Fade Out Lines
7 Capítulo 7 — Música para os ouvidos.
Notas iniciais
Capítulo 7 — Música para os ouvidos.
Theodore continuou o espionando, parando seus olhos na parte inferior do corpo de Christopher, olhando a água cair vagarosamente pelo seu corpo torneado, a espuma de seus cabelos descia e contornava os músculos definidos do abdômen, o corpo dele estava cada vez mais convidativo, mas o garoto tirou os olhos da porta, antes que mudasse de ideia e ali entrasse.
Um pouco perturbado, Theo voltou para a sala, ainda vestido com o roupão de banho. Sentou-se em uma das poltronas de couro e jogou a cabeça para trás.
Na mente do garoto se passava turbilhão de coisas por segundo, conflitos internos o dominavam, algo dentro dele dizia que não era para adiar mais, e contar de uma vez por todas o seu segredo, mas a outra parte queria manter tudo como estava, hesitante pela reação de Chris.
Theo sabia que não podia levar aquilo adiante por mais tempo, o relacionamento estava ficando cada vez mais sério, e quanto mais demorasse, mais Christopher sofreria com a verdade.
—Acabei, Theo! Pode vir! —Chris gritou de dentro do banheiro, despertando o garoto de seus devaneios.
Theodore andou novamente até lá e parou em frente a porta, observando-o pentear seus cabelos molhados para trás. Chris estava com a toalha somente na parte inferior de seu corpo, e havia acabado de passar sua colônia preferida, o cheiro do perfume amadeirado tomava conta do local, inebriando os sentidos de Theo.
—Entre, já estou saindo... —Christopher deixou o pente em cima da pia e caminhou até o garoto. —Fica à vontade, está bem?
—Pode deixar.
As bochechas de Theo ardiam de vergonha, Chris segurou nas laterais do rosto do garoto e o olhou no fundo dos olhos, Theo reparou que seus orbes verdes resplandeciam, brilhantes como nunca.
Theodore agarrou seus ombros e ficou na ponta dos pés para beijá-lo, Chris retribuiu, fazendo o garoto sentir o gosto de menta de seus lábios, as pernas de Theo ficaram bambas, os músculos relaxaram, mas Christopher afastou-se, abrindo os olhos e podendo ver claramente o rosto de Theo indo para frente, para mais um beijo.
—Qualquer coisa que precisar, só me chamar, tá bom? —Concluiu Chris, dando um beijo na testa do garoto.
Theo estava confuso, não sabia o porquê de Christopher ter mudado radicalmente nos últimos segundos, o garoto sentia seu peito doer, pensava se teria feito alguma coisa errada, ou se simplesmente Christopher estivesse magoado por ele não ter aceito seu convite para o acompanhar no banho.
Theodore não conseguiu dizer mais nada, assim como Chris, que se retirou e encostou a porta.
O garoto tratou de tomar uma ducha rápida, não queria demorar muito, principalmente porque queria saber o que se passava na cabeça de Chris, somente em pensar em como falaria a verdade, seu peito retraía, uma sensação ruim o dominava cada vez mais.
Theo aliviou os pensamentos assim que terminou o banho, desligou o chuveiro, saiu do box e olhou tudo em volta, reparou de que não havia pego suas roupas. Então ele tratou de vestir novamente o roupão, se enxugou e secou os cabelos com pressa.
O garoto abriu a porta e escutou alguns barulhos vindo da cozinha, o problema seria chegar até sua mochila sem que Chris o visse, já que a cozinha era ao lado da sala, e todo o ambiente amplo, sem paredes para separar os cômodos.
Ele caminhou até a sala cuidadosamente, entretanto, mal Theo pôs os pés na sala e foi percebido.
—Theo? —Chris o chamou. —Já terminou? Foi rápido.
O garoto gaguejou, seus lábios estavam trêmulos pelo susto, balbuciou algumas coisas em voz baixa, mas Christopher não o escutou.
—Estou pensando, nem decidimos o que cozinhar, não é mesmo? —Chris saiu detrás dos balcões da cozinha, revelando que ainda estava de toalha.
