Fairies And Tigers

14 Sentimentos incômodos.


Notas iniciais
O que dizer meus queridos? Eu sei que demorei muito novamente e sinceramente gostaria que vocês, meus Amores, lessem as Notas Finais para entenderem do Porque eu sumi. Enquanto isso, enjoy guys!! Aproveitem, pois cada letra foi escrita pensando em vocês. Até as Notas Finais. PS: Fiquem com a LAARY KOTORI minha amada diwa que muitos odeiam, eu a desenhei para que vocês consigam imagina-la como eu.

– A baixinha não estava aqui? –perguntou Gajeel.

Os três haviam acabado a brincadeira com as pranchas quando Erza depois de muito pedir para que saíssem da agua para que fossem almoçar, não teve paciência e quebrou as pranchas os obrigando a sair da água.

Laary que tentava secar Gajeel com a própria toalha parou o que estava fazendo por segundos o suficiente para que o Dragon Slayer percebe-se que algo havia ocorrido.

– Ora, ela apenas se cansou. –disse Laary de maneira evasiva quando Gajeel olhou para ela.

– Não acha que deveria no mínimo contar o que fez? – gruiu Lucy para ninguém em particular.

– O que você fez Laary? –suspirou Gajeel.

– Por que você acha que eu fiz alguma coisa? –bufou Laary manhosa.

– Porque consigo sentir o fedor de culpa que você esta. –disse o Dragon Slayer sem paciência alguma.

Antes que Laary pensasse em uma resposta tão insultante quanto o que ele havia dito, recebeu um olhar carregado de pressão vindo do mago dragão.

– Digamos que houve um pequeno acidente. – disse.

– Que tipo? – interrogou o mago.

A maga de aço olhou para os lados procurando Juvia ou Lisanna, qualquer um que pudesse ajuda-la naquela explicação. No entanto, percebeu que todos os companheiros magos já estavam um tanto distantes, haviam deixado os dois para trás. Traidoras.

– Bem... Eu estava me exercitando e sem querer trombei na mesa e o suco caiu nela. –deu de ombros.

– E você pediu desculpas, certo? – ironizou Gajeel.

– Claro que sim Onii-sama, quem você acha que eu sou? –respondeu amavelmente.

– Ruhnn... Suponho então que a gritaria que eu ouvi foi uma alucinação. –afirmou ríspido.

–Eu...

– Já conversamos sobre isso Laary, você tem que se comportar. Levy é uma boa pessoa, não é porque não gosta dela tem que fazer isso. –suspirou o moreno.

– Não acredito que esta defendendo ela! –exasperou a albina. –Depois de ela ter se relacionado com o inimigo, o mínimo que você deveria fazer era me agradecer!

– Cale sua maldita boca. –gruiu Gajeel de forma ameaçadora

– Onii-sama...

– Vá se desculpar com ela. Se começar a ser estupida, quem ficara bravo com você vai ser eu. – dizendo isso, o mago saiu em uma marcha decidida sem olhar pra trás, deixando uma garota de cabelos brancos de punhos cerrados e lagrimas nos olhos amarelos.

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Rogue havia acabado de terminar seu banho. Depois de vestir-se com suas peças de roupa inferiores, continuou sem colocar a camisa secando os cabelos negros com uma das toalhas oferecidas pelo hotel, já que a sua naquele momento encontrava-se sobre o domínio de outra pessoa.

Aquele pensamento fez com que um sorriso surgisse em seus lábios. A lembrança dos lábios femininos depositando suavemente um mínimo beijo envergonhado, fez com que sentisse as bochechas esquentando de forma gradual.

Aquilo seria o chamado “Gostar de alguém?”

Ele não era um especialista em no assunto e sabia que nunca seria, mas ele sabia que alguém sairia ferido. Havia lido tantos livros, ouvido falar de inúmeros romances que chegaram ao seu fim, será mesmo que queria um coração partido para si?

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Já era quase meio-dia, Levy sabia que deveria encontra-se com o pessoal no Salão para o almoço, porém, ela não se sentia nem um pouco com vontade de ir e se encontrar com Laary. Temia que acabasse se descontrolando.

Erza e Lucy já haviam voltado para o quarto e se arrumado e já tinha decido para o almoço, elas tinham insistido para Levy acompanha-las, mas a azulada disse para as amigas que logo desceria.

TOC TOC TOC

As batidas na porta fizeram a maga sair de seus devaneios. Já estava com a mão na maçaneta quando se conteve, e se fosse Rogue? Com esse feliz pensamento, olhou furtivamente para o espelho, arrumou a faixa amarela e abriu a porta.

– Será que eu poderia entrar? –perguntou uma voz feminina.

– Laary. -disse Levy rispidamente. — Muito bem, diga logo o que você quer, preciso descer.

– Não seja tão rude. –cantarolou Laary seguindo para as poltronas no quarto.

