Notas iniciais
SEXO, SEXO, SEXOOOOO! Chamei a atenção de vocês? ¬u¬ Obrigada! Quero que leiam aqui com atenção antes de ir para o capítulo, por favor? Bem, nem preciso dizer que faz séculos, tipo quase uns seis meses sem postar FTAVH, né? Massssss, agora voltei (dessa vez é sério T^T). Tanto é que, vou postar dois capítulos de uma vez. Gente, muitos de vocês vão reclamar por que demorei e que não lembram mais nada da história, e que terão que ler de novo... Mas se isso for possível, façam! Não desistam, por favor! Peço perdão de novo pela demora! O negócio é que essa fic é realmente meio complicada de entender... e_e' Mas, estou postando dois capítulos um atrás do outro, por que fazer tudo num só ia ficar grande demais. No próximo, que todos os mistérios são "revelados". Então depois disso só vai ter um capítulo explicativo e o epílogo. Também não respondi os comentários, por que sou demente mesmo, mas saibam que li e amei todos! E vou respondê-los! MAIS UMA COISA! QUERO DEDICAR ESSES CAPÍTULOS A CAAH_DRAGNEEL E AO UDON! Meus dois grandes amigos que me perturbaram todos esses meses para postar, me ameaçaram de morte e tudo D: Obrigada aos dois, também grandes escritores. Sem vocês, teria demorado bem mais S2. AMO VOCÊS! Ps. Em falar nisso, pessoal, deem uma chegadinha no perfil deles ¬u¬ Existem fanfics interessantíssimas lá ¬u¬ (sim, eu sou fã e divulgo '3') AGORAAAAAAA, peço que depois de ler esse capítulo, sigam direto para o segundo, onde não terão notas do autor... Apenas notas finais. Nos vemos lá em baixo no próximo, okay? Avisem-me de eventuais erros. BOA LEITURA!!

Tudo a nossa frente explode em dourado e negro.

Igneel luta bravamente contra Acnologia, com movimentos tão rápidos que apenas o que conseguimos ver é uma dança de cores no céu. Depois do impacto brutal, as cores se mesclam, finalmente entrando em harmonia antes de desaparecer completamente, como se nunca tivessem existido.

É demais até para nosso mago mais forte.

O que podemos fazer é apenas observar, mas estando a postos caso seja necessário uma intervenção. Mesmo eu sabendo que a probabilidade de atrapalharmos mais que ajudarmos é alta.

Não somos absolutamente nada comparado a esses seres. E se tem uma coisa que sempre me perguntei, é o porquê de sua existência. Se pararmos para pensar, eles são muito mais que criaturas fascinantes e imponentes. São esplendorosos. São deuses.

Mas que mesmo assim, tem sentimentos tão humanos. Acnologia com sede de poder, almejando ser o mais poderoso dentre todos da sua espécie, não medindo as consequências de seus atos para alcançar seu objetivo. Sabemos que o Dragão Negro já fui humano um dia... Mas e o Dragão do Fogo? Criou um garoto humano como seu filho e hoje luta por ele e por sua raça. Como já fez uma vez.

O mundo é completamente maluco e paradoxo. Enquanto os humanos destroem a si mesmos, outra espécie batalha por eles.

– Igneel... Pai... – Natsu chora em minha frente.

Provavelmente ainda não tendo raciocinado direito, já que balbucia incansavelmente e o olha maravilhado, perdendo a noção do tempo e da gravidade da situação. Sinto vontade de abraçá-lo, mas não posso me mover. Ainda concentrada em Chronos, sinto minha magia se esvair cada vez mais rápido. Esforço-me, tento deixar o portal o mais aberto possível, mas é em vão. Ele já está sugando minha magia da Second Origin que a qualquer momento pode se esgotar. Vai acabar fechando a qualquer momento.

Olho para os lados, forçando minha mente a agir de alguma maneira. Grande parte dos nossos problemas sumiram quando os outros dragões foram sugados por Chronos, mas Acnologia ainda está aqui. E eu não sei se é pior lidar com milhares mais fracos ou com apenas um, sendo que este é o mais forte e poderoso dentre todos eles.

