Facebook das Creepypastas

5 Capítulo 4: Partiu pro FIGHT!


Notas iniciais
EAÍ PESSOAL! Como vão? Esse capítulo vai ter muita treta e ação, e mais comicidade (Nem sei se isso é uma palavra) de Eyeless Jack e Herobrine! Espero que gostem do caítulo, e como sempre digo... Boa leitura.

Todos se encaravam, a tensão era palpável.

– Marido, eu vim lhe fazer um pedido! – disse Nina.

– Não sou o seu marido. – disse Jeff.

– Você é! Fomos casados!

– Num bar, por um bêbado que não conseguia ler a bíblia, enquanto eu próprio ESTAVA bêbado.

– Casamento é casamento do mesmo jeito! Estar bêbado não o anula!

– Sim, mas posso pedir a separação.

– Não vai. Vim aqui justamente para evitar isso. – A Nina sorriu. – Vim lhe pedir para voltar ao Facebook!

– Nunca! – exclamou Jeff.

– Não existe “não” como resposta. Você vai, por bem... Ou por mal.

Jane, Sally e Jeff empunhavam facas de cozinha. Laughing Jack balançava o seu martelo de um lado para o outro, e o Herobrine sacou a picareta de diamante, em divertimento sádico. BEN sacou uma espada curta, e SCP-106 simplesmente estalou os dedos negros. Eyeless Jack tentou sacar a faca, mas não conseguiu porque era cego. Então ele tentou novamente, e agarrou a fivela do cinto e a puxou, soltando o cinto da calça e fazendo-a cair sobre os seus pés.

Então, avançaram.

Jeff e Nina avançaram um contra o outro, brandindo as facas em cutiladas e golpes que produziam faíscas quando as lâminas se chocavam, ou produziam rasgos em sangue quando atingiam o alvo. A Jane rangeu os dentes e partiu como um animal para Laughing Jack e BEN, os surpreendendo com golpes rápidos. Quando BEN se aproximou dela, brandindo a espada, a Jane chutou a cara dele. BEN recuou mais ofendido do que ferido. Ninguém respeitava mais os de estatura abaixo da média ou, como eram popularmente chamados, os anões.

SCP-106 ficou olhando para Sally, que se aproximava dele com um sorriso doce e uma lâmina reluzente na mão. Uma visão estranhamente perturbadora para qualquer ser humano sano de mente.

Os olhos malignos da SCP-106, injetados de sangue, fitaram Sally sem piscar e nem mexer, somente a seguindo sem falhas.

– Tio! – a Sally disse alegremente. – Quero ver se essa coisa preta que sai de você é o seu sangue!

No outro segundo, Sally avançou, com um sorriso doce que cortava como uma lâmina. Ela balançou a faca, golpeando SCP-106, e abrindo um corte diagonal em seu peito. Imediatamente, sangue negro, grosso e pastoso, passou á escorrer da ferida, mas SCP-106 nem reagiu. Continuou só olhando para Sally, com um sorriso sombrio nos lábios.

A Sally golpeou novamente, a faca transformada num borrão enquanto era balançada horizontalmente. Porém, dessa vez, a SCP reagiu. Agitou o braço e esticou a mão, agarrando a lâmina da faca e a apertando. Mais fluido negro escorreu pela lâmina da faca, porém, imediatamente, a faca começou á enferrujar. A Sally apertou os olhos, surpresa. O sorriso da SCP se alargou.

Jack, ao dar o primeiro passo, tropeçou nas suas calças caídas e caiu no chão com um baque surdo. Ele começou á se levantar, xingando em voz baixa, e ele ouviu uma voz dizer:

– Ei, quer ajuda?

Jack estendeu a mão, e alguém a agarrou. Ele se sentiu grato por um momento... Até receber um chute na canela.

– AI! – Jack recuou, e tropeçou de novo, mal se mantendo em pé.

O Herobrine olhou para ele, divertido e intrigado, enquanto o Jack brandia a faca cegamente. Numa luta um contra um, ele certamente poderia lutar bem, graças á audição avançada e tudo o mais. Mas a luta estava uma confusão, e o Herobrine tentou ser o mais silencioso o possível. O Jack estava confuso, enfrentando um cara que mal fazia um som.

O Herobrine olhou para Jack, gozado, e ficou encarando-o por uns bons 10 segundos, antes de empurrá-lo, derrubando-o novamente, e pisar em sua cabeça até que o assassino cego foi praticamente nocauteado. O Herobrine olhou-o, divertido, e disse:

– Menos um.

A Sally soltou um gritinho fraco quando a SCP-106 empurrou a faca dela violentamente, fazendo o cabo atingir a cabeça dela. Sally recuou, momentaneamente tonta, e SCP-106 aproveitou para agarrá-la pelo ombro. Ele crivou as unhas no ombro dela, e imediatamente, a carne do ombro da menina começou á ficar negra e apodrecer. A Sally gritou, em dor e raiva, e esfaqueou a barriga da SCP uma, duas, três vezes. Por fim, ela golpeou o pulso da SCP, abrindo um profundo sulco, de onde jorrou uma cachoeira negra, enfraquecendo o seu apertão o suficiente para se soltar. O seu ombro já desprendia nacos de carne negra e fedida, apodrecida em questão de segundos.

