Fallen angel

8 Capitulo 8 : Uma noite inesquecível.


Notas iniciais
Olá, como vão vocês ? Comigo tudo certo, bom foi mal por demorar quase seis meses para postar um capitulo, mas foi por um "bom" motivo, estive fazendo uma outra fanfic sobre to love-ru. Mas vocês não ligam. Beleza, está ai o capítulo oito e também essa fic fez um ano de existência.

Deker chegando ao salão junto com Ikaros, ele é recebido pelo seu tio Gabriel e seu primo PH é seu tio Diz :

— Até que fim você chegou, Deker. – Diz dando-lhe um abraço.

Todos no salão ficam surpresos com essa cena todos ficam cochichando sobre a cena, Gabriel solta ele, PH chega perto deles e diz :

— Ei todo mundo tá todo mundo olhando.

— Foi mal filho, Mas você tá machucado ? – Pergunta muito preocupado.

— Não tio, estou bem o Ikaros cuido de mim. – Responde com um sorriso forçado.

— Ikaros quero falar com você a sós. – Pede Gabriel com um tom serio.

— Está bem, vamos para o segundo andar.

— Pedro, leva seu primo para comer algo.

— Está bem , pai.

PH sai andando junto com Deker , todas as pessoas ficam olhando para os dois andando, nosso herói fica muito desconfortado, seu primo vendo aquilo diz :

— Ei Deker, soube que conquistou uma serva, que foda quem é ?

— É a May, ainda não tó bem confortável já que vou viver com ela. – Desabafa com um sorriso de desconforto no rosto.

— Olhe pelo lado bom.

— Que lado bom ? , se minha mãe descobre que estou morando com uma garota sozinho, ai me fudi muito. – Retruca.

— Isso é verdade, se a tia Fabiana souber disso corre para o inferno, mas acho que ela ainda te mata. – Diz rindo um pouco.

— Viu até você concorda porra.

— Mas agora na real, pelo menos vai ter uma pessoa para cuidar de você, tipo fazer comida, arrumar a casa ou passar suas roupas, por que cara você é enrolado com tudo e ainda é relaxado.

— Po valeu primo pela sinceridade, mas acho que você tá certo. – Diz coçando a cabeça. – Mas iae cadê a comida ?

— Está bem alí, mas primo como você aguenta todos esses olhares ? — Pergunta um tom sem graça

— Eu já estou acostumado, porque parece o olhar da torcida adversária numa final de campeonato. – Responde rindo.

— Ei, chegamos a mesa de comida.

Deker fica maravilhado por ver tanta comida chegando ao ponto de babar, porém algo ganha sua atenção três garotas juntas olhando a mesa farta de comida, nosso herói pensa :

— Vou ver se é a Mia e a May.

— Como é que você sabe que são elas ? – Diz Oramasa com curiosidade.

— Bom, você já viu uma loira e morena tão juntas ? – Diz com ironia.

— Porra quantas morenas e loiras são amigas no mundo, porra ? – Argumenta irritado.

— Bom, as duas estão usando cordão, a loirinha com o cordão de pedra amarelada e a outra com uma pedra azul.

— Mas cara isso significa porra nenhuma, qualquer garota pode usar isso.

— Cara, eu sei que são elas.

— Vai lá, mas se você erra vou rir muito de você.

— Valeu, pela confiança.

Deker vai andando em direção às garotas, PH percebendo seu primo se afastar vai atrás dele, nosso herói com um rosto atento olhando as garotas, quando ele ia bater no ombro da garota, seu primo segura o seu ombro e diz :

— Cara, você não deveria perturbar as pessoas.

— Mas elas são ..

Deker é interrompido quando as garotas se viram para olhar o que estava acontecendo, para surpresa deles elas eram a Mia e a May, Mia alegre Diz :

— PH e você ?, Faz tempo que não nós vemos? – Comenta muito alegre.

— É faz muito tempo, Mia. – Diz com um sorriso sem graça.

— Olá, mestre Pedro Henrique. – Diz fazendo uma reverência.

— Ei May, não precisa reverência para ele não. – Diz Deker colocando a mão encima da cabeça dela e acariciando.

— Deker, por que você tá só acariciando a minha prima. – Reclama fazendo biquinho.

— Ei calma, você também vai ganhar carinho.

Enquanto Deker tenta acalmar Mia, Ikaros e Gabriel estão subindo a escada, chegando no segundo andar do salão, eles adentram em uma sala parecido com um bar com piso e mobília feita de madeira, um homem de cabelo preto e usando um tipo de terno atrás de um balcão de madeira com detalhes em ouro, os dois se sentam na frente do balcão e ele diz :

— Senhores, o que gostariam de beber ?