—Eu não estou mais com fome. —Respondeu Theo, mordendo o lábio inferior.
Chris caminhou em sua direção, e o garoto olhou para o seu abdômen, tentando ao máximo conter pensamentos sujos.
—Que história é essa? —Perguntou Chris. —É claro que você vai comer!
Christopher reparou que Theodore estava envergonhado, suas bochechas estavam extremamente avermelhadas e ele se enrolava todo para responder.
—Já venho, vou me trocar e volto para escolhermos o que cozinhar...
Chris não demorou mais do que dois minutos, ele somente colocou uma bermuda e voltou para a sala, não se importava nem um pouco com camisetas...
...
Theo ajudou Christopher com a louça após o jantar, ambos em completo silêncio, embora se entreolhassem, nada diziam.
Após terminarem, Chris caminhou até seu armário de bebidas, sendo seguido pelo garoto, que observava com curiosidade. Theodore ainda vestia o roupão, estava tão confortável que não ligou de continuar nu por baixo dele.
—Sabe, eu queria te perguntar uma coisa... —Christopher finalmente quebrou o silêncio, pegando uma garrafa dali de dentro.
—Pode perguntar.
Chris abriu a garrafa e despejou uma boa quantidade em dois copos.
—Você quer passar a noite aqui?
—Eu gostaria, mas não sei se é uma boa ideia.
—Sei que brigamos da última vez, mas eu estava errado, me arrependi muito do que eu fiz, sabe? —Chris deu uma pausa, entregando um dos copos na mão do garoto. —Mas eu te prometo que não acontecerá de novo...
—Eu quero muito, Chris, muito mesmo. —Theo sorriu. —E se não for incômodo, então por mim tudo bem.
—Sério? —Christopher abriu um largo sorriso.
—É... —O garoto levou o copo até a boca, dando um pequeno gole, estranhando o gosto, e deixando o copo de lado. —É forte...
—Não gostou do uísque? Quer beber outra coisa?
—Não, tudo bem...
—Sabe, se quiser dar uma olhada no que eu tenho aqui, você pode escolher o que quiser...
—Não, estou bem. —Theo deu outro gole, fechando os olhos em seguida. —Desce ardendo!
—Essa é graça. —Chris soltou uma leve risada. —Você não bebe muito, não é?
—Geralmente nada tão forte, só cerveja, vinho...
—Entendi. —Christopher acariciou as bochechas rubras do garoto. —Já te falei que você é uma gracinha?
—Assim me sinto como um bebê. —Theo riu.
—Sabe, estou até pensando em como será difícil me segurar para não te agarrar a todo momento quando formos dormir. —Chris desmanchou o sorriso assim que reparou que o garoto não respondeu. —Eu sou um babaca, me desculpe por falar essas coisas...
—Ei, não diga isso, eu não levei a mal, só que não entendi muito bem o que quis dizer...
—Esquece isso. —Bufou Christopher, se levantando, entornando o copo e acabando com todo o seu conteúdo.
—Eu acho que já entendi. —Theo rebateu. —Você passou o dia todo me evitando, é por isso, não é?
—Do que está falando?
—Não se faça de bobo, Chris! Sempre que estávamos próximos ao clímax, você fugia de mim, e agora eu sei o porquê! —O garoto se levantou. —Você achava que iríamos brigar novamente, não é?
—Em partes, mas não é bem isso.
—Então o que é?
—Eu estava somente te esperando, uma resposta, um sinal, qualquer coisa, você não estava pronto para ter sua primeira vez quando veio ao meu apartamento, e eu não sabia disso, nem sabia que você era virgem, então me sinto muito mal por ter te forçado... —Christopher encheu novamente seu copo. —E eu não estou te evitando, só estou esperando, Theo, não pense que é fácil para mim, porque não é...
—Eu adorei ouvir isso. —O garoto sorriu, tímido, caminhando em sua direção.
—É só a verdade. —Chris deu mais um gole.
—É tão difícil assim? —Indagou, Theo.
—O quê?
—Se segurar quando está perto de mim...
—Sim, é. —Murmurou.
