Famous Friend
29 I hate hospitals
Notas iniciais
sejam mt bem-vindas leitoras novas, welcome to the fucking' family. RIARIARIA. to inspiradex hoje dsclp.
VAMOS LER UM CAP MAIS QUE FOFO? VAMOS SIM o/
ENJOOY IT!! (:
Pov. Mallory Scotcher.
" Era fim de tarde, o sol se esvaia no horizonte. Eu podia sentir a areia morninha nos meus pés, e o barulho do mar bem perto. Respirei aquele ar puro, aconchegante que transmitia tranquilidade. Eu parecia estar feliz. Eu sentia a felicidade perto de mim, quase me tocando.
– Mamãe!! — uma voz estridente gritou ao vento chamando minha atenção, automaticamente virei para ver de quem era essa voz. Meus olhos se iluminaram imediatamente. Uma criança tão perfeita que não podia ser real. Ela era linda, com cabelos lisos até a cintura, num tom castanho parecido com o meu, era tão branquinha que eu podia jurar nunca ter visto o sol e seus olhos eram marrom. Um marrom sólido e profundo, que chamavam muita atenção. Aparentava ter uns 5 anos.
Ela correu em minha direção, e pulou no meu colo. Então quer dizer que... eu... eu era a... mãe dela?
– Mãe, veja! O papai. — ela sorriu imediatamente apontando para alguém atrás de mim. Olhei para trás e o vi. Tão lindo e sorridente que sorri em resposta inconsiêntemente. Eu estava cercada por sorrisos. Muitos deles. Ele nos abraçou ternamente, e beijou a minha testa em silêncio.
Apenas me fitando e sorrindo como se eu fosse o ícone da perfeição. Ele estava ainda mais deslumbrante, se bem que não sei como pode o Brian ser mais deslumbrante ainda, né!?
– Eu te amo, te amo muito. Não se esqueça disso, nunca. — sussurrou me causando arrepios. Uma lágrima escorreu dos meus olhos, eu queria permanecer nesse sonho para sempre! Mas nunca é o que agente quer ... "
– Mallory? Mallory? Você está viva? — abri os olhos assustada me deparando com o gnomo Johnny inclinado sobre mim, parecendo desesperado. — Oh caralho! Que susto você me deu mulher! Dá próxima vez que for ressucitar me avise antes!! — ele disse se afastando um pouco, controlando a respiração ofegante. Eu queria dizer algo, chingá-lo por ter me despertado de um sonho tão perfeito mas ele me interrompeu antes mesmo de eu pronunciar as palavras.
– Calma, vou chamar a galera. Estam todos aqui, Jimmy, Leana, Matt, Val, .. Samantha, Syn e o Porpeta. Eles estão desesperados, antes que você pense que todos te abandonaram. Eles estão tomando café na praça de alimentação. Cara, que foda! Eles vão pirar quando descobirem que você acordou! Você me assustou cara, eu estava aqui sentado te vigiando e derrepente essa maquininha de batimentos cardíacos começou a apitar que nem louca, eu achei que você estava morrendo, sei lá! Mas que merda você foi fazer também em Scotcher?! Eles nem quiseram me contar, eu soube de tudo agora a pouco e... ahh deixa eu ir chamar aqueles putos. — Ele falou tudo tão rapido que eu não sabia se tudo fazia sentido. E segundos depois ele não estava mais na sala. Então me permiti chorar. Sim, aquele sonho tinha me comovido. Eu realmente não queria ter acordado, pois era como se eu estivesse sonhando com o meu desejo mais intimo. O sorriso das duas pessoas mais importantes ainda refletiam em minha mente.
Suspirei olhando em volta. Era um quarto grande, e parecia estar num andar alto pois da janela eu via outros prédios grandes . Eu estava com uma agulha enfiada dolorosamente no meu braço esquerdo. E com um edredon sobre as pernas. Minha boca estava seca, eu parecia que não bebia agua há muito tempo. Suspirei novamente, eu já havia comentado que odiava hospitais?
