tomar banho.

E saiu quase correndo do quarto.

Tentei esquecer o que ele disse, e dar um jeito no meu cabelo que não estava cooperando comigo. Então resolvi secá-lo mas não achei secador em canto nenhum.

Liguei o ar-condicionado que ficava em cima da cama, subi em cima da mesma ficando de cara com o ar, para seca-los. Estava fazendo efeito.

Fiquei um tempo assim, até que o Brian apareceu na porta e me assustou com o grito que deu.

- Que porra você está fazendo em cima da minha cama, Mallory? — perguntou com uma expressão indecifrável. Eu devo esta ficando louca, mais podia jurar que vi ele olhando para a minha bunda.

- Secando o cabelo. — fingi-me de despercebida do seu olhar. Ele vai ficar ali parado me olhando? Opa, não vai não.

- Vou me trocar no outro quarto, se precisar chama. — saiu coçando o pescoço, um movimento despercebido que ele fazia sempre que estava nervoso. Hm, eu causava isso nele? Interessante.

Depois de terminar de secar meu cabelo com o ar condicionado, desci da cama e peguei um shorts preto dele, já que não tinha o que vesti.

Vesti a camiseta meio cumprida do Avenged e desci para procura-lo.

Encontrei ele na cozinha colocando algo no microondas.

Ele se virou e sorriu lindamente quando me viu.

- Que linda com o meu shorts! — apontou para minhas pernas enquanto mastigava algo. Apenas mostrei a língua para ele.

- Que lindo , tem comida na sua casa! — usei o mesmo tom sarcástico que ele. Sentei-me no balcão e ele fez uma careta repentina.

- Eles te deram uma camiseta da banda? — eu olhei para a camiseta e neguei com a cabeça.

- Comprei! — ele só resmungou um 'hm'. Então me lembrei do desenho da caveira com asas. — O que é isso? — apontei para o desenho.

- É um Deathbat, é a logo da banda, digamos! — Ele revirou os olhos quando eu fiz uma cara confusa. — Outra hora te explico.

Simplesmente acenti. Ficamos ali uns instantes em silêncio observando a pizza ficar rodando dentro do microondas. Depois nos sentamos para comer na mesa, e ele pegou duas cocas pra gente.

Conversamos e comemos muito e coisas do tipo.

Tudo isso só me fez relembrar o quanto era fascinante ficar com ele.

(...)

Eu estava acordando por causa de um barulho estranho, eu estava num lugar escuro mas tinha uma luz fraca mudando de cor, meio distânte.

Eu pelo menos estava numa cama, pensei. Me sentei lentamente e percebi que o barulho estranho e a luz eram a tv ligada, ... no quarto do Brian.

- Oi dorminhoca! — me virei na direção da voz e o vi deitado um pouco longe, ja que a cama era enorme. Ele parecia sorrir, e estendeu a mão para me puxar.

Então encostei minha cabeça na sua barriga e tentei entender um pouco do filme. Suspirei, o filme já devia estar no final.

- Eu dormi demais! — falei meio tonta. E senti ele alisando minha mão e beijando o topo da minha cabeça.

- Quer um copo de agua? — perguntou e me deu mais um beijinho que causou arrepios em todo meu corpo. Não respondi apenas levantei para ir pra cozinha, como desculpa também para fugir da aproximação dele;

Não adiantou nada, ele me seguiu para o andar debaixo também, que estava silencioso e as luzes estavam acesas, olhei no meu relógio e eram 8:00 horas da noite em ponto. Merda!

Quando chegamos na cozinha, me apoiei no balcão enquanto ele enchia um copo de agua e vinha em minha direção.

Comecei a beber a agua com ele me observando, excessivamente próximo a mim. Droga, eu estava encurralada entre ele e o balcão. Ergui uma sombrancelha quando ele se aproximou mais ainda e colocou suas mão no balcão em minha volta.

Ainda estava com o copo na boca, quando ele beijou minha testa lentamente. Mais uma vez... hm. Um beijo na minha bochecha e depois um beijo no canto do meu olho. Encostou sua bochecha macia e quente na minha, deixando aquecido ali.

Os seus olhos estavam fechados quando ele se afastou um pouco e mordeu o lóbulo de minha orelha beeem levemente. Opa, um arrepio.

