Notas iniciais
Boa leitura ~

- Sério, ChangSun. Nos conhecemos há tempo demais, você me deveria algum respeito, sabia? – Dizia ByungHee, que estava reclamando desde a hora em que saíram do apartamento. O que fazia, agora, pelo menos uma hora. – Você mostra mais respeito por alguém que você acabou de conhecer, do que a mim!? Eu estou salvando sua pele, sabia? Nem quando você me conheceu, me tratou com tanto respeito... E não pode ser pelo fato dele ser gostoso, você já tem namorado, is-...

- Gostoso? ByungHee, o que há com você!?

- O quê? O que eu fiz!?

-Desde quando você está nesse lado? – Dizia ChangSun, que olhava a pista pela qual dirigia com uma expressão horrorizada. Era um choque para si, ter alguém que se vangloriava por dormir com várias mulheres, estar elogiando de tal forma alguém do mesmo sexo.

- Que lado? – Perguntou o assassino moreno, que o olhava com a cara mais cínica possível, como se fosse a pessoa mais inocente que existisse na Terra.

- Aish, você entendeu! – Joon levou uma das mãos até os cabelos, bagunçando-os. Na verdade, não entendia o porquê do próprio espanto, já que ele mesmo se gabava por dormir com qualquer mulher, anteriormente. Não havia homens em sua história sexual, tampouco amorosa. Até conhecer CheolYong.

- ... ChangSun, você está me ouvindo? – Diante da cara atordoada do mais novo, ByungHee, que estava no lado do carona, apenas negou brevemente, antes de rir baixo. – Sabe, nunca te vi assim, tão apaixonado por alguém. Fico feliz, na verdade. Ele parece ser uma ótima pessoa. Mas ainda não entendo como ele resolveu logo ficar com você, alguém que não tem respeito algum pelos mais velhos. – Finalizou, com desgosto palpável em suas palavras, das quais o assassino ruivo apenas riu. – Você já contou pra ele?

Tal indagação fizera o maior engolir em seco, desconfortável com a situação. Sabia que G.O se referia ao fato de ele próprio estar destinado a matar o pobre garoto. Sabia, também, que era direito de CheolYong saber, mas o medo lhe consumia cada vez mais, na mesma grandeza que seu sentimento pelo garoto também crescia.

- Ele vai descobrir, ChangSun-ah. Mais cedo, ou mais tarde. E melhor que seja por você e não por outra pessoa. Especialmente esse tal de JunHyung. Você sabe que eles sempre acabam indo atrás de quem não deve. Estamos há anos demais nesse ramo para sabermos bem disso. – Joon apenas concordou brevemente, pensando no que o mais velho lhe falava. Devia ter falado. Há tempos. Agora tudo ficava mais difícil.

Após mais alguns minutos de estrada, o carro negro parara na frente de uma casa aparentemente abandonada e caindo aos pedaços, a qual os dois assassinos adentraram.

Os passos de ambos eram abafados pela extensa camada de poeira que cobria o chão e, mesmo que a luz do lugar fosse bastante precária, nenhum dos dois sequer encostara um dedo nos móveis cobertos por lençóis encardidos, traçando um caminho, que parecia tão bem conhecido, até a porta que dava para o porão. Ao abrir a mesma, uma longa escada – a qual não era possível ver o final, mesmo com a pequena lâmpada amarela que existia ali no começo que ByungHee ligara – podia ser vista. Apressados e em silêncio, desceram a mesma, até chegarem a uma porta de ferro que, pelo o que parecia, apenas se podia abrir ao colocar o código correto na fechadura digital que havia ali, algo que não combinava com nada daquela casa que estavam.

Com os dedos ágeis, mesmo que cegamente, Jung digitara o código e logo destrancara a porta. Com um sorriso sacana, abriu a mesma e deu passagem a ChangSun, demonstrando ser o cavalheiro que não era, fazendo o mais novo apenas rolar os olhos diante de tal coisa.

