Fairy Tail - A nova geração.

4 A Ilha - parte final: Meio reencontro?


Notas iniciais
Bem, sem mais delongas, boa leitura e gomen pela demora.

Gavy Redfox encaminhou um grupo de mulheres que havia encontrado em uma das construções para um dos barcos que o Conselho de Magia havia enviado para resgata-las, enquanto amarrava seus longos negros e espetados em um rabo de cavalo frouxo. Alguns fios escaparam e ela os prendeu atrás da orelha.
Castiel Redfox se aproximou da irmã gêmea (Gavy).
Castiel: Você conseguiu descobrir alguma coisa antes de detonar o prédio? — Gavy ignorou-o, não só por ele ter dito que Ranyelle estava morta, mas também por estar vendo algo atrás de seu irmão gêmeo. Castiel bufou. — Será que você pode parar de me ignorar e...? — Gavy o interrompeu, segurando seu rosto e virando-o para trás. O queixo de Castiel caiu. Havia uma enorme barreira vermelha, da qual Gavy e Castiel conseguiram sentir, a partir do momento em que a notaram, que havia uma enorme quantidade de poder concentrado só naquela barreira. Eles correram até lá e pararam de frente para a mesma.
Gavy: Oh, meu Deus. Quando você se aproxima, nota que tem muito mais poder na barreira e dentro dela. — ela se aproximou mais, espantada com a quantidade de poder. A barreira tinha uma estranha coloração vermelha e, além do poder, os irmãos sentiam algo a mais emanando dela, algo que lhes causava arrepios.
Castiel: Você está sentindo essa sensação esquisita? Com vontade de se encolher e ir embora? Os arrepios?... — Castiel também se aproximou da barreira e Gavy concordou. Ela, contra a vontade de Castiel, passou um braço pela barreira. Era a mesma sensação fria e molhada de enfiar a mão em névoa muito densa.
Foi então que a ficha caiu na cabeça da morena.
Gavy: Lembrei! — ela gritou de repente, fazendo Castiel dar um pulinho de susto. — Leigh me contou algo sobre barreiras uma vez. Isso não é bem uma barreira... — ela olhou para o irmão. — É uma Aura Demoníaca. Os que são julgados inocentes pelo criador da barreira, passa direto. Mas os que são considerados, hã, "demônios" são mortos. Para aqueles que são julgados inocentes, ela tem uma tonalidade específica, que no nosso caso é vermelha carmesim. Para o resto, é ínvisivel. É uma magia muito poderosa e rara, o que significa que o mago que está controlando esta barreira é muito poderoso. — ela disse tudo sem nenhuma pausa. Castiel olhou boquiaberto para a irmã, que recuperava o fôlego. — Resumindo, é feita para matar quem for julgado como demônio pelo criador da barreira. Pelo menos, foi isso que Leigh disse. — Gavy recuperou o fôlego e deu de ombros.
Castiel: Uma curiosidade: como os "demônios" morrem? — ele perguntou, indicando aspas com a mão.
Gavy: Depende do tipo magia usada pelo mago e de sua quantidade. É uma magia muito rara, Castiel. Esse mago é muito forte, devemos tomar cuidado.
Castiel: Certo. — ele atravessou a barreira, sentindo a sensação fria e úmida de passar por uma névoa muito densa. Ele sentiu um arrepio de medo correr pelo corpo. — Vem, Gavy. Temos que descobrir se o dono dessa Aura está do nosso lado ou não. — Gavy passou também e os dois seguiram até a entrada do único e enorme prédio que havia lá, e que estava desabando aos poucos.