Acredito que Igneel não seja páreo. Não sozinho.

Preciso pensar, preciso agir. Fazer alguma coisa de modo que não atrapalhe, a última coisa que quero é precisar ser protegida ou proteger alguém.

Um rugido que já conhecemos bem se sobressai de qualquer barulho, estrondoso e assustador. Todos olham para o céu quando observamos as duas magias se repelirem no ar e em seguida um dos dois parece estar caindo. Aquela massa negra vem se aproximando do solo cada vez mais rápido, numa velocidade extraordinária. Olhamos incrédulos para a cena, sem acreditar que isso seja mesmo possível.

Não acredito, Acnologia está caindo?

O contorno do Dragão Negro vai ganhando mais nitidez à medida que cai e conseguimos focar melhor nossa visão. Suas asas estão voltadas para trás, como se aquilo fosse uma forma de pegar impulso, o que não condiz com sua aparente derrota. Porém o que mais me intriga é que no segundo seguinte, Igneel toma a mesma postura, com um impulso de suas chamas que deixam um rastro dourado e de fumaça no ar.

Então a ficha cai.

Não... Pode ser.

Meu coração vacila e meu corpo treme. Sinto o portal se fechar consideravelmente, mas o pânico crescente que vem do fundo de meu âmago é o que sinto de mais concreto agora. Olho desesperada para o prédio da Guilda, onde todos os magos se abrigam e olham para o céu, com a falta de qualquer cobertura ou telhado. Ninguém parece perceber, até que vejo Gildarts e Makarov abrirem a boca, ameaçando um grito e arregalando os olhos. Mas eu o faço primeiro.

– SAIAM DAÍ AGORA!

A intenção de Acnologia é atingir o prédio da Fairy Tail em cheio. Ele nunca seria derrotado tão facilmente. E sei que Igneel não chegará a tempo de impedir o impacto.

No segundo seguinte, começa o desespero. Gildarts continua em sua posição quando num feixe de luz, o Mestre consegue afastar praticamente todos de perto do prédio. Os dois sabem exatamente o que tem que proteger de Acnologia, antes mesmo de ele aparecer. Ezra, Laxus e praticamente todos os Dragon Slayers correm até os dois, tentando ao máximo proteger a Guilda depois que se dão conta da real situação, mesmo sendo ordenados a ficar longe e ajudar a proteger os outros magos que já estão em grupo o mais distante possível.

Ele está mais perto. Mais rápido...

Agora... não consigo me mexer. Nem se eu tentasse, poderia. Meu corpo está paralisado, é como se eu e Chronos fossemos uma só coisa.

Vejo Natsu se erguer, parecendo bastante determinado. Estamos praticamente em frente ao prédio, o impacto nos atingirá também. Mas ao invés de se juntar aos outros, ele se agacha em minha frente e me cobre com seu corpo, exatamente no instante em que Acnologia colide com o prédio da Guilda.

Não deu para enxergar ou ouvir nada depois disso, pois a onda do impacto da explosão nos deixou surdos e levantou destroços num raio incrivelmente grande. Ainda contornada nos braços de Natsu, senti minha pele quente, lambida em chamas alaranjadas. A poeira formou um nevoeiro em seguida e quando pude enxergar novamente, ainda havia resquícios do fogo em nossos corpos.

Um silêncio tenso pairou no ar. Só consigo ouvir minha respiração e o ofego de Natsu em meus ouvidos. Ele preferiu proteger a mim a Guilda. Sinto vontade de chorar, por que não sei se isso foi certo.

Mas quando abro a boca para falar, minha voz desaparece.

A poeira finalmente é dissipada, restando apenas leves redemoinhos perto do solo. Meus olhos primeiro captam botas negras firmemente fixadas ao chão. A indiscutível capa negra com detalhes em dourado flutuava ao vento. Seus cabelos negros encobriam seus tristes olhos vermelhos e opacos, que combinam perfeitamente com sua face de quem está perdido em si mesmo.

