Fallin4u
18 Reunião da família (3 mês) part.2
Notas iniciais
1 festa todos os dias
2 eu sem inspiração
3 acho que to com dengue
4 meu voo atrasou (na ida e na volta so pra variar)
mas ta ai meu cap para os anjos que me acompanham, obrigada pelos ultimos reviews :))
Andamos um pouco mais de mãos dadas e atrás da casa acabamos topando com o recém-construído parquinho de areia, com duas gangorras, uma roda de girar e uma casa na árvore.
“Estes aqui são os pestinhas, ou os três malandrinhos como preferir. Tem a mesma idade todos. Aprontam muito na ultima reunião colocaram fogo no píer.” Cochicho a Melissa.
“Não os chame deste jeito. São muito lindos.” Repreende-me ela.
“Oi tia Annie. Quem é ela?” Josh, um dos meus sobrinhos.
“Josh que saudades.” Digo abaixando me para abraçá-lo. “Como você cresceu.” Digo e logo Ethan e Hannah aparecem para me abraçar também. “Pessoal, essa é a tia Mel, minha namorada.” Contei observando as reações deles que sorriram amplamente.
“Verdade?” perguntou Ethan sapeca.
“Uhum.” Concordei.
“Então ela deve ser muito legal.” Disse Josh.
“Quer brincar com a gente?” perguntou Hannah mostrando o seu melhor olhar de faz-o-que-eu-quero.
“Quero sim.“ concordou mel e foi puxada pelas crianças para o parquinho.
“Nos vemos mais tarde.” Falei puxando as malas em direção a casa. “Qualquer coisa grite.” Digo e ela ri.
“Ok.” Ela concordou e se virou para ir brincar com as crianças.
Entro na casa e deixo as malas perto da porta. Ouço um baixo cantarolar vindo da cozinha, só podia ser a Nana.
“Nana.” Digo quando entro na cozinha, minha vó larga logo a massa de bolo que estava preparando para vir me abraçar.
“Minha neta como você esta? Há tempos não liga para dar noticias suas eu fico preocupada.” Diz ela repreendendo os meus modos que nos últimos anos se tornaram comuns.
“Desculpa Nana é que tenho trabalho demais.” Dou a mesma desculpa.
“É sempre essa sua resposta.” Fala a senhora de cabelos grisalhos e olhos verdes esmeraldas como os meus.
“Eu sei mas é a verdade.” Digo e ela me observa preocupada.
“Nunca vai encontrar uma pessoa desse jeito.” Suspira ela parecendo cansada.
“Na verdade eu encontrei.” Digo a animando.
“Não acredito um milagre.” Ela levanta as mãos ao céu brincando. “O trouxe para eu o conhecer?” pergunta alegre.
“Trouxe sim e é uma mulher.” Conto um pouco insegura a opinião que mais contava da minha família era a da minha avó ela sempre fui muito apegada a ela.
“Ótimo quero conhece-la.” Diz como se não importasse o fato de ela ter o mesmo sexo que eu.
“Não vai surtar?” pergunto ainda insegura.
“E eu sou uma pessoa de surtar? Alem do mais quando vi você falando que havia encontrado alguém com o brilho nos olhos, eu sabia que estava realmente apaixonada e desde que meus netos estejam feliz eu estou feliz e contanto que eu ganhe bisnetos.” Diz nana tirando o avental.
“Nana eu te amo.” Digo a abraçando.
“Vamos logo para de enrolar quero conhece-la agora mesmo.” Diz minha avo desfazendo-se do meu abraço.
“Sim, mas antes mais uma coisinha.” Digo queria contar a minha avó que estava casada.
“Mais uma?” pergunta ela me fitando com as orbes verdes. “Pelo menos grávida eu sei que você não esta.” Nana diz brincando e eu ri.
“Sim só mais essa.” Prometo.
“Ok.”
“Eu estou casada.” Despejo a verdade. Sabia que agora iria escutar poucas e boas.
“Não acredito que esta casada e não me contou, muito menos me chamou para a festa, sabia que sua mãe não te educou direito.” Disse a vovó em um misto de brincadeira e desapontamento.
