Faltou Dizer Eu Te Amo
8 Capítulo 8: A Batalha de Kamakura.
Notas iniciais

Kamakura, na província de Kanagawa, Japão.
Quatro homens desciam na Estação de trem, e caminhavam pelas ruas antigas daquela cidade turística. Eles observavam o local e tudo parecia estar calmo e normal, com turistas de vários lugares do Japão e do mundo passeando pelas ruas.
—E agora? –perguntou Yusuke ao grupo. –Onde iremos?
—Será que dá pra pegar uma lembrancinha para eu levar pra Yukina do Templo Kōtoku-in? –Kuwabara pergunta coçando a nuca.
—Que mané Kōtoku-in o que, Kuwabara! Estamos aqui para salvar a Botan! -Yusuke o repreendeu.
—Tá, tá... desculpe! Não está aqui quem falou.
—Idiota- resmunga Hiei, irritado com algo, além de Kazuma. –Ele está ferido. Por que trouxeram esse inútil?
—O que disse, baixinho?
—Kurama. –Hiei ignorando prontamente Kazuma, que fica mais irritado ainda. –Nós dois e o Yusuke daríamos conta da situação sem problemas. Por que trouxe esse imbecil do Kuwabara...
—EI! –Kuwabara protestava.
—...e ela?
Hiei olha para Yuki que os acompanhava de perto, usando roupas humanas parecia como as demais pessoas. Ele não queria admitir, mas a youkai do Clã dos Dragões de Gelo ficava bonita com as vestimentas humanas, apesar de estar usando uma calça jeans, uma blusa simples branca e uma jaqueta preta.
Kurama sorriu discretamente, desconfiando dos motivos da implicância do amigo pela presença da youkai ali.
—Koenma quis que um de seus detetives nos acompanhasse no resgate. –explicou Kurama. –E Takaki ficou com a família de Urameshi.
—Mesmo assim... –virando o rosto, quando Yuki o fitou.
—Vamos deixar essa discussão inútil para depois? –Yusuke falou esfregando os punhos louco para lutar. –Eu quero acertar as contas com o cara que colocou minha família em perigo! Não vou sossegar se não arrebentar as fuças de um!
Yuki se aproxima de Kurama, perguntando:
—Qual o local que Kuroi escolheu para se encontrar com você?
—Templo Hōkoku-ji. –ele respondeu. –Precisamente no Bosque de Bambus do templo.
—Isso é preocupante. –diz Yuki pensativa. –O local deve estar cheio de pessoas que podem ficar seriamente feridas se houver um confronto.
—Você está certa. –diz Yusuke.
—Mas o que vamos fazer se o templo estiver cheio de turistas? –Kuwabara pergunta. –Ah, tá na cara que foi intencional isso! Aquele covarde! Não conheço a cara do infeliz, mas já estou com muita raiva dele!
Kurama não consegue disfarçar sua apreensão. Por mais que queira salvar Botan e seu filho não poderia ser negligente e permitir que pessoas inocentes se ferissem. O Yoko do seu passado não se importaria, mas anos como Shuichi Minamino o fez valorizar as vidas frágeis e efêmeras dos homens.
—Vamos proceder com cautela. Se necessário retirar as pessoas de lá antes. –determinou Kurama. –Vamos!
Todos concordaram com um aceno de cabeça e seguiram rumo ao famoso Templo Hōkoku-ji.
x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x
Em outro ponto da cidade de Kamakura.
Kuroi observava a cidade do alto de um prédio antigo, com uma expressão serena em sua face e braços cruzados. O vento agitava levemente seus cabelos negros e sorri levemente, ignorando o olhar mortal que Botan lhe dirigia, sentada próxima a ele, com o youkai chamado Kin ao seu lado.
—Algo a me contar, Gin? –Kuroi pergunta, ainda fitando a cidade.
—Senhor Kuroi. –o youkai de cabelos prateados se ajoelha antes de começar a falar. –Kurama chegou à cidade, conforme seus planos. Mas, ele trouxe outros consigo. Dois youkais vindo do Meikai e os dois humanos que são seus parceiros.
—Sei quem são. –Kuroi dá uma leve risadinha. –Acha que eles serão boa diversão para vocês dois?
Kin dá uma risadinha e Gin responde, sempre com respeito:
—Seria uma honra acabar com eles, senhor Kuroi. Nossos nomes como Assassinos do Mundo das Trevas seriam eternamente respeitados se acabarmos com essas pessoas.
—Muito bem. –Kuroi olha por sobre o ombro. –Afaste-os de Kurama. Eu quero enfrentar a raposa sozinho.
—Sim! –Gin e Kin respondem ao mesmo tempo e em seguida desaparecem para cumprir sua missão.
—Sabe que você e seus capangas vão ser mortos, não é? –Botan afirma com certa raiva na voz.