Jeff e Nina ainda trocavam golpes, e o Jeff perguntou, enquanto as facas assobiavam ao cortarem o ar:

– Você me ama, não?

– Claro que sim, querido. – Nina disse, sorrindo, enquanto golpeava Jeff.

– Então por que está lutando comigo?

– Entre tapas e beijos, sempre há desejo. – Nina disse novamente, sorrindo, e Jeff apertou os lábios, se esforçando para não vomitar.

Laughing Jack brandiu o martelo pesadamente, obrigando a Jane á dançar para se desviar do potente ataque, que abriu um buraco na madeira do chão ao impacto. Jane se preparou para esfaquear Jack, mas ela não viu BEN, que era baixo demais para ela no momento, e ele espetou a espada no quadril dela com uma casualidade imensa.

Ela gemeu de dor e recuou, rangendo os dentes, e golpeou BEN com a faca, que ergueu uma pequena rodela de metal – um escudo bastante pequeno –, se defendendo do golpe e provocando uma chuva de faíscas.

O Jack balançou o martelo novamente, atingindo a Jane na lateral da cabeça e a jogando na parede. Um som de carne sendo agredida ecoou quando a Jane atingiu a parede e caiu no chão, com a visão turva e os sentidos sedados.

Ela colocou a mão na cabeça e olhou-a, tonta. Viu que estava manchada de sangue. Ela grunhiu, se erguendo e balançando a cabeça. Mal se recuperou e ergueu a cabeça, quando ela viu o Jack avançando nela, com um sorriso psicótico.

Ela desviou com intensa dificuldade, e o Jack derrubou a parede com o poderoso golpe do martelo.

A Jane deu um relance por cima de Jack, enquanto chutava Jack para longe de si, e a vista do Herobrine, de braços cruzados, assistindo aquilo como um espectador inocente, a tirou do sério.

– SEU LESADO! – A Jane gritou para o Herobrine, e ele virou a cabeça para ela, surpreso.

– O que foi, Jenny? – ele perguntou,

– Não vai ajudar?! – ela perguntou sarcasticamente, se abaixando de um rápido balanceio do martelo de Jack, e aplicando uma joelhada em sua barriga.

– Ah, sim. Me esqueci. – Ele riu, e correu para a luta.

– BANZAAAAAAAAI! – ao ouvir isso, Jeff virou a cabeça, ainda distraidamente se defendendo de um golpe de faca da Nina, e só pôde ver a visão cataclísmica de um cara de olhos brancos pulando nele, antes de receber uma voadora de dois pés bem nas costelas, o jogando com tamanha força que atravessou a parede, deixando somente as pernas ainda dentro do salão de entrada, enquanto a maior parte do corpo do Jeff entrou em um banheiro e bateu a cabeça numa pia, quase perdendo os sentidos.

O Herobrine ergueu a mão em triunfo.

– YEAH!

Ele sentiu alguém cutucando o seu ombro, e se virou, erguendo as sobrancelhas e com um meio sorriso. Ele viu a Nina, e só pode dizer “E aí Ni...” antes que a Nina o interrompesse com um chute na virilha. O Herobrine caiu no chão, uivando de dor, e perguntou entre engasgos:

– Por... Quê?!

– Só eu posso bater em meu homem! – a Nina exclamou. – Nunca ouviu falar da boa educação?! Em briga de marido e mulher, não se mete a colher!

– Mas eu estou... No seu time!

– Detalhes. – a Nina agitou a cabeça. – Quem se importa com detalhes?

– Eu me importo. – uma voz profunda os interrompeu, e todos se viraram e encararam os seres alto que tinha aparecido do nada, virados para eles.

O vulto da sala tinha sumido, e agora dois homens altos os olhavam. Bem, um deles os olhava. Um era o Slender Man; Dois metros de pura palidez e magreza, sem rosto, usando um elegante e polido smoking, ele era altivo e assustador. Porém, do seu lado, o primo se destacava. Era igualmente pálido e magro, mas fora isso, não se pareciam em absolutamente nada. O Splendorman tinha orelhas e um rosto cartoon; Sem cabelo e nem nariz, mas com olhos negros ovais que expressavam alegria pura, e um sorrisinho alegre. Ostentava uma cartola no topo da cabeça, e utilizava uma roupa negra semelhante á de um palhaço, cheio de bolinhas coloridas.

– Oops... – a Nina disse baixinho.

– E aí gente! – Splendorman disse alegremente. – Quem causou isso tudo?

Notas finais
E aí, o que acharam? Deixem o seu comentário. :D