Eliza olhou para a menina que a encarava.
Aquela não podia ser... Mas era.
Ranyelle Fernades Scarlet.
Mas a garota estava diferente. Não só nos sentimentos e no modo de pensar, mas na aparência também.
Estava mais fria e calculista. Não demonstrava medo ou tristeza, e sim coragem e auto-confiança. A única coisa que ela pensava agora era em se vingar e logo depois sair daquele lugar. Ela já havia conversado com Eliza e a mulher dissera que sua irmã era diretora de uma escola de magia, e que Ranyelle poderia teletransportar todas para lá.
Bem, pelo menos Eliza achava que era Ranyelle.
Os longos cabelos vermelho carmesim da garota ficaram prateados, e seus olhos azuis ficaram vermelho como sangue, com rajadas negras e pupilas de gato, belos e assustadores. Ela também ficara mais alta.
Isso tudo conteceu do nada.
Ranyelle simplesmente descobriu o poder dentro de si e, de repente, uma luz vermelha emergiu da menina, se abrindo rapidamente e virando a grande Aura Demoníaca que estava lá fora. Os morcegos surgiram e a rodearam, seus cabelos ficaram prateados. Seus olhos estavam fechados. Os morcegos grudaram nela, fazendo-a parecer uma estátua negra. Foi então que os morcegos se soltaram e Ranyelle abriu os olhos, revelando-os em um tom de vermelho sangue.
Simples assim.
Mary Magdalene deu um passo a frente.
Mary: Eu vi algo, Ray. — ela chamou a albina, que antes fora ruiva, pelo apelido. — Tem uma garota e um garoto aqui dentro. Eles querem nos resgatar e deter ou ajudar o criador da barreira, dependendo se você for boa ou má. — Mary conseguia ver o passado e, as vezes, o futuro, ler a mente e saber qual a origem dos poderes de uma pessoa só de olha-la nos olhos. Ela ainda não havia descoberto quais eram as origens dos poderes de Ranyelle por que a albina não deixara, pois achava melhor fazer isso depois. Esse era o ponto fraco quanto a descobrir a origem dos poderes: se a pessoa não permitisse, ela não conseguia. Ela só podia ver o de quem autorizava ou o de quem estivesse distraído, que fora o caso do garoto e da garota que ela encontrara, usando mais um de seus truques: uma magia para vasculhar os cômodos de uma construção apenas com a mente. Danye, uma idosa que antes estivera na ilha (e que morrera de velhice a pouco tempo atrás), ensinou magia a Mary. Segundo Danye, a magia de Mary é conhecida como Sibila.
Ranyelle: Obrigado por nos avisar, Mary. — Ranyelle agradeceu curvando levemente a cabeça e Mary deu de ombros. — Mas eles não serão bem-sucedidos nessa tarefa. Por favor, fiquem em ordem. Graças a barreira, vou ter que teletransportar vocês uma de cada vez, pois se eu tentar mandar todas de uma vez, a um grande risco de morrerem como os guardas que tentaram fugir. — Ranyelle disse séria e as mulheres se aglomeraram em sua volta.
Quando estava mandando a Mary, que era a última mulher, uma parede se quebrou e vários monstros com asas e chifres, que ela havia conseguido prender com muito custo no andar de baixo da construção, apareceram.
Ranyelle: Merda... — ela se virou para Mary e colocou a mão sobre a cabeça da loira. — Eu cuido deles. Prometo que irei para Sweet Amoris. — Mary arregalou os olhos e começou a negar com a cabeça. — Cuide de Eliza, Viollete e as outras. Até a próxima, Mary. — Ranyelle sorriu e então o fogo vermelho escarlate começou a consumir Mary. Mas aquele fogo não iria matá-la, e sim teletransporta-la. Ela desapareceu junto com as chamas, e tudo que sobrou foram as faíscas vermelhas e pretas, que flutuaram no ar e logo desapareceram.
Ela sorriu. Aquilo seria mais fácil que entregar um doce a uma criança.
Ela correu até os monstros, chutando um na cabeça com tanta força que arrancou um chifre. Ela sorriu, vendo o animal cair no chão e, usando-o de apoio, pulou em cima de outro e arrancou os dois chifres com um único puxão. Ela conseguiu pular para cima de outro dos monstros voadores antes que aquele caísse, morto. O ponto fraco da criatura alada era o chifre, então se ela os arrancasse, eles morreriam. Simples.
Ela arrancou o chifre de outro e o jogou na cabeça de um que estava ao lado, fazendo o bicho cambalear. Ela arrancou o chifre desses dois também e caiu no chão, soltando os chifres negros e aterrissando sentada no chão.
Alguém arfou atrás dela.
Assim que ela olhou para trás, sentiu o sangue gelar. Seu outro lado acordaria...
" Eu... Eu os reconheço! São Castiel e Gavy! " — seu lado humano se manifestou em sua mente pela primeira vez em horas. — "Por favor, me deixe falar com eles, me deixe assumir o controle por agora, Edo-Nyelle!" — ela implorou. Seu lado humano tinha uma estranha e chata mania de chamá-la de Edo-Nyelle.
Mas eles não a reconheceram. E nem reconheceriam enquanto Edo-Nyelle estivesse no comando.
"Sinto muito, Ray."— Ray era como ela resolveu chamar seu lado humano. — "Não posso te deixar assumir o controle agora."— Ray não respondeu.
Ela continuou tirando o chifre das criaturas. Gavy e Castiel estavam ajudando.

