Quando chegamos no Central Park, um vento frio me deixou arrepiada. Olhei em volta. Não havia nenhum demônio por perto. Na verdade eu nem sabia como um demônio parecia, então podia ser qualquer coisa. Entramos mais no parque. Olheipara uma árvore, em qual estava um monstro enorme com três filas de dentes e quatro braços. Ele desceu da árvore e veio em nossa direção. Não tinha certeza, mas por alguma razão, eu tinha a impressão de que aquilo era o demônio. Jace pegou uma espada enorme na mão e correu em direção à Abbadon. Alec fez o mesmo. Isabell pegou um chicote comprido e preto e atacou o monstro com este. Fiquei fascinada com o jeito que os três se moviam. Pareciam vampiros, pois eram graciosos e rápidos ao mesmo tempo. O demônio pegou Jace e o jogou metros pelo parque. Isabell pegou o chicote e bateu ele nas costas de Abbadon. Esse deu um grito agudo e olhou com ódio para Isabell. Com uma de suas mãos ele enviou a sua garra no peito da garota. Rapidamente Alec pulou em cima dele e enviou sua espada em suas costas. De novo o demônio gritou e tirou a garra do corpo de Isabell. Essa caiu no chão e não parecia que ela ia levantar de novo. Alec também não conseguiu matar Abbadon, porque esse o pagou com toda força, jogou a sua espada para longe, na minha frente, e o apertou com tanta força contra o chão, que Alec mal conseguia respirar. Senti-me culpada, porque era a única que podia ajudá-lo, mas não tinha coragem. Respirei fundo. Eu tinha que fazer isso. Peguei a espada e corri até Abbadon e Alec, que já não se movia mais. Enfiei a espada no peito do demônio. Esse me olhou. Olhou para a espada. Pegou ela, e a tirou de seu peito. Ele saiu de cima de Alec e foi em minha direção. Ai não! Corri o mais rápido que podia, mas Abbadon pulou por cima de mim e pousou em minha frente. Ele esticou duas mãos e enfiou suas garras em meu ombro. Gritei de dor. Mas não por causa das garras. Ele soltava um líquido, que parecia me queimar por dentro. Caí no ch Quando chegamos no Central Park, um vento frio me deixou arrepiada. Olhei em volta. Não havia nenhum demônio por perto. Na verdade eu nem sabia como um demônio parecia, então podia ser qualquer coisa. Entramos mais no parque. Olheipara uma árvore, em qual estava um monstro enorme com três filas de dentes e quatro braços. Ele desceu da árvore e veio em nossa direção. Não tinha certeza, mas por alguma razão, eu tinha a impressão de que aquilo era o demônio. Jace pegou uma espada enorme na mão e correu em direção à Abbadon. Alec fez o mesmo. Isabell pegou um chicote comprido e preto e atacou o monstro com este. Fiquei fascinada com o jeito que os três se moviam. Pareciam vampiros, pois eram graciosos e rápidos ao mesmo tempo.O demônio pegou Jace e o jogou metros pelo parque. Isabell pegou o chicote e bateu ele nas costas de Abbadon. Esse deu um grito agudo e olhou com ódio para Isabell. Com uma de suas mãos ele enviou a sua garra no peito da garota. Rapidamente Alec pulou em cima dele e enviou sua espada em suas costas. De novo o demônio gritou e tirou a garra do corpo de Isabell. Essa caiu no chão e não parecia que ela ia levantar de novo.Alec também não conseguiu matar Abbadon, porque esse o pagou com toda força, jogou a sua espada para longe, na minha frente, e o apertou com tanta força contra o chão, que Alec mal conseguia respirar. Senti-me culpada, porque era a única que podia ajudá-lo, mas não tinha coragem. Respirei fundo. Eu tinha que fazer isso. Peguei a espada e corri até Abbadon e Alec, que já não se movia mais. Enfiei a espada no peito do demônio. Esse me olhou. Olhou para a espada. Pegou ela, e a tirou de seu peito. Ele saiu de cima de Alec e foi em minha direção. Ai não! Corri o mais rápido que podia, mas Abbadon pulou por cima de mim e pousou em minha frente. Ele esticou duas mãos e enfiou suas garras em meu ombro. Gritei de dor. Mas não por causa das garras. Ele soltava um líquido, que parecia me queimar por dentro.

As minhas pernas enfraqueceram e caí. A dor era insuportável. E de novo, pela segunda vez em dois dias, desmaiei.

Acordei numa sala toda decorada em branco. A cama em qual eu estava, parecia com camas de um hospital. Essa sala devia ser o hospital do instituto. Sentei-me na cama e olhei para a janela. Eu queria ter certeza de que ainda estava em Nova Iorque. E estava.