Derrepente a porta se abriu, revelando desesperados que pareciam ter vindo correndo. Sim, todos os oito entraram no quarto apressados. O quarto que antes parecia grande agora parecia minúsculo e abafado. Eles me fitaram, provavelmente vendo meu rosto todo molhado.
Foi aquele silêncio de surpresa, quando todos viram meu rosto molhado e meus olhos já vermelhos. Samy foi a primeira a sair do transe.
– Oh meu deus! Mallory não me mate mais de susto assim! — ela me abraçou delicadamente, retribui o abraço e automaticamente mais lágrimas foram caindo. Sério escritora, para de me fazer chorar o tempo todo e ... Ah, esquece.
– Descu-u-lpa.. — disse com dificuldades, ela se afastou e limpou as lágrimas. Todos me abraçaram, me chingaram, me apertaram e tals. Inclusive o Syn que me deu um beijo singelo na testa.
– Mas por que você está chorando? Está sentindo dor? — Leana disse meio distante, todos me encararam assustados como se tivessem esquecido de se preocupar com isso.
– Quer que a gente chame o médico ou .. — acenei que não imediatamente, se eu não gostava de hospitais, imagine de médicos?! — Então o que foi? Por que você está chorando desde que chegamos? — Matt perguntou, eu pensei se falava mesmo. Estava com medo de parecer muito idiota, mas eu resolvi falar afinal eles eram meus amigos.
– É que ... antes de acordar, tive um sonho muito bonito com ... hm, o bebê e o pai dele. Quero dizer dela! — sorri um pouco, Leana, Zacky e Jojo não pareceram surpresos quando eu disse sobre a gravidez, eles já deviam saber então. Me forçei a não olhar para o Syn pois eu entregaria tudo. MAS O QUE ADIANTA SE TODOS OS PRESENTES NA SALA QUE SABEM QUEM È O VERDADEIRO PAI OLHOU PARA ELE?! Sim, Valary, Samy e Jimmy olharam para o Syn no mesmo instante. Nossa que bando de filhos de uma puta arrombada. Eu tenho certeza que corei com o olhar sobre mim.
– Que lindo! Mas,... se foi algo bom, ... ainda não entendi por que estava chorando. — Jojo franziu o cenho confuso, eu simplismente abaixei a cabeça envergonhada.
– Porque eu acordei, ué. — sussurrei, e garanto que do corredor deu para escutar a relinchada' sonora de todos. Não demorou 1 minuto um médico entrou e fez uma super cara de espanto quando viu todos aqueles marmanjos empuleirados ali no quarto.
– O que vocês estão fazendo aqui? Não está na hora de visitar a paciênte, anda... todos para fora! — Ele começou a expulsar meus amigos dali a quase ponta pés. Depois ele se voltou para mim, com a face vermelha. — Eles são todos da familia? — perguntou aparentando cansaço. Acenti divertida com a sua expressão admirada.
– Então, o que eu fiz... foi muito idiota eu sei. Mas, ... atrapalhou a gravidez ? — perguntei tímida, ele semicerrou os olhos.
– Acho que você precisa de acompanhamento de um psicólogo, talvez você tenha uma depressão pré parto. — analisou, olhando para uma ficha em suas mãos, arregalei os olhos. Eu não voltaria para um psicólogo de geito nenhum!!
– Não precisa, sério!! Não estou em depressão, eu não quis me matar, só queria me refrescar mas o mar estava muito violento!! Não foi diretamente proposital. — Me defendi inutilmente, pois ele não esboçou nenhuma reação apenas continuou olhando para ficha e para o soro.
– Eu conversei com a sua irmã e ela me disse que na adolescência, você já acompanhava um psicólogo porque cortava os pulsos quase que diariamente. — Constatou me pegando de surpresa. É verdade, eu fazia isso bem... nem sempre fui assim, mas isso foi com 14 anos, quando eu era apaixonada por um certo garoto, e ele apenas me queria como amiga....
– Por favor, só me diga se está tudo bem com a minha filha! — implorei, uma tentativa também de mudar de assunto e faze-lo esquecer desse lance de psicólogo. Eu podia precisar no passado, mas não agora.
