Fairy News - Interativa
23 – O fim do estranho fenômeno
Notas iniciais
Pouco a pouco aquele vento forte que insistia em invadir a guilda foi parando, as arvores secas, mortas pelo fenômeno começaram a cair. O sol que antes estava escurecendo começou a brilhar forte.
– Parou? – Perguntou Maya olhando pela janela vendo aquelas arvores mortas e secas caindo e se despedaçando no chão.
– A energia da natureza está fraca, foi como eu disse... Alguém estava roubando a sua energia eu não posso perdoar quem estiver fazendo isso. – Falou Yohma assim apertando os seus punhos com força.
– A gente pelo menos devia ir lá para fora ver se está tudo bem com o pessoal de Fiore! – Disse Myra olhando para todos e logo em seguida olhando para o mestre Bornner.
– Alastor, Hyden e Shino, venham comigo! – Ordenou mestre Bornner assim abrindo a porta da guilda para poderem sair. Mestre Bornner após sair sentiu que ainda ventava um pouco, se virou então para a guilda novamente. – Yohma, venha comigo também!
– Sim! – Respondeu Yohma seguindo para fora da guilda.
– Ótimo, não me diga que nós vamos ficar aqui de novo?! – Reclamou Flora de braços cruzados em cima da mesa.
– Sim, preciso que fiquem aqui caso aconteça mais alguma coisa. – Ordenou mestre Bornner. – Vamos! – Pouco a pouco foram se afastando da guilda, alguns entrelaçaram os olhares, outros procurou algo para fazer.
– E agora? O que faremos? – Perguntou Ryan se virando para o seu irmão e logo depois para todos.
– O que faremos? Aproveitaremos as meninas que tem aqui, uéw! – Falou Franky com um olhar perverso olhando para todos, Ryan vendo isso foi-se até o seu irmão e lhe empregou um soco na cabeça dele. – Aiw. Só estava brincando! – Falou ele com a mão ao redor da cabeça onde Ryan bateu. – Primeiramente vamos fechar essa porta caso haja mais um desses fenômenos estranhos!
– Pra que? Para você aproveitar e nos estuprar? Não obrigada, prefiro ficar com essa porta aberta! – Falou Jacqueline cruzando seus braços.
– Eu não vou estuprar vocês! – Falou Franky com uma gota na cabeça. – Isso é um caso sério então não tenho tempo para isso. – Falou ele assim fechando seus olhos com um bico, as meninas ouvindo isso começaram a andar em direção a ele com uma aura maligna. – É-É brincadeira! Será que vocês não sabem o que é ironia não!
– Isso não é hora para brincar! – Falou Flora, exceed de Maya.
– Ela tem razão! – Falou Maya.Franky então suspirou e foi até a porta da guilda.
– O vento ainda está circulando, pode acontecer de voltar a ficar forte. – Falou Franky. – Mako, me ajude a fechar essa porta!
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– Está tudo destruído! – Falou Yohma olhando cada canto da cidade.
– Onde foi todos? – Perguntou Alastor fazendo o mesmo que Yohma.
– Talvez devem ter sido direcionados a fugir e se esconderem na escola já que lá tem mantimentos e a construção é resistente! – Falou mestre Bornner subindo nos escombros de uma casa destruída. Olhou então para baixo e encontrou de baixo de seu pé uma boneca de porcelana suja, se abaixou para assim pegá-la. – Vamos para a escola ver se não precisam de nossa ajuda!
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– Oh belezinha, conseguimos roubar toda a energia da natureza, acho que Zeref vai ficar muito agradecido! – Falou uma voz masculina do lado de uma maquina não muito grande e nem muito pequena. Se revelou então de quem via essa tal voz. Esse era alto, media mais ou menos 1,79. É bastante musculoso, mas nem para tanto. Seu corpo é formado e cheio de tanquinhos, no umbigo havia uma marca de um raio. Seus cabelos são lisos e caídos de uma cor bem fraca, cinza. Seus olhos são pequenos, mas nem tanto, e profundos. Tem uma cicatriz de baixo do olho esquerdo, seus olhos são castanho claro. Não usava nenhuma camisa, seu peitoral estava todo para fora. Mas usava uma calça jeans preta e um tênis preto sem detalhes chamativos.
