Faça-me, Quero Ser Tua.

70 Estourando a bolha.


Notas iniciais
Olá amoreeeees! Ai que saudade, PORRA! Desculpem a euforia. Bem, voltando aqui... Oi! Como vcs estão? Já peço perdão pelo sumiço, mas se tornou necessário. Muita coisa mudou em minha vida nesses 30 dias sem aparecer aqui. E olha... Fez um bem danado! hahaha Até inspiração trouxe! Amores...o cap não está aquela maraveeeeelha toda. Mas apenas para dar continuidade ao que ja tenho. Ah, chega... vamos ler! Desfrutem!

Acordo com as mãos dele por minha pele. Como sempre, o melhor despertar de todos. Rolo na cama, monto sobre seu corpo, acaricio-lhe a face, beijo sua boca. Trocamos carícias ansiosas e necessitadas, mas nada a mais. Levantamos da cama indo para o banho quando percebemos que já está muito tarde e que temos muitas coisas para arrumar antes de ir para a capital.

Em um bistrô, tomamos um café com rosquinhas doces enquanto deveríamos pelo horário estar almoçando. Não podemos deixar de rir da situação.

Saímos dali indo exatamente para um ateliê onde Carlos Daniel disse ter os vestidos mais lindos da cidade. Esse homem está me contaminando com sua loucura. Sigo com ele e quando chegamos ali não posso deixar de concordar com suas palavras. Existem vestidos de todas as cores e modelos possíveis. Todos lindos e perfeitos.

Os olhos de Carlos Daniel grudam-se em um vestido longo azul escuro. Caminho até ele, analisando o vestido. Resolvo experimentar.

O Vestido me deixa... sem palavras. As costas completamente nuas, o tecido frio e leve esfregando-se as minhas pernas. Ficou lindo.

—É esse... -murmuro para ele, saindo do provador usando o tal vestido.

—Você está... linda. -diz ele parado, mirando-me dos pés a cabeça.
Sorrio para ele.

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Decidimos por arrumar-nos em um dos hotéis de Carlos Daniel na cidade do México. Assim, seguimos estrada com nossas malas para o fim de semana e muito nervosismo como bagagem.

A Viagem que deveria ser curta, apenas duas horas e alguns minutos, torna-se exaustiva.

Chegamos na Capital em torno de 6 da tarde. Assim que adentramos nosso quarto na suite do hotel, Carlos Daniel agarra-me pela cintura e beija-me com certa possessão.

—O Que há contigo? -pergunto quando ele me ergue em seus braços, empurrando-me a uma das paredes, beijando-me, pressionando meu corpo como quem tem a mescla de medo e desejo nas veias.

Ele me solta. Seus dedos suavizam rapidamente.

—Desculpe... eu... estou nervoso. Acho que é isso.

—Olha, eu também estou. ok? Mas...-respiro fundo, agarro seu rosto entre minhas mãos. -Vai ficar tudo bem.

—Não queria sair do nosso conto de fadas.

—Conto de Fadas? -questiono.

Ele ri, agarra minhas mãos e então me conduz para o banheiro. Fico calada esperando alguma resposta dele, mas ele apenas me olha com um meio sorriso. Sento-me a borda da banheira e então ele liga as torneiras enchendo-a de água.

Ele agarra minhas mãos, levanta-me frente a si e então começa a desabotoar minha camisa.

—Foram o quê? Duas semanas?

—Me Perdi no tempo... -respondo-lhe sem muito pensar.

—Independente... não queria ter de voltar para a realidade.

Carlos Daniel puxa minha camisa por meus braços e o tecido cai ao chão. Seus dedos deslizam por minhas costas e meio segundo depois estou nua da cintura para cima.

—Sabe, -continua ele. -Acho que nunca me desliguei tanto do mundo. Nesses dias a sós, fizemos um mundo só nosso. Era eu, você.... e aquela cama maravilhosa. -Diz ele com um sorriso, desabotoando minha calça. -Não queria que acabasse... queria mesmo era esquecer todo o resto. Queria mesmo que existisse só nós dois. Sem Minha família, sem o hotel, sem aquela desgraçada que me destruiu e que me deixou assim, entregando a você um projeto de monstro.

—Carlos Daniel... não. -Digo chutando o resto da roupa para longe. Agora, eu me dedico a despi-lo. -Não é assim. Talvez, se tivéssemos nos conhecido de outra forma, em outra circunstância... não tivesse dado tão certo.

Sorrio para ele. Ele devolve-me um meio sorriso e então baixa os olhos para onde minhas mãos começam a desabotoar sua calça.

—Nosso conto de fadas estava maravilhoso, querido. -Digo puxando o cós da calça para baixo, deixando-o apenas de cueca. -Acho que podemos conciliar ele com nossa vida. Tentar, sim?

Ele beija-me os lábios rapidamente, apenas como quem concorda e então se afasta. Entramos juntos na banheira, e ali... o mundo para mais uma vez.

Aconchego-me aos seus braços, repenso os últimos dias e calada tento achar solução para alguns desses momentos de desespero.

Notas finais
Então, pessoas... E agora? Começamos o cap seguinte com promessas e olha... tha na nam.... tensão! Aguardo comentários, viu? Beijooooooooos!