O Sol, já estava se aconchegando dentro do quarto. Fazendo-me levantar e tampar as cortinas. Elena e Emma, estavam duras iguais pedras, uma entretalhada na outra.
–Onde você vai? -perguntou, ela. Quebrando o silêncio, de dentro do quarto.
–Pensei, que estava dormindo. -falei.
–Ouvir um barulho. -disse ela. -bem, você sabe como eu sou boa, para fingir.
–Okay! -digo. -vou lá em baixo, preparar alguma coisa pra gente comer;
–Quer ajuda?
–Sim. -digo, dando de costas. -só não demore.
Quando desço as escadas, algo aperta o meu coração.
Me fazendo lembrar daquela antiga casa, onde eu morava. Onde era alto e baixos. Onde tanta coisa aconteceu que..
–Hey! -diz, um menino.
Me assustei, obrigando-me á ir para trás;
–Sou Erick. -diz, ele. Vindo para frente.
Deveria ser da idade da Emma.
Ele é tão parecido com a Suzzy, o jeito de falar. O jeito dos olhos, á curva do corpo.
Parecia que era o sexo oposto dela ali. Bem parado na minha frente.
–Sou Caroline! -disse, finalmente. -Caroline Forbes.
–Meu pai, falou sobre você. -disse ele.
–Como se chama seu pai, mesmo? -digo, me abaixando para ficar em sua altura.
–Klaus.
–Oh! -digo, soltando um sorriso de leve. -Nome diferente o dele.
–Ahãm. -diz ele. Vindo de imediato e me dando um abraço.
Eu não consegui, negar. Correspondi, o abraçando mas forte.
Me sentia ligada á ele, mesmo sem nunca ter o visto.
–Erick? -Chamou, o Klaus. -O Que faz aqui ainda? Não mandei, você vim comigo?
–É que quando eu estava saindo, eu vê ela.
–Desculpe. -falou ele, se aproximando e puxando o garoto. -Só vim pegar algumas coisas que esqueci. E deixar essa chave aqui. Não teremos acesso, se isso deixará vocês mas seguras.
–O Que te faz pensar, que pode confiar tanto na gente? -perguntei.
–Eu não sei. -diz ele, rispidamente -apenas confio!
–Bem. O que prepararemos? -diz, Elena descendo as escadas, com apenas a parte de baixo tampada, e com os seios, bem amostra, naquele pequeno sutiã;
–Oh! -diz, ela tampando os seios, com as mãos. -eu não sabia, que...
–Segura! -diz, ele tirando a própria a blusa e jogando para ela.
Fazendo aparecer, aquele abdômen maravilhoso.
–Obrigada! -disse, envergonhada.
–Vocês são tão bonitas. -disse o Erick.
–Obrigada. -falamos.
–Bem, já estamos indo! -disse, o Klaus.
–Posso voltar á noite? -perguntou o Erick.
–Erick! -ele o repreendeu.
–Sim. -disse indo até ele. -Você pode voltar sempre que quiser.
Ele afirmou com a cabeça e ambos saíram.
–Ainda estou com a cara estirada no chão! -falou, Elena se sentando no banco.
–Bem. -disse eu. -hoje, teremos que ir ao centro. Sabe. Resolver aquele primeiro assunto.
–Ah! Okay! Eu não esqueci.

Pov Elena.

'' Ninguém sabe pelo que você passa, até passar pelo mesmo ''.
–Elena, como é que é? -disse, Caroline impaciente.
–Querida, teremos uma alta reunião, você acha mesmo que eu vou de qualquer jeito? -disse.
–Nossos papéis, ainda estão trocados. Parece que estou me vendo, aí. Há alguns anos atrás;
–Bem, se isso tá te cansando. Eu aguardo, você voltar. Dá uma de Caroline Forbes, está sendo muito difícil. -argumentei.
–Como se minha vida fosse fácil! -retrucou ela!
–Aff! -disse eu; -vamos logo.
–E a Emma?
–Ela vem junto, quando eu entrar, você fica com ela. E quando eu saí, trocamos de lugar, okay?
–Okay!