Zeref, o Mago Negro.

Estou longe demais para ouvir o que ele balbuciou ao olhar em nossa direção, mas tenho a mais absoluta certeza de que Natsu ouviu quando seus músculos se retesaram ao redor de mim. Com um pouco de esforço, consegui ler de seus lábios algo como “Ainda não, Natsu”. E então lágrimas caem de seus olhos quando ele direciona o rosto para cima, de onde Igneel cai, dessa vez de verdade.

– Desculpe, Lucy. – Diz ele antes de se por a correr, deixando-me sozinha ao ir atrás do pai.

Happy, também bastante machucado, surge magicamente no ar, carregando seu parceiro pelas costas enquanto voam atrás do Dragão que se choca com o solo mais ao longe, parecendo estar realmente ferido.

Desvio o olhar novamente e me deparo com os todos os magos que tentaram proteger a Guilda no chão, feridos e com as magias quase esgotadas. O prédio agora não é nada mais que destroços, com um buraco no centro mostrando o caminho para o porão.

Onde está algo que eu jamais imaginei ver.

Agora tudo faz sentido. Desde o início. Até mesmo antes de fazer parte da Guilda. Observo de olhos arregalados o motivo pelo qual os Mestres da Fairy Tail protegeram piamente o lugar que é mais que nossa casa.

Adormecida em volta de um esplendoroso cristal azulado, o pequeno e frágil corpo flutua num vácuo luminoso. A mestra fundadora, a Primeira, Mavis Vermilion, estava a todo esse tempo, com seu corpo selado em algum tipo de magia. O que nos leva a crer que ela nunca fora um fantasma.

Esteve viva todos esses anos.

Não sei se todos estão machucados ou surpresos demais para esboçar qualquer reação que não espanto. Parecemos animais ferozes feridos, se esquivando com suas últimas forças na tentativa de superar a iminência de perigo.

Mas do jeito que estamos agora, se ninguém deter dois dos seres mais perigosos do mundo da magia, será não apenas nosso fim, mas o fim de tudo.

“Menina Lucy.”

Minha alma parece vibrar quando ouço uma voz imponente ecoar dentro da minha cabeça. Fito o vazio, achando estar louca até que ouço mais uma vez:

“Não é o fim”.

– Quem... é? – balbucio, com os lábios ressequidos. Sinto-me cada vez mais fraca. Não aguentarei por muito tempo.

“Temos que impedir Zeref. Mavis Vermilion não deve despertar em carne. Natsu ainda não pode saber sobre a Lumen Histoire."

Igneel?, pergunto mentalmente, sabendo exatamente que estou certa. Nunca o tinha visto além de hoje, muito menos ouvido sua voz, mas sei que é ele que conversa comigo, enquanto Natsu tenta ajudá-lo desesperadamente mais ou longe. Eu posso ouvir seus gritos.

“Há quanto tempo, Layla”, diz de modo afável em resposta, causando-me certa confusão e espanto.

Minha mãe está morta. Eu sou Lucy, sua filha.

“Mas Layla vive mais do que nunca em você agora”, diz ele. “Olhe para cima, você trouxe sua mãe de volta a este mundo, mesmo que temporariamente. Layla uma vez acabou com uma guerra, e agora a história se repete.”

Meu coração passa a bater descompassado com sua palavras. Engulo em seco, mesmo não precisando falar oralmente.

Está dizendo que minha mãe... É Chronos?

“Ela vive nele agora. Foi sua última magia, aquela que tirou sua vida corpórea.”

Aperto os olhos, sentindo uma dor física. As lágrimas saem ardidas e meu choro silencioso faz com que minha garganta queime. Minha mãe morreu conjurando uma magia que salvou vidas. E agora, mais uma vez, ela está o fazendo de novo. E mesmo que isso a tenha levado a morte, sinto um enorme orgulho. Mamãe cumpriu sua missão.

“E agora você tem que cumprir a sua, menina Lucy”, completa Igneel, lendo meus pensamentos.