A última criatura caiu morta no chão.
Os irmãos se sentaram, meio ofegantes, ao contrário da albina, que continuava em pé, sem demonstrar qualquer sinal de cansaço.
Ranyelle: Obrigado por ajudarem. — a albina disse, fixando os olhos vermelhos nos irmãos. Gavy estremeceu e Castiel engoliu em seco. A garota tinha um olhar tão frio e assustador que os fazia querer se encolher no canto e chorar. — Mas não precisava. Eu conseguiria sozinha. — Ranyelle completou. Castiel bufou e Gavy deu de ombros, sentindo-se cansada demais para fazer qualquer outra coisa que não fosse dormir.
Castiel: Sem nossa ajuda, você estaria perdida. — Ranyelle soltou uma risadinha e ficou ereta.
Ranyelle: Por favor, não seja machista. Conseguiria derrotar todos sozinha. — ela sorriu e começou a se afastar de Gavy e Castiel. — Afinal... — ela olhou para os irmãos, já bem afastada. — Eu sou filha de Erza e Jellal... Não era minha função ser forte? — ela sorriu. Castiel e Gavy arregalaram os olhos. Uma tatuagem, idêntica a que Jellal tinha no rosto, brilhava em um tom de azul claro no rosto da albina.
Castiel se levantou num pulo e correu até a albina, mas era tarde demais.
O fogo vermelho carmesim a consumiu. As faíscas pretas flutuaram por pouco tempo antes de desaparecerem também.
Castiel ouviu a voz familiar em sua mente, a voz fofa e infantil de certa ruiva por quem todos passaram anos procurando, e que não era nem um pouco parecida com a voz séria e rouca da albina que estivera a sua frente poucos segundos atrás.
"Eu não estou morta, Castiel. E eu vou voltar. Prometo que voltarei para mamãe, papai, para você... Eu voltarei para a guilda!" — a voz fofa de Ranyelle que ele conhecia ecoou por sua mente até desaparecer completamente.
A Aura Demoníaca sumiu, levando consigo o frio e os arrepios de medo.
Mas, mais do que isso....
Castiel caiu de joelhos. Gavy colocou as mãos sobre os lábios, sentindo as lágrimas brotarem em seus olhos.
...Ranyelle sumira junto de tudo aquilo.
"Ela... Está viva... Ela está..." — foi a última coisa que Castiel conseguiu pensar antes de gritar.
Gritar de ódio de si mesmo, por achar que a ruiva estava morta.
De saudades, pois quando a ruiva desaparecera, tudo que sobrou foi um buraco em seu coração onde ela costumava estar.
Gritou por todos os sentimentos que guardou para si durante todos esses anos em que sua ruivinha esteve desaparecida sem dar um sinal de vida sequer.