— Quero um uísque misturado com água de coco. – Pede Ikaros colocando o braço sobre a bancada. – Gabriel , vai querer o que ?

— Quero um uísque puro.

— Sim senhores, por favor espere enquanto preparo as bebidas.

— Gabriel, você não bebe uísque puro, então por que você tá bebendo ?

— Bom, estou tomando coragem para ligar para ela.

— Eita cara, você tá fudido.

— você também está.

— Senhores, aqui suas bebidas.- Diz o bar-tender.

Os dois bebem, Gabriel pergunta :

— Queria perguntar algo, por que você não matou o Deker ?

— Bom, isso eu nunca tive a intenção de matar ele na luta, eu até chamei a daniela para cura-lo um pouco.

— Então, por que atacou ele ?

— Ele não ia desistir de salvar a Mia, só se estivesse incociente.

— Você sabe que você podia ter feito isso sem lutar com ele. – Diz com ironia

— Mas eu não sabia que ele era um anjo caído. – Diz com um pouco raivoso. – Eu cogitei em mata-lo antes de descobrir isso, mas seria triste eu treinei ele, para eu mata-lo daquele jeito, ainda bem que ele despertou o seu poder.

— Bom pelo o que eu soube você fez ele seu herdeiro, mas você já contou para Fabiana.

— Não tomei coragem, nem sei o que falar para ela.

Nesse momento o celular de Gabriel e diz :

— Falando na santa, olha quem me liga. – Diz com sarcasmo e colo colocando o celular no balcão. – Oi mana, como você está ?

— Oi mana é o caralho, cadê meu filho ?

— Calma Fabiana, o Deker está bem, eu sei disso. – Comenta Ikaros.

— Como você sabe ? O senhor demônio quase matou ele. – Retruca com raiva.

— Ei você sabe que se não fizesse aquilo ele iria morrer, e eu pedi para Daniela cuida-se dele sem ninguém ver.

— Pior que eu sei, mas fique longe dele, Ikaros. – Comenta triste.

— Ei ele vai ficar bem, ele não é mais um garoto de sete anos. – Comenta Gabriel.

— Eu sei mas vocês dois são pais, sabem como aperta o coração deixar eles saírem de casa.

— Ei Fabiana, ele não vai morrer, até conseguiu uma serva. – Comenta Ikaros.

Nessa hora, todos no local ficam em silencio, os dois ficam paralisado com uma expressão de medo, Fabiana diz :

— Quem é essa piranha ?

— De quem você tá falando, mana ?

— É Fabina, do que você tá falando ?

— Vocês sabem bem, quem é essa serva ?

— Eai Ikaros, colocou a pepita na roda, agora fala.

— Está bem, ele virou mestre da minha sobrinha May. – Diz bebendo.

— Como assim, Ikaros ? Ela não era serva do Astaroph.

— Bom ele viu ela tomando uma surra do Astaroph, então como você já sabe seu filho tentou salva-la e virou um duelo por ela e ganhou.

— Pelo menos não morreu.

— Pera ai, você não ficou surpresa, mana ?

— Quando Ikaros disse que o Astaroph estava batendo nela, eu já sabia que ele ia bater.

— Nossa, você conhece bem seu filho. – Comenta com ironia.

— Ei Ikaros, você não tem algo para contar para Fabiana.

— Gabriel, não se mete. – Comenta com um tom de voz puto.

— Então Ikaros, o que é ? – Questiona com um tom ameaçador.

— Tá bom, o Deker virou meu sucessor.

— Ikaros, eu vou te matar.

— Pera mana, olha pelo lado bom o Deker tem proteção por ser o príncipe. – Retruca com um tom de medo.

— Bom, olhando por esse lado é bom. – Afirma calma. – Mudando de assunto, Gabriel, você já entregou o novo telefone para o Deker ?

— Sim, a mamãe vai levar para ele.

— Então, está bom vou ter que desligar, tchau.

— Tchau, mana, manda um beijo para Karol.

— Também manda um beijo para ela, Fabiana. – Pede Ikaros.

— Está bem, tchau.

Gabriel desliga a ligação, os dois homens se olham e começam a gargalhar, então Ikaros diz :

— Nossa, foi por pouco que não morri.

— Somos dois, a Fabiana pode ser um anjo mas é uma mulher bem braba. – Comenta rindo.