Assim que o garoto reparou que Christopher estava com as bochechas levemente rosadas, abriu um sorriso largo.
—Tenho uma coisa para te contar... —O garoto o puxou pelo antebraço, para que voltasse até o sofá. —Senta.
Chris obedeceu, sentando-se e logo observando um sorriso travesso se formar no rosto do garoto. Theodore ajoelhou-se em sua frente, entrando no meio de suas pernas.
—O que está fazendo?! —Chris questionou.
—Fica quietinho... —Theo afirmou, levando suas mãos ao cós da bermuda de Chris, fazendo menção de tirá-la.
—Espera! É sério! Theo, o que tá fazendo?
—Achei que estivesse bem claro.
—Mas, por quê?
—Porque eu acho que estou pronto... —Theodore afirmou.
—O quê?
—Como você tá lerdo hoje! Eu estou pronto, quero você!
Christopher arregalou os olhos, ainda não acreditando no que havia acabado de ouvir.
—É sério?
—Eu não brincaria com isso.
—Então vem... —Chris o puxou. —Se quer que sua primeira vez seja comigo, que saiba que eu sou um cara romântico, não quero um simples boquete... Vamos pra cama?
Foram abraçados até o quarto, tropeçando, agarrados um no outro, sem querer que seus lábios se desgrudassem, Christopher conduziu o garoto e colocou-o sobre a cama.
—Você está lindo assim, mas infelizmente terei que tirar esse pequeno empecilho.
Christopher abriu o laço da saída de banho que ele usava, revelando sua pele branca aos poucos, desceu vagarosamente o tecido pelos ombros, enquanto alisava seu corpo e o beijava com delicadeza.
Theodore suspirou, fechando os olhos, sentiu os beijos estalarem em sua pele, e a respiração quente de Chris tocar a parte desnuda, o que fez um arrepio lhe correr da cabeça aos pés.
Os dedos ágeis de Christopher desceram pelo abdômen do garoto, o empurrando para que ele encontrasse a cama e deitasse, ao mesmo tempo que Chris colocava-se por cima, pressionando sua cintura contra a dele; tomando posse de seus lábios.
Para provocá-lo, continuou acariciando sua pele conforme deslizava o tecido, arrastando-o aos poucos para o lado. Sua cútis estava quente, o garoto desejava cada vez mais ser tocado por ele, tentava conter os gemidos, mas quando Christopher cravava seus dentes em seu lábio inferior e se esfregava, ficava difícil segurar.
Theo se contorceu, sua ansiedade aumentava, jogou os braços para atrás do pescoço de Chris, e ao perceber que o resto do tecido que cobria a parte inferior de seu corpo, fora retirado, uma pontada de nervosismo o invadiu, mas estava pronto, havia esperado tanto tempo por isso que não voltaria atrás agora.
—Eu serei carinhoso, está bem? —Sussurrou Christopher, fazendo o corpo do garoto se arrepiar.
Chris levantou-se, caminhando até o criado-mudo ao lado da cama, e Theo observou o que ele fazia. Christopher parecia procurar algo incansavelmente, revirava várias folhas, remexia em todos os cantos, e voltou com algo na mão.
Chris sentou-se na beira da cama e olhou para o garoto, que perguntou-lhe porque estava com aquela expressão tão abatida.
—Eu jurava que tinha comprado camisinha esses dias. Mas não, tudo que tenho é isso...
—O que é? —Theo olhou em sua mão.
—Lubrificante, mas de que adianta se não temos preservativo?
—Não acho que isso devia estragar nossa noite.
—Quer fazer assim mesmo? —Chris perguntou, relutante. —Eu nunca fiz sem.
—Bom, se você nunca fez sem camisinha e eu nunca fiz com ninguém, qual o mal nisso?
Chris sorriu, logo engatinhando na cama e colocando-se sobre ele novamente, lotando-o de milhares de beijos.
O pescoço de Theo foi dominado mais uma vez, Christopher o mordiscou, beijou, lambeu e chupou sua pele sensível, o garoto arqueou as costas, deixando um gemido escapar, sabia que estava chegando a hora que tanto havia esperado, e não podia ter imaginado um momento melhor.