Antes de segui-la, Levy fechou a porta e contou mentalmente até se acalmar. E pensar que realmente achou que Rogue iria ir vê-la, ou melhor, no mínimo buscar sua toalha. Mas, não. Era Laary quem estava ali, e pra ela era bom que fosse por um motivo importante, senão a azulada faria questão de lhe tratar com todo mal- humor que havia acumulado em si.

– Gajeel disse que eu devia me desculpar por mais cedo. –começou a albina.

– E?? – indagou Levy.

– E dai que não irei me desculpar. –terminou sorrindo.

– Se esse era sua intenção desde o inicio, porque está aqui? –irritou-se Levy.

– Porque eu acho que não deixei as coisas claras para você Levy-san. –divagou Laary.

– Seja mais clara, e rápida. –falou a maga.

– Sei que vocês tem alguma espécie de segredinho sujo com os tigres. –sussurrou a maga de aço.

– O que você disse? –perguntou Levy assustando-se com a própria voz que saia como um mero fio.

– O que você ouviu. – falou Laary levantando-se da poltrona. – Sabe, não é adequado esconder coisas de seus amigos. Principalmente, quando se trata do inimigo.

– Eles não são nossos inimigos Laary. – respondeu Levy rispidamente, sua voz estava um tanto acima do normal.

– Então, devo imaginar que a tensão entre nossas guildas seja fruto de minha imaginação. – hilarizou a maga de cabelos brancos. – Sabe Levy-san, seria uma confusão se Gajeel-nii-sama ou se o Natsu-san descobrisse, não acha?

– O que quer dizer com isso? – sussurrou Levy, era evidente que estava contendo alguma emoção, seu rosto estava mais pálido que o normal. –Por acaso insinuando algo?

– Apenas pessoas com peso na consciência dizem coisas assim Levy-san. –se deliciou Laary.

– Eu...

– Não escutarei o que você tem a dizer. –falou a maga se dirigindo a porta. –Como você disse temos que ir para o almoço. –passou a mão pelos cabelos brancos e dando uma ultima olhada para trás, disse firme – Deixe Gajeel-nii-sama.

A porta bateu com força, só então, Levy percebeu que não estava respirando. Sentiu os pulmões arderem e a cabeça girar, as palavras de Laary gritavam e batiam nas barreiras de sua mente, tinha que contar a Lucy. Acima de tudo, tinha que tomar cuidado com Laary.

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Se havia algo que Minerva gostava, era de atenção. Saber que atraia olhares por onde passava, fazia com que levantasse o queixo ainda mais e articulasse o corpo de forma sensual.

Sting era o tipo de homem que deixava bem claro a queda por mulheres bonitas, como a beleza fascinava e atraia seu olhar. Minerva adorava aquilo. Saber que ela exercia tantas reações nele incentivou-a a lhe provocar cada vez mais. Testa-lo até o limite, era especialidade dela.

Sua linguagem corporal nunca havia lhe trazido respostas insatisfatórias para a morena, no entanto, isso mudou. Era obvio para Minerva que o loiro sentia uma clara atração pela loira da Fairy Tail. O jeito que ele olhava para ela, a forma parecia haver uma espécie de fixação, era demais para Minerva. Incomodava-lhe o fato da fada atrair o olhar dele, aquela atenção... Sufocava a morena.

– Você não é páreo para mim garotinha. –sussurrou para o próprio reflexo no espelho.

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Quando Laary seguiu para o térreo não pensou em seguir para o salão. Estava irada demais para ir para lá sem o risco de causar confusão. Não havia desabafado nem metade do que seu coração urrava, tinha cometido um deslize que não devia, falou-lhe do que sabia. Porem, não iria se preocupar com aquilo agora.

Ao invés, dirigiu-se para o jardim. Quando já estava longe o bastante, tirou os chinelos, os escondeu entre as roseiras e correu. Correu como nunca havia corrido antes. Passou os limites do jardim, se misturou com as arvores, deixou o vento brincar com seus cabelos e os olhos se encherem d’agua.

As emoções ricocheteavam em seu coração, uma mistura que fazia seu interior se contrair. Não queria pensar nelas, não queria nada. Apenas fugir de si mesma, de suas emoções, de tudo.

Deixou que a adrenalina dopasse qualquer sentimento e aguçasse seus sentidos. Queria se sentir leve, livre. Não sabia o quão longe estava do prédio, continuou sua corrida solitária até que as árvores se abrissem em uma clareira e o solo começasse a serpentear de forma íngreme.

Parou metros depois ao chegar a um descampado com uma grande árvore de tronco retorcido e galhos que pareciam esculpidos de acordo com o ritmo do vento de centro. Apoiou-se nela e sentou no chão deixando que o frescor do tronco lhe acariciasse as costas. Seus pés estavam sujos e com alguns machucados, ardiam, no direito havia um pequeno corte que sangrava. Nada desesperador, a dor a fazia se sentir viva.

Respirou fundo varias vezes e por fim se desfez em lagrimas. Lagrimas de dor e amor. Não pensou, apenas chorou até não aguentar mais. Para ela o tempo parou. Se resumiu em silencio, em sossego. Quando enfim acalmou o coração, fechou os olhos e repousou a cabeça confortavelmente.

