Fallin For You

7 Think about it!


Notas iniciais
Oi meus amores, tudo bem? Espero que sim. LEIAM AQUI POR FAVOR.
Bom, pra começar tem duas musicas do Metallica que serão mencionadas, se quiserem deixar ela carregando pra ouvir, uma é a Whiskey in the jar e a outra é a Carpe diem baby.
Bom, na cena hot se quiserem colocar para tocar Coldplay, que foi o que eu particularmente escutei p/ escrever essa parte, é só entrar aqui http://www.kboing.com.br/coldplay/ , colocar para selecionar todas as musicas e colocar ouvir músicas selecionadas.
E também quero agradecer a todos reviews e avisar a dona HallsDePimenta que eu estou pensando seriamente na dica que vc me deu xD~
Mais isso vocês só vão saber nos próximos capítulos.
BOA LEITURA. Ficou meio ruinsinho mas espero que gostem.
Bjo bjo e bom feriadão.

Quando chegamos em casa Arin não deu nenhuma palavra comigo, foi direto para o quarto, fiquei sem entender a reação dele, parecia que estava realmente aborrecido com alguma coisa.

Acabei indo para a loja, e por sorte deu bastante movimento lá, a tarde toda foi assim, liguei para Arin duas vezes mas ele não me atendeu, fiquei encabulada com isso, resolvi fechar a loja e ir para casa, afinal já estava tarde.

*** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** ***

Passei em um supermecado antes de ir para casa, precisava comprar algumas coisas para comer, já que a dispensa andava cada vez mais vazia. Quando se mora com alguém ou até mesmo sozinho parece que a preguiça de cozinhar vira o dobro, e isso faz agente procurar as famosas "comidas rápidas".

Cheguei em casa e Tequila entrou em disparada indo direto para o seu pote de comida, dessa vez eu havia esquecido e levar a comida dela para o trabalho, subi as escadas e ouvi Arin tocando. Abri a porta do quarto dele e fiquei o fitando com meio sorriso, demorou um pouco para que ele percebesse que eu estava ali, ele parou de tocar e me fitou.

-Por que não me atendeu? –Perguntei brava.

-Nem vi que você me ligou. –Ele disse se defendendo.

-Sei. –Falei revirando os olhos.

-É sério Naná. –Ele disse se levantando e caminhando em minha direção.

Não falei nada apenas dei as costas como quem não quisesse nada.

-Hey, agora eu to forte, vou te pegar e não adianta correr. –Arin falou com a voz infantil.

-Haha, ta brincando né? Você forte? Na onde? Mal posso ver a lombriga se aproximando. –Respondi irônica enquanto entrava no meu quarto

Eu estava perto da cama quando Arin me virou e me fez cair na cama, ele se deitou encima de mim, ficando ajoelhado com uma perna de cada lado do meu corpo, dando aquele sorriso mais neném dele, prendeu meus braços encima de minha cabeça.

-Quem era a lombriga da qual você falava mesmo? –Ele perguntou um pouco próximo demais, me deixando sem palavras.

Instintivamente umedeci os lábios enquanto fitava os dele.

-É imaginei. –Arin disse sorrindo de lado se aproximando mais.

Eu ia fechando os olhos quando Arin gargalhou gostosamente, era tequila que fazia cosquinha enquanto lambia o pé dele.

-Porra Tequila você quer acabar com minha moral só pode. –Arin disse enquanto se sentava do meu lado e pegava Tequila no colo, ela fazia como sempre a maior festa.

Fechei os olhos e passei as mãos no rosto, Arin ainda vai me matar, já não sei mais o que rola entre agente, sinceramente.

Me levantei e fui direto para o banheiro tomar um banho, deixei Arin que rolava no chão com Tequila mordendo seus cabelos.

(3° Pessoa Pov’s on)


Arin deu um tapa na testa quando percebeu que Natalie não estava mais no quarto, se levantou e voltou para o seu quarto.

Natalie demorou um bom tempo no banho, mergulhada em seus pensamentos, quando saiu foi direto se arrumar para ir com Arin até o ensaio.

Ele estava em seu quarto, também se arrumando, pensando em como chegar em Natalie sem a assustar muito, tinha medo de que acabasse com aquela amizade de anos, não queria que ela ficasse diferente com ele. Estava decidido, hoje contaria toda a verdade para ela.