(...)
Quando entrei na sala, 721, havia dois senhores, me esperando. Um era alto e de mais idade, o outro é mas novo, e mais bonito.
–Srt° Gilbert.
–Pois não! -disse, sentando á frente de ambos.
–Aguardávamos, pela senhora.
–Desculpe-me pelo atraso.
–Não tem porquê se desculpar. -disse um deles.
–Esse é Jone puchanci. -disse o mais novo -E Eu sou Bobby Covnnez.
–Prazer conhecer os senhores! -digo, estendendo uma das mãos.
–Bem, você assinou o contrato conosco, que iria se estagiar aqui. Para a conclusão de sua faculdade, correto?
–Sim!
–Por que tão longe de seu país?
Gostaria de responder “problemas pessoas” porém, apenas sorrir e disse -Porque, aqui, é um dos lugares mais profissionais que eu conheço. E concluiria, em alta potência.
–Que ótimo! -disse o Jone. Falando pela primeira vez. -Bom saber, que nossa..
–Sem cortesias desse tipo. Todos nessa sala, sabemos a reputação que a empresa de vocês tem; Sem dramas, peculiares. -disse, quase tremendo. Caroline, disse que eles gostavam de pessoas diretas, porém. Com argumentos fortes.
–Direta e objetiva! — jone retrucou.
–Contratada! -Bobby completou.
Soltei, um sorriso de leve e respondi. -Vocês não vão se arrepender da decisão de vocês;
–Com certeza, não! -disse, Bobby.
–Acabamos por aqui. Amanhã mesmo, mandaremos notícias, como e onde você começará;
–Boa sorte!
–Eu não preciso de sorte! -disse, finalmente.
–Isso é o que veremos.
Um deles, falou.
Mas apenas, arqueei a sombra celhas e me levantei.
Não pensei que seria tão rápido como foi.
E Jamais pensei que trataria dessa forma dois do mais importantes da empresa, onde estagiarei.


(…)

Eu estava acabando de secar á blusa enorme, que o Klaus me emprestou.
Só de pensar, na vergonha que passei há algumas horas atrás, sinto-me constrangida.
–Prontinho! -disse. -Emma, espere aqui na sala. Irei devolver á blusa, do tio Klaus.
Falei, dando de costas.
Bati na porta, umas duas vezes.
E ninguém atendeu.
Obriguei-me á entrar.
–Klaus? -Chamei. -Erick?
Repeti, o nome de ambos, por três á quatro vezes, mas apenas o silêncio retornava.
–Ei? -chamei, novamente.
Acho que não tem ninguém em casa.
Deixei a blusa, em cima da instante e deixei o recado que havia preparado, em casa.
'' Obrigado, por ser gentil. Espero um dia poder retribuir. Te devo uma. -E. ''
–Que diabos, você está fazendo aqui? -disse alguém atrás de mim.
Eu reconheceria aquela voz?
Não; não podia ser!
–Oi. -digo, me virando.
Ele era alto, cabelos lisos e bem penteados. Tem olhos claros, e estava apenas com uma toalha branca, enrolada abaixo da cintura.
–Desculpe, entrar na sua casa, dessa forma é que pra mim aqui, só morava o Klaus.
Disse, pegando o caminho de volta.
–Ele é meu amigo. -completou ele. -Desde quando se conhecia?
Não podia, ser. Eu já ouvir aquela voz antes? Mas á onde?
–Desde ontem. Somos as meninas, da casa da frente.
–Uma delas, né? -disse ele, seguindo-me. -tenho a impressão que te conheço de algum lugar.
Controlei minha respiração e disse.
–Que estranho! Eu pensei o mesmo sobre você.
Disse, dando de costas e seguindo para casa.

TRACKLIST ONN
–Você vai por um caminho eu vou pro outro, quem achar alguém primeiro. Pede socorro!
Corrir, como nunca tinha corrido na minha vida.
Eu sabia, o que aqueles caras queria comigo.
Eu sentia, que dois me perseguia.
Meu Deus. Eles não podem me pegar!
–Buu! -um deles me alcançou. -Sabia que eu sempre quis te você? -ele sussurrou.
Ele estava com a cara descoberta, os olhos eram castanhos escuros.
Sua pele estava fria. Ele, é frio.
–O trato não foi esse! -disse alguém lá trás. Um dos capangas, eles estava com o rosto coberto.
–Eu quero ela. -disse ele.
O Que me segurava, rancou minha blusa fora.
E passou suas mãos entre meus seios.
–Pare! -supliquei.
–Ela mandou parar! — o outro, de trás gritou.
Ele estava com pena de mim?
–Qual é o seu problema? -o da frente disse.