De repente o ar fica sobrecarregado, atraindo minha atenção de volta aos destroços do que já foi uma Guilda. Acnologia parece querer atacar Zeref, o que desfaz a ideia de que os dois são aliados. O Mago Negro, sem nem mesmo mexer um músculo sequer, paralisa o Dragão completamente, neutralizando qualquer ataque que este venha a tentar. E virando-se a passos lentos, caminha em direção ao brilho do lácrima que ofusca em meio a poeira. O dois Mestres da Fairy Tail se põem na frente, formando um escudo a fim de proteger a Luz das Fadas da Escuridão da Magia obscura. Mas apenas com um gesto de sua mãe esquerda, Zeref abre caminho, jogando-os longe brutalmente.

Parecendo estar em transe, fica fascinado ao tocar o cristal onde habita o corpo adormecido de Mavis.

Ao balbuciar uma língua estranha, estranhamente o brilho agita-se de uma forma desordenada, com feixes individuais.

Ele está despertando Mavis? De alguma forma, sei que isso não é bom.

“Menina Lucy, não tenho muito tempo”, a voz de Igneel retorna, mas ele parece ter falado algumas vezes antes de eu conseguir ouvi-la realmente. “Luz e Escuridão se torna Escuridão, e agora a Sombra não está preparada para seguir a Luz.”

Não entendi o que ele quis dizer com isso, mas não deixo de sentir meu estômago se revirar. Não sei se é efeito da minha magia chegando ao fim ou do ar denso, carregado de algo que parece entrar em meus poros, levando-me ao desespero. O espírito da Primeira não aparece faz algum tempo e acho que se ela esteve a todo aquele tempo ali, certamente não foi para ser achada por Zeref. E sim para ser protegida dele.

“Natsu não pode saber sobre a Lumen Histoire.”

O que Natsu tem a ver com isso?, pergunto de modo assustado.

“Infelizmente, não há tempo para explicar. Agora, pergunto, está disposta a cumprir sua missão?”

Fico sem reação diante de suas palavras. E não consigo evitar que minhas memórias se voltem automaticamente para a época em que essa mesma pergunta me foi feita.

“– Mamãe, mamãe! O passarinho caiu! – Gritava eu desesperadamente pelo jardim, correndo até minha mãe que descansava à sombra lendo um livro.

Eu tinha cinco anos de idade. Ela me parecia tão abatida naquele dia, perdida na leitura a qual não recordo o nome da obra. Mas sempre que eu chegava até ela, seu sorriso era encantador. Mamãe nunca parecia triste comigo por perto. Hoje sei que em sua mente se passava todo um futuro e um passado que aparentemente nunca ocorreu. Mas que tiraria sua vida.

– O que foi, querida? – Se desfez do livro rapidamente, abrindo os braços onde me joguei com lágrimas nos olhos. – Está ferida? Se machucou?

Funguei e cocei os olhos.

– Não eu, mas o passarinho... – Estendi minhas mãos abertas, revelando um pequeno pássaro que havia achado enquanto brincava no bosque. Ele tinha uma penugem esverdeada e macia, e estava caído sobre a grama parecendo estar ferido, mesmo não tendo nada aparente.

– Oh! – Mamãe exibiu doçura no olhar. – Que triste, meu bem. Ele provavelmente caiu do ninho.

– Então o que faremos? – Perguntei aflita.

– Apenas a mãe dele poderá cuidá-lo. Venha, vamos achar o ninho.

Eu ainda segurava o passarinho com as duas mãos abertas, com medo e machucá-lo ainda mais. E mamãe acariciava minha cabeça enquanto eu a guiava até o local onde eu o achara.

– Foi aqui. – Apontei quando chegamos.

Ela analisou o local e olhou para cima, tamborilando o dedo indicador no queixo de modo fofo. Até que bate as mãos de repente, animada.

– Achei! Olha ali, está vendo? – Se agachou ao meu lado, mostrando-me que mais em cima na árvore havia um ninho, onde outros passarinhos dormiam calmamente. – Esse foi travesso e acabou caindo.