Já estava quase na hora de irem, Natalie colocou um vestidinho solto, estava muito quente, pegou Tequila e desceu as escadas, Arin já a esperava do lado de fora. Entrou no carro colocando Tequila no banco de trás.

-E aí animado? –A menina perguntou sorrindo e fitando o amigo.

-Muito. –Ele respondeu sorrindo.

Natalie sorriu de volta e deu partida no carro.

Pov’s Brian


Eu estava sentado arrumando minha guitarra e pensando em Natalie. Eu precisava vê-la, já estava me enjoando de Michele, porque ela já estava um pé no saco. Fui desperto pelo gordo.

-Acho melhor você não brincar com fogo. –Zacky comentou.

-Tá falando do que porpeta? –Perguntei, realmente não havia entendido.

-Cara, Natalie não é uma mulher só pra sexo como você quer. –Ele falou me fitando sério.

-E como tem tanta certeza? E porque afinal acha que quero ela só pra isso? –Perguntei o fitando com a sobrancelha arqueada.

-Cara, ela é muito firmeza, se fosse você pensaria bem antes de cometer qualquer burrada. E acorda né Brian, você é um completo cafajeste. –Zacky disse rindo enquanto saía de minha frente.

Respirei fundo e voltei a mexer com minha guitarra. Talvez Zacky tivesse razão e o que eu realmente estava sentindo era apenas desejo.

Pov’s Natalie


Nós chegamos na casa de Zacky, que era enorme, e não demorou muito para que uma loira muito bonita nos atendesse.

-Arin e Natalie? –A loira perguntou.

-Isso. –Respondemos juntos e nos fitamos, e fizemos exatamente igual quando erámos crianças. Beliscamos um ao outro.

-Rela no verde porra. –Falei em meio a risos, Arin relou direto na blusa da loira, que gargalhou com a cena.

-Desculpa pela infantilidade dessa mulher. –Arin disse rindo enquanto eu dava um soco no ombro dele.

-Eu sou Gena, e não se preocupe, aqueles marmanjos lá dentro são piores. –Gena disse sorrindo.

Nós entramos e encontramos Johnny sentado no colo de Zacky e imitando uma biba louca.

-Meu Deus vocês chegaram, sentem aí para ouvir a minha triste estória. –Johnny disse fazendo voz de gay.

Gargalhei ao ver a cena, lá estavam Matt abraçado a uma loira que sorriu simpaticamente e acenou a nos ver. Ficamos prestando atenção em Johnny. Procurei Brian mais ele não estava ali.

-Aí eu falei pra esse gordo aqui tomar cuidado comigo, porque eu sou muito pequeno e frágil, e o filha da puta meteu com tudo. Gena querida, ele disse que eu sou mais gostoso do que você. –Johnny falava enquanto todos gargalhavam, menos Zacky que revirava os olhos e coçava um de seus olhos toda hora.

Zacky empurrou Johnny fazendo ele cair no chão.

-MONTINHO! –Zacky gritou e só pude ouvir o coitado do Johnny reclamando, porque ele já havia sumido em meio aqueles cavalos, até Arin entrou pra brincadeira, e eu não fiquei atrás.

Como sempre, eu, desde pequena sempre fui meio "moleque". Caí no chão gargalhando e Matt me ajudou a levantar.

-Cadê Brian? –Matt perguntou enquanto recuperava o fôlego.

-Provavelmente brigando com Michelle. –Val comentou revirando os olhos.

-Vai se foder Haner. –Ouvi uma voz feminina gritar e logo em seguida uma mulher idêntica a Val passar por nós e sair pela porta da frente.

-Xiiii, fudeu. –Zacky comentou.

Brian passou por nós sério e saiu pela porta da frente, alguns segundos depois voltou, falou um breve oi para mim e Arin.

Me sentei com as meninas enquanto eles tocavam, nós estávamos bebendo um pouco de Vodca.

-Esqueci a Tequila no carro. –Exclamei me lembrando da coitada.

-Então pode ir buscar mulher. –Gena disse abrindo um enorme sorriso.

-Nem precisa se animar, Tequila é uma bolinha de pelos fofa, e não o que você está pensando. –Zacky disse sorrindo e Gena fez bico.

Saí correndo e peguei minha bebe que respirava ofegante no banco de trás.