— Bom, vamos atrás dos meninos. – sugere se levantando.

— Sim, vamos.

Enquanto isso, no salão Deker, PH, Mia estão pegando comida, então Deker percebe que May havia se retirado e pergunta :

— O que houve com a May ? – Pergunta preocupado.

— Deker, ela estava com fome mas não pode comer nada daqui. – Explica Mia

— Como assim ? – Questiona surpreso.

— Servos não podem comer nada nessa mesa, essa mesa é apenas para mestre. – Explica PH se intrometendo.

— Nossa, que idiotice.

— Eu sei primo, mas as coisas são assim aqui.

— Bom, em hipótese se a May pudesse pedir algo para comer, o que seria ?

— Sei lá, talvez arroz, frango e salada. – Comenta Mia.

Deker pega outro prato e coloca o que sua amiga havia falado, PH vendo aquilo começa a rir e diz :

— Não, acredito que você fez isso. – Comenta gargalhando.

— May passou por um dia ruim, ela mereci comida.

— Bom, se você acha. – Diz Mia andando. – Vamos para mesa ?

— Vamos, PH tá bem vem ? – Pergunta com um sorriso.

— Bom, não sei a mesa é da Mia e de sua família. – Responde cabisbaixo.

— Tudo bem, PH, minha família não vai ligar.

— Então, está bem.

Os três vão andando até a mesa que lá esta May com seu pai e uma mulher de longos cabelos pretos azulados com lindas roupas preta e um lindo corpo. A mãe e irmã de Mia. Ela se senta e pergunta :

— Mãe, eles podem sentar aqui ?

— Mas é claro minha filha. – Responde com um sorriso. – Esse garoto não é o dá foto da praia.

— Do que ela tá falando ? – Pergunta Deker sem entender nada. – E como assim mãe ?

— Eu sou mãe da Mia, o que você não entendeu ? – Retruca rindo.

— Eu achava que a Daniela era sua mãe. – Responde se sentando.

— Ela é minha madrasta, idiota. – Retruca irritada.

— Primo, você dá nenhuma dentro. – Comenta rindo.

Todos na mesa ficam surpreso então Lency questiona :

— Como assim, mestre Pedro Henrique ?

— Como assim, o que ?

— Por que você chamou ele de primo ?

— Por que ele é meu primo. – Reponde se sentando.

— É eu sou filho adotivo da tia dele. — Explica colocando um dos pratos na frente da May.

— Mestre, por que você colocou esse prato ? – Questiona surpresa.

— É para você, achei que você estaria com fome. – Responde se sentando com um sorriso.

— Muito obrigado, mestre. – Agradece sorrindo com os olhos brilhando.

— Nossa, você sendo chamado de mestre. – comenta PH chorando de rir. – Isso é muito estranho.

— May, não te disse para me chamar de Deker. – Resmunga irritado.

— Ei calma, Dekerzinho. – Retruca Mia rindo.

— Eu estou calmo. – Diz começando a comer. – Mas, alguém conhece uma tal de Reika ?

— Eu conheço, Deker. – Responde Mia um pouco irritada. – Por que a pergunta ?

— Bom, é que ela “falou” comigo, bem de perto. – Responde envergonhado. – E, eu queria saber mais dela.

— Como assim, bem perto ? – Pergunta se levantando com um olhar ameaçador.

— Isso mesmo que você escutou, priminha. – Retruca Reika abraçando Deker.

— Eita, porra. – Fala surpreso.

— Ae, parceiro tá com sorte. – Comento Oramasa.

Todos ficam surpresos com a cena, menos PH que já estava acostumado com as crises de “ciúmes” vinda da Mia mas nunca havia visto alguém que bateria de frente com ela. Então para mudar o assunto, ele diz :

— Quem te chamou de parceiro, foi o Oramasa ? – Questiona bebendo suco.

— Sim, esse viado que tá zoando agora. – Responde irritado.

— Viado é seu pai. – Retruca Oramasa irritado.

— Ei, não bota a família no meio. – Reclama irritado.

— Então, não me xinga.

— Ei, com quem você tá conversando ? – Pergunta Reika sentando no colo dele.

— É minha arma que fica falando besteira. – Responde olhando para o bracelete.

— Como assim ? Uma soul armor falando. – Diz sendo puxada pelos cabelos por Mia.

— Você acha que não está muito intima dele. – Comenta segurando ela pelos cabelos com um sorriso sádico.

— Ei, Mia calma. – Diz tentando soltar a mão dela do cabelo de Reika. – Ela não fez nada.