A respiração do garoto já estava descompassada, ele implorava, chamava por Chris e pedia para que ele não demorasse mais, que não fizesse mais cerimônias, pois não conseguiria aguentar, queria ele, ali e agora.
Christopher desceu em direção ao tórax, lambendo-o com luxúria, contornando cada músculo, Theo se encolhia cada vez mais. Chris pensava que se aquilo já era delicioso para ele, imaginava como ele reagiria com o que ele estaria prestes a fazer.
Chris continuou descendo, com sua língua tão lasciva quanto ele, queria depravar toda a pureza que ainda restava naquele garoto. Abriu-lhe as pernas imediatamente, agarrou as duas partes carnudas que se encontravam atrás dele e as separou, abrindo-as, para que ele lubrificasse sua entrada com sua língua, rodeando-a.
Ainda deitado sobre a cama, Theo se segurava ao máximo, mas não conseguia controlar os gemidos, gritava e grunhia, as sensações eram totalmente novas e prazerosas.
Sua respiração estava acelerada, Christopher se levantou e retirou a bermuda que usava, sua única peça. Olhou mais uma vez para Theodore, suas bochechas estavam mais vermelhas do que nunca.
Chris abriu o pequeno tubo e pediu para que o garoto espalhasse nele; embora Theo estivesse com vergonha, ele não negou, ainda que com as mãos trêmulas, espalhou o gel sobre o membro rijo de Christopher.
Chris deitou-se sobre ele, se sentindo acolhido nos braços do garoto, enchia seu pescoço de beijos enquanto encaixava as pernas de Theo em suas costas, que mordeu o lábio com força, estava com medo.
—Quero que relaxe... —Chris sussurrou, lambendo sua orelha em seguida.
Theo suspirou, sentindo Chris roçar em sua entrada, mas não estava mais hesitante, já sabia que queria Christopher mais do que tudo. Cravou as unhas em suas costas quando sentiu-o entrar aos poucos, doía mais do que ele imaginava...
Chris mergulhou todo seu pênis com força dentro do garoto, que jogou a cabeça para trás num impulso, e gritou, agarrando os lençóis da cama.
—Relaxe, Theo... —Chris pediu, sem se mover, ainda dentro dele. —Quanto mais tenso você ficar, mais doloroso será.
O garoto olhou para Christopher, que o fitava com ternura, por um momento não resistiu, tomou os lábios de Theo para si e o atacou, como se fosse devorá-lo, ora sugando sua língua, ora afundando a sua dentro de sua boca.
Quando sentiu que o corpo de Theodore relaxou, Chris tornou a penetrá-lo, lentamente, e o garoto arqueou as costas, gemendo, apertando os lençóis com mais força.
—Ah, dói...
—Eu sei meu amor, aguente firme, vai melhorar...
Theo arfava de nervosismo, tentava fechar as pernas, mas ambas estavam envoltas em Christopher, que segurou-as e o invadiu uma terceira vez. Theo era estreito, apertado, Chris sentia o corpo dele retraindo-se cada vez mais contra a sua palpitação, soltou um gemido perto da orelha do garoto, que arrepiara-se mais uma vez, grunhindo em resposta.
Moveu-se mais uma vez, Theo revirou os olhos, gemendo mais alto, agarrando os cabelos de Christopher.
—Você não sabe como é bom ficar dentro de você... —Declarou Chris, sedento por ele.
—É tão bom assim? —O garoto perguntou, com a voz manhosa.
—É maravilhoso... —Gemeu Christopher, fazendo até o último fio de cabelo do garoto arrepiar.
—Posso te pedir uma coisa? —Theodore o chamou.
—Fala...
—Vá mais rápido.
—Mas vou te machucar...
—Eu quero que você vá mais rápido! —Gemeu, insistindo.
Chris obedeceu, segurou com força na cintura do garoto e aumentou a velocidade, movendo-se para fora dele, e entrando em seguida, com o dobro da força. Theo apertou um travesseiro perto do rosto, logo teve que mordê-lo para evitar gritar tão alto.
