Faça-me, Quero Ser Tua.

71 Aniversário Estephanie - Parte I


Notas iniciais
Oi meus amores... que saudade de vcs!!!!!!!!!!!!! olhem só... demorei esse tempo todo pq meu notebook queimou e perdi muita coisa... mandei ele pro técnico e não teve como arrumar. somente há uns três dias consegui o HD dele e o adaptei para USB, conseguindo então todos os meus arquivos novamente. iuuuupiiii retomando a fic aqui, acabamos com Paulina e CD já na CDMX pro aniver da irmã dele... Aqui estamos. espero que gostem, que me perdoem e que voltem a me amar kkkk Beijos... desfrutem desse capítulo carregado de descobertas

—Paulina, quero deixar-te totalmente claro que não sei o que vamos encontrar ao entrar nessa casa. Te suplico que não esqueça em momento algum o quanto te amo, o quanto você me mudou, o quanto sou seu. Não tenha dúvidas, nem hoje, nem nunca.

Suas palavras me pegam bastante de surpresa. Não sei o que dizer. Sei que ele está nervoso. Bem, eu também estou.

Ele abre a porta da casa e de braços dados seguimos por ali. Damos alguns passos enquanto o burburinho das pessoas aumenta. Carlos Daniel trava totalmente quando uma pequena menina loira corre até ele e abraça suas pernas.

—Tio! -Diz a mocinha contente. -Sabia que viria!

Solto seu braço, surpresa com a situação. Ele me lança um sorriso amarelo e então pega a garotinha em seus braços.

—Olá minha laranjinha, como você está grande. -Diz ele, deixando-me sem ar. A garotinha segura a face de Carlos Daniel e suavemente deposita um beijo na ponta de seu nariz. Ela ri soltando-se de seus braços e então corre pelo lugar novamente.

O corredor está cercado por flores e fitas, mas realmente não consigo ver nada, pensar em nada após essa cena. Carlos Daniel agarra minha mão e então damos o braço um ao outro novamente.

—Essa é Laura, minha sobrinha. -Diz ele parecendo se justificar.

Carlos Daniel parece tencionar após as palavras e então em apenas dois passos o homem das trevas revive. A postura muda, o jeito de caminhar... meu namorado carente não está ali, apenas o louco que me domina.

Adentramos uma grande porta e ali vejo uma multidão. Várias pessoas estão por ali, algumas sorridentes, outras nem tanto. Observo-as enquanto Carlos Daniel leva-me diretamente para a copa. Ouço-o pedir uma dose de whisky e uma taça de Champagne. Ele estende a taça a mim assim que o garçom a deposita sobre o balcão. Ele está nervoso, muito nervoso.

—Acalme-se homem das trevas, por favor. -Digo tomando um gole do champagne. Está gelado, borbulha em minha boca.

—Estou tentando, mas é como ver meu passado mal assombrado se cruzando com nosso conto de fadas tão bom. -Sussurra puxando-me para perto de si. Com a mão que estava em seu braço, agarro seus dedos e os enlaço com os meus.

—Vai ficar tudo bem, certo. Cadê o homem das trevas? -pergunto baixinho.

—Prefere ele, não é? -diz parecendo um pouco decepcionado.

NÃO!

—Não, claro que não. -Respondo-lhe acariciando seus dedos. -Prefiro meu namorado, o homem que amo. Mas a princesa do mundo encantado não vive sem o Homem das trevas.

Ele sorri, aquele sorriso todo meu. Agora sim!

—Você é o melhor que já me aconteceu. -murmura num mover de lábios. Seus olhos me encaram, minha boca seca imediatamente. Será que ele sempre terá esse efeito sobre mim?

—Carlos Daniel?

Ele vira-se rapidamente e meus olhos correm. Uma mulher ruiva, alta e muito bonita aproxima-se puxando-o para um abraço. Ele devolve o ato de afeto enquanto eu só observo tentando entender algo. Ela beija sua bochecha e então o solta. Carlos Daniel tira a taça de mim e a larga sobre o balcão.

—Pensei que não viria. Não sabe como estou feliz! -Os olhos da mulher brilham ao marejar.

Carlos Daniel acaricia o queixo dela dando-lhe um sorriso amarelo.

—Estephanie, essa é minha namorada, Paulina. Meu amor, esta é minha irmã.

A mulher me olha com um sorriso largo e pegando-me de surpresa me puxa para um abraço também.

—Que prazer te conhecer! -Diz baixinho em meu ouvido.

—Parabéns, felicidades! -Falo quando nos afastamos. Carlos Daniel relutante me solta e ela pega minhas mãos.

—Obrigada por o trazer.

Oi? Quê? Não entendi...

Sorrio para ela e então ela sai quando a sobrinha de Carlos Daniel a chama.

—Menos uma... -Sussurra ele puxando-me para si outra vez. Ele agarra a taça do balcão e entregando-me termino com o líquido dentro dela em um gole.

Ele sorri, percebendo que estou nervosa. É, Carlos Daniel.. estou nervosa.