-Me desculpa meu amor. –Falei enquanto a pegava no colo e a abraçava. Ela me lambeu carinhosamente, sorri. Quando fechei a porta do carro e me virei levei um susto por ter batido num corpo alto e forte, fitei seus olhos castanhos.

-Topa ir a um lugar comigo mais tarde? –Brian perguntou colocando uma mão de cada lado da minha cabeça, as apoiando no carro e se aproximando mais.

-Na...não sei eu, tenho que... tenho que ver com Arin. –Falei gaguejando pela proximidade, Brian sorriu de lado.

-Agente dá um jeito então. –Ele falou sorrindo malicioso e selando nossos lábios, sua mão agora estava em minha nuca. Ele mordeu meu lábio inferior e o puxou um pouco, arfei e me arrepiei, ele se afastou e brincou com Tequila, me chamando em seguida para entrar.

Quando entramos foi a maior festa, dona Tequila como sempre roubou o coração de todo mundo, e eu já estava ficando com ciúmes disso, quando os meninos pararam de ensaiar, Matt caiu deitado no chão e a folgada dormiu encima da barriga dele.

-Desse jeito vou me acostumar e você vai ter que me emprestar ela. –Ele disse rindo.

-Nem a pau que te empresto minha filha, posso até te dar um filhote dela, mais te emprestar nunca. –Falei rindo.

-Então vou roubar ela de você. –Ele brincou gargalhando maleficamente.

-Experimenta fazer isso. –Falei arqueando a sobrancelha.

-Olha a irmã do Johnny falando. –Zacky brincou se referindo á minha altura.

-Se eu fosse você eu começaria a correr em 3, 2, 1. –Arin falava para Zacky enquanto eu ia pra cima dele.

Não demorou muito para eu estar rolando no chão com Zacky, brincando de lutinha que nem duas crianças endemoniadas.

-Você me chamou de baixinha foi. –Eu falava enquanto imobilizava ele.

-Poorra esqueci de falar baixinha arretada, alguém me ajuda porque acho que ela vai me matar. –Zacky falava tentando se soltar de mim.

-Foi eu quem ensinou isso tudo a ela. –Arin falava orgulhoso.

-Mano me ajuda. –Zacky implorava.

Gargalhei gostosamente enquanto perdia as forças e caía no chão, agora era a vez de Zacky me imobilizar.

-Tá vendo, mulheres são fracas e não aguentam por muito tempo, por isso de nada adianta ter muita técnica. –Zacky falava sorrindo vitorioso.

-É porque você é muito pesado bolota. –Falei ofegante, todos riram menos Zacky.

-Bolota é apelar. –Zacky falou rindo e dando um cutucão na minha costela.

-Filho da mãe. –Reclamei em meio aos risos.

-Bora pro Scream’s? –Johnny gritou se levantando.

-Opa. –Gena disse sorrindo.

-Preciso deixar Tequila em casa antes. –Respondi.

-Bom então agente se encontra lá. –Matt disse sorrindo.

Arin foi com os garotos e Brian me seguiu até em casa, porque eu pegaria carona com ele para deixar meu carro também em casa. Ele ficou me esperando do lado de fora. Entrei e arrumei tudo para que Tequila ficasse bem confortável enquanto eu estivesse fora, deixei os brinquedos dela por perto e alguns escondidos para ela achar, ela adorava brincar de achar as coisas.

-Tchau minha princesa linda, vê se não faz muita bagunça em. –Falei me despedindo dela que latiu.

A como essa cachorra parecia entender tudo o que eu falava, é incrível.

Entrei no carro de Brian e ele falava no telefone, coloquei o cinto enquanto tentava não prestar muita atenção na conversa dele.

-Michelle pelo amor de Deus vá se ferrar. Me dá um tempo, não foi você que me mandou ir pro inferno agora mesmo? Então estou indo pra lá. –Ele falava um pouco exaltado, desligou o telefone e o jogou em qualquer lugar do carro.

-Sua namorada louca de mais cedo? –Perguntei e ele me fitou sorrindo de lado.

-Ex. –Ele disse sorrindo enquanto ligava o carro.

Quando chegamos no Scream’s todos já nos esperavam lá dentro, eles estavam sentados em uma enorme mesa, todos bebendo já e rindo.

