Fallen World

7 Capítulo 7 : Sofrimentos Alheios


Notas iniciais
Mais um capítulo !! Espero que gostem, hoje os personagens que apareceram são os da Laura Leão e Mááh, em breve mais personagens aparecerão !

Boa Leitura .

Fallen World

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Capítulo 07 : Sofrimentos Alheio

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Me chamo Francis Miller, tenho 17 anos, 1,60 de altura, tenho cabelos pretos e um pouco compridos, e olhos verdes claros, e uma pela branca,possuo uma aparência meio que angelical, antes disso tudo acontecer, eu estudava na escola Tomilson na Alemanha, sim, sou alemã porém minha mãe é de Nebraska e foi para lá que ela foi quando se separou do meu pai, eu fazia parte do grupo escolar Inteligência Sociais,e sempre tirei boas notas, por isso posso ser considerada um nerd, mas não gosto muito deste termo pois não fico só focada nos estudos e não vivo mergulhada nos livros . Costumava a usar vestidos com estampa florida mas depois do apocalipse, comecei a usar shorts jeans, com uma bota e uma camisa sem alça, chega de salto altos e leitura de livros em paz a tarde, a vida agora é totalmente restrita e perigosa .

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Jonathan Miller, meu pai . Tem 38 anos, mas já possui poucos cabelos brancos em meio ao seus cabelos , castanhos, quando minha mãe se separou dele, o mesmo ficou em depressão e por isso acabei escolhendo por ficar morando com ele, para que ele pudesse ficar melhor, ele é musculoso e possui 1,75 de pura gentileza, servia ao exercito da Alemanha, consegui faze-lo melhor e voltar para o trabalho, desde então, faz e fez de tudo para ver a minha felicidade, sempre no inicio do mês, vou para Nebraska ficar umas duas semanas com minha mãe, eu realmente não gosto muito dela, mas sou obrigada a ficar com Laura . Eu e meu pai, temos uma casa em Nebraska e as vezes ele vem comigo, não consegue ficar longe de mim, é como se eu fosse a essência da vida dele . Nesse dia, ele veio comigo, não demorou muito para sairmos do aeroporto, pegamos um táxi e partimos em direção a nossa casa em já em Nebraska, pela noite, as ruas estavam engarrafadas com os carros, barulhos de buzinas eram constantes e não entendiamos nada, até que com meus próprios olhos, vi algo parecido com uma pessoa, mordendo um pobre guarda de trânsito, o meu pai também presenciou aquilo, e ao ver tal cena, pegou na minha mão, pagou o táxi e saímos do veículo, nós corremos e enquanto eu corria, escutava gritos e mais gritos, conseguimos chegar na nossa casa, lá acendemos várias velas, perguntei ao meu pai o que havia acontecido e ele respondeu afirmando que o nossa vizinho falou que por incrível que pareça, o mundo estava desmoronando, mortos voltavam a vida e acabavam mordendo os vivos .

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– Então, o que vamos fazer ? — Perguntei ao meu pai enquanto eu comia um enlatado e o mesmo me observava .

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– Vamos atrás de sua mãe pela manhã . — Respondeu ele sentando na cadeira e colocando sua mão sobre a minha a apertando a mesma dando um suspiro .

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– Não se preocupe, ficaremos bem . — Completou ele .

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De manhã, saímos bem cedinho em direção a casa da minha mãe que ficava bem próxima a do meu pai, ele queria estar perto se algo acontecesse, ao abrir a porta da nossa casa, me deparei com um homem caminhando lentamente e bisonhamente na calçada do outro lado da rua, meu pai aproximou-se e tampou, por algum motivo, o meu olho, ele fechou a porta e continuamos andando, ele tinha uma arma em mãos, já que ele servia ao exército tinha autorização e o registro para poder ter posse daquela coisa, mas isso pouco importa agora . Chegamos na casa da minha mãe, ela morava sozinha, minha avó já tinha falecido a muito tempo, meu pai arrombou a porta que estava fechada, entramos, estava bastante silencioso, olhei na sala não tinha ninguém, meu pai foi na cozinha, enquanto que eu olhei no quarto dela, vi a cama vazia, comecei a estranhar a situação, mas senti um cheiro forte, andei um pouco pelo quarto e, ao lado da cama, estava lá, o corpo de Laura Miller, a minha mãe . Ao lado do seu corpo no chão, havia um faca toda ensanguentada, e seu coração perfurado, comecei a chorar e gritei .