– Temos que colocá-lo de volta. – disse eu, mas quando olhei para o lado, ela estava a alguns passos de mim. – Mamãe?

– Desculpe, querida. – Exibiu um sorriso sem graça, em seguida fazendo bico. – Mamãe tem medo de altura, então acho que terá que fazer isso sozinha.

– Mas...

Ela balançou a cabeça.

– Sei que você é forte e corajosa o suficiente para isso. Existem coisas na vida, até mesmo coisas injustas, que não podemos nos esconder. E nossa única opção é lutar. – Lembro que nesse momento, a luz do sol penetrou o local onde estava, fazendo com que ela parecesse um anjo. – Agora, pergunto: Está disposta a cumprir sua missão?”

Hoje vejo que desde o início, Mamãe me preparou para este dia. Ela sempre soube, até de sua própria morte. Não posso sequer pensar em fugir disso. E se for para proteger aqueles que amo, passaria por tudo de novo um milhão de vezes.

Eu irei fazer isso, declaro com convicção. Mas preciso de suas últimas forças, Igneel, Senhor de todos os Dragões do Fogo. Assim como no passado, sua força nos é necessária.

Mesmo que não possa ver sua expressão, sinto como se ele estivesse sorrindo.

“Eu sempre acreditarei na raça humana. Existe alguém além de mim, que me fez ver o quão os humanos são a salvação, mesmo sendo a desgraça deste mundo”, sua fala expressa admiração, que muda rapidamente para um tom de consolo. “Mas agora sabe o caminho ao qual Chronos leva. E mesmo que seja por um bem maior, sinto muito pelo o que o Destino te escolheu.”

Aquiesço com sua palavras, tornando a sorrir.

Não foi o Destino que me escolheu...

Meus músculos doem terrivelmente quando me agarro à força espiritual para me erguer do chão. Meu corpo treme em espasmos que quase me fazem voltar a cair. Porém, nem toda a dor do mundo vai me derrubar agora.

EU QUE ESCOLHI O DESTINO!

Igneel agiu rápido demais para que eu conseguisse ver a reações daqueles ao redor. Numa extrema velocidade, o grande Dragão Vermelho veio até mim. Sentindo-me mais forte, saltei com sua ajuda, aterrissando em suas escamas ásperas.

– Menina Lucy. – Sua voz era ainda mais grave pessoalmente, e parte de mim ainda não conseguia acreditar que estava voando de carona nas costas de um Dragão. Falava de modo apressado, porém calmo: – Temos que agir rapidamente. Zeref é o único que pode derrotar Acnologia, a besta que ele mesmo criou. Porém, ninguém é capaz de derrotar o Mago Negro. Não agora.

Enquanto ele subia cada vez mais, olhei para baixo, podendo ouvir o eco da voz de Natsu. Até que me recordei do que ele dissera:

– Você fala do Natsu?

– Sim. Seu passado esquecido pode ser a salvação ou destruição total de Zeref. Um tem poder sobre o outro.

Abri a boca para questionar o que isso realmente significa, quando me dou conta de que esse não é o momento. Provavelmente nunca saberei, mas se houver uma forma de ajudar, estou aqui para isso:

– Então o que faremos?

O vento que batia fortemente em meu rosto cessou quando ele pairou no ar, voltado em uma posição aerodinâmica estratégica para chegar ao solo com força total. Percebi que mesmo tendo subido tão alto, ainda estávamos longe de Chronos, que se fecha cada vez mais. Não conseguia ver nada através dele além de um grande espiral roxo e negro.

– Chronos apenas se fechará quando Acnologia atravessá-lo. A única maneira de acabarmos com tudo isso é fazendo com que Zeref vá junto.

Arregalo os olhos.

– E como faremos isso?

Igneel me olha de canto, inclinando a cabeça em minha direção. Suas íris ficaram finas como as de um lagarto, com seus olhos verdes brilhando de modo ameaçador.

Mas suas palavras saíram tristes, antes de começarmos a descer na velocidade da luz:

– Temos que destruir o corpo mortal de Mavis.