“Na verdade, além da minha mãe e de Sophie você é a primeira da família a saber.” Conto.
“Como conseguiram essa familia bem adora historias lembra do seu primo Bradley?” pergunta ela se referindo quando Brad decidiu que era homossexual.
“Las Vegas eu estava bêbada. E acabei não contando pra ninguém, no começo nem passava pela minha cabeça continuar com Missy.” Digo.
“Não acredito, eu sabia que seu espírito de adolescente inconsequente não havia morrido e estava esperando para florescer novamente.” Comemora minha avó com o mais amplo sorriso. Deuses só ela para reagir desta maneira a uma noticia como essa. Sempre reclamara que eu era certinha demais... Agora comemorava que me ‘deu a louca’.
“Agora vamos depois vou querer saber mais da historia, mas no momento estou morrendo de vontade de conhece-la. Onde ela esta? É bonita?” pergunta minha avó curiosa.
“Muito bonita.” Confesso. “Esta com as crianças no parquinho.”
“Escondeu ela da família antes de me contar a noticia?” perguntou minha avó já certa da resposta.
“Sabe como é, tinha que ver se a senhora estaria do meu lado.” Falei meio cabisbaixa.
“Sempre vou estar do lado dos meus netos. Não estive do lado de Bradley?” perguntou enquanto andávamos em direção ao parquinho.
“Esteve.” Sussurrei em resposta.
“Então obviamente estaria do seu lado.” Disse como se fosse o mais obvio do mundo, claro que para Nana era. “É ela?” pergunta apontando para Mel que nos vê e acena em minha direção.
Concordo com a cabeça. Mel estava brincando de pega-pega com os meninos. Seria uma boa mãe penso talvez em alguns anos...
“Ela é linda.” Diz minha avó.
“Não te disse que era?” falei.
“Sim, mas não esperava tanto. Temos que apresentá-la ao resto da família vamos a chame para vir conosco.” Ordenou minha avó e obedeci fui correndo até Mel e contei que minha avó havia aceitado e iríamos falar com o resto do pessoal seria até melhor, já que, minha mãe só chegaria no dia seguinte.
Tudo ocorreu bem melhor do que eu esperava. As pessoas se espantaram ao saber que eu tinha casado com uma garota, bem geralmente é nisso o que dá ser a perfeita da família as pessoas esperam que você seja perfeita o tempo todo. Tenha o trabalho perfeito, case-se com o homem perfeito e tenha filhos perfeitos. E esse era o meu plano até conhecer um ser que desestabilizou tudo isso e que eu agradeço que tenha o feito.
Estávamos conversando com Bruno, Sam, Lucca e Julia. Eu confesso que estava sentindo um pouco de ciúmes da interação de Sam com Mel, bem ele sempre se insinuou para todas as garotas dos meus primos então já era um comportamento que deveria ser esperado não?
“Então espero que já esteja com sua melhor roupa de ginástica preparada para amanha.” Disse Sam tomando um gole da cerveja.
“Porque?” perguntou Mel desentendida.
“Ora Annie não te contou?” falou Bradley.
“O que tem amanha meu amor?” Mel me perguntou.
“Começam se as olimpíadas do stewarts fazemos todos os anos uma espécie de pentatlon.” Contei abraçando mel que se aconchegou em meus braços.
“Que divertido.” Ela disse.
“Nem tanto não temos ninguém para fazer a natação já que uma pessoa não pode repetir uma modalidade. Tipo Sophie fica com a esgrima, minha mãe com hipismo, eu com a corrida e meu pai com o tiro e geralmente o Michael compete conosco e acaba nadando o que é engraçado. Mas no final a gente nunca ganha porque não dá com a pontuação que ficamos na natação.“ digo frustrada todo ano Sam vencia.
“Ta brincando ne?” ela diz como se esperasse que eu lembrasse de alguma coisa.
“Meu deus eu totalmente esqueci.” Eu digo encantada. Talvez esse ano eu poderia esfregar a vitoria na cara de Sam.
“O que tem?” pergunta Sam desentendido.
“A Mel nada muito.” Digo.