A Festa anda a todo vapor. Conheço a avó de Carlos Daniel e me encanto com ela. A Senhora é um amor. Algum tempo depois, quando sento-me em um dos sofás ao Lado de Carlos Daniel, Laura vem até mim para conversar.

—Você é a namorada do tio? -pergunta baixinho, encostando-se a ele. Carlos Daniel a pega no colo. Não evito um sorriso.

—Sim, sou a namorada do seu tio. -digo mirando-a, observando de relance a situação do titio ali.

—Seus olhos são como os meus. -fala enquanto abre bem os olhinhos. -Você é muito bonita tia.

Virgem de Guadalupe! Meu coração para na garganta, acelerado. Não evito um sorriso. Agradeço a pequena menina pelo elogio e então ela sai saltitante pela festa outra vez. Um Senhor chama Carlos Daniel e ele se levanta.

—Já volto meu amor, pegarei outra taça de Champagne pra você.

—Tudo bem... -digo-lhe implorando em um olhar que não demore. Seus dedos agarram meu queixo, e curvando-se ele deposita um beijo suave em meus lábios.

Fico a observar Carlos Daniel ao longe. Seus olhos vez que outra me procuram. Ele parece feliz, mas também preocupado. O Entendo de certo modo, deve ser bastante difícil fazer isso, assim, depois de tanta coisa.

Carlos Daniel mira-me com um sorriso quando de repente se fecha percebendo algo errado e caminha em passos largos até onde estou. Observo seu rosto e então levo minha mirada até onde ele observa fixo. Um Casal aproxima-se de nós. O Homem está bastante sorridente e me encara fixo, já a mulher tem a cara fechada e emburrada. Esse homem me é familiar...

—Olá Carlos Daniel, -Diz ela sorrindo a ele mais que o necessário. Mas o que... O Homem me encara fixo. O que está acontecendo aqui?

Miro Carlos Daniel. Ele parece bravo, Bravo, muito bravo.

—Boa noite, Senhora Martinelli. -Diz ele seco, mirando em seguida o homem de braço dado com ela.

—Senhora Martinelli não, Carlos Daniel. Senhora Bracho. -Diz ela como quem o corrige. Meu peito falha uma batida. Esse é o irmão de Carlos Daniel?

—Senhora Bracho será ela, minha namorada quando se cumpra nosso casamento. -Diz segurando-me pela cintura com certa força.

Minha Virgem de Guadalupe!

—Ela também é uma Bracho, Carlos Daniel. -Diz o homem, que agora, observando tenho a segurança que é irmão dele. Puta Merda!

Carlos Daniel respira fundo, os dentes cerrados, o braço possessivo em minha cintura.

—Nunca será uma verdadeira Bracho, irmãozinho querido. -diz ele irônico, sorrindo. Ele vira-se para mim e me pede que o acalme em uma mirada.

Tento passar segurança a ele e acredito que consigo.

—Paulina, esse é meu irmão Rodrigo e essa ai é sua Esposa Gisele. Rodrigo, Gisele, esta é minha futura esposa.

O Rosto da mulher é um misto de cores enquanto os olhos do irmão de Carlos Daniel me observam dos pés a cabeça.

—Muito, muito prazer em lhe conhecer senhorita. -Diz o homem dando um passo a frente. Ele faz menção de me cumprimentar. Travo. Carlos Daniel aperta os dedos em minha cintura com uma força que me faz tremer e furioso encara a criatura.

—Não ouse. -Adverte mirando-o nos olhos.

Não consigo agir, não consigo me mover. Estou completamente sem reação.

A mulher solta uma gargalhada, como quem tenta amenizar a situação.

—Bem, desejamos uma excelente festa a vocês... Boa noite! -Diz ela puxando Rodrigo pelo braço.

De Braços dados, eles saem pelo salão e Carlos Daniel puxa-me para o sofá. Sua mão se enlaça a minha, seus dedos seguram-me firme como se eu fosse embora a qualquer momento.

—O que aconteceu ali? -pergunto baixinho, quando Carlos Daniel estende-me a taça que estava em sua mão. Nem a tinha notado.

—Esse é meu maravilhoso irmão, e ela...

O champagne desce queimando como soda cáustica por minha garganta quando as palavras de momentos atrás encaixam-se a minha cabeça.

Rodrigo. Irmão. Traição. Inveja. Trabalho. Sócios. Gisele... Gisele na cama com seu sócio. Seu irmão.

—Puta Merda Carlos Daniel. -digo tão baixo que não sei se ele deveria ouvir. Será que entendi certo?

—Sim, é o que você pensou. Rodrigo era meu sócio. Foi com ele que Gisele me traiu, foi com ela que ele se casou.

Notas finais
Caralhada... e agora gente? sccr... comentem muitoooooooo please ps: estou com mais uma conta no twitter e troquei meu numero do whats depois do roubo de meu celular... a conta no tt é @carosellation e o meu whats è 51997536711 beijos gigantes!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.