—Querida. Não se altere, não fará bem ao seu bebê. –ele ri andando até ela. –Se bem que... por que me preocupar com essa coisa em sua barriga? Logo estarão todos mortos.
—Duvido muito! –dizia, procurando com o olhar algo que pudesse usar para se defender de Kuroi e sair dali o quanto antes. Avistou uma barra de metal enferrujada em um canto.
—Eu quebraria seu pescoço antes de chegar perto daquela barra de ferro, minha cara. –ele falou com calma assustadora. Botan o fitou com um arrepio. –Ora, vamos. Colabore comigo. Se eu não me irritar com a sua pessoa, posso pensar em não arrancar seu filho de seu ventre na frente de Kurama.
Ela engole em seco e por instinto coloca o braço sobre o ventre querendo protegê-lo. Kuroi vê e começa a gargalhar, enquanto a pega pelo braço arrastando-a consigo para fora do prédio e na direção do local marcado para o duelo.
x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x
Algum tempo depois o grupo chegava ao Templo, todos atentos a qualquer energia sobrenatural estranha ou presença suspeita pelas proximidades, e nada.
—Maldito Kuroi. Está brincando conosco? –Hiei diz com irritação.
—Talvez. –respondeu Kurama sério. –Para ele, isto é um jogo.
—Um jogo doentio. –confirma Yuki.
—Hunf. –o koorime vira o rosto e se afasta do grupo com as mãos nos bolsos do seu manto, mas logo nota que Yuki o seguia e para. –Quer parar de me seguir, mulher?
—Não estou te seguindo. –ela responde simplesmente. –Está irritado porque eu o beijei?
—Não seja idiota!
—Então gostou que eu o tenha beijado?
—N-Não falei isso! –ficando nervoso. –Vai ser uma luta perigosa, eu sinto isso. Não me preocupo com o Yusuke, Kurama e o idiota do Kuwabara. Sei que eles sabem se defender de qualquer situação.
—Então?
—Não quero lutar e me distrair me preocupando com você.
O Koorime diz se afastando, deixando Yuki desconcertada. No entanto, quando ela ia refutar suas palavras, a voz de Yusuke os chamando a impediu.
—Vamos nos espalhar e ver se achamos logo o Kuroi. –fala o ex-detetive.
—Esperem. –pediu Kurama sentindo uma energia maligna próxima, mas não era do youkai que procuravam.
Todos sentiram a estranha energia e lançaram olhares para cima do Templo, onde avistaram as figuras de Gin e Kin, que os observavam.
—Eu hein? Que coisa são aquelas? –perguntou Kuwabara.
—Não os conheço. –respondeu Kurama, em alerta.
As estranhas figuras saltam na direção do Bosque de Bambus atrás do milenar templo, fazendo Kurama ser o primeiro a correr atrás deles, ignorando os chamados dos amigos que ficaram para trás. Estava óbvio que também obedeciam ordens de Kuroi e provavelmente saberiam dizer onde Botan estava.
Alguns metros adiante, o youkai de máscara e cabelos prateados para diante de Kurama e indica a ele uma trilha, cheia de raízes de plantas, indicando que era muito antiga e não era usada por humanos há séculos. O youkai de máscara e cabelos dourados indicava o caminho com a mão, imitando o gesto de um mordomo inglês.
—O meu senhor o aguarda no final deste caminho. –ele faz um sinal com o dedo indicador erguido. –Uma luta de um contra um. Algo justo, não é?
—Não imagino Kuroi sendo justo com vocês perto. –o Yoko já havia sentido o desejo assassino que emanava daqueles estranhos youkais.
—Senhor Kurama. –diz Kin. –Fique tranquilo, pois não é a sua pessoa que temos a intenção de enfrentar.
Kurama percebe os amigos se aproximando. Ele sabia que os youkais se referiam a Yusuke e aos demais, mas confiava plenamente que seus amigos saberiam enfrentar qualquer inimigo que atravessasse seu caminho. Então ele começa a andar pelo caminho indicado, desejando enfrentar logo Kuroi e resgatar Botan.
Mal havia sumido do campo de visão deles, tendo desaparecido entre a vegetação, Yusuke e os demais chegaram e pararam diante de Kin e Gin.
—Saiam da frente! –avisou Hiei, dando alguns passos na direção deles.
Os dois irmãos youkais deram uma risadinha, como se houvessem ouvido algo engraçado. Em seguida começam a se mover a medida que seus membros começam a ficar maiores e suas mãos assumem as formas de garras.
—Para irem por esse caminho... –falava Kin.
—Terão que nos derrotar. –Gin completava a frase do irmão.
—Mas avisamos que... –Kin continuava, fitando Yusuke e Kuwabara.
—Tal ato é totalmente... –falava Gin, passando por Hiei, mas fitando Yuki.
