F For Fool...in Love?!
6 2-Fool..in love?
Notas iniciais
Eu amo este cap u_u
Já comecei a responder aos reviews *-*
AMO TODOS KKKKKK
Flashback on
— Você é que está com problemas não é?
Ela viu que alguém a olhava e quando olhou pra cima viu Zander, sorrindo pra ela.
Flashback off
Sam sorria com a lembrança
- Mas ele não fez com que parasse, então também é culpado. — Carly tentava argumentar, mas Sam não queria ouvir.
- Eu não diria que ele é culpado...
- Por que você está defendendo ele? — Carly sorria.
- Por nada. — a loira tentou parecer indiferente.
- Que tipo de pessoa ele é? — se aproximou.
- Bom ele... Eu não tenho idéia do que ele pensa — Ela encostou no balcão e olhava qualquer coisa a sua frente — É um pouco frio, mas as vezes é sorridente... Suas pernas são longas como as de um modelos, seus olhos são lindos como brilhantes, parece ser mais ingênuo do que penso, mas realmente é um pouco frio.
Enquanto falava Carly só a observava, e sorria.
- Quer dizer que você gosta dele.
Sam a olhou assustada mas nada disse. Só a acompanhou com o olhar ela dando a volta no balcão.
- E você Carly? E aquele cara que te deu uma cantada?
Carly riu
- O que é essa cara? — perguntou desconfiada — Não me diga que...
- Eu fiz...
- Quê? — Sam exclamou e se assustou ao mesmo tempo porque uma voz ainda mais assustada falou junto com ela e quando olhou viu Jay ao seu lado. — Jay de onde você veio?
- Oh não, eu escolhi só atendentes puras pra essa loja. — Disse Jay se lamentando.
- O que você quer dizer com “pura”? — Perguntou Sam, assustada.
- Eu também não entendi. — Disse Carly.
- “Pura” só na forma escrita, mas na verdade — Fez gestos pras duas de aproximarem — Tem que ser assim não é. — Ela sorriu e deu tapinhas nelas fazendo Carly entender.
- Ah! Você entendeu errado, eu referi ao beijo, apenas beijo — Explicou.
- O que só um beijo? — Reclamou Sam — Mas que inveja.
- Vocês estão bem atrasadinhas — bufou Jay — Ainda mal beijaram, é por isso que não vendemos nada.
- Que tem isso a ver? — Perguntou Carly sem entender.
- Vamos parar de falar sobre isso — Fez gestos pra elas se aproximarem — Só tomem cuidado com esses caras que nunca beijaram antes. — E foi saindo.
- Não são muitos os rapazes que nunca beijaram, já temos 17 — Disse Carly.
- O que você quer dizer com isso? — Sam nem ouviu Carly falando e foi atrás da Jay.
- Eu já disse sobre o homem que eu amava — Ela parou de andar, e falava com Sam de costas — Apesar de ser extremamente rico, eu nunca sabia o que ele pensava, Mas final ele acabou matando uma pessoa e sendo preso — Sam e Carly a olharam espantadas — Culpada... Sou eu também. — E saiu, depois de recitar a ultima frase.
- Você entendeu o que ela disse?
- Nenhuma palavra.
Carly dirigiu sua atenção a qualquer outra coisa que não fosse Jay e viu alguém do lado de fora da loja.
- Sam... — chamou.
Sam olhou pra amiga e depois pra onde ela apontava.
- Kacey. — se espantou.
...
Na mansão dos Benson, Freddie, Gibby e Brad jogavam “pife”, Freddie pegou uma carta e viu que não servia.
- Minha sorte não está boa. — reclamou e descartou a carta.
- Não fique bravo com um simples jogo de cartas — Gibby pegou uma carta no monte — Você deve se comportar como o rei do império Benson.
- Cala a boca — Disse um Freddie chateado.