“Não é tanto assim.” Disse ela encabulada me empurrando para o lado.
“Vou deixar vocês duas as sós.” Anunciou Brad levando Sam com ele.
“Amor você podia participar.” Pedi a ela.
“Mas e sua mãe?” perguntou ela eu compreendia que ela já estava ultrapassando os limites para ter uma convivência ‘decente’ com a minha mãe. Primeiro ela havia ido a reunião de família território de minha mãe, ela havia se casado comigo o que provavelmente causaria alguns infortúnios para a minha mãe naquelas reuniões que ela frequentava de pessoas ricas que fingem ter uma família normal e perfeita.
“Não tem problema pelo menos você pouparia o Michael de competir conosco ele odeia nadar.” Contra-argumentei meu tio Michael odiava nadar, mas era a única prova que sobrava para ele fazer.
“E você porque corre? Pensava que gostava de cavalgar.” Mel disse, eu deveria ter mencionado a ela minha afeição por cavalos. Já tive três Relâmpago, Nemo e Galileu.
“Porque eu sou horrível de atirar. Gosto de cavalos só que minha mãe não aguenta correr 10 km diretos e bem minha irmã adora esgrima e é bem melhor do que eu...” citei os fatos que me levaram a fazer a parte de atletismo da competição.
“Quer subir e fazer alguma coisa lá no quarto?” ela perguntou maliciosa eu apenas concordei e nos duas fomos correndo para o casarão.
“Estava com saudades desse corpo.” Melissa disse assim que fechou a porta do quarto. Voltei a me sentir uma adolescente que havia levado o namorado escondido para a casa e não queria que seus pais escutassem o que estava acontecendo em seu quarto. Eu estava excitada, mas também pesarosa. Não queria ficar escutando as piadinhas do Brad sobre o barulho já que o quarto dele era ao lado do meu.
Ela foi me conduzindo ate a cama onde deitou-me e me despiu peça por peça. O lugar já estava ficando bem quente e eu suando. Eu a queria em mim agora. Enquanto isso ela apenas me provocava com a língua e minha intimidade. Subiu e me deu um beijo pude sentir o meu gosto. Ela deu uma mordidinha no meu lábio inferior e eu olhei seus olhos azuis. “Mel a gente pode andar logo com isso?” implorei num sussurro.
“Só se você pedir, por favor.” Disse ela passando os dedos por ‘aquele’ lugar e brincando com o meu clitóris acariciando-o e me levando a loucura eu me controlava para não urrar de prazer. Já bastava Sophie se divertindo as minhas custas.
“Eu faço o que você quiser.” Prometi a ela e ela me penetrou de uma vez só me levando a morder os lábios tão forte para não gemer que acabei sentindo o gosto de sangue.
“O que eu quiser?” perguntou ela maliciosa. Lambendo os dedos cheios de meu liquido.
“Sim.” Concordei um pouco assustada com aquele olhar meio maníaco, serelepe e completamente malicioso. Ela voltou a me penetrar com os dedos e eu gemia baixinho acho que aquela situação estava me deixando mais excitada porque estava chegando ao ápice muito rápido.
Depois de mais ou menos uma hora de ‘exercícios’ ela Mel caiu exausta na cama. E eu me deitei ao lado dela me aconchegando em seus braços.
“Andou malhando?” perguntei, antes ela tinha um corpo escultural, mas agora ele parecia mais forte.
“Um pouquinho, tenho que fazer alguma coisa para liberar endorfina quando não estou com você.” ela disse e eu sorri a puxando para um beijo.
“Posso saber o que eu vou ter que fazer com você?” perguntei curiosa.
“Digamos que eu tenho um fetiche.” Contou ela me observando atentamente.
“Me recuso a fazer qualquer coisa que esteja escrito em 50 tons de cinza.” Eu falei já me livrando de qualquer ideia sado-masoquista que Mel poderia ter.
“Ei eu não quero nada daquilo que tá escrito , não sou sado..." ela fez um biquinho "eu só queria sabe fazer no avião.” Falou ela constrangida me mostrando a língua em seguida.
Fale com o autor