—Impossível de ser alcançado!! –falaram ao mesmo tempo.
—Eu hein. –Yusuke coça a cabeça. –Vocês dois são esquisitos! Aí qual o nome de vocês antes que eu comece a socar suas bocas?
—Interessante achar...
—Que um humano pode....
—Nos derrotar, não é Gin?
—Certamente, Kin.
—HUAHAUAHUAAAUAHAUA! –Yusuke começa a rir de maneira escandalosa.
—Ah, Urameshi! Que deu em você? –Kuwabara não entendia nada.
—Ele se chama Kin! –apontava para o youkai dourado. –“Kin”...sacou Kuwabara?
Kuwabara coçou a cabeça e pensou um pouco, depois começou a rir alto como seu colega.
—KKkkkkkkkk é mesmo!!! Kin... Kin do que? Kintama?
x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x
Rápida explicação da autora: Kin significa dourado e também a diminuição de Kintama que significa bolas douradas ou saco escrotal.
Voltando a fic agora.
x.x.x.x.x.x.x.x.x.x
—Como ousam?? –pela máscara de Kin era possível ver em seus olhos a fúria pela piada.
—Eu sei que é uma coisa escrota, cara! –Yusuke ria ainda mais de ver que Kin estava ficando cada vez mais furioso com sua provocação.
Yuki fica corada e Hiei não entende nada.
—Do que as hienas estão rindo? –o koorime pergunta afinal.
Yusuke abraça o menor pelo ombro e cochicha no ouvido dele o motivo da risada. Hiei começa a rir com vontade como os demais.
—Não acredito que achem isso engraçado. Homens...- Yuki suspirou.
—Malditos! Irão morrer por fazerem pouco do meu nome!
Entregue à fúria, Kin ataca desferindo contra Yusuke e Kuwabara uma poderosa energia. O ex-detetive sobrenatural usa ambas as mãos para tentar deter esse ataque e é arrastado metros para trás.
O choque de energias sobrenaturais de ambos causam uma explosão que assusta os turistas próximos que visitavam o templo, fazendo-os correrem achando que fosse algum tipo de acidente causado por vazamento de gás.
Em meio ao caos, Gin aproveita e ataca Yuki que estava de costas para ele. O assassino mira suas garras na garganta da youkai, mas tem seu golpe detido pela espada de Hiei, eu habilmente se coloca entre ele e seu alvo.
—Algum problema em enfrentar um oponente de frente? –Hiei provoca, empurrando Gin para trás ao desferir um golpe com a espada. –Nunca se distraia em uma luta, mulher idiota!
—Olha como fala comigo! –Yuki fica furiosa com Hiei.
—Se decidiu viver nessa vida, caçando vermes como esses dois, tem que ficar espertar e não se distrair nem mesmo quando seus companheiros estiverem lutando. –Hiei lhe responde, retirando a capa que usava para facilitar melhor seus movimentos. –Entendeu? Isso pode causar sua morte ou de um parceiro.
—Eu sei. –Yuki ficou corada, odiava admitir que ele tinha razão.
—Acha mesmo que pode me derrotar, Hiei? -O youkai de máscara prateada começa a rir, irritando o koorime com sua atitude arrogante.
—Tsc! Muito confiante para alguém que tem o poder limitado, não acha? –Hiei posiciona a espada diante de seu corpo apontando-a para Gin.
—Ah, esse seria o problema? –Gin retira a máscara, revelando o rosto. Era pálido, magro, quase cadavérico. Mas o que realmente chamou a atenção de Hiei era uma marca em sua testa, como uma cicatriz em forma de X. –Então creio que para honrar um adversário digno, devo mostrar todo o meu poder ao matá-lo, não acham?
De repente uma forte aura maligna envolve Gin, causando uma grande pressão em Hiei e Yuki. Ao contrário do que o youkai pensava, Hiei não ficou intimidado com tal poder. Deu um sorriso de lado.
—Finalmente um desafio! Estava cansado de enfrentar fracotes nessa missão. –falou Hiei, fazendo um gesto a Yuki. –Afaste-se. Ele é meu!
—Não pode me mandar afastar...
—Escute aqui, Yuki. Apesar de estar ansiosa para lutar e limpar o nome de sua família se tornando aliada de Koenma, não vou admitir que atrapalhe. –Yuki o olhou espantada. –É, eu desconfiei que era algo assim. Não me olhe desse jeito. Golpes de gelo... clã dos Dragões. Tem parentesco com Seiryu?
—Ele era meu irmão mais velho. –respondeu, desviando o olhar, mostrando nitidamente que isso a envergonhava. –Ele desonrou o clã ao participar daquele ataque aos humanos. Os anciões e meu pai nunca o perdoaram. Por isso estou disposta a limpar o nome de meu clã!