Se a porta já parecia ser um artefato alienígena naquela casa, não se comparava nada ao que havia por detrás dela. Armas. Várias delas. Desde bazucas, até pistolas de calibre 38, as tão comuns armas de fogo. Mas não havia apenas armas de fogo. Haviam, também, armas brancas, como facas, nuchakos, katanas, explosivos de diversos tamanhos. Assim como minicâmeras, minigravadores e qualquer coisa que algum dos dois assassinos pudesse precisar usar em alguma missão. Aquela casa abandonada servia de “quartel-general” para os dois amigos assassinos e apenas os dois sabiam sua localização. Nem Rain sequer sonhava com aquele lugar. Alugaram a casa abandonada com o nome e documentos falsos, mas a mantiveram abandonada para não chamar atenção. A porta de ferro era apenas para manter os viciados em drogas longe daquele lugar tão precioso, já que se errassem o código apenas uma vez, o sistema de segurança iria lançar um gás venenoso, matando o intruso em poucos minutos. O conteúdo daquela sala era perigoso demais para cair nas mãos de qualquer pessoa.

Pegaram as bolsas negras e largas que trouxeram, descarregando ali várias armas, assim como equipamentos que imaginavam que precisariam, dali em diante. As armas menores escondiam por toda a roupa, desde o suporte que colocaram nos calcanhares, até o suporte na calça e em qualquer outro lugar que havia espaço.

- O que foi? – Perguntou ChangSun, enquanto colocava uma adaga no cós da própria calça, com cuidado, ao notar que Jung estava parado, observando uma das bazucas.

- É triste...

- O que é triste?

- Sempre quis usar uma dessas, mas nunca tive a oportunidade. Queria tentar ao menos uma vez, mas Rain nunca deixou, em minhas missões, ele sempre disse algo sobre ‘chamar demais a atenção dos civis’. – Respondeu, suspirando longamente, entortando o canto dos lábios em uma expressão infeliz.

- Aish, vamos logo, G.O.

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O dedos de SeungHo acariciavam os cabelos de CheolYong, massageando o couro cabeludo do garoto que estava deitado com a cabeça apoiada em seu colo, de forma preguiçosa. O mais novo – que deixou ser dominado pelas lágrimas assim que o namorado saíra porta afora – estava com os olhos inchados e avermelhados, e suas bochechas continham um rastro de lágrimas. A visão do amigo de maneira tão frágil, já era tão conhecida por si, mas ainda assim, tão dolorida. Sabia que ele estava perdido em pensamentos, mesmo que os olhos estivessem focados na televisão ligada, sabia que ele não prestava atenção.

Sabia no que ele estava pensando. Sabia que ele queria encontrar JunHyung, mas essa seria a última coisa que o deixaria fazer, custe o que custasse.

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- ChangSun-ah... Você tem um plano? – Perguntou ByungHee um tanto preocupado enquanto olhava um prédio longínquo aproximar-se gradativamente, de acordo com a velocidade da aceleração do carro.

- Sim.

- Por favor, ChangSun-ah... Por favor, por que eu sinto que eu não vou gostar desse plano? – Diante da preocupação do mais velho, Joon apenas sorriu, sadicamente.

- O plano, é saber onde esse JunHyung está.

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Duas figuras andavam apressadas por um corredor de iluminação fraca e estreito, com uma decoração um tanto antiga; as paredes eram forradas com um material que evitava sons exteriores o penetrarem, assim como sons internos de saírem. O chão era coberto com um longo tapete que abafava qualquer som que os passos, mesmo que pesados, faziam. Alguns quadros, réplicas de pinturas antigas da era do Barroco – especialmente as obras de Caravaggio –, davam um ar sombrio e elegante ao lugar. Lustres com lâmpadas amarelas dentro de recipientes de vidro demasiadamente decorados – estes que dificultavam a passagem de luz – podiam ser encontrados nas paredes, porém com um intervalo muito grande de tempo.

Alguns passos a mais e logo chegavam até duas grandes portas, ao final daquele corredor; já estavam ofegantes e, rapidamente abriram os portais e passaram por eles, chamando a atenção da única figura sentada naquele escritório, que era ainda mais sombrio que o corredor.