- Ah, isso é pra mim! — Brad já foi pegando a carta qe Gibby ia descartar — Acho que não tem nada a ver com a sua sorte — Se dirigindo a Freddie — Aquela Sam Puckett te fez alguma coisa?
- Cala a boca e joga — reclamou alto.
- Mas ela nem parece estar afetada — Disse Gibby sem dar atenção a gritaria do amigo — Já fizeram uma infinidade de maldades com ela e ela nem parece se importar.
- É, ela é agressiva, mas muito valente — Disse Brad, finalmente descartando sua carta.
Freddie pegou outra carta, mas também não servia e a jogou impaciente.
- Isso, valente... — Gibby pegou outra carta do monte e logo depois descartou outra — Aquele soco dela, não se parece com a irmã do Freddie?
- É verdade — Brad pegou uma carta rindo, viu e depois descartou — “Freddie, não seja tão convencido” — Ele imitou a voz da irmã do Freddie, levantou o braço e fingiu que ia dar um soco nele.
Freddie estava sem paciência, não queria brincar.
- Cala a boca e joga logo!
Gibby riu
- Freddie, é a sua vez. — apontou pra mesa
Freddie olhou pra ele e depois pra mesa num movimento rápido
- Eu sei — Disse sério, tentando desconversar, pegou uma carta que não servia e jogou.
- Mas Freddie, você é muito transparente...
- É, você está louco pra bater o jogo. — Brad acompanhou com o olhar Freddie passar na frente dos dois e pegar outra carta.
- Você que deveria querer isso. — Descartou essa também que não servia pra nada.
- Ah! Jogo pra mim! — Gibby sorriu vendo a carta de Freddie.
- Pra mim também! — Brad sorria também.
Freddie olhou os dois aborrecido e jogou as cartas dele na mesa.
- Não jogo mais. — Se levantou e foi pro sofá.
- Aonde você vai? — Freddie foi atrás do casaco que estava no sofá.
- Vou pegar o sapo selvagem. — Disse Freddie e saiu.
Gibby olhou pra Brad.
- Ele ta falando do Zander?
- Talvez né. — Disse Brad se debruçando na mesa.
- Ele está se referindo ao Zander como sapo selvagem? — Disse Gibby divertido.
- Talvez o mais quieto seja mais forte do que pensamos — Brad filosofava.
- É mesmo — Gibby se largou na cadeira — Mas ele nem vai aparecer, Zander está muito ocupado pensando na volta da Jade.
- Ele está tão atordoado que não consegue nem ficar em pé.
Os dois riram.
...
Sam já tinha cumprido seu horário de trabalho,já era noite, ela estava indo pra casa e era seguida de perto por Kacey.
- Me desculpa Sam, você me salvou mas...
- Não se preocupe tanto assim — interrompeu-a — Olha, se eles a virem comigo você terá problemas. — acrescentou preocupada.
- Mas...
- Você não precisa se sacrificar pra mostrar ser minha amigas na escola. — Sam parou de andar e se aproximou de Kacey — Se quiser conversar é só me ligar, eles não devem grampear os nossos telefones não é mesmo?! — disse sorrindo.
Kacey sorriu de volta.
- De verdade Sam, me desculpe.
Sam balançou a cabeça sorrindo num gesto que dizia pra ela não se preocupar.
Ela voltaram a andar e logo na frente delas tinha um muro inteiro coberto por uma foto de uma modelo apresentando um perfume.
- Essa pessoa... É formada pela Êitoku — Disse Kacey.
- Jade West, a herdeira da corporação West e também uma grande modelo no exterior... Seu grande sonho é ser advogada internacional.
Kacey sorriu.
- Você sabe bastante.
- Por causa dela eu decidi entrar na Êitoku.
Sejam sempre vocês mesmos
- Ah! foi assim. — Admirou-se Kacey e Sam assentiu.
Sam sorriu admirando o pôster no muro quando ouviu um suspiro de medo de Kacey.
- Ah! — Exclamou
- O que foi?
- F4!
Sam olhou pra onde Kacey apontava e viu Zander sentado num banco de frente pro muro onde tinha os pôsteres da Jade.
- Ah — Sam sorriu — É o Zander.
Ele olhava distraído as fotos da Jade.
- Espere um pouco — Sam falou com Kacey fazendo gestos.
Kacey não entendeu nada e nem teve tempo pra perguntar, Sam já tinha corrido.
Sam corria na direção de Zander, mas de repente parou e olhou pra si mesma, passou a mão na roupa o no cabelo, puxou o paletó, esticando-o e se aproximou de Zander nervosa.
- O que você está fazendo aqui? — perguntou antes mesmo dele perceber sua presença.
Zander a olhou
- Ah! É você de novo.
- Eu sei o fuso horário, são oito horas. Tem algum conhecido na França? Ou vai de férias? — Ela estava nervosa e tagarelava sem parar.
Zander parecia nem a ouvir, voltou a olhar os pôsteres no muro.
- Oito horas... — murmurou.
Sam olhou o muro também.
- Ah... Essa pessoa do painel era nossa veterana, já a viu pessoalmente? Eu a admiro muito!
Ela começou a tagarelar de novo e nem percebeu que Zander se aproximava dela.
Ela o olhou e o viu em pé com o rosto muito perto do seu. Ela não se mexia, seu coração disparou e ela sentiu seu rosto esquentar.
Zander se aproximou ainda mais, esticou a mão e passou o dedo no canto da boca dela.
- Você tem alguma coisa no seu rosto. — examinando o dedo — Parece ser grão branco.
- Deve ser o daifuku que eu comi — Ela passava a mão pelo rosto freneticamente.
- Daifuku? — A olhou curioso (daifuku é um doce cujo recheio é feito de feijão vermelho)
- Ah...não... Não é nada. — Ela se enrolava gaguejando, então decidiu sair logo — Até mais.
Ela correu até Kacey e a puxou.
- Vamos.
Kacey ainda tinha uma expressão espantada do rosto enquanto seguia Sam atravessando a rua.
Freddie estava lá, dentro da carro, e viu Sam conversando com Zander e depois saindo com Kacey, não gostou nenhum pouco de vê-la conversando com ele.
Mandou o motorista ir pra casa, tinha planos para aquela Puckett, ia atacá-la de outras formas.
No dia seguinte, Sam foi preparada psicológicamente, parou na frente do armário e respirou fundo algumas vezes e quando o abriu, teve uma surpresa.
Não havia nada ali, nem um papelzinho vermelho escrito “F4”, nem cobras nem nada, sorriu de leve e aliviada guardou as coisas que tinha que guardar.
Quando passo pela porta em direção a sala de aula viu Kacey entrando, as duas pararam de andar e se encaram por um segundo, depois Sam sorriu e seguiu seu caminho e Kacey foi guardar suas coisas.
- A TARJA VERMELHA! — o garoto corria pelos corredores — A TARJA VERMELHA APARECEU DE NOVO, DESSA VEZ É A KACEY SIMON DA TURMA 2C QUE RECEBEU!
Sam largou a caneta e saiu correndo mais rápido que conseguiu na direção do pátio, onde já tinha muitas pessoas aglomeradas.
Ela chegou no pátio com uma vassoura na mão chamando pelo nome da Kacey. Quando conseguiu alcançá-la no meio na roda ela estava sentada segurando o próprio corpo, chorando, estava molhada e tinha marcas brancas por todo o corpo.
Tinham jogado saquinhas de farinha e alguma outra substância que Sam desconhecia em cima dela, que quando pegam no corpo doem insuportavelmente.
Sam abaixou na altura dela.
- Você está bem? — Colocando a mão em suas costas.
- Dói.
- Oh! Quanta tragédia. — Ouviu-se a voz de Belinda soando falsamente preocupada.