Falei um breve oi para todo mundo e me sentei ao lado de Arin. Nem preciso comentar o quanto eu bebi né? Bom nós conversamos muito e nos divertimos muito. Pude conhecer melhor Val e Gena, que eram duas fofas e lindas. Gena especialmente me encantou muito, ela é o tipo de pessoa que se pode chamar de melhor amiga, Val também, mais Val tem o lado mais neném de ser, ela é fofa e carinhosa, já Gena é uma completa doida desmiolada, com quem me dei muito bem.

Nós já estávamos “daquele jeito”, eu tentava me equilibrar ao máximo, Gena me puxou quando começou a tocar Whiskey in the jar do Metallica, algumas pessoas dançavam, outras estavam paradas bebendo no meio das que dançavam. Nós duas riamos e dançávamos que nem duas loucas, balançando a cabeça e deixando nossos cabelos dançarem juntos.

- Musha raim dumb'a dumb'a dumb dah
Whack for my daddy-o
Whack for my daddy-o
There's whiskey in the jar-o. –Cantamos juntas e gargalhamos.

Logo em seguida começou a tocar uma outra música do Metallica, com um ritmo um tanto quanto sensual, era a Carpe Diem Baby, e é claro que na altura que ambas estávamos começamos a dançar sensualmente ao ritmo da música. Gena lançava olhares provocativos pra Zacky que a fitava com um sorriso malicioso no rosto, e ao mesmo tempo aquela carinha de bebe que ele tem, e isso dava vontade de sair correndo e apertar as bochechas gordas do gordo.

Brian e Arin não tiravam os olhos de nós duas, ou de mim, sei lá. Continuei dançando provocativamente.

(3° Pessoa Pov’s On)


-Arin, vem cá, vocês são namorados? –Brian perguntou fitando Arin brevemente.

-Não, porque? –Arin perguntou ainda babando em Natalie.

-Por nada. –Brian disse se levantando com um sorriso safado no rosto, fazendo sua melhor cara de cafajeste.

Zacky fitou Matt, que também o fitou.

-Isso vai dar merda. –Zacky comentou.

-Nem me fale. –Matt respondeu.

-É melhor agente impedir né? –Zacky sugeriu.

-Não, Brian vai ter que aprender entrar na linha nem que for na marra. –Matt disse e Zacky deu de ombros.

Brian parou atrás de Natalie a segurando forte pela cintura e puxando o corpo dela, os lábios foram parar direto no pescoço da morena, a fazendo arrepiar, em seguida chegou ao ouvido da mesma.

-Você está me provocando demais, não devia brincar com fogo. –Ele sussurrou mordendo o lóbulo da orelha dela que arfou.

Gena acabou voltando para a mesa, se jogando no colo de Zacky e rindo feito louca.

Brian virou Natalie de frente pra ele e a fitou com a sobrancelha arqueada, Arin fitava tudo aquilo, por mais que tentasse não olhar era impossível, estava pronto para atacar Brian se ele aborrecesse a menor.

-Eu te provocando? –Natalie perguntou com a sobrancelha também arqueada e chegando cada vez mais perto dos lábios do moreno.

Atacou os finos lábios de Brian ferozmente, uma atitude que ela nunca tomaria se estivesse sóbria, no mesmo instante que fez isso se arrependeu um pouco, mas continuou com o beijo, que não era nem um pouco santo.

Eles se beijavam sensualmente, um provocando o outro em meio ao beijo. Natalie sentiu algo na calça de Brian criando vida, estremeceu. Interromperam o beijo para Brian atacar o pescoço dela.

-Não se esqueça que estamos em publico. –Ela disse sorrindo boba.

-Que tal se fossemos para sua casa? –Brian sugeriu sussurrando no ouvido da garota e apertando o bumbum da mesma a fazendo roçar em seu membro que pulsava na calça que agora o apertava.

Natalie não conseguiu segurar o baixo gemido que excitou mais ainda Brian.

-Não sei se é uma boa ideia. –A morena disse com um pouco de dificuldade.

Brian nada disse apenas saiu com ela da lugar lotado, sem falar nada com ninguém, Arin até tentou os seguir até a saída, mas quando conseguiu sair ambos já estavam no carro.

-Merda Natalie. –Arin bufou sentindo seu coração partido.

Quando chegaram na casa da morena foi só ela fechar a porta que a Brian a agarrou novamente, a prensando contra a porta. Atacou a boca da menor com desejo, como se precisasse daquilo para viver, puxou uma perna dela deixando da altura do quadril dele e apertou com desejo as coxas de Natalie que soltou um gemido mudo entre o beijo.