As paredes e o chão eram idênticos ao do corredor, tirando algumas pequenas manchas de sangue seco. Não havia quadros, era um lugar absurdamente vazio e grande, exceto por algumas cadeiras, uma mesa grande de madeira visivelmente desgastada e com um modelo aspirante à Art Déco. Vários papeis – porém organizados – estavam sobre a mesa, assim como pequenos porta-retratos, uma coleção de adagas e coisas normais. Atrás da mesa, uma poltrona que também fora inspirada pelo movimento de arte da mesa, dava lugar à terceira figura daquela sala, que inclinava-se na mesma de forma que apenas o terno que usava, pudesse ser visto.

- Vocês o encontraram? – Perguntou uma voz seca, debochada. Como resposta, recebeu apenas acenos positivos de ambos os comparsas, que, visivelmente, temiam o chefe.

A figura sentada apenas sorriu no canto dos lábios sadicamente, recostando-se mais contra o encosto da poltrona, visivelmente satisfeito.

- Vocês sabem o que fazer. Estão dispensados. – Falou, de forma ríspida. Ambos os homens se apressaram em sair da sala, fechando a porta com cuidado, afinal, sabiam que qualquer coisa, qualquer movimento em falso poderia custar-lhes a vida, quando se tratava daquele homem.

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- Esse cara realmente acha que eu sou estúpido!? – Apesar das palavras ríspidas, o homem apenas rira, negando com a cabeça, levando um charuto até os lábios e acendendo-o, antes de tragá-lo. As pessoas presentes na sala sabiam que era uma pergunta retórica, por isso nem se deram ao trabalho de responder.

O homem apenas colocou ambas as pernas sobre a mesa que se encontrava à sua frente, enquanto parecia pensativo. Um dos comparsas dera um passo à frente, sinalizando que queria falar.

- Hyungnim, você quer que eu avise os seguranças?

- Não, CheonDoong. Quero ver do que eles são capazes. Mas quero que avise minha querida carta na manga. – Sorriu de canto, da mesma forma sádica que outras duas pessoas sorriam, ao mesmo tempo, porém em lugares completamente distintos.

Três vidas completamente diferentes, sendo entrelaçadas em um perigoso nó. Alguma delas iria morrer. Mais cedo, ou mais tarde... Talvez até duas, ou talvez todas. O futuro era incerto, afinal. A única certeza era que a morte era inevitável naquela situação. Seja de inocentes ou de culpados. Às vezes, o mundo pode ser injusto, mas também pode ser incrivelmente justo. A justiça é cega, afinal, nem sempre é correta, mas também, nem sempre é errada.

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CheolYong queria forçar-se a não pensar em Joon, ou em JunHyung, mas isso era impossível. Estava preocupado demais, não sabia no que pensar. A forma como o atirador de mais cedo havia chamado seu namorado... ChangSun... Ainda lhe batucava a mente. Quem era ChangSun? Era o nome de Joon? O nome verdadeiro? Por que ele mentira? E, pelo o que entendera, ChangSun era um assassino... Não, estava ficando louco. Joon não poderia ser um assassino. Ele era bom demais, ele jamais faria algo assim. E se fosse, seria o primeiro a saber. Não é? Talvez ChangSun seja aquele amigo de Joon. Pensara; mas o nome dele não é ByungHee? Pare com isso, Mir, as pessoas podem ter vários apelidos. Mesmo que o apelido pareça um nome...

Notara que SeungHo estava dormindo e levantou-se, indo até a cozinha. Precisava de água para afogar os próprios pensamentos. E JunHyung? Sua mente perguntava, teimosa. Ele quer me matar... Porque eu sei demais, eu vi demais, tenho certeza. Constatou o óbvio. Mas ele não precisava envolver inocentes. Deixou que um bico se formasse nos próprios lábios, ao lembrar que, por sua causa, o atual namorado havia corrido o risco de morte por duas vezes. Estava preocupado, obviamente, mas completamente sem nenhuma pista sobre a verdade.