Castiel abriu as portas da guilda com um estrondo e entrou, sendo seguido por Gavy.
Mas a única pessoa com quem queria falar era Debrah, então deixou sua irmã contar sobre Ranyelle para todos e foi a procura de sua namorada, que por sinal não se encontrava em lugar algum.
Foi quando ele viu.
Nathaniel com as mãos na cintura de Debrah, que segurava suas mãos.
Quando pulou para cima de Nathaniel, socando-lhe o rosto, nem percebeu o sorriso no rosto de Debrah ou a cara de desgosto e nojo que Nathaniel lançava para a morena.
Debrah: Para, gatinho! Deixe-o para lá! É só um idiota que estava tentando me roubar de você! — ela disse, manhosa.
Nathaniel: Castiel, estou lhe avisando: Debrah está mentindo! Ela não te ama! Ela odeia a guilda! — Nathaniel tentou se defender uma última vez, mas Castiel virou as costas e foi embora com Debrah, ignorando tudo o que o loiro disse e todos os que estavam a sua volta e que observaram a briga.
Assim que Castiel e Debrah se afastaram, a multidão que os rodeava se afastou, esquecendo o ocorrido e voltando as suas atividades normais.

Gavy se aproximou de Erza e Jellal, que conversavam com Leigh, Rosalya e Dimitry em uma mesa.
Leigh: Acho que podemos conseguir autorização para usar essa área, bem abaixo de uma das maiores árvores que tem lá... — ele apontou o dedo para um ponto específico do papel, olhando para Erza e Jellal, que assentiram positivamente. — Nós podemos pedir a Nashi e a Natsu para soltarem rojões de fogo que formem o nome dela ou pedir a Natasha para formar o nome com suas flores favoritas na grama mesmo, e acho que assim poderia ser melhor, pois assim não corre risco das árvores pegarem fogo ou algo do tipo, e poderia ficar mais bonito ainda. — Leigh continuou, gesticulando com as mãos e olhando do papel para Erza e Jellal. Rosalya estava com a cabeça apoiada no ombro de Leigh e parecia triste e cansada. Natasha era a terceira (e última, a mais nova) filha de Natsu e Lucy.
Dimitry: Vou pedir ao confeiteiro, daquele lugar que ela adorava quando era criança, para fazer um bolo de morango com o símbolo da Guilda nas cores azul e vermelho. — Erza acentiu com a cabeça e Jellal emitiu um suspiro. Eles estavam silenciosos e logo Gavy pode deduzir que estavam falando de Ranyelle e sobre seu aniversário de quinze anos, que estava próximo.
Gavy caminhou até a mesa.
Gavy: Oi. — ela disse baixinho e eles sorriram para ela. — Eu... Eu tenho uma notícia sobre Ranyelle... — ela murmurou. Erza prendeu a respiração, Jellal ficou rígido e Dimitry, Rosalya e Leigh arfaram.
Dimitry: Sente-se e conte, por favor. — havia um tom de súplica em sua voz.
Gavy se sentou, tremendo, e contou toda a história. Desde a hora em que encontraram a barreira até a hora em que Ranyelle desapareceu.
Gavy: Bem, como eu disse, ela estava muito diferente... Pode ter sido outra garota, que ouviu a história e resolveu pregar uma peça em nós... — ela bebeu um gole da água que Annyl, que se sentara a mesa no meio da história, enchera para ela usando magia. Annyl tinha a estranha mania de Gray de tirar a roupa, mas por sorte ela nunca tirava o sutiã ou o short jeans preto, que eram as únicas coisa que a impediam de ficar completamente nua. A Fullbuster mais nova também conseguia controlar água e gelo, o que a fazia forte e única. E que fez com que a água que ela oferecera a Gavy ficasse muito gelada. — Mas ela tinha essa tatuagem que Jellal tem no rosto, que brilhava a azul claro. É uma das únicas coisas que me faz crer que é ela. — Gavy ergueu o olhar para as pessoas que a encaravam. Durante a história, as pessoas foram se juntando ao seu redor.
Rajeel, seu irmão um ano mais velho e muito parecido com Levy e que vivia em pé de guerra com Gavy (que é muito parecida com Gajeel), estava ao seu lado, passando as mãos carinhosamente nos cabelos de Gavy, que ainda estava corada por causa do gesto de seu irmão.