Brian respirava ofegante, e Natalie tinha certeza que se arrependeria daquilo quando acordasse, mas ela precisava daquilo, precisava daquele momento. Ela procurou desesperada pela barra da camisa de Brian, quando achou a puxou, Brian levantou os braços para ajuda-la a tirar, ela tocou ansiosa e timidamente o tórax do moreno, ele puxou o vestido de Natalie, deixando á mostra o pano branco da lingerie da morena que corou o puxando para mais perto dela, na intenção de esconder o corpo. Brian a pegou no colo, fazendo a entrelaçar as pernas em seu corpo e a carregou até o quarto que era dela, se sentou na cama com ela no colo. Natalie sentia sua intimidade pulsar de tanto desejo, estava muito úmida, achava que aquilo não era normal, ela sentiu perfeitamente a ereção de Brian pressionando sua intimidade, ele a puxava para frente e para trás, em mínimos movimentos, mas o suficiente para que a garota sentisse seu membro pulsando dentro da calça que o apertava.

Natalie puxou os cabelos de Brian um pouco enquanto ele abria o feixe do sutiã da garota, o jogou em um canto qualquer do quarto, ela escondeu os seios em meio aos braços e o fitou corada, ele sorriu e acariciou o rosto dela enquanto colocava uma mexa de cabelo atrás da orelha da mesma. Ele tirou os braços dela e tocou os seios da garota com vontade, apertando levemente, ela fechou os olhos e arfou, abriu o zíper da calça de Brian desesperadamente, estava ansiosa e demorou um pouco, Brian todo calmo a ajudou.

Ela fitou a calça de Brian, havia uma pequena mancha de molhado onde ela estava sentada ela corou e o fitou brevemente, mas não disse nenhuma palavra. Brian a deitou na cama ficando apenas com a boxer preta colada ao corpo. Natalie respirava ansiosa enquanto tocava timidamente as costas do maior que agora atacou mais uma vez os lábios dela.

Brian desceu as mãos dos seios até a intimidade de Natalie, ainda por cima da calcinha, chegou a calcinha dela para o lado tocando o clitóris da mesma e o apertando em seguida, fazendo a garota gemer demoradamente entre o beijo.

Brian não tinha dedos ágeis apenas para tocar guitarra, pensou Natalie. Ele tocou a entrada da morena que estava, digamos, “encharcada” e ameaçou penetrar um dedo, interrompeu o beijo e a fitou sorrindo malicioso. Ela o fitava com o olhar angelical, por um momento Brian se lembrou do que Zacky havia dito, afastou os pensamentos e mordeu o lábio da morena, puxando um pouco.

Desceu os beijos passando pelo colo da garota, pela barriga, e parou na intimidade de Natalie, mordendo o local por cima da calcinha. Em seguida puxou a calcinha da garota que fechou as pernas. Brian abriu as pernas de Natalie e tocou o local com a boca, ela gemeu ao sentir a língua quente do moreno tocar seu clitóris e puxou os cabelos dele, forçando contra sua intimidade, Brian gemeu demoramente com a atitude da garota. Brian sugou o local com vontade, e em seguida fez o mesmo com a entrada da mesma, Natalie se contorceu de prazer e segurou um gemido.

Brian percebeu o hímen intacto da garota, subiu distribuindo beijos por onde passava até chegar na boca da menor.

-Porque não me disse que era virgem? –Ele sussurrou a fitando.

-Isso não importa. –Natalie respondeu tímida.

-Importa sim. –Brian disse mordendo brevemente o lábio da morena.

-Me faça sua. –Ela sussurrou o fitando.

-Tem certeza? –Brian perguntou.

A garota apenas assentiu com a cabeça, não conseguiria falar, porque estava em duvida.

Brian tirou a boxer deixando á mostra o membro, Natalie fitou e corou, quando Brian percebeu que ela estava olhando começou a se masturbar enquanto terminava de tirar a boxer, ela arrepiou e mordeu o lábio inferior, nem percebeu que Brian a fitava sorrindo malicioso.

Ela adorava ver o jeito como ele deslizava a mão sobre o membro enrijecido, estremeceu ao pensar em “tudo aquilo” dentro dela.

Brian se encaixou em meio as pernas da garota e encaixou seu membro na vagina da morena que arrepiou e segurou os braços do maior, que estava apoiado neles e a fitando.