Quando SeungHo acordara, notara que CheolYong não estava mais ao seu lado, em seu colo e aquilo o alarmara. Rapidamente levantara, ainda sonolento e com a visão embaçada, resmungando logo após, ao sentir-se tonto.

- Mir! – Gritou, sentindo o corpo gelar. – MIR! – Tentou mais alto, logo se sentindo extremamente aliviado quando vira a figura mais jovem adentrar a sala, um tanto atordoada, com um copo d’água nas mãos.

- O que foi, hyung!? – Perguntou o garoto, com os olhos arregalados. SeungHo, por sua vez, não lhe respondera de imediato, logo indo de encontro ao garoto, envolvendo o corpo magro com ambos os braços, em um abraço apertado que fora prontamente correspondido pelo mais jovem.

- Pensei que tinha ido até JunHyung, nunca mais me assuste dessa forma! – SeungHo deixava todo o alívio transparecer nas palavras. CheolYong apenas riu de forma desconfortável, pois era exatamente isso que estava pensando em fazer, mas a ideia logo fora descartada ao notar a forma como Yang havia reagido. Não queria preocupar ninguém, estava sendo burro de pensar assim.

- Desculpa, hyung, eu senti sede e como não queria acordá-lo, já que você parecia tão tranquilo enquanto dormia... Eu deveria ter avisado, desculpa. – O tom de culpa na voz do mais novo era completamente palpável, fazendo com que Yang o abraçasse ainda mais. Não era culpa dele, estava preocupado demais, seus nervos estavam à flor da pele. Aquela situação em que se encontravam era absurdamente complicada e assustadora. Odiava se sentir incapaz e ver o quanto o amigo estava tão frágil, era o bastante para quebrar até sua alma. Estava pronto para vocalizar toda a sua preocupação, quando ouviram um barulho ensurdecedor na porta da sala, fazendo ambos se abraçarem ainda mais forte e fecharem os olhos, quando a nuvem de fumaça e fuligem estava dominando o apartamento.

Tudo acontecera rápido demais. A explosão, os homens entrando, os gritos de Mir, que tentava a qualquer custo manter-se próximo de SeungHo, gritando pelo mais velho. Yang tentara mantê-lo contra seu corpo, mas eram quatro homens contra dois. Foram separados abruptamente e, enquanto o homem dos lábios volumosos tentava revidar os socos que recebia sobre a face, desferindo-os sobre o estômago de seu agressor, só podia escutar o choro de Bang, que tentava, inutilmente chutar os dois homens que lhe mantinham ao chão e o espancavam sem dó. Aquela visão lhe quebrava, deixando uma brecha para que um de seus agressores lhe desferisse um chute sobre seu estômago. O ar lhe faltou e acabara caindo sobre o chão de joelhos, ambos os braços abraçando firmemente o lugar atingido. Antes que pudesse reagir, recebera uma joelhada em seu queixo, fazendo-o morder a bochecha e, imediatamente, o gosto férrico de sangue lhe invadir a boca. Atordoado, caíra ao chão e mais uma vez sentira um chute em suas costas e poderia jurar que sentira algo quebrar. Diferente de Joon, não era acostumado com essas situações. Diferente de Joon, não era especialista em diversas formas de luta corpo-a-corpo. Diferente de Joon, era incapaz de salvar a quem amava, que agora gritava de dor a poucos metros de si. Não era forte o bastante.

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Ao mesmo tempo em que tal ocorrência acontecia no apartamento de Yang, Joon e G.O adentravam um prédio, tão bem conhecido por eles. Por fora, uma agência de modelos, dos quais alguns dos assassinos até cobriam a cidade com suas faces; mas nada que chamasse atenção demais, era algo apenas discreto. Ajudava nos negócios do submundo, também, pois, que pessoa de prestígio não iria querer um belo ou bela modelo ao seu lado? Essa era a exigência de Rain. Todos os recrutas tinham que ser belos. E ele só sequestrava as crianças que lhe chamassem a atenção pela beleza, antes de ensiná-las tudo o que sabia. Isso acontecera tanto com Joon, quanto com ByungHee, mas ambos não foram exatamente sequestrados. Foram “adotados” por Rain, quando ambos moravam em casas de adoção distintas.