– Ainda falta um pouco de energia para roubarmos! – Uma voz feminina vinda do lado desse tal voz masculina invadiu o local. Seu tom era um tanto forte e ameaçador. Revelou, pois, de quem era essa voz ameaçadora que dava cala-frios. Seus cabelos cumpridos dançavam conforme o vento, um cabelo albino com um brilho extremo. Seus olhos são profundos e ameaçadores, pequenos, porém nem tanto. Marcado pelo lápis de olho bem chamativos. Seus olhos são vermelhos bem claros. Além do mais seu corpo é bastante volumoso, cintura bastante formada e uma coxa bastante malhada. Seu corpo era tampado por um vestido tomara-que-caia preto, esse vestido ainda por cima era curto deixando a mostra toda a sua coxa. Seu braço era caberto por uma luva negra com vários detalhes chamativos, além disse nessa luva no lado do pulso tinha umas correntes que eram presos e guardados num suporte vinda da luva. Em suas pernas, e pés estava cobertos por uma bota negra que via até seus joelhos sem muitos detalhes chamativos. Tinha uma marca em sua testa, um tanto estranha. Tinha um formato de uma serpente.
– Ah não, já está bom de energia, tinha certeza que Zeref vai amar do bom trabalho que fizemos! – Desta vez falou uma outra voz masculina, um tanto fina. Esse tem cabelos negros e arrepiados. Seus olhos são profundos e marcantes, porém cor preta. Trajava uma camisa entreaberta preta onde aparecia somente o seu peitoral. Uma calça jeans negra e um tênis preto sem muitos detalhes chamativos.
– Deixe de ser preguiçoso Kankon! – Falou uma outra voz masculina vinda do lado desse tal “Kankon”. Esse estava... digamos que levitando. Estava sentado no ar com perna de chinês, estava de olhos fechados sem poder ver muita coisa deles. Tem cabelos ruivos arrepiados também e trajava somente uma calça rasgada azul. Estava descalço e... nada mais, somente estava assim.
– Vamos voltar! – Falou a única voz feminina que havia no meio daqueles garotos. Ela segurou a mão de um deles e do mesmo modo esse segurou a mão dos outros assim formando uma corrente. A garota pôs a se concentrar, botou sua mão naquela estranha maquina e logo em seguida seus rostos e corpos começaram a ficar embaraçados. Logo em seguida todos dali desapareceram.
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– É muita gente! – Falou Hyden olhando para todos os cantos da escola onde havia várias pessoas ali.
– Se tem muita gente do lado de fora imagine quantas gentes tem que estão feridos e estão lá dentro se recuperando. – Falou Shino também olhando para todos os cantos da escola.
– Eu vou verificar os feridos e vê se eu posso ajudar, alguém quer vir comigo? – Perguntou Yohma.
– Eu vou! – Falou Shino seguindo então o Yohma.
– Dona Cecília! – Falou uma voz de uma criança, essa criança correu até mestre Bornner e pegou de sua mão a tal boneca de porcelana que ele encontrará nos escombros da casa.
– Pronto, ela já está sã e salva. Não perca ela de novo! – Falou mestre Bornner assim terminando fazendo carinho na cabeça da criança.
– Obrigada, senhor! – Falou a criança com um largo sorriso abraçando então a sua boneca. – Mamãe olha, o senhor encontrou a dona Cecília para mim! – Gritava a criança correndo até a sua mãe.
– Interessante, não sabia que existia esse lado seu, mestre Bornner! – Falou Hyden assim olhando para ele.
(...)
