Fallout: Estados Unidos do Sul

1 Fallout: Estados Unidos do Sul - 1º capítulo


Notas iniciais
Tectoy fabricando vaults! Sim a Tectoy neste universo virou a maior empresa de video-games da America e logo rumou para o ramo de alta tecnologia, fabricando desde sintetizadores de alimento, passando por sistemas operacionais até G.E.C.K's. Foi a grande concorrente da Vault-tec na época pré-guerra.

Rick estudava em uma prestigiada universidade federal do estado, era um prodígio, aos 24 estava cursando mestrado de engenharia eletrônica e participara do desenvolvimento dos vault’s na américa do sul e criado o próprio modelo de pit boy.

Em uma sexta-feira, duas semanas antes que as bombas caíssem, Rick se encontrava no porão da universidade um pouco gripado e soldando alguns circuitos de seu pit boy, Nina desce as escadas:

-Rick, nem mesmo em tempos de horríveis como esse você larga esses circuitos.

-Fazer o que? É divertido...

-Vamos subir, o pessoal está querendo falar com você.

-Já vou, só tenho que terminar aqui. – Disse Rick enquanto terminava de encaixar o a peça recém terminada no interior do pit boy.

-O que está mudando dessa vez? – perguntou Nina enquanto observava.

-Lembra da peça que lhe pedi, semana passada?

-O detector biológico, sim lembro.

-Com ele vou conseguir analisar o meu sangue e detectar qualquer irregularidade e saber quando estou doente antes de apresentar os sintomas.

-Interessante. Já inventou algo que te tire desse porão? – ironizou Nina.

-Bem, do jeito que está o mundo logo vou ter que sair deste e ir para outro porão. – Rick apontou para um pôster e plantas de um vault produzido pela Tectoy que descaradamente roubou o projeto da vault-tec.

Rick terminou a de fechar o pequeno pit boy, ligou e apertou em uns botões. – Parece que estou gripado de acordo com ele.

-Não precisa de muito pra perceber que você tá doente, Rick. – ressaltou Nina.

-Vamos indo. – disse Rick que já levantada da cadeira.

Subiram as escadas e foram até a sala de reuniões. Lá Rick viu o Dr. Ferr que o indicou para ajudar no projeto dos vault’s e o representante da Tectoy da região.

-Estes são Henrique e Nicole de que lhe falei. – explicou Ferr enquanto Rick e Nina cumprimentavam o representante.

-Ah claro! estou lisonjeado em conhece-los – falou Hatfield.

-Bem, agora vamos aos negócios – continuou Hatfield.

O grupo sentou à mesa.

-Como sabem graça a vocês conseguimos desenvolver instalar os sistemas de criogenia no vault 327 e queremos que vocês estejam nele para opera-lo e em caso das bombas caírem vocês no futuro possam usar o G.E.C.K para restabelecer o ambiente. – propôs Hatfield.

-Não creio que os sistemas de criogenia estejam desenvolvidos o para funcionar durante mais de um século e de acordo com os biólogos levaria mais de 100 anos para que a terra saia do inverno nuclear e a radiação diminua a níveis aceitáveis. Fora o fato que os 37 nunca abrigariam a população inteira do Rio Grande do Sul. – respondeu Nina

-Teremos fazer um sistema para detectar problemas nas capsulas de criogenia, no reator, nos sistemas de suporte de vida. – continuou Rick

-Já sabemos disso, providenciamos os recursos e o pessoal já está instalando, queremos dois especialistas do projeto para supervisionar. – continuou Hatfield.

O projeto de criogenia foi feito por Rick, mas ele teve alguns problemas quanto a deixa uma pessoa viva por tanto tempo, então pediu ajuda a Nina que fazia medicina na mesma faculdade. Então com a parceria dos dois o projeto virou realidade, claro que com ajuda do capital da tectoy.

-Ok. Vai vir também Nina? – perguntou Rick.

-vou – respondeu Nina, aparentemente de má vontade.

-Perfeito, arrumem suas coisas, amanhã um ônibus vai busca-los.

No dia seguinte no ônibus, Rick e Nina conversavam.

-Você fica me arrastando pra tudo quanto é lugar... – resmunga Nina.

-Como assim? Você não queria vir? – preguntou Rick.

-Claro que não, você sabe que não gosto de cavernas – respondeu Nina.

-O vault não parece um caverna. – continuou Rick.

-Eu sei, mas não gosto de lá.

-Mas se não gosta de lá, porque veio? – perguntou Rick.

-Você não sabe nada de biologia, você mataria todo mundo em criogenia se não regulasse direito as câmaras. – respondeu Nina.

-Não é pra tanto – concluiu Rick.

Depois de vários dias instalando os sistemas de supervisão já estava quase concluído, e então veio o fatídico dia 26 outubro de 2077. Rick e Nina ainda dormiam. E foram acordados através dos autofalantes pelo físico Ricardo que haviam conhecido e que cuidava do reator.

-Acordem todos! As bombas estão caindo!

Rick levantou assustado e foi até o dormitório onde Nina dormia:

-Nina acorde!

Nina já levantava – eu sei, eu ouvi! Está acontecendo mesmo?

-Não tenho certeza, mas vamos ter que fechar o vault, vamos!

Os dois correram até a sala de reuniões que já estava começando a lotar, radio gritava as notícias mandando todos aos vault’s e os que já estivessem lotados fossem selados.

Visto que a maior parte dos moradores já estavam no interior do vault o supervisor Carlos ativa o sistema de fechamento, enquanto a passagem se fecha Carlos tenta acalmar os residentes pelo autofalante – Atenção a todos! ainda nenhuma bomba foi lançada sobre o nosso estado, porém por precaução fechei a passagem. Por favor! Fiquem calmos!

Rick não conseguia ver o que passava no projetor, a sala começou a ficar muito cheia, ele agarrou a mão de Nina e à guiou até o imenso salão principal que tinha vários andares de altura, havia projetores maiores.

Rick ligou o rádio do pit boy e conectou a rádio do vault que por sua vez transmitia todas as rádios da nação e algumas internacionais. Ele sintonizou a principal radio governamental norte americana.

A voz do locutor fui ouvida com muita interferência – Uma bomba acaba de atingir a New York, os EUA já lançaram um contra-ataque e os misseis já devem começar a cair na china!

-Que diabos! Começou! – comentou Rick, passando as mãos na cabeça.

-Estamos transmitido direto do abrigo, satélites detectam novos misseis sendo lançados contra o continente americano, vão para os vault imediatamente!

Nina corre até uma das salas com projetores e sintoniza as câmeras externas do vault, Rick a segue, enquanto tenta sintonizar alguma rádio britânica.

Logo em seguida os autofalantes seguem informando que o Brasil também está atacando o oriente pra proteger seu aliado, e que as bombas detectadas pelos satélites americanos já chegaram as américas e vão cair nos próximos minutos, logo em seguida a transmissão é cortada.

Os dois olham para a imagem da câmera externa projetada na parede. Veem o grande cogumelo se formando, ambos não conseguem acreditar no que a imagem mostra.

Rick engole seco, ouve um pouco baixo uma música familiar, o pitboy sintonizado em alguma radio britânica tocava When the Wild Wind Blows do Iron Mainden.

Notas finais
A historia recém começou! pretendo postar mais alguns capítulos conforme for escrevendo-os. deixem um feedback pra incentivar!