Tudo não parece tão confuso como antes. Começo com essa carta afirmando plena consciência sã, pois tudo que queria dizer estará aqui, Sinto dizer que foi um erro desde inicio.

Sabia que tinha algo errado naquela noite, mas não sabia o que era.

Estava escuro. como todo o ano foi ao acampamento de férias com minhas amigas Luci e Bia, perecia tudo normal, as velhas histórias contadas pelos pais de Luci sobre a primeira vez que se conheceram. Estavam todos felizes, mas eu sentia que algo estava para acontecer. Como de costume os pais de Luci me deixaram em frente de casa, pois, moravam a duas quadras, Quando me aproximava de casa vi algo estranho, a porta estava aberta. Quase nunca mamãe deixava aberta, pois entrava muitos mosquitos e muito menos papai, ele tinha alergia à poeira. Quando entrei em casa, com as luzes apagadas não pude vê muita coisa.

Fui até a sala e me deparei com as minhas fotografias ao chão. Subitamente corri a procura dos meus pais. Mas não os encontrei. Quando subi as escadas senti que algo estava a me observar, foi então que vi ao chão varias gotas de sangue.

Fiquei em desespero quando abri a porta do quarto dos meus pais, me deparei com aquela cena que nunca esquecerei na minha vida, meus pais estraçalhados na cama, não me lembro de muito bem o que aconteceu, mas acho que fiquei tão paralisada que não conseguir me mover por alguns instantes.

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—como e o nome dela? Diz o delegado;

— Janine Alagar. Diz o policial com tom apreensivo;

—certo, tem algum parente próximo? Diz o delegado;

—sim senhor, um tio que trabalhava com o pai da moça. Diz o policial;

— o chame para colher os depoimentos dele.

—sim senhor.

Acordei um pouco sonolenta e com os olhos embaçados, quando conseguir vir claramente observei o lugar onde estava. Era um quarto sem nenhum tipo de decoração, mas não tinha janelas e as portas pareciam mais com grades, tentei me levantar, mas eu não consegui no mesmo instante entra uma mulher entre 40 anos robusta e com uma enorme verruga no rosto.

— onde estou? Digo Janine com uma voz um pouco rouca, mas não adiantou de nada, a estranha mulher pegou duas pílulas que estavam em sua mão e as colocou-as dentro de um copo de plástico que estava em cima da cômoda e de um modo grosseiro me fazendo engolir as pílulas. Demostrando nenhuma reação saiu do quarto sem dizer sequer uma palavra de explicação. Após horas de angustia dentro da mesmice, dois homens abrem a porta e rapidamente me seguram pelo braço.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.