Ele desceu para o meu pescoço, depositando outro beijo ali, depois no meu ombro, na base da clavícula. Suspirei em resposta.

Se me seduzir fosse a intenção eu estava perdida, era uma batalha ganha antes mesmo de disputar.

- Eu estava com saudades... — sussurrou bem pertinho do meu ouvido, me causando mais e mais arrepios.

Meus olhos se fecharam quando ele lambeu meu pescoço. Não preciso nem explicar o que senti.

- Eu também estava... — disse apenas, aguardando sua próxima ação. Ele pegou na minha cintura por cima da blusa e alisou um pouco ali enquanto depositava mais beijos por todo o meu rosto, mais nem se aproximou da minha boca, que bom... isso me deixou confusa.

Eu que não sou santa, estendi a palma da minha mão por seu peitoral ainda nu e febril. Eu podia jurar que senti uma corrente elétrica passar por nossos corpos.

Ainda com os olhos fechados e recebendo beijos demorados e carinhosos, alisei seus músculos, explorando-os. Não havia mais copo de água em minhas mãos, não havia mais sanidade entre nós.

Comecei a beijar seu pescoço de leve e descer as mão por suas costas até chegar no cós da calça jeans. Sorri maliciosamente e mordi seu ombro apertando a sua bunda durinha recebendo um gemido baixo de excitação em resposta. Ele me apertou mais contra o balcão e segurou meu rosto.

Me olhou de um jeito significativo como se pedisse silenciosamente a permição para o que aconteceria a seguir, eu apenas avancei em sua boca.

Sim, nos beijamos. Foi o melhor gosto do mundo quando senti sua lingua na minha num beijo lento e profundo, enquanto arranhava sua nuca com minhas unhas curtas.

Ele mordiscou meu lábio inferior, algo extremamente excitante para mim, o beijei mais violentamente. Eu já estava perdida.

Perdida em seus beijos enquanto ele me carregava para o quarto, perdida em seus músculos que estavam por toda a parte a minha volta, perdida em seu cheiro e seu gosto tatuado em minha mente. Perdida por estar quase transando com o meu melhor-amigo galinha.

Quando me dei por conta já estavamos em sua cama nos despindo com urgência antes que alguma das partes desistisse da loucura que estava prestes a acontecer.

Eu já me sentia ofegante e nada mais vinha na minha mente além de 'Syn de boxe'.

Ele olhou para o meu corpo nu e sorriu, eu fiquei vermelha com esse olhar que emanava desejo.

Ele se posicionou em cima de mim e beijou meus labios de leve, olhando profundamente em meus olhos.

- Você não tem medo de se arrepender amanhã? — sussurrei nervosamente, ele negou com a cabeça e sussurrou 'confia em mim' antes de senti-lo pulsando dentro de mim.

Soltei um gemido baixo, com seus movimentos ageis e fortes, e chupei seu pescoço com toda a força que eu tinha com a intenção de deixar marcas mesmo. Isso pareceu excita-lo mais ainda e apressar os seus movimentos.

- Mais forte.. — grunhi puxando o seu cabelo, ele me obedeceu. E chegamos ao orgasmo não muito tempo depois.

- Tu-u-do be-em ? — ele perguntou com dificuldade quando saiu de cima de mim. Apenas sorri um pouco e acenti. Não tinha forças nem para falar direito. " kkkk, Mallory fora de forma!" — pensei .

Ele me beijou denovo, mas sem pressa e deitou do meu lado.

Suspirei pesadamente, não tinhamos nenhuma palavra para esse momento. Resolvi ficar em silêncio para não acabar com essa atmosfera.

Olhei na sua direção e ele estava sorrindo para o teto, eu sorri também, torcendo para ter sido tão bom pra ele quanto foi pra mim.

Olhei mais um pouco me focalizando em seu pescoço e estava roxo, praticamente um hematoma enorme.

vish, ia ter que usar um corretivo para ir na premiação amanhã, hm..

Como não conversamos muito, eu adormeci no meio das cobertas.

Esperando não pensar muita merda e nem me arrepender pela manhã;

Notas finais
OMG, o que acharam? vão me matar?
Hm, não quis detalhar muito porque senão daria umas 10.000 palavras e me chamariam de pervertida. hehe:)
Me matem pelos comentários, tortura também é admicivel! zoeeira. :)
Coments? sure! kkk
beijos.