Notas iniciais
Pra quem não sabe, eu mudei o final do capitulo anterior, então dá uma olhada lá pra ver se vc está sabendo do final certo ok ? Espero que estejam gostando da fic e que gostem desse capitulo ! Beijos ♥ ( o capitulo nao ficou muito grande mas.. kk' )

-Shh... Fique quietinha ouviu? — Perguntou o homem que estava tampando minha boca. Balancei a cabeça, insinuando um "Sim". Ele encostou a faca no meu pescoço e tirou a mão da minha boca. Os homens levaram eu e Jessie para fora do carro. Eles iam andando com a gente até a entrada da casa da mãe do Kevin.

-Nada no primeiro andar. — Um homem apareceu de dentro da casa.

-Eles devem estar no segundo. Vamos. — Disse o homem que segurava Jessie.

Eles nos levaram até o segundo andar. Quando chegamos fomos até um quarto, eu podia ouvir sussurros, mas não entendia o que eles falavam. Os homens pararam na porta, e na sua frente entrou o Crowley. Ele não ia mesmo desistir. Agora eu conseguia ouvir eles falando.

-Dê-me o profeta, agora. Ah e aproveita e me da a verdadeira palavra de Deus. — Crowley disse, calmo. Nem o Sam, nem o Dean responderem ele — Então é assim? Tragam-nas. — Crowley mandou os homens nos levarem até eles.

Eles andaram até o quarto, ainda com a faca em nossos pescoços. Percebi que a mãe do Kevin não estava lá, mas meus pensamentos foram interrompidos por Dean.

-Solte elas, agora. — Ordenou Dean.

-Não. — Crowley respondeu, mais calmo do que nunca.

Sam puxou Kevin pelo braço e encostou uma faca no pescoço dele.

-Solte elas, ou o seu precioso profeta morre e a palavra de Deus não terá mais importância, afinal, só ele consegue ler ela.

Agora sim Crowley não estava calmo. Você podia perceber o desespero dele quando o olhava. Dean sorria, ele estava feliz por terem encurralado o Crowley, não acho que isso acontece muitas vezes.

-Solta logo elas! — Sam berrou.

-Não acho que você vá matar o profeta. — Crowley desafiou.

-Ah não? — Sam pegou a faca e fez um corte no braço de Kevin, o corte foi bem fundo, Kevin deu um pequeno gemido de dor. Crowley levantou uma das sombrancelhas, depois olhou para o homem que segurava a Jessie, como se estivesse dando um sinal.

O homem a virou de frente pra ele, e passou a faca em seu rosto, na bochecha dela para ser mais exata. Ela deu um pequeno grito de dor. Depois ele a virou novamