Faça-me, Quero Ser Tua.
69 Absolutamente Tudo
Notas iniciais
Minhas pernas tremem, minha mão dói e minha respiração parece querer me sufocar. Carlos Daniel baixa seu rosto e então deposita um beijo longo em minha boca.
—Minha Mulher do mundo Encantado... tão linda, tão gostosa.
Ele não espera que eu me recupere dessa onda de prazer. Suas mãos soltam com cuidado a cinta linga, tirando-a de meu corpo, deixando somente a meia. Carlos Daniel sai de cima de mim, vira-me de bruços e então solta meu sutiã.
Suas mãos correm em minhas costas e massageiam-me até a bunda.Senta-se ao meu lado Gemo quando ele a aperta, e correndo os dedos de cima a baixo, por fim retira minha calcinha.
—Você não imagina como me sinto honrado em saber que somente eu lhe toquei.
Seus dedos correm por entre minhas coxas e sem delongas ele enfia dois dedos dentro de mim, me preenche. Sinto minha umidade por seus dedos. Ele entra e sai de mim vagarosamente.
Delicio-me com seu toque.
Seus dedos saem de mim e então esfregam meu ponto tão sensível.
—Hm... adoro você assim, inchadinha... -diz acariciando meus cabelos com a mão livre.
Ele desenha círculos por ali, levando minhas batidas cardíacas a outra dimensão e então seus dedos sobem, passando por minha entrada molhada, indo mais além. Tensiono no mesmo instante.
—Sh... Relaxe... vai ser gostoso.
Seus dedos acariciam-me ali... naquele lugar onde nunca esperei que... minha nossa... isso é bom. Estou nervosa. Estou com medo. Mas... é gostoso demais.
—Empine essa bunda linda pra mim, hm? -diz acariciando meus cabelos.
Ele me acaricia mais... me deixa ainda mais molhada, me lubrifica ali com meu próprio desejo.
Faço como ele pede, jogo a bunda para trás, sentindo seu dedo pedir-me para ir mais além do que faz.
—Estou nervosa. -confesso virando meu rosto para observa-lo.
—Eu sei... -sussurra ele acariciando meus cabelos. -Relaxe... vou colocar aos poucos... vou te acariciar, te estimular e se pedir que eu pare... assim farei.
Apenas o encaro, concordando em silêncio.
—Vamos fazer diferente... -sussurra tirando suas mãos de mim.
Ele deita ao meu lado, fica de frente para mim e então me puxa, deixando minhas mãos presas ao seu peito, abraçando meu corpo.
Sua mão puxa minha coxa e ele então a coloca em sua cintura. Ele esfrega seus dedos em mim, e quando me tem completamente molhada, deixa que seus dedos corram para onde estavam anteriormente.
—Oi, meu amor... -diz ele aproximando sua boca da minha, beijando-me suavemente. Sua boca beija-me terna enquanto seu dedo faz menção de adentrar-me.
Congelo. Completamente nervosa, temerosa.
—Sh... Beije-me, beije-me... -pede ele acariciando-me devagar.
Beijo sua boca, mordo seus lábios, gemo contra ele. Ele então empurra... bem lentamente seu dedo dentro de mim.
Dói, uma dor estranha, desconhecida, uma dor que se mistura com suas carícias.
—Amor... -murmuro contra sua boca, agarrando-me a sua camisa.
—É gostoso, não é? -diz beijando-me agora faminto.
Mergulho nas sensações que ele me oferece. É estranho, é tenso, dói um pouco... estou nervosa... mas sim...sim, sim, sim... é gostoso sentir isso que tanto dizem proibido enquanto ele beija-me desse jeito. Ele empurra o corpo contra o meu e quase grito quando ele esfrega seu sexo duro em mim. Tento me movimentar em busca de mais toque seu e ele ofega, ofega puxando-me mais, colocando seu dedo totalmente dentro de mim.
—Todo Paulina... meu dedo todo dentro dessa sua bunda linda. -Diz ele mordendo-me a boca, logo o queixo. Estou ofegante, ansiosa, perdida. -Uma hora será meu pau dentro de ti, aqui nesse lugar. -diz movendo lentamente seu dedo dentro de mim.
Minha Virgem de Guadalupe!
Ele empurra seu sexo coberto com tanta roupa contra minha pele nua. O quero dentro de mim... lá onde ele já conhece tão bem.
—Pegue uma camisinha. -Diz ele beijando-me o queixo.
—Não sei se consigo me mexer. -digo em um ofegar mirando-o nos olhos.
—Claro que consegue. Estique-me, mova-se...
—E se... me machucar? -pergunto com a voz baixa.
Ele mexe lentamente seu dedo dentro de mim. Arfo em seus braços.
—Você está confusa, meu amor... confusa por absorver a nova sensação. Confie em mim, pegue a camisinha.
Respiro fundo e confiando nele movimento-me esticando o braço para pegar um preservativo. Ele agarra meus seios com a boca, mordisca meu mamilo e então mexe... mexe lá.
Tudo se acumula em meu ventre. Minha nossa. Quero... quero...
—Carlos Daniel... por favor... -murmuro sem saber o que estou implorando.
Ele geme, morde meu seio, rodeia meu mamilo com a língua enquanto afasto meus seios de sua boca.
—Faz amor comigo... -choramingo.
Ele sorri, beija-me a boca.
—Minha Gostosa...Minha amada.
Suavemente, da mesma maneira como o colocou, ele beija minha boca e tira seu dedo de mim. Ofego com a sensação, adaptando-me a novidade, observando seus olhos fascinados com minha descoberta.
Ele vira-me na cama, beija minhas costas, então desce seus lábios por ali e para em minha bunda, beijando-me ali também.
Entrego a camisinha, mantendo-me de bruços. Vejo-o levantar, jogar o resto de suas roupas longe.
—Levante, meu amor.
Rolo na cama e então levanto-me vestindo apenas as meias. Ele me olha de cima a baixo, e carinhosamente me pega pela mão, levando-me até o Closet.
Não entendo nada. Ele acende as luzes, movimenta as portas espelhadas e então caminha até a grande poltrona, movendo-a por ali também. Ele a coloca de frente para os grandes espelhos, então volta até mim e me agarra, puxando-me para a poltrona.
—Ajoelhe-se. -Diz ele acariciando minha bunda, rodeando meu corpo.
Faço como ele diz, a pele ardendo o corpo implorando por mais, ajoelho-me e encaro meu reflexo escabelado no espelho frente a mim.
Carlos Daniel veste a camisinha enquanto o observo pelo espelho. Ele se aproxima, abaixa-se atrás de mim e então coloca sua boca em mim, exatamente lá.
Minha nossa!
Me contorço, me agarro ao estofado fechando os olhos para absorver a sensação. Ele me deixa molhada, então levanta, segura-me pela cintura e entra dentro de mim.
—Ah... Carlos Daniel! -digo perdida quando ele entra em mim e então sai, observando meu reflexo no espelho. Ele empurra, uma, duas, três, várias vezes... me leva ao limite do ápice e depois me nega, deixando-me suada, ofegante, exausta... Não aguento mais.
Carlos Daniel curva-se sobre mim e então enfia seu dedo em minha boca. O chupo, rodeio ele com minha língua enquanto ele se move devagar dentro de mim. Ele tira seu dedo de meus lábios, mantendo-o molhado de minha saliva e então o leva para... lá, exatamente onde ele tocara antes.
Ele move seu dedo ali enquanto seu sexo volta a entrar dentro de mim.
Minha pele arde... quero mais dele... quero explodir ao seu redor, quero...
—Mais... -murmuro obcecada pelo prazer que ele sempre me proporciona.
Carlos Daniel mexe. Mexe mesmo... empurra seu sexo dentro de mim, forte, lá no fundo, segurando-me contra si. Ele geme agarrado a minha cintura, seus olhos mirando agora onde ele entra e sai de mim.
Arrancando-me um grito... sim, um grito de puro prazer, seu dedo entra dentro de mim totalmente, outra vez, e aquela sensação misturada com ele me tomando, me...
—Outra vez, meu amor... outra vez em você. -Suspira ele olhando-me de relance, mirando novamente onde me possui. Ele mexe seu dedo, empurro meu corpo contra ele, sentindo-o tremer dentro de mim.
—Me faz gozar assim... assim, amor... -imploro exausta, os músculos doendo, o prazer corroendo meu pensamento.
Ele mete forte, mexe seu dedo dentro de mim, coloca seu sexo lá no fundo, tonteando-me, levando-me ao abismo. Rouca, perdida, grito entregando-me a aquele complemento de prazer, sentindo-o tirar seu dedo de mim, sentindo empurrar mais forte, segurando-me pela cintura, enchendo a camisinha quando explode dentro de mim gritando meu nome.
Amoleço.
Meu corpo perde a sustentação.
Carlos Daniel imediatamente sai de dentro de mim e então agarra-me em seus braços, pegando-me em seu colo.
—Acho que vou desmaiar... -murmuro já de olhos fechados, não consigo me mover. Carlos Daniel ri, larga-me a cama e então me abraça pelas costas.
—Calma, meu amor... é só a mistura inebriante de um amor gostoso com um bom vinho. Descanse, vou cuidar de você sempre.
Apago sentindo seus dedos alisarem minhas costas. Apago exausta, impressionada comigo mesma, satisfeita em como aquilo foi bom, como foi... mágico.
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