-Se doer muito me avisa? –Brian perguntou a fitando.

Natalie assentiu e Brian começou a forçar, sentindo a entrada de Natalie o engolindo e o apertando, gemeu gostosamente ao sentir aquilo.

Natalie sentia uma dor aguda se formando e apertou os braços de Brian enquanto apertava também os olhos.

-Pode parar um pouco? –Perguntou tímida.

Brian assentiu e parou de forçar seu membro, deixou o corpo cair um pouco de lado e atacou os lábios da garota que suava frio devido a dor, Natalie já não estava mais tão úmida como devia, devido a dor. Brian levou a mão até o clitóris da mesma e começou a estimula-la, apertando e fazendo movimentos circulares no local. Ele a beijava ferozmente, ela voltava a ficar úmida, e Brian mais uma vez começou a forçar seu membro, a intimidade da garota que antes queria expulsa-lo, agora já o acomodava. Brian sentiu todo seu membro entrando e um pouco de sangue manchando seu membro. Ficou parado por uns segundos, até que Natalie acostumasse com seu tamanho. Movimentou-se lentamente, tirando todo seu membro e o introduzindo todo de novo, Natalie estava ficando louca com isso, ela gemia baixo, Brian começou a estocar com mais força, porém no mesmo ritmo calmo, Natalie abafou um alto gemido enquanto mordia o ombro de Brian, levantou as pernas, entrelaçando-as nas costas dele, afim de sentir mais daquela ereção que tanto a excitava.

-Não faça isso, eu quero te ouvir gemendo pra mim. –Brian sussurrou no ouvido da garota que gemeu alto devido à força da estocada que Brian deu.

As costas de Brian estavam sendo judiadas, mas ele nem se importava, Natalie sentia tanto prazer que não raciocinava direito.

Arin chegou em casa e soube que ambos estavam ali quando ouviu gemidos de ambos, passou pela porta do quarto de Natalie que estava meio aberta e presenciou a cena que nunca queria ter visto na vida, a melhor amiga, o amor de sua vida perdendo a virgindade com um canalha. Arin sentiu seu coração se partindo em mil pedaços, respirou fundo e entrou no seu quarto, ligando o som para abafar aquilo que não queria ouvir.

Brian aumentou os movimentos, estocando cada vez mais forte e fundo, Natalie sentia uma enorme vontade de gritar, sentiu suas forças sumindo e uma de prazer a consumindo.

-Brian eu acho que. Ahhh... –Natalie praticamente gritou ao sentir seu primeiro orgasmo.

Brian sorriu vitorioso ao sentir o liquido quente de Natalie lambuzando seu membro, bastaram mais algumas estocadas e preencheu a garota com seu liquido quente.

Deixou o corpo cair ao lado do da morena e ela se deitou sobre o tórax dele. Ambos não demoraram a pegar no sono.

*** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** *** ***

Arin estava deitado na cama, ouviu um último gemido de Natalie e fechou os olhos, deixando uma lágrima cair. Ele a amava, ainda a amava, Natalie fazia seu coração acelerar com um único sorriso. Continuou com os olhos fechados, mas demorou a dormir.

And I remember, all those crazy things you said

(Me lembro de todas aquelas coisas malucas que você disse)
You left them riding through my head

(Você as deixou correndo pela minha cabeça)
You're always there, you're everywhere

(Você sempre estava lá, você estava em toda parte)
But right now I wish you were here.

(Mas agora eu queria que você estivesse aqui)
All those crazy things we did

(Todas aquelas coisas malucas que fizemos)
Didn't think about it, just went with it

(Não pensamos a respeito, apenas fomos na onda)
You're always there, you're everywhere

(Você sempre estava lá, você estava em toda parte)
But right now I wish you were here

(Mas agora eu queria que você estivesse aqui)

Damn, damn, damn,

(Droga, droga, droga)
What I'd do to have you

(O que eu faria para ter você)
Here, here, here

(Aqui, aqui, aqui)
I wish you were here.

(Eu queria que você estivesse aqui)
Damn, damn, damn

(Droga, droga, droga)
What I'd do to have you

(O que eu faria para ter você)
Near, near, near

(Perto, perto, perto)
I wish you were here.

(Queria que você estivesse aqui.)


\"\"

Notas finais
E aí gostaram?