F For Fool...in Love?!
10 3-Fazer Você Sentir Meu Amor
Notas iniciais
Momento cute entre duas personagens *-*
Minhas filhas do facebook não acertam nada kkkkkkkkkk
quero surtos U_U Porque AMO surtos
Atravessou a porta da escada de incêndio quase que correndo, sorria radiante apertando lenço contra o próprio peito, desceu as escadas pronta pra vê-lo ali sentado nos últimos degraus com um livro em seu rosto ou então o lendo, mas quando olhou pra dentro das escadas não o viu, sentiu seu sorriso se desfazer em seu rosto e olhou o lenço em sua mão.
Onde será que ele está? pensou.
Desceu pro refeitório chateada, segurando o lenço em uma mão e um copo de suco na outra, se sentou na mesa de sempre e não parava de olhar o lenço perfeitamente liso e limpo em sua mão.
Soltou um longo suspiro e pegou o copo.
– Dizem que a Kacey Simon não vem mais ao colégio.
Lizzie disse , seguida de Hannah, Belinda e mais um bando da alunos cercaram a mesa em que Sam estava.
– Você realmente não tem medo de nada não é? — Disse Lizzie
– Ahm?
– Parece que ela vai parar o colégio. — Belinda mexia seu chá com uma colher fazendo movimentos extremamente exagerado com os braços.
– Hã? — Sam a olhava preocupada, se lembrou do dia em que Kacey foi maltratada pelos alunos.
– Bem, na verdade a culpa é sua! — Lizzie a acusou — E você ainda se atreve a vir pro colégio como se não tivesse acontecido nada.
Sam segurou firme o lenço de Zander, empurrou a cadeira e deu espaço entre os alunos que a cercavam, em poucos minutos ela já atravessava a porta da escola em direção a casa da amiga.
Era uma casa enorme, como todas as casas de gente rica.
Quando entrou, logo uma empregada levou Sam ao imenso quarto de Kacey, ela estava sentada na cama, usava umas roupas muito simples pra quantia de dinheiro que ela tinha e Sam até sorriu quando a viu ali, por que Kacey não era uma patricinha que só se importava com a imagem, ela era tão normal quanto Sam, só que com um pouco mais de dinheiro no banco e tudo mais.
– Hey Kay! — Sam sorriu ao chamá-la assim, Kacey sorriu também.
– Olá Sam! — Ela apontava pra uma cadeira ao lado dela, em frente a uma pequena mesa onde repousava uma bandeja com xícaras e um bule de chá quente.
– O que houve com você? — Se sentou — ouvi boatos...
– É verdade, eu não quero ir ao colégio.
Fez-se uma pausa, Kacey pediu com as mãos uma xícara de chá e Sam lhe deu.
– Me desculpe, é tudo culpa minha.
– Não se preocupe. — Fez-se uma pausa, um tanto constrangedora antes de Kacey decidir falar — Sam, é verdade que você beijou o Freddie na festa?
Sam se sentiu incomodada com a pergunta.
– Que beijo? Aquilo foi um acidente. — Ela pegou uma xícara na mesinha no mesmo instante em que Kacey se enfiava embaixo das cobertas até desaparecer.
– Mas está tudo bem. — Disse depois de recolocar a xícara na mesinha. — Os maus-tratos não pioraram. — Ela esperou, mas Kacey não surgiu de debaixo das cobertas. — Sabe Kacey, eu sempre serei sua aliada. Conte comigo sempre que se sentir sozinha ta?!
Esperou, mas Kacey estava irredutível, Sam sorriu de leve e se levantou da cadeira.
– Até mais então.
E foi saindo... Quando Kacey ouviu seus passos mais baixos se sentiu segura pra sair de debaixo das cobertas e acompanhou Sam com os olhos até ela sumir.
Sam olhou o relógio e começou a correr.
– Ah não! Se eu não voltar logo... — Como se voltasse ao passado, um carro preto parou de repente na rua impedindo Sam de seguir seu caminho.
Ela parou e olhou o carro, apreensiva, mas ao invés de sair homens vestidos de preto, o vidro do carro baixou e surgiu Freddie Benson dali de dentro, ele olhava pra frente como se não tivesse a visto ali.
– Que droga. — Sam reclamou e Freddie a finalmente a olhou.
– Ah! É você! — Disse Freddie numa tentativa ridícula de tentar fingir que não tinha a visto. — que coincidência.
– Se você parar o carro aqui vai atrapalhar passagem dos pedestres.
Freddie abriu a porta do carro, fazendo Sam dar uns passos assustados pra trás, ele saiu e se apoiou na porta.
– O que você está fazendo, matando aula desse jeito? — Perguntou, sem olhá-la.
– Não é da sua conta.
– Hã? — A olhou.
– Você também não está matando aula? — Falou o encarando.
– Eu vou assistir aula agora. — Voltando a olhar pra frente.
– Ah é? Então, vou embora. — Disse Sam pouco interessada, virou e começou a andar.
– Ei ei ei! — Gritou ele fazendo-a parar — Aquela vez... Quando você me beijou, você não se apaixonou por mim, né?
– O que? — virou rápido e o encarou da cabeça aos pés. — Você é tonto? Eu não entendo.
– Entre. — Freddie apontou o carro com a cabeça.
– O que?
– Vou te dar uma carona até aquele colégio infernal, então, entre! — Ele foi até ela e a segurou pelo braço a puxando pro carro.
– Esp... Espera! PARE COM ISSO! — balançou o braço e se livrou do aperto dele. — Você é inacreditável. — E saiu correndo.
– Que foi, desgraçada? — correu atrás dela.
Sam corria pela rua gritando desesperada enquanto Freddie corria atrás dela gritando pra ela parar.
Eles correram por uma longa calçada, gritando e olhando pra trás, Sam percebeu um conversível correndo em alta velocidade virando a esquina, ah o que importava o conversível? Estava preocupada em ser pega por aquele tarado, olhou pra trás de novo e viu que Freddie não desistia de persegui-la, dobrou a esquina gritando, poucos passos depois pode ouvir:
– Não seja tão convencido! — Era uma voz de mulher.
Sam olhou pra trás e viu Freddie caído no chão e uma mulher com o punho direito fechado como se desse um soco. Freddie apanhou dela?
– Mentira! — exclamou espantada
Freddie olhou a mulher, ia se levantar quando ela lhe deu um chute que fez ele cair de novo. Freddie gemeu de dor, a mulher virou pra Sam e foi se aproximando dela, Sam foi recuando.
– O que é? — A mulher ia se aproximando ainda mais e Sam só fazia recuar, quando parou, impedida pelo carro ali parado, levantou os punhos pronta pra lutar.
– Ei! — Chamou Freddie zangado, passando a mão na boca — Isso dói mana!
Sam arregalou os olhos.
– Mana?
A mulher tirou os óculos escuros e Sam a reconheceu, era a mulher dos porta-retratos que tinha visto quando foi na casa de Freddie.
– Muito prazer! — Ela sorria, e agia como se nada tivesse acontecido.
Todos corriam junto com o conversível que entrava pelos portões da escola.
– Meu deus! Molly Benson. — Murmuravam enquanto corriam.
– Por que a Sam Puckett está no carro da Molly? — Hannah olhava pasma pra dentro do carro de Molly que entrava pelos terrenos da escola.
– Você sempre poderá me contatar nesse endereço. — Molly entregava um cartão a Sam, logo que elas pararam á porta da escola e saíram do carro.
– Ah! — Sam deu um pequeno sorriso e pegou o cartão — Los Angeles? — Se espantou.
– Se você me chamar, eu vôo pra cá, imediatamente. — Molly já entrava no carro de novo e sorria pra Sam.
– Voar... — Disse Sam levando pro lado figurativo da coisa.
– Sim, no meu jato particular.
– Realmente vai voar.
– Eu vou ficar um tempo no Japão. — Molly arrumava-se no carro, puxando o cinto de segurança e ajeitando o casaco
– Você não quer ir almoçar em casa?
– É... Por que você está sendo tão gentil comigo? — Sam nem deu atenção ao convite dela.
– Aquele idiota do meu irmão parece ter te incomodado muito, além disso, parece que o nosso “cheiro” é parecido.
– Como?
– Você e eu...
Sam começou a cheirar, levantou o braço e o cheirou, cheirou tudo que conseguiu alcançar de seu corpo, Molly inclinou a cabeça pra trás numa gargalhada.
– Credo... Você é tão inocente quanto o Freddie. Talvez ele esteja realmente apaixonado por você.
– Hein?
– Bom até mais. — tirou os óculos escuros da cabeça e os colocou — Me procure quando quiser.
– Ah, sim! — Molly acelerou — Muito obrigada — Gritou
Molly atravessou o portão da escola com todos os alunos gritando por ela.
– Que legal! — Sam olhava perdidamente pro carro de Molly que sumia de vista quando foi brutalmente empurrada, quase caindo no chão.
– Ah! Que legal! — Disseram Hannah, Belinda e Hilary juntas, olhando na mesma direção que Sam olhava antes delas a empurrarem.
"Grupo Benson aumenta seus lucros em 25% nesse trimestre.
Especialistas apontam para violações de leis anti-cartéis”
Molly lia um jornal quando ouviu a porta batendo.
– Ela não muda, sempre fazendo o que quer. — Resmungou vendo a foto da mãe no jornal ao lado da reportagem.
Freddie estava se sentando mas logo levantou quando ouviu a voz da irmã.
Quando a chuva
Está soprando no seu rosto
E o mundo todo
Depende de você
Eu poderia te oferecer
Um abraço caloroso
Para fazer você sentir o meu amor
– Que foi? — Disse zangado gritando pra ela do outro lado de seu quarto. — Não entre a hora que quiser.
Molly baixou o jornal e olhou o irmão.
– Minhas desculpas sobre agora a pouco. — sorrindo.
Freddie se sentou mal humorado no sofá, Molly se levantou, foi até onde o irmão estava, se sentou no sofá ao lado do que ele estava e abriu uma revista que tinha ali.
Quando as sombras da noite
E as estrelas aparecerem
E não houver ninguém lá
Para secar suas lágrimas
Eu poderia segurar você
Por um milhão de anos
Para fazer você sentir o meu amor
– Por que você voltou? — Perguntou Freddie olhando a irmã.
– Meu marido pediu pra eu vir. — Molly nem o olhava apenas virava as folhas da revista.
– Aquele velho fez alguma coisa ruim? — Freddie abriu os braços e se acomodou mais no sofá.
– Ninguém chama seu cunhado de “velho” — Molly falou com ar cansado e olhou o irmão.
– Pra que se importa com alguém que você nem gosta? — Se apoiou nas pernas a encarando.
Eu sei que você
Não se
Decidiu ainda
Mas eu nunca
Te faria nada de errado
Eu já sei que
Desde o momento
Que nos conhecemos
Não há dúvida na minha mente
De onde você pertence
O casamento de sua irmã tinha sido arranjado, sua mãe o arranjou pelo homem com quem Molly casara ser muito rico e de bons “costumes” e Molly o aceitou o que deixava Freddie inconformado.
– Eu estou muito feliz agora que já me acostumei. — Disse Molly simplesmente, com um pequeno sorriso nos lábios.
– Estava claro que você não queria se casar — Freddie ainda lembrava, com raiva, ela não estava feliz e mesmo assim fez a vontade da mãe.
– Ah? É mesmo? — e sorriu. — E por falar nisso, você quer que eu me divorcie venha pra cá? — Ela fechou a revista e repousou em seu colo — Você quer ficar junto com a sua irmã? — tirando sarro.
– Não diga coisas ridículas.
Ela riu e abriu a revista de novo, Freddie apoiou as costas no sofá.
– Aliás, até quando vai ficar. — Ele parecia inquieto quando cruzou os braços;
– Hum... Por volta de uma semana. — disse sem olhá-lo.
Eu passaria fome
Eu ficaria triste e deprimida
Eu iria me arrastando
Avenida a baixo
Não, não há nada
Que eu não faria
Para fazer você sentir o meu amor
Freddie ficou decepcionado e deixou isso transparecer o que fez Molly sorrir quando olhou pra ele.
– Não fique com essa cara solitária, eu voltarei em breve. — Ela se sentou ao lado do irmão no mesmo sofá, passando o braço pelo ombro dele.
– Não precisa voltar. — Tirou o braço dela tentando parecer indiferente.
As tempestades estão violentas
Sobre o mar revolto
E sobre o caminho do arrependimento
Embora ventos de mudança
Estejam trazendo entusiasmo e liberdade
Você ainda não viu nada
Como eu
– Sabe Freddie... — Molly já era acostumada com esse comportamento dele, então nem se importou — Você gosta daquela garota?
– Hã?
– Aquela garota que você estava perseguindo, a Sam.
– Por que essa pergunta de repente? Não tem como gostar dela.
Molly deu uma risadinha, zoando com Freddie.
– O que foi?
– Se você não for mais gentil com ela, com certeza vai te deixar. — Largou o tom brincalhão e olhou o Freddie, séria.
– Eu não entendo. Aliás isso não tem nada a ver.
– Se você tiver problemas amorosos, pode sempre me procurar. — e voltou a folhear a revista.
Eles ficaram em silencio um instante, enquanto Freddie pensava, inquieto.
– Sabe, mana...
– Ei, olhe pra isso, é a Jade. — Molly nem lhe deu ouvidos e mostrou a revista a ele — Nossa Jade, quando ela começou a estudar no exterior?
Freddie viu que a irmã estava muito entretida na revista e desistiu de falar
Sam olhava a janela, o céu estava estrelado, um ventinho fresco batia em seu rosto e fazia seus cabelos balançarem levemente.
Uma estrela cadente riscou o céu e Sam sentiu seu coração palpitar.
– Que amanha, eu possa vê-lo. — pediu
Eu poderia fazer você feliz
Fazer os seus sonhos se tornarem reais
Nada que eu não faria
Vou ao fim Da Terra por você
Para fazer você sentir o meu amor
Notas finais
Momento de irmãos *o*
Meu Deus esta Sam e este Freddie são loucos '-'
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