ByungHee não gostara nada, nada de como passaram pela recepção de forma tão fácil. Aquilo estava muito estranho... O lugar tinha câmeras de segurança a cada 5 metros, deixando pouquíssimos pontos cegos – dos quais apenas ele sabia –, então JiHoon já deveria saber que ambos estavam ali. Sabia que ele iria notar a sua traição no momento em que entrasse naquele prédio com ChangSun. Na verdade, imaginava que fossem recebidos pelos Assassinos 5 Estrelas, que era um grupo dos melhores assassinos treinados por Rain, pessoalmente. Grupo do qual ambos faziam parte. Podiam ser considerados os melhores discípulos de JiHoon, mas sabia que jamais teriam chance com todos os outros reunidos.

Estavam já dentro do elevador e Joon continuava a zoar G.O por estar tão preocupado. Rain não era tão inteligente, afinal, era o que falava. Mas retirou suas palavras assim que o elevador parara antes do que deveria, entre os andares 14 e 15; os olhares dos dois coreanos se encontraram, antes do nervosismo cobrir a ambos. Por ser um prédio de assassinos, nada mais justo do que defesas de alto calão, então ByungHee estava preocupado demais observando as paredes metálicas do elevador, para ter certeza se elas não iriam esmagá-los, ou procurava algum lugar em que algum gás venenoso pudesse sair e matá-los em segundos, enquanto ChangSun se preocupava em pensar no namorado.

Para a surpresa de ambos, a porta do elevador se abrira, revelando uma larga sala inteiramente branca, onde diversas e grossas colunas estavam espalhadas, que se estendiam desde o chão, até o teto. O lugar era tão claro, que chegava a arder os olhos e aparentemente estava vazio.

- Vocês realmente acharam que ia ser tão fácil assim? – Uma voz raivosa ecoara das várias caixas de som que ali haviam e os dois assassinos constataram ser Rain. – Meus dois mais adorados pupilos, aqueles os quais eu criei como filhos... Vocês imaginam a decepção!? Os meus melhores meninos... Mas agora, está na hora de vocês pagarem pelos seus pecados. Porque o que eu errei com vocês, acertei com ela.

E no momento em que ele terminara seu curto discurso, o som de ferro sendo arrastado e saltos de sapatos tamborilando o chão passaram a ecoar no recinto. Aos poucos, a figura de uma mulher poderia ser distinguida por todo aquele branco, saindo por detrás de uma das imensas colunas. Cabelos loiros bagunçados em uma maneira estilosa, lábios com um batom cor de pele, mas ainda assim com um tom rosado e um andar confiante. Óculos escuros sobre sua face, escondendo os olhos felinos. O corpo era bem delineado pela calça de couro que usava, assim como a jaqueta que deixava seu abdômen de fora. Algumas joias de prata, assim como o cinto que tanto chamava a atenção pelo tamanho e um sorriso de escárnio, finalizavam a estrutura fatal da bela mulher intimidadora à frente de ambos. Arrepios de terror percorreram o corpo de ambos, que jamais estariam esperando por algo assim.

- V-você?

Notas finais
Queeem serááá essa loira? q Eu achei que ficou tão na cara, com essa descrição DOPAISDODA :x
E o Thunder fez uma participação especial, olha aí ♥ k
Eu nem demorei tanto :3 E, talveeez eu não demore muito com o próximo capítulo, porque as universidades federais estão em greve, yay ~ q
Mais tarde responderei as reviews e obrigada mesmo por comentarem. Isso me dá motivação para escrever mais, até dá mais idéias. Disse que a fic teria apenas uns 10 capítulos, mas acabei tendo mais idéias xD
Reviews são amor ♥ E obrigada, também, a todos que favoritaram a fic, vocês não sabem o quanto isso me deixa feliz *-*
Obrigada ♥