Em uma outra mesa, bem afastados de todos, estavam Debrah e Castiel, que discutiam, mas sem chamar atenção. Era a primeira vez que eles tinham uma briga séria.
Castiel: Mas, Debrah, por que você quer sair? — ele segurou a mão de sua amada. — Seus amigos estão aqui, sua família... Eu estou aqui. — Debrah revirou os olhos e reprimiu a vontade de xingar Castiel, que tinha uma expressão de dar dó a todos, menos a ela
Debrah: Gatinho... Entenda, eu estou destinada a coisas maiores. A Mermaid Occultum será um ótimo jeito de começar... Eu queria muito que você fosse, mas eles só querem a mim. — ela reprimiu um sorriso, fazendo uma cara de falsa tristeza. Era mentira, mas quem se importa?
Estava destinada a coisas maiores, e essas coisas não incluiam Castiel, que era só um impulso para que ela conseguisse entrar em uma guilda mais forte.
Amigos? Ela não tinha nenhum. Amizade, para ela, era uma coisa inexistente, que servia apenas para conseguirmos coisas.
Família? Sua mãe fora uma vagabunda e seu pai um corno. Sua irmã mais nova, Melody, era muita certinha e puritana, Debrah a odiava.
E Castiel? Um simples impulso para seu grande destino.
"Um impulso simples e chato." — Debrah pensou, irritada.
Debrah: Sinto muito, gatinho. — ela disse, fazendo aquela falsa cara de tristeza que treinara tanto para este dia. — Adeus. — dito isso, se levantou e saiu correndo da Guilda, deixando Castiel sozinho.


Quando a albina abriu os olhos, a primeira coisa em que fixou os olhos vermelhos belos e assustadores fora a enorme placa com as palavras Sweet Amoris escritas em letras garrafais e cor-de-rosas. Um cupcake e vários corações estavam ao lado das letras.

Estava feito.

Notas finais
Rias Gremory como Ranyelle: image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBxQSERQUEhQUFBQUFBUUFBQUFBQVFRUVFBUWFxQUFRQYHCggGBolHBQUITEhJSkrLi4uGB8 Inner Moka Akashiya como Edo-Nyelle: http://images2.fanpop.com/images/polls/291000/291216_1251391660588_full.jpg Gavy e Rajeel: image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBxQTEhQUEhQUFhUXGBwXGBcXGBgXHRgXHBccFxcXGhcYHCggGBolHBgcIjEhJSksLi4uHB8zODMsNygtLisBCgoKDg0OGxAQGiwlICQsLC8sLCwsLCwsLDQsLCwsNCw0LCwsLSwsLCwsLC8sLCwsLC0sLCwsLCwsLCwsNCwsLP/AABEIANcA6wMBIgAC Gray female version como Annyl (ignorem o Natsu versão feminina ao lado): http://th06.deviantart.net/fs71/PRE/f/2013/078/f/a/fairy_tail___gray_x_natsu_ver__female_by_ladygreanlnw-d5yjmi3.jpg Nashi: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS9Parp0mUw9pwzoeH3FFktxI5Y3xDlmz9pTWFDk4iSEA7hWdIQlA Natasha: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcREKX-jfOHX71NyLhOIIb2tDIS4GmE-SacMs9TDhUISj2pNpSkn5A Rutsu será igual ao Natsu na aparência (por que não encontramos mais nenhum que se encaixasse com a descrição do Rutsu e se vocês tiverem algum que se encaixe, por favor mandem aí nos coment's ou por MPs), mas será um mago Celestial assim como Lucy. Por enquanto, são só esses ^^' Kissus e até o próximo cap