Um pequeno zumbido lhe despertou dos seus devaneios, a lacrima zumbia e tremia levemente. O padrão que ela aprestava, era extremamente familiar para Laary, familiar até demais. Seus olhos se arregalaram e seu corpo começou a tremer.

– C-como isso é possível? –sussurrou para a lacrima que tremia em suas mãos.

Laary, minha querida, tem que me atender... –cantarolou uma voz masculina.

– N-não , não, NÃO! –gritou. – AINDA É CEDO DEMAIS.

E com isso, usando a própria magica quebrou a lacrima em milhares de pedacinhos.

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Apesar de ser alheio ao que ocorria em sua volta, era claro para Sting que algo estava ocorrendo ali, algo muito errado. A atmosfera da Fairy Tail tinha picos que não se enquadravam com o de sempre. E ele poderia jurar que não estavam todos ali. Aquilo era estranho e completamente anormal, quer dizer que até mesmo os amigos para sempre tinha seus altos e baixos?

Depois que ele e seus companheiros terminaram o almoço, cada um seguiu para uma atividade. Minerva disse que iria se deitar, Rufus que iria dar uma volta (Sting sabia que ele provavelmente flertaria com algumas garotas na verdade) Orga insistiu em voltar para praia pra surfar um pouco mais, Rogue disse que iria para a biblioteca, Lector e Frosch iriam para a área feita para divertir crianças, enquanto o loiro iria vagar para seu quarto.

Decidiu seguir pelas escadas, os elevadores estariam ocupados demais para seu gosto. Estava com um incrível bom humor e cantarolava levemente.

Ele sentiu o cheiro antes de ver a pessoa. Ou melhor, de vê-la. Ele reconheceria aquele aroma em qualquer lugar. Viu a loira de olhos castanhos em sua mente, antes mesmo de seus olhos a capturarem. Um singelo sorriso lhe tomou os lábios para logo sumir. Ela não estava sozinha. Subiu mais alguns degraus apenas para ver Lucy segurando o exceed azul no colo como se fosse um bebê e Natsu ao lado da loira, incomodamente perto demais da mesma para a opinião do Tigre.

– O que eu disse sobre comer aquela quantidade de chocolate, Happy? –suspirou a loira.

– Desculpe Lucy... –Happy disse dengoso claramente passando mal.

–Hai, hai, hai.–cantarolou a loira. –Devo ter algum remédio lá no quarto, aguente só mais um pouco.

– Obrigada Lucy, ainda bem que você está aqui. – choramingou Happy.

– Oe, eu não significo nada não? – disse Natsu um tanto enciumado.

– Se não fosse pelo Natsu nós estaríamos no elevador. –resmungou o exceed.

– Ei, a culpa não é minha. – falou o de cabelos róseos.

– É sim. – cismou o felino. – Se você não tivesse puxado a Lucy pra longe do Gerente, nós teríamos conseguido pegar o elevador.

– Mas se eu não tivesse puxado a Lucy de perto do Gerente ele ia continuar a encher o saco dela. –contra atacou o mago.

– Mas ai...

– Chegam vocês dois. – pediu a loira. – Eu vou ficar brava.

– Lucy não defenda o Natsu. –pediu Happy.

– Eu não estou. –suspirou exasperada. –Só estou dizendo que...

Sting parou de ouvir a conversa dos três repentinamente. Foi quando percebeu que estava parado do mesmo lugar desde que vira os três. Eles já haviam feito as duas curvas que faltavam e chegado ao andar correspondente. O loiro se arrastou pelos degraus que faltavam, não deixando de pensar como a porcaria do seu andar parecia estar mais longe que o normal.

Quando chegou, ouviu os Natsu e Happy agradecendo Lucy em alto e bom som, a loira ria e dizia para eles a soltarem e para o mago coloca-la no chão. Lançou um ultimo olhar para a porta entre aberta e entrou em seu quarto, não podendo deixar de pensar com um triste sorriso. “Eles são uma família muito feliz”.

Notas finais
Então, gostaram? Eu sei que está curto, mas eu realmente eu espero que vocês tenham gostado. Eu sei que é muito pedir reviews, mas serei sincera, eles vão fazer uma grande diferença. Gente, eu não sei o que aconteceu. Olha, me mandaram outra MP mal educada. Isso me deixou muito mal e por tal motivo não postei o capitulo especial que eu disse que postaria. Eu achei que encontraria tempo, mas, percebi que o Ensino Médio não é nada legal. Foi um longo e terrível ano. Um ano muito montanha russa pra falar a verdade. Eu ficaria feliz se vocês pudessem me entender e me perdoar. Eu responderei os reviews mais tarde. Estou muito mal. Outra coisa que eu queria dizer, me desculpem leitoras lindas que me mandaram MP, eu não consegui responder e elas foram automaticamente excluídas (T.T), Mas saibam que foram graças essas lindas e maravilhosas palavras que eu me senti motivada a escrever. OBRIGADA MEUS AMORES
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.