–Você! -O cara lá de trás, acertou alguma coisa, na cabeça dele.
–P-p-por quê tá me ajudando? -perguntei, com os olhos cheios de água.
–Eu não sou um deles! -o menino disse. -há seis; eu estava atrás de vocês na rua; esses caras, estão pegando as meninas virgens, dessa cidade, o porquê eu não sei. Quando vê. Que vocês seriam a próximas, eu corri atrás deles. Sem perceberem, tirei o recém-chegado, no grupo.
–Você o matou? Como sabe disso tudo?
–Não! Eu o deixei desacordado. Eu seria o sexto, mas recusei, não poderia fazer mal a ninguém. -disse ele, parecendo que estava disfarçando a voz.
–E porque? Porque?
–Elena! -sussurrou ele. -Eu não quero te machucar, vou tentar te ajudar. Mas acho que acabaríamos mortos.
–Não! -eu disse, limpando as minhas lágrimas.
–Me escuta! -ele disse quase em um sussurro. -há seis deles. Três, está com sua amiga. E mas um, está vindo pra cá. Há eu, que estou disfarçado e outro que está desmaiado.
–Temos muito tempo? -perguntei.
–Não! Eu vou dá um jeito de sumir com esse também, porém eles sabem quem eu sou. Quer dizer, vão descobrir.
–De qualquer forma acabaríamos mortos, não é? -perguntei, sentindo minha garganta arranhar.
–Trevor! -disse o outro cara chegando. -O Que?
–Olha só, isso não vai ficar assim. -disse ele, fingindo que estava brigando comigo. -essa garota o acertou, precisamos fazê-la pagar.
–É obvio! -disse o outro. -Quem é o primeiro?
Sentir minhas pernas, bambearem, eu sabia o que estava a vim pela frente.
Nunca pensei que seria estrupada, nunca pensei, que seria por dois.
Até, mesmo que perderia minha virgindade, dessa forma.
O Que estava na minha frente parecia um cara legal, sei que não deve minha confiança 100 por cento, mas ele me ajudou. E eu espero um dia saber, quem é ele. Então...
''você'' sussurrei, para ele.
–Sabe se ela é virgem? -perguntou o outro.
–Por que? -perguntei.
–Se não for, é só pra matar!
Meu Deus, que monstros são esses?
–Eu começo; Se não for, eu mato! -disse o carinha que me ajudou, com a voz trêmula.
Porque se arriscar tanto por mim?
A ponto de fazer ambos morrerem?
A ponto de eles perceberem quem é ele mesmo?
–Por que tá com esse capuz? -o outro cara perguntou.
–Porque me sinto melhor assim! -ele respondeu.
Respirei fundo, e tirei a mão onde, estava me tampando.
Se é pra ser agora, que seja com ele.
Que me entende, e me ajudou. Não com essas bostas, que estão aqui bem na minha frente. Que apenas não passarei de um pedaço de carne.
–Vou levar ela ali mas para trás, se você ver alguém. Bem, você avisa. Na rua, iriamos, correr o risco de alguém ver! -disse o carinha.
–Okay! Vão lá pra trás. -ele disse.
Entramos, em um beco dentro do outro.
–Eles devem ter isso fixo! -ele disse.
–O Que te fez não entrar pra isso? -perguntei.
Estava conversando com ele, como se fosse alguém que eu conhecia. Como se eu pudesse confiar nele.
–Vou pegar á cam..
–Não! -disse. -Os outros, não vão ter o mesmo cuidado.
–Sinto muito por isso!
–Não sinta. -falei. -É eu que vou sentir quando tudo isso terminar.
–Okay! -falou, ele segurando a respiração.
–Não vai me deixar ver seu rosto?
–Não! -ele praticamente gritou comigo. -O Que estou fazendo não é diferente deles, irei...
–Você me ajudou. Não se culpe. Pense que está fazendo um favor á mim.
Não queria chorar, mas não podia evitar. As lágrimas, já percorriam ali.
–Sabe quantos.. é.. depois de você?
–Só o que tá la fora! -disse ele.
Sentir meu corpo cair.
E Ele pondo a mão entre meu rosto.
–Eu precisarei gritar? -disse.
–Não será necessário, isso comigo. -disse, ele.
Antes de começar, me dando um abraço.

TRACKLIST OFF

–Você está bem? -perguntou, Caroline assim que entrei na casa.
–Sim. -disse, me sentindo estranha.
–O Que aconteceu?
–Nada. Só vim um carinha amigo do Klaus, que parecia que eu já conhecia.
–As vezes, viu ele em algum lugar rapidamente, ou por foto. -sorriu ela.
–É, acho que é isso. -sorrir de volta.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.