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– Paaaaaaai !

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Ele correu rapidamente entrou no quarto e viu o corpo de sua ex-esposa, ele me abraçou e tentou me consolar, e me enganar dizendo que alguém deve ter entrado e matado ela, rapidamente interrompi :

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– Não ! Será que é tão difícil de perceber ? Ela se matou, não aguentou o fato do mundo ter acabado ! — Gritei chorando completando em seguida :
\n- Eu falava que não gostava dela, mas .. no fundo eu a amava sabe .. ela é minha mãe !

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– Calma querida .. — Tentou me acalmar .

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Depois de alguns minutos fiquei sentada na sala, tomando água para conter meus nervos, meu pai ficou pegando as comidas e tudo que tinha no armário e na geladeira, escutei um barulho, ainda que bastante baixo, vinha na direção do quarto dela, andejei vagarosamente e cautelosa, dos meus olhos, as lágrimas continuavam a escorrer . Ao entrar no cômodo, me deparei com minha mãe viva .. ou quase viva, ela tinha se tornado um errante e veio na minha direção, deixei o copo cair e se quebrar no chão, fiquei paralisada, meu pai correu ao ouvir o barulho e chegou a tempo, dando um tiro fazendo ela cair no chão . Ele me pegou e corremos, deixou de lado os mantimentos e tudo que tinha pego, acho que estava com medo de que o barulho do tiro atraísse mais errantes . Enquanto corríamos meu pai viu um walkers aparentemente era uma adolescente, ela caminhava bem devagar, estava bastante ferida, meu pai correu ficou na frente da mesma e apontou a arma mas de alguma forma o errante disse :

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– Me ajude.. por favor ! — Desmaiou em seguida, meu pai deduziu que ela não era um errante, mas estava bastante machucada e ferida, e aparentemente fraca e cansada, ele a pegou nos braços e disse :

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– Vamos !

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Chegamos em casa, ele a colocou na cama, pediu para eu molhar um pano, fiz o que ele pediu, ele começou a limpar a garota, e seus ferimentos ficaram visíveis, ela não tinha sido mordida . Ele buscou no armário remédios e curativos, mas não encontrou nada, até que ele deu um longo suspiro e disse :

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– Acha que pode ficar aqui, com ela ? Consegue ficar sozinha por alguns instantes ?

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– É claro, mesmo estando um pouco chocada, acho que consigo, esqueceu que sei usar isso aqui ? — Respondi apontando para minha cabeça e completei em seguida :

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– Mas ... para onde o senhor vai ?

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– Irei ver se a farmácia não foi saqueada, essa jovem precisa de cuidados não deixarei ela morrer tão cedo . — Ok .. mas pai, vê se não demora tá ? — Respondi .

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Ele sinalizou com a cabeça um sim, e foi embora, a farmácia era no centro, ele chegou lá, mas em frente dela havia vários errantes, e sua arma não daria conta de tudo .

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– Droga ! — Cochichou ele se abaixando para não chamar atenção, deu a volta e se deparou com um homem com uma mochila o mesmo ficou apontando a arma para o meu pai, colocou as mãos na cabeça e disse :

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– Se você atirar em mim, aqueles errantes irão nos matar . — Indagou meu pai não tendo resposta do homem.

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– Escuta, eu não quero nada, então vou sair ok ?- Falou papai, abaixando rapidamente a mão a qual a arma estava e atirando no pé do homem que gritou e deixou a bolsa cair no chão, meu pai pegou a mochila e correu, os errantes escultaram os disparos e se aproximavam do homem caído, enquanto corria, meu pai olhou para trás sentiu pena do pobre homem, ele não acreditou no que fez .

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Chegou em casa, já de noite, colocou a mochila sobre a cadeira eu abri rapidamente e nela tinha comidas e remédios . Como não íamos a muito tempo para a casa em Nebraska, a geladeira estava vazia, comemorei os mantimentos e perguntei como ele conseguiu, ele não respondeu, sua respiração estava arfante, e suava bastante, fui na garota e vi que ela estava ardendo em febre ...

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Notas finais
Se tiver algo estranho parecido com //n// creio que deu alguma coisa no Nyah que fez isso, então não é normal !