Notas iniciais
Olá, esse é o meu primeiro capítulo para essa história e demorei muito para escrevê-la, pois estou mega-ocupado, mas é um prazer escrever família 2.0, espero que gostem da minha parte da história assim como apreciam a do Jeff

Caramba, eu não esperava que o hotel fosse tão grande.


– Vamos entrar, marido? – Convidou Keiko.


Ai ai, e essa Keiko ai? Dando em cima do Kaze desse jeito, se ela der uma de engraçadinha, tudo que eu estou fazendo para juntá-lo com a Haruna-chan vai ser em vão...


– Nossa, é grande mesmo, Kazemaru... – Comenta Endou.

– É verdade Endou... Endou?! O que você está fazendo aqui?!

– Eu chamei o Endou e os outros! – Eu expliquei. Aki, Haruna, Gouenji, Endou e Kidou estavam todos lá.

– Pessoal? Bem... É legal que vocês estejam aqui...

– Vocês são amigos do meu marido?! – Aquela Keiko logo se entrometeu e ainda chamando o Kaze de marido na frente da Haruna...

– Ora ora, então vocês chegaram, vamos, tem quartos separados para vocês, feliz aiversário Kazemaru-chan e Kazumi-chan.

– Tia Megumi! – Faz um tempão que eu não vejo a tia Megumi, a dona do hotel aonde estariamos nos hospedando.


A tia Megumi separou dois quartos presidenciais, um para o Kazemaru, o Endou, o Gouenji e o Kidou e o outro para eu, a Keiko, a Aki e a Haru-chan. Nós quatro fomos arrumar nossas coisas no quarto, enquanto os meninos simplesmente jogaram as malas lá e foram conhecer o hotel, obviamente, eles foram para a ala de esportes, procurando por um bom jogo de futebol.


– Caramba, Kazemaru! Por que você nunca disse que tinha um lugar tão bom para treinarmos? –perguntou Kidou.

– Bom, nem eu sabia... – Meu irmão respondeu meio encabulado.

– Cuidado! – Gouenji percebe uma bola vindo em alta velocidade na direção dos quatro.

– “God Hand!” – Endou grita, fazendo sua principal técnica, em ordem de se protejer, porém a “God Hand” não foi o suficiente para parar a bola.

– Mas... Que poder... O Endou nem pode defender.

– Isso é porque essa bola foi lançada com o poder das mãos. – O garoto que havia lançado a bola se revelava, acompanhado de três parceiros. – Nós estavamos jogando vôlei aqui e a bola acabou indo na direção de vocês, desculpem.

– Tudo bem...

– Ei, por que vocês quatro não jogam contra nós quatro? – Perguntava Nishi, o garoto jogador de vôlei.

– Mas... Somos jogadores de futebol... – Ponderou Endou.

– Tudo bem, vocês se acostumam, vamos lá... As quadras de vôlei aqui são muito boas, sabe...


Os quatro se olharam e sem dizer uma palavra sequer, apenas balançam a cabeça positivamente, seria divertido e interessante praticar um esporte que não o futebol para variar.

Logo os meninos se vestiram e se botaram na quadra, ficando contra Nishi e seus três companheiros, foi nessa hora que eu e as outras garotas chegamos, logo compusemos uma torcida para os meninos da Raimon.

O garoto Nishi começa sacando a bola que vai ao campo dos meninos, pelo costume meu irmão dominou no peito e chutou de volta, por cima da rede.


– Boa, marido! – Gritou a Keiko.

–Kazemaru, seu baka! Se você for ficar jogando futebol não vai ganhar nunca, use as mãos.


Nesse momento, Gouenji tenta pegar uma bola lançada pelo time adversário com os pés e a perde.


– Eu falei!


Logo os meninos começaram a usar a mão no vôlei e, apesar de estarem em desvantagem pelo time adversário ter treinado por mais tempo, eram ótimos esportistas e conseguiram acompanhar o jogo bem.

Quando todos se cansam eles saem da quadra, Keiko logo foi abraçar meu maninho...


– Você foi muito bem, maridinho!


Eu percebi um olhar diferente na Haruna, será que aquilo incomodava ela mesmo?


– Ta bom! Ta bom! Todos foram bem! Agora vamos descançar um pouco, já está tarde, temos que tomar banho e dormir. – Aki concordou comigo também.


De volta ao nosso quarto, Aki e Haruna foram as primeiras a tomar banho e desceram, sobrando apenas eu e Keiko no quarto.


– Ei, Keiko, o que você sente pelo meu irmão, hein?

– O que?... Eu amo ele, claro! – Como uma garota pode ser tão direta?

– Ha... Haha... Mas... Por que?

– Bem... Quando eramos pequenos e você morava com sua mãe, o Kazemaru me visitava bastante.


Há muito tempo atrás, uma Keiko de nove anos chorava, escondida dentro de um dos brinquedos do parquinho do hotel, todos procuravam por ela, mas só o pequeno Kazemaru foi quem a achou.

– Por que você está chorando, Keiko-chan?

– P... Porque... Meus pais... Eles se divorciaram e agora meu papai foi embora.

– Não se preocupe com isso... – Ele sorria tentando animar a prima. – Ele te ama estando perto ou longe.

– Não é verdade! Ninguém gosta de mim, por isso todos estão indo embora!

– Isso não é verdade! – Kazemaruzinho protestava. – Eu gosto muito de você, e por isso não quero que você chore!

– É... É verdade? – Ela segurava as lágrimas.

– Sim! Então pare de chorar! Eu não gosto de você chorando...

– Se eu nunca mais chorar e me tornar uma menina forte... Você se casa comigo? – A pequenina oferece.

O pequenino fica confuso, mas concorda.

– Claro que sim, mas só se nunca mais chorar mesmo!


– E foi isso que aconteceu.

– Puxa vida, Keiko... Eu não sabia que era assim, mas é claro que aquilo foi só uma promessa de quando vocês eram crianças... Ele não deve nem lembrar mais disso...

– Eu sei... Mas aquilo foi o suficiente para fazer com que eu me apaixonasse pelo Kaze, mesmo sabendo que não posso ser correspondida.


Depois daquilo eu passei a entender um pouco melhor a Keiko, apesar de ainda não querer ela agarrando o Kazemaru.

Terminamos nosso banho e fomos jantar com a Aki e a Haruna, depois fomos dormir esperando pelo nosso próximo divertido dia de viagem de aniversário.


Notas finais
É isso ai, quem gostou do meu estilo de escrita, está convidado a ler as outras histórias do meu perfil.
Espero críticas e sugestões nos reviews.
Byebye :)