Fada

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Meu primeiro poema depois de tanto tempo. Ah, eu não estou acostumada a usar o tipo de linguagem da poesia. Então, se tiver com algum erro de concordância, por favor, me avisem.

Olá fada,

Tu não cansas-te ao varrer a tristeza alheia?

Tuas asas sustentais tantas lamúrias

Contudo, ainda brilhaste alegremente

Como se tudo não passas,

afinal de nuvens.

Oh, fada!

Tu estais me escutando?

Estes olhos cegantes

Enxergas-te além da melancolia?

Seria certo considerar-te bela?

Brilhe, fada.

Com tuas mãos

Acende-te brilhos na mente

Faça-os enxergares além da ignorância.

Tu não se cansas da alegria?

Levante, fada!

Tu seres mesmo real?

Lamentações preenchem tal mundo

Onde tu estas?

Não abandone teu brilho.

Apareça, fada...

Sangues jorram

Como flores a desabrochar

Carnificina alheia

Não alegrais ninguém.

Socorra-me, fada!

O peso de sons agoniantes

Destroem sanidades

Onde tu estas?

Meus pais prometeram-me que tu estarias ao meu lado.

Odeio-te, fada.

Tu me abandonastes

Teria tu se entregue a covardia?

Cansas-te do peso da agonia?

Tão gélida tal solidão.

Fada?

Sou e serei eternamente hipócrita

Assim como tantos indivíduos

E meu desejo egoísta suplica-lhe

A alegria de sorrir

Se existe, passe-a para mim.

...

Desculpe-me fada.

Notas finais
Espero que tenham tido uma boa leitura!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!