– Filha? Mas não dá para saber o sexo ainda, como você sabe que é menina? — Sorriu um pouco duvidoso, garanto que meu rosto ficou vermelho denovo. Eu não ia dizer para ele que foi por causa de um sonho, óbviamente.
– Hm... só sinto que é uma menina. — falei meio sem geito, ele sorriu e acentiu.
– Então Mallory, está tudo bem com o seu filho. Ou filha. Mas você tem que ser mais cautelosa, tem mães que perdem o bebe por menos que isso. E você ingeriu muita agua do mar, e bateu a cabeça na areia. Foi algo grave pois você chegou aqui desacordada. Agora você terá que aguentar esses seus amigos como seguranças atrás de você o tempo todo. — disse com uma feição maléfica. Bufei indignada, eu imaginava que todos ficariam superprotetores comigo.
– Então, ... eu posso receber visitas agora? — perguntei com minha melhor cara entediada. Ele acentiu e saiu do quarto.
Limpei meu rosto que instantes atrás carregavam as lágrimas. Por um motivo idiota eu sei, mas... realmente eram incontroláveis. Fechei os olhos e encostei-me no travisseiro, tentando digerir todos os fatos. Eu podia ter matado minha filha. Como eu pude ser tão idiota? Duas batidas na porta me tiraram do transe.
– Pode entrar. — grunhi rouca. Ok, sério que ele tinha que ser o primeiro? Quando me deparei com aqueles olhos castanhos, me lembrei imediatamente do sonho e de suas palavras. Por que não podia ser real? — Oi. — cumprimentei timidamente. Ele se aproximou, parecendo não saber o que fazer.
– Oi. — respondeu apenas. Respirei fundo, tentando disfarçar meu desconforto. — Está tudo... bem, com o bebê? — perguntou desviando o olhar. Apenas acenti. — Hmmm.
– Obrigada Brian. Por ter me tirado do mar. — falei corada. Ele sorriu, um sorriso do qual eu sentia falta. Era muito parecido com o sorriso do sonho, a única diferença é que não tinha a mesma intensidade e nem o mesmo brilho.
– A sua desposição madame. — É óbvio que nem numa hora dessas, ele deixaria de fazer piadinha. Gargalhei sonoramente com o seu tom e expressão. — Agora é sério, ... você contou para er, ... o pai do seu filho sobre... er, a gravidez ? — disse com certa dificuldade. Me engasguei mentalmente com sua pergunta, tentando entender a intenção dela.
– Hm, ... ele sabe sobre a gravidez. — Bom, eu não menti. O pai da criança realmente sabe da gravidez, ele está me encarando agora. — Mas, por quê?
– Ele não veio te visitar ainda, e ... Samy ficou de ligar para ele. Acho que ele devia estar aqui, no mínimo preocupado com você, né?! — disse de modo intenso. Parecia raivoso. Tentei mudar de assunto, porque óbviamente que Pét não me visitaria porque era provável que ele nem saiba, já que Samy nem deve ter ligado.
– Hm... será que eu vou ficar muito tempo aqui? — perguntei simplismente para mudar de assunto. Ele percebeu, mas nem comentou.
– Acho que não. O médico disse que de manhã cedo você receberá alta. — Disse um pouco empolgado. Suspirei concordando. Na verdade, eu estava suspirando muito ultimamente. E não me venham falar que é porque estou apaixonada. Por favor. — Ok, eu vou ir para que os outros possam te ver também. E... a Michelle está ai, dizendo que queria conversar comigo. — fez uma careta expressando o quanto estava surpreso. Mas eu não estava, provavelmente ela iria contar para ele sobre a gravidez. Eu acho que isso era o que eu queria na verdade, não tinha porque eu ficar tão incomodada com isso.
Ele tem que descobrir que vai ser pai. Mas por enquanto só que vai ser pai do filho da Michelle. Então resolvi fazer a coisa mais idiota do mundo.
– Vai parecer muito estranho se eu te pedir uma coisa? — perguntei sem pudor, talvez depois dessa conversa com a Michelle ele fosse um cara comprometido. Ele apenas negou com a cabeça com as sombrancelhas arqueadas. — Me abraça?