— A não ser te agarrar, abraçar e te chavecar. – Retruca Oramasa com ironia.

— Cara, eu vou te matar, seu filho de uma puta.

— Como você mataria ele ? – Retruca PH não ligando para a confusão. – Vocês estão ligados pela alma.

— Agora, você falando assim, parece idiotice. – Comenta o garoto cabisbaixo e olha para as garotas brigando. – Mia, solta a Reika.

— Não, vou matar ela. – Diz irritada e puxando mais o cabelo de Reika.

Uma risada masculina é escutada vindo de um homem alto de cabelos grisalhos com algumas partes com um pouco de preto e dizendo :

— Eu achei que ia morrer, antes de ver duas garotas brigando pelo meu neto. – Comenta rindo indo em direção da mesa.

— O velho, me ajuda. – Pede Deker dando um leve sorriso.

— Fala ae, vô. – Diz PH rindo. – Cadê a vovó ?

— Tá vindo ai. – Responde parando na frente da mesa. – Mia, pode soltar a Reika ?

— Está bem, mas se ela fazer algo com meu Deker vou matar-la. – Retruca soltando o cabelo.

— Mia, sua idiota. – Grita se levantado do chão. – Você não é dona dele.

— E nem você. – Retruca com um sorriso.

Um homem alto de óculos e seus olhos vermelhos, com um sobretudo vermelho com detalhes amarelos, chega perto da mesa. Reika olha para o homem assustada e diz :

— Oi...papai. – Fala pulando no colo de Deker.

— Reilka, sua mãe está te chamando. – Diz olhando sua filha rebolando encima do garoto com um olhar de desaprovação. – Mais um servo ?

— Eu não sou servo dela. – Retruca pegando Reika pela cintura e tirando a do colo, se levantando. – Eu nem conheço ela direito.

— Nossa, alguém que consegui se controlar a minha filha. – Comenta com rosto pensativo. – Quem é você ?

— Eu sou Deker, Deker Carvalho Boenio. – Responde com um sorriso. – E você ?

— Sou Wellington Asmodeus. – Se apresenta com um sorriso e ajeitando o óculos com um olhar ameaçador e frio. – Você é o novo sucessor do Ikaros, certo ?

— Sim, sou eu. – Responde coçando a nuca e sorrindo. – Nossa, as noticias se espalham rápido.

— Como não saber do único anjo caído ?

— Bom, é verdade. – Concorda envergonhado.

— Esta bem, Reika vamos. – Chama se virando e andando.

— Estou indo. – Diz fazendo um rosto fofo , se virando e chegando perto do rosto dele. – Vamos nos ver de novo, meu queridinho.

Os dois saem andando. Deker se senta suando frio, o senhor que estava em pé vendo tudo diz :

— Achei que ele ia te matar.

— Eu também. – Responde Deker bufando.

— Calma, meu filho. – Diz uma senhora de cabelo escuro com alguns brancos, com um sorriso calmo.

— Vó, você chegou. – Diz dando um abraço nela. –Estava com saudades.

— Eu também, meu netinho. – Comenta com um sorriso e fazendo um cafune nele. – Pedro Henrique, não vai dizer nada ?

— Tá bom, estava com saudades. – Responde bebendo suco.

— Bom, vim aqui te dar isso. – Diz dando um smartphone para Deker.

— O que é isso ? – Pergunta lingando a tela do aparelho. – É um Myphone oito.

— Sim, é para você. – Responde com um sorriso. – Ikaros, ,mando te entregar.

O telefone começa a tocar, escrito : “Fabi”. Ele fica olhando para tela e diz :

— Agora, fudeu. – Comenta atendendo. – Fala, meu amor.

— Meu amor é o caralho, cadê você ? — Pergunta num tom frio e ameaçador.

— Eu estou junto com vô, vó, família da Mia e May. – Responde com medo.

— Então, quem é essa May ? – Questiona fingindo que não sabia de nada.

— Você já sabe de tudo ? – Retruca cabisbaixo.

— O que você acha ? – Reponde com ironia.

— Quem te contou ?

— Seu tio e o Ikaros.

— Porra, que legal. – Comenta irritado.

— Mas, você podia passar o telefone para essa tal de May ? Quero fala com ela.

Deker se vira e vê que ela estava cochilando de leve. Ele chega perto dela e diz :

— May, acorda. – Fala sacudindo de leve seu corpo.

— Oi ? O que houve mestre ? — Questiona sonolenta.