—Tsc. Até entendo. – Hiei guarda a espada e fica entre ela e Gin. –Só mais uma pergunta. Sabia que quem matou seu irmão, fui eu?
Ela hesita um pouco antes de responder:
—Sim.
—Bom. Melhor assim.
Hiei não desvia o olhar de Gin ao responder. Em seguida ele avança contra o youkai, preparado para a luta.
Enquanto isso, Kin atacava com raiva redobrada Yusuke e Kuwabara, que sentiam os golpes de seu adversário em suas peles cheias de escoriações. O youkai de máscara dourada reúne uma enorme quantidade de energia entre suas mãos e lança contra os dois detetives, causando uma grande explosão que abala as estruturas do milenar templo.
—Isso é para aprenderem a zombar de mim, seres inferiores! –dizia Kin, com o olhar vidrado pela raiva e loucura.
—Mas que merda. –dizia Yusuke, saindo da nuvem de poeira causada pelo ataque. –A Keiko vai me matar! Ela me deu essa camisa no meu aniversário! Eu adorava ela, cara!
Kin parecia não acreditar no que via, Yusuke caminhava na sua direção, retirando a camisa que havia sido reduzida a retalhos.
—A culpa é sua. –retrucou Kuwabara. –Onde já se viu querer parar aquela explosão com as mãos?
Yusuke olha furioso para o amigo, que aparentemente não havia recebido nenhum dano em suas roupas.
—Acontece que se eu não fizesse isso ele iria destruir o templo, sabia? E você se escondeu atrás de mim, por isso tá com as roupas inteirinhas!
—Ah, não vem colocar a culpa em mim agora!
Kin apenas olhava sem acreditar no que via. Havia dado tudo de si naquele último golpe e aparentemente não havia surtido efeito.
—Que droga! –Yusuke retira a camisa destruída e joga fora, nesse momento é possível notar um tipo de mancha negra sobre o peito, do lado esquerdo, de Urameshi. –Vou ter que pedir desculpas com jeito pra minha esposa por sua causa!
—Isso é... –Kin aponta para Yusuke. –Um parasita do Mundo das Trevas? Essa coisa se alimenta de Energia sobrenatural!
—Que? Ah, isso? –Yusuke toca nele. –Pois é, foi algo que pedi pro último Rei do Mundo das Trevas antes de aposentar. Sabe como é, minha energia sobrenatural estava crescendo muito rápido, estava ficando descontrolada. E eu não estava a fim de explodir meu bairro sem querer. Então, resolveram meu problema com essa coisa aqui.
—Credo, foi isso que fizeram é? –Kuwabara faz cara de nojo para a mancha. –Parece uma queimadura isso.
—Ela limita meus poderes. Mas agora... –Yusuke puxa o parasita, que a princípio resiste em se soltar da pele do ex-detetive. Mas, segurando um gemido de dor, Yusuke consegue arrancá-lo de seu peito. –Quero acabar logo com isso, chutar a bunda do seu chefe e levar a minha amiga pra casa!
No instante seguinte, Yusuke Urameshi é envolvido por uma energia assustadora que faz Kin hesitar.
x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x
Em outra parte, Kurama para de caminhar ao sentir os choques de energia na luta logo abaixo dele. Ele sorri ciente de que seus amigos conseguiriam derrotar os capangas de Kuroi e logo estariam atrás dele. Por isso, confiante seguiu a trilha até ser levado para o centro de um bosque antigo, onde avistou Kuroi tendo Botan ao seu lado, devidamente segura pelo braço pelo youkai corvo.
—Bem vindo, Kurama! –ele o recebeu com um sorriso.
—Kurama! –Botan chamou seu nome, parecia ansiosa e aflita.
—Acalme-se, Botan. Isso não vai demorar. –o ruivo lhe diz com um sorriso sereno no rosto.
—Confiante... gosto disso. –disse Kuroi apertando o braço da jovem. –Vamos aos termos da luta?
—Não há termos, Kuroi. –diz Kurama. –Deixe Botan ir embora, eu lhe darei a luta que tanto deseja. Sem limitações, sem distrações.
—Eu já tencionava não ter distrações em nosso embate, Yoko.
Dizendo isso, Kuroi joga Botan com toda a força para o lado, como se ela fosse uma simples boneca. Ela cai longe, batendo a cabeça com força no chão e ficando desacordada, inerte.
Ver aquela cena fez o sangue de Kurama ferver, ele fitou Kuroi com fúria, seus olhos verdes mudando a tonalidade para o dourado.
—SIM! É isso! Quero ver Yoko sair! –Kuroi regozijava-se.
—Você é um homem morto, Kuroi!
Kurama sentenciou, e sua energia parecia que iria explodir. O youkai corvo apenas gargalhava, feliz com a batalha que iria se iniciar. Talvez a última batalha.
Continua...
Fale com o autor