Vocês tinham que ver a cara que ele fez, não sabia se ria, se chorava, se me chingava,... parecia não saber nem como dar os passos. Ou para se aproximar de mim, ou para sair em direção a porta me chamando de idiota. Ele ficou parado me encarando. Surpreso. Confuso.
– Ok, eu não vou te morder prometo! — tentei fazer graça para aliviar o clima tenso sem sucesso algum. Ele se aproximou lentamente e me puxou delicadamente para um abraço.
Senti o perfume forte que ele usava, seus braços fortes me envolvendo sem restrições, como se fosse nosso ultimo abraço. Minhas mãos foram para o seu cabelo, sentindo-os. Por que seu cheiro, sua pele, seu calor me atraía tanto?
– I give my heart to you. — O que? Vocês estão pensando que eu sussurrei isso sensualmente no ouvido dele né? E que depois disso nos beijamos loucamente, dizendo que nunca iria deixar de amar um ao outro e aquele drama todo, né? Pois é foi exatamente isso que não aconteceu. Ele beijou minha testa e saiu em silêncio, porque nada precisava ser dito. O abraço que sustentamos dizia tudo. Eramos idiotas apaixonados. E roda essa fita porque to enjoada desse drama le~novela mexicana.
(...)
Eu recebi visitas de todos. Sim, aqueles filhos da puta vieram no meu quarto e ficaram bagunçando no hospital. O vagabundo do Johnny até deu em cima de uma enfermeira novinha que estava fazendo estágio, vê se pode?!
A única noticia que recebi do Syn era que ele tinha encontrado a Michelle no hospital e os dois foram conversar, mesmo ele tendo relutado, Jimmy e Val que óbviamente sabiam o que ela queria conversar com ele, o incentivou a ir.
– Mas você tem que ficar boa logo, como vai pro nosso show daqui a 5 dias? Sem contar né... que vai ser o seu aniversário e vamos beber muitoo!! — Jimmy gargalhou certa hora, quando pela boa vontade do médico ele deixou eles todos (menos o Syn) entrarem no quarto, é claro prometendo se comportar.
– Só se for suco natural, né?! Esqueceu que a Mallory não pode beber bebida alcóolica ? — Matt o recriminou, e todos começaram a rir. Confesso que a presença mais que divertida deles aqui, só estava me fazendo bem.
– Elementar meu caro, é intusiasmante a sua capacidade de quebrar a onda alheia. É CLARO QUE EU SEI NÉ!! — Jimmy respondeu arrancando risadas novamente. E foi assim que passamos o resto da noite. Até eu não aguentar mais de cansaço e me colocarem para dormir, dizendo que amanhã viriam me buscar.
Foi uma noite leve e sem sonhos, acho que eu estava exausta demais para ligar por estar dormindo numa cama nada confortável de hospital.
(...)
Eu já havia acordado a uns 30 minutos. Degustando o meu café da manhã sem gosto algum, observando a cidade acordar da janela do quarto. Realmente era bem alto o prédio.
Até uma batida na porta ter me despertado. Eu logo imaginei que era alguém vindo me buscar mas... me enganei completamente.
– Filha? — A voz da minha mãe, parada na porta me surpreendeu.
– O que você está fazendo aqui? Lembrou que tinha filha? — perguntei já raivosa. Me lembrei da história do casamento e senti mais raiva ainda de estar encarando ela num momento tão critico emocionalmente para mim.
– Eu sei que você já sabe. Pétrick me contou. Como você pode engravidar de um homem que não seja seu noivo? — disse com uma expressão sério-barra-sarcástica que nunca tinha visto em sua face. Claro, impossivel também, já que ela sempre parecia se esconder atrás de um sorriso falso. Além de manipular o meu ex-noivo ela também manipulava as próprias emoçoes.
Sim, vai ser uma conversa dificil.
Notas finais
O QUE ACHARAM? TA MT ESCROTO? ND V? Comentem, se possivel postarei o próximo na quarta pq amanha tenho trabalho.
beijos e beijos. *--*
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