– São muitos feridos! – Falou Shino olhando para os corpos de cada um que estava bastante ferido por causa do grande fenômeno. Shino então olhou para uma senhora que chorava constantemente ali do lado do corpo de algum individuo. – A senhora está bem? – Perguntou ele chegando perto dela e botando sua mão ao seu ombro.
– Meu marido, ele está morrendo! – Falava ela com voz de choro voltando-se a chorar sobre o corpo de seu marido.
– Shino, vá chamar o doutor, eu cuido disso! – Falou Yohma, Shino fez o que ele mandou e correu para chamar o doutor. Yohma botou sua mão ao ombro daquela idosa assim chamando a sua atenção, ele sorriu para ela e se abaixou para ficar frente a frente dela. – Não se preocupe, ele vai estar bem! – Aquela idosa então secou as suas lágrimas e se afastou então do corpo de seu marido assim deixando somente Yohma perto do corpo dele. — Conjuração da Natureza — Rabu! – Escrevendo os ideogramas de "amor" no ar com seu dedo indicador, Yohma invoca o espírito da natureza do amor. Rabu é uma criatura vermelha carmesim com asas brancas, hibrida de coelho e cachorro. É um pequeno animalzinho peludo e gorducho com orelhas e uma cauda dez vezes maior que seu corpo. – Rabu, Atribuição Mística!– Reunindo sua energia ao do espírito Rabu, Yohma adquire a capacidade de curar os ferimentos dos outros com apenas um toque. Após ter feito isso, os ferimentos do marido daquela idosa, e não só dele como também de todos que ali estavam, começaram a se curar pouco a pouco. Aquela idosa olhava aquilo com os olhos arregalados somente observando, como se ela já tivesse visto isso antes, mas não se lembrava mais.
– A cura foi feita com sucesso! – Falou Rabu assim olhando para Yohma, um brilho envolveu aquela estranha criatura assim desaparecendo da presença de Yohma.
– É aquele ali! – Falou Shino apontando para o ferido, marido daquela idosa. O enfermeiro com uma maleta de primeiros socorros correu então até o ferido e se ajoelhou para ver o estado dele.
– Parece estar em perfeitas condições, seus ferimentos se curaram rápidos! – Falou o enfermeiro assim abrindo a maleta de primeiros socorros.
– Obrigada! – Agradeceu aquela idosa a Yohma que a retribuiu com um sorriso.
– O que você fez? – Perguntou Shino se aproximando de Yohma.
– Usei Rabu para curar não só ao marido daquela idosa como também a todos que ali estavam!
**
– Senhor Bankin, por ordens do conselho eu tive que deixar a Sashi ir, pois ela não tinha nenhum rastro da magia contrin então não tinha porque prende-la! – Falou Ken frente a Bankin que nem um pouco se interessava ao o que Ken falava. – Está me ouvindo?
– Aah, sim eu estou! – Respondeu ele. – Bem, então acho que não preciso mais dos seus serviços!
– Sério?! Então vai me libertar? – Perguntou ele super animado olhando para Bankin que se levantava da cadeira de onde sentava.
– Eu não havia dito nada de te libertar! E se eu fizer isso tu vai contar a todos aonde estamos nos escondendo, isso é arriscado!
– Não, por favor. Eu não vou contar, me deixe ir! Eu tenho uma familia para cuidar!
– Aah, Ken. Eu também tinha uma familia para cuidar, mas isso não é desculpas para eu deixar você ir.
– Por favor, eu prometo não contar a ninguém aonde vocês se escondem! Me deixe ii, minha filha, minha mulher, meu pai... Eu tenho que cuidar deles!
– Não se preocupe, logo, logo eles vão ao mesmo lugar que você vai!
– Não, eu faço tudo que o senhor quiser, mas me deixe viver!
– Tudo?
– Tudo, tudinho!
– Hum... Interessante...
– Vai me deixar viver?
– Acho que sim, mas com uma condição!
– Qual?
– Mate todos os magos classe SS da guilda Fairy News.
Continua...
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