—Está doendo muito?
—Continua!
Christopher, embora estivesse preocupado, preferiu não questionar e aumentou a velocidade. Theo se contorcia sobre a cama, era de partir o coração de Chris quando olhava sua expressão dolorosa, mas não podia negar que era sensual ver seus olhos semicerrados, ouvir o garoto gemer seu nome, desejava-o cada vez mais.
Theodore sentiu a mão de Chris tocando-o em sua parte íntima, sincronizando a velocidade que chocava seus corpos, enquanto o masturbava. O garoto abriu os olhos, e deu um sorriso safado, havia gostado daquilo.
A respiração de Christopher estava acelerada, ele juntou ainda mais os dois corpos e diminuiu o ritmo por um instante, tornando a beijar Theo com avidez; enquanto se movia vagarosamente para dentro dele, e com uma das mãos, o masturbava devagar.
O garoto grunhiu entre o beijo, esqueceu-se da dor por um instante, estava delirando, queria sentir Christopher cada vez mais consumindo-o, queria sua língua o tragando, com gosto de uísque, sorvendo seus lábios.
—Desculpe, mas não posso mais me segurar... —Gemeu Christopher, com voz rouca.
Theo entendeu o que ele quis dizer quando Chris abandonou o beijo, abrindo ainda mais suas pernas, e empurrando todo seu pênis para dentro dele, com mais força. O garoto jogou a cabeça para trás, gritou alto, arranhando as costas de Chris, tomado pelo desejo.
Estava sendo doloroso, mas Theodore não se importava. As duas mãos de Christopher estavam ocupadas mantendo suas pernas afastadas uma da outra, então Theo agarrou seu próprio membro e começou a movimentá-lo, livrando-se da vergonha, deixando que os gemidos falassem por si só.
Christopher arfava juntos aos movimentos, acelerando ainda mais, ele adorou ver o garoto se masturbando, aquilo o deixou ainda mais excitado, e pediu para que Theo não segurasse a sua voz.
O garoto, gritou, em resposta, estava sentindo tantas coisas ao mesmo tempo que era impossível se controlar. Ambos gemiam juntos, e Theo acelerava seus movimentos, acompanhando Chris.
—Está gostoso? —Christopher perguntou, com sua voz falha.
Um arrepio dominou o garoto, não conseguiu responder, somente balançar a cabeça afirmativamente.
Theo aumentou o ritmo de sua mão, seu membro estava molhado, quase implorando para saciar-se logo, Chris observou os gestos obscenos do garoto e percebeu um gemido diferente da parte dele, sua voz estava mais suave, doce como música para seus ouvidos.
O peito de Christopher ficou coberto dum líquido branco, que escorria por sua pele vagarosamente, Theo grunhiu, parando de se masturbar; abrindo os olhos em seguida, com uma expressão pervertida em seu rosto.
Chris soltou um longo gemido, e movimentou-se para dentro do garoto com luxúria, não estava conseguindo mais se segurar, Theo sentiu algo quente preenchendo-o, e adorou observar Christopher em seu momento de maior prazer, apertando os olhos com força, involuntariamente, com a respiração descompassada, gemendo mais alto.
Buscaram por fôlego juntos, ambos arfando, saciados, Chris aproximou-se, soltando as pernas do garoto, e envolveu-o num beijo delicioso.
A expressão de ambos era serena, os corações batiam acelerados, o reencontro dos lábios confortou Theo, apaziguando a dor que sentia.
Christopher saiu de dentro do garoto, aos poucos, observando o líquido escorrer.
—Desculpe, eu nem perguntei se queria que eu tivesse saído de você antes...
—Tudo bem. —Theo o interrompeu. —Foi maravilhoso...
—Te machuquei? —Chris aproximou-se novamente, encostando sua testa na dele.
—Não pense nisso agora. —O garoto sorriu.
—Quer tomar um banho?
—Vamos precisar...
—Dessa vez você vem junto?
Theo sorriu, se levantando junto a ele, não perderia essa oportunidade de novo.
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