— Minha mãe quer falar com você. –Reponde dando o telefone para ela.

— Está bem, Mestre. – Responde com um sorriso e pegando o smartphone. – Alô, quem é ?

— Sou Fabiana, mãe do Deker. – Se apresenta com simpatia.

— Eu sou May, serva dele. – Responde feliz. – O que gostari ?

— Bom, queria pedir que cuidasse do meu filho. – Pede bem seria.

— Mas é claro, por que pediu isso ?

— Meu filho não sabe se cuidar sozinho, como fazer sua própria comida ou lavar sua roupa. – Explica rindo baixinho. – Então, gostaria que você me ajudasse em cuidar dele.

— Sim, eu vou te ajudar. – Reponde carinhosamente.

— Muito obrigado, mais uma coisa, se o meu filho fazer alguma besteira com você ou com outra pessoa. – Comenta muito seria. – Se acontecer isso, liga para mim.

— Sim, está bem.

— Bom, adeus pode passar para ele.

— Adeus, vou passar para ele. – Se despede e dando o telefone para ele. – Aqui, mestre.

— Oi, mãe.

— Bom filho, eu sei que você está bem ai. – Comenta calma. – Espero que não faça besteira.

— Nunca, vou fazer isso. – Diz cabisbaixo.

— Bom, tchau.

— Tchau, beijos. – Se despede desligando a ligação.

Deker vê May muito sonolenta e pensa :

— Acho que devo levar May para casa dormir.

— Também acho, ela passou por muita coisa. – Comenta Oramasa.

— É verdade. Concorda muito pensativo.

O garoto respira fundo e coloca mão no ombro dela e diz :

— May, vamos para casa. – Diz puxando ela.

— Sim, mestre.

A mulher que estava no seu lado diz :

— Você vai ficar. – Ordena rigidamente.

— Ei Thais, deixa ela ir. – Retruca Lency com um olhar frio. – Ele é mestre dela.

— Muito obrigado, senhor Lency. – Agradece sorrindo e coçando a cabeça.

— Parece que sua família é bem forte nos anjos. – Comenta sorrindo sadicamente.

— O que você disse ?

— Nada.

— Estamos indo. – Se despede puxando May pelo braço. – Ae, diga para senhor Ikaros que fui embora.

— Adeus, pessoal.

Os dois saem do local. Depois de chegar na rua, Deker olha para o céu todo fechado, então May diz :

— Acho que é melhor a gente ir a pé. – Sugere um pouco estranha. – Por que estou um pouco cansada.

— Se quiser eu te levo no colo. – Comenta com um sorriso mas vê as nuvens com alguns clarões. – Acho melhor não.

Os dois saem andando pelas ruas, então um raio, May fica assustada e abraça ele com muita força. Deker surpreso pergunta :

— O que houve ? – Questiona colocando seus braços envolta dela.

— Estou bem, mas tenho muito medo de raios e trovões. – Explica tremendo de medo.

Deker vê ela toda delicada e com medo e pensa :

— O que devo fazer ?

— Fala algo, o animal. – Retruca Oramasa irritado.

— Mas, o que espertão ? – Pergunta com raiva.

— Sei lá, conforta ela.

— Até que não é má ideia.

— Viu. – Se vangloria orgulhoso.

— Valeu, parceiro.

Deker faz um leve cafune nela. May fica surpresa e começa a chorar, o garoto assustado pergunta :

— O que houve ?

— Por que você me trata assim ? – Pergunta chorando.

— Assim como ?

— Como uma garota normal, desse jeito, me dando comida na mesa, me confortando, me defendendo. – Grita colocando seu rosto contra o peito dele.

— Sabe, por que faço isso ?

— Não, é uma pegadinha, você quer alimentar esse sentimento de felicidade para depois esmagar.

— Claro que não, eu faço isso porque sou seu amigo. – Retruca levantando o rosto dela um pouco e olhado nos olhos dela e beija sua testa. – Se ficar com medo hoje, pode dormir no meu quarto.

— Sim, Mestre. – Concorda enxugando suas lagrimas.

— Vamos ? – Questiona estendendo sua mão.

— Sim, claro. – Responde segurando a mão dele.

Os dois saem andando pelas ruas, Deker dá um sorriso olhando para o céu que apenas uma estrela brilhante estava amostra, ele pensa :

— Parece que as coisas vão ficar legais aqui.

Notas finais
Desculpa se tiver pontuação ou algumas palavras em lugar errado ou escrita errada. Bom, comente o que acharam.