Kacey não conseguia parar de chorar, Sam se pôs de pé e encarou Freddie que estava sentado na poltrona.
- Tenha um pouco de bom senso. Seu alvo sou eu não é? — Falou exasperada.
- Não se faça de boazinha, afinal você é pobre. — Um garoto do meio da multidão gritou se intrometendo na conversa.
- Idai se você é tão rico se é tão idiota. A Kacey não tem nada a ver com isso... — se dirigindo a Freddie.
- Você... — Freddie falou, fazendo Sam se calar — Não está enganada?
- Como?
- Quem declarou guerra a mim foi você.
- Uma pessoa pobre feito você merece sofrer. — Um outro garoto perto do Freddie decidiu se intrometer, ele pegou um vidro de ketchup e tacou em Sam.
Ela se assustou e levantou os braços pra se defender, e como estava segurando a vassoura ela levantou no ar e rebateu o vidro.
O vidro de ketchup voou, bateu na parede e caiu no chão e estourou no pé de Freddie, sujando seu sapato.
Brad olhou o sapato do amigo e fez uma careta, Kacey e todos os outros alunos olhavam o sapato com os olhos tão arregalados que mais um pouco e sairiam das orbitas.
Freddie apoiou o braço na própria perna pra poder ver melhor e depois olhou Sam.
- DESGRAÇADA VOU TE MATAR!
Em resposta todos começaram a arremessar os saquinhos nas duas de novo, Sam tentava se proteger e proteger Kacey também, ela gritava pra que eles parassem mas ninguém a ouvia.
Freddie olhava a cena mas não gostava do que via, não sabia por que, mas não gostou de ver Sam ali e todo mundo jogando aquelas coisas que ele nem sabia o que era em cima das duas.
- PAREM! — Ele se levantou e todos pararam no mesmo instante, Sam o olhou assustada.
- Já chega.
Ele foi se aproximando de Sam e ela o encarou, sem mostrar medo nenhum.
Estavam há um passo de distancia e Freddie colocou o pé que estava sujo mais pra frente.
- Lamba! — Disse sem olhá-la.
- O que?
- Lamba, e eu acabarei com isso. — a olhou.
Sam e Freddie se olhavam nos olhos se fuzilando.
O mesmo garoto que jogou o vidro de ketchup começou a bater palmas e gritar: “lambe, lambe, lambe, lambe...” e todos acompanharam.
Sam olhou Kacey que se mantinha encolhida no chão e não parava de chorar, não via outro jeito, se lambesse acabaria todo aquele jogo, ela não precisaria mais se preocupar com nada e seus amigos também não sofreriam mais.
As palmas e os berros não deixavam ela pensar direito.
Ela olhou pro Freddie, vencida e cansada, mas ainda mantinha o desprezo, ele não gostou desse olhar que ela lhe lançou.
Sam se ajoelhou devagar olhando os sapatos brancos a sua frente, lamberia o pé dele, se rebaixaria àquilo e poderia viver em paz de novo.
Freddie viu que ela lamberia mesmo e descobriu que não era isso que ele queria, mas não poderia voltar atrás, estavam todos olhando.
- Você errou! — Sam estava quase chegando no pé do
Freddie quando ouviu.
Ela olhou pra trás junto com todos que estavam ali e viram Zander encostado em um dos pilares.
- O fuso horário.
Há um grupo no facebook para as minhas fics...um local em que se podem comunicar tanto comigo como o resto da família *-*
http://www.facebook.com/groups/281761311935299/288865544558209/?notif_t=group_activity
Atenção a gente lá é louca kkkkkkkk
Se pedirem para entrar... depois de eu aceitar me digam se teem conta no Nyah okay? :D
Notas finais
lalalalalalalalalalalala
Sam vai namorar uma batata kkkkkkkkkkkk SATATA FOREVER
Just Kidding
Xoxo,Letícia
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