Fairy Tail - Legends
2 A primeira missão
Depois de toda aquela confusão, Lucy conseguiu conhecer um pouquinho de cada membro da Fairy Tail. Mal havia chegado na guilda e já sentia como se fizesse parte dela desde sempre.
Lucy havia conseguido alugar um apartamento de seu agrado por apenas 70,000 jewels. Era difícil conseguir um lugar confortável por um preço tão pequeno como esse. Lucy se sentia realizada.
–Eu vou te matar — dizia o menino. Por quê eu não conseguia sentir medo? Eu não sei... Tudo o que sei, é que aquele menino trouxe o caos para Fiore. Aquele menino matou minha mãe...
–Êi Natsu, a Lucy fala enquanto dorme — uma voz familiar me despertou.
–Happy? Natsu?! O que diabos vocês fazem aqui? — perguntou Lucy levantando como se acabasse de levar um balde de água fria no rosto.
–Ora estamos te visitando — disse Natsu.
–Aye.
–Como entraram aqui?
–Pela janela -disse Happy — Já que você não abria a porta.
–E isso lá é desculpa para invadir a casa dos outros? — pensou Lucy. — Bem já estava na hora de eu acordar mesmo — disse Lucy passando a mão no cabelo.
Depois de Lucy ter se arrumado, serviu um chá para os dois.
–E então Lucy, qual é a sua magia? — perguntou Natsu.
–Eu sou uma maga celestial. — disse Lucy. — Ah, é verdade... Eu ainda não fiz contrato com o espírito celestial que eu comprei — disse Lucy — Querem ver como se faz contrato com um espírito celestial?
–Sim — disse Natsu animado
–Aye! — disse Happy do mesmo jeito.
–Esperem um minuto, eu vou buscar a chave — disse Lucy.
–Será que vai ter sangue? — perguntou Natsu para Happy.
–Provavelmente sim... Será que vamos ser cumplices de um assassinato? — perguntou Happy para Natsu.
–Acho que não, deve ser algum tipo de ritual demoníaco. — disse Natsu.
–O que vocês pensam que eu sou? — pensou Lucy. — Bem, então vamos lá — disse Lucy — Abra-te portão do cãozinho. — Em instantes uma figura pequenina apareceu em meio à fumaça que se dá após abrir o portão de um espírito celestial.
Natsu e Happy olhavam com atenção. Até virem um ser pequeno que tremia, e não identificado perto da Lucy.
–O que é isso? — perguntou Natsu.
–É um cachorrinho — disse Lucy corada — Fofo, não?
–Er... Isso não parece um cachorro. — disse Natsu.
–Aye — concordou Happy.
–Claro que parece — discutiu Lucy. — E então eu te invoco nas segundas? — perguntou Lucy voltando sua atenção para o "cachorrinho", que fez sim com a cabeça. — E nas quartas? — disse Lucy anotando em sua agenda, o cachorrinho fez que sim com a cabeça. — Contrato feito — disse Lucy animada. — Eu vou te chamar de Plue — disse Lucy apertando Plue em seus braços.
Natsu e Happy apenas olhavam desinteressados.
–E é assim que se faz contrato com um espírito celestial — concluiu Lucy.
–Incrível — disseram Natsu e Happy juntos, num tom irônico.
–Pelo menos disfarcem... — pensou Lucy irritada. — E você Natsu... Qual é a sua magia?
–Fogo — disse Natsu mostrando para Lucy uma de suas mãos, que estava em chamas. — Chamas... Pareciam as mesmas chamas que consumiam a cidade. Aquele calor insuportável...- pensou Lucy.
–Lucy? — perguntou Happy .
–Ah, oi — disse Lucy atrapalhada -Incrível Natsu — disse Lucy.
–Eu sei — exibiu Natsu.
–Natsu é um dragonslayer do fogo — disse Happy.
–Sério? Que legal... Não é fácil de se achar um dragonslayer.
–Eu sou raro — Natsu continuou a se exibir — Bom, agora a gente vai nessa, eu vim para te agradecer sobre aquela poção...
–Ah, sem problemas... Eu tenho mais um frasco dela aqui, você quer? — perguntou Lucy.
–Não vai fazer falta? — disse Natsu com os olhinhos brilhando.
–N-Não. — disse Lucy.
–Arigatô. Vamos logo para o trabalho. — disse Natsu.
–Aye. — E então eles saíram pela janela. — Não poderiam simplesmente sair pela porta? — pensou Lucy. — Falando em trabalho eu preciso escolher logo um trabalho.
Mais tarde, Lucy foi para guilda.
–Lucy — disse Mirajane — Já veio escolher um trabalho? — ela perguntou um pouco surpresa.
–Sim... — disse Lucy enquanto olhava o mural de trabalhos. -Bem eu vou pegar esse aqui — disse pegando a folha.
–Pegar as flores que só nascem no topo da montanha de Elder? Soube que esse trabalho é tranquilo -disse Mirajane sorridente.
–Acho que esse tipo de trabalho combina mais comigo — disse Lucy.
–Certo... Boa sorte.
–Arigatô. — disse Lucy enquanto saía.
Lucy já estava a caminho de Elder, era seu primeiro trabalho. Ela ainda nem o havia feito, mas já estava orgulhosa só de pensar em fazer um trabalho para guilda, e também para ganhar seu merecido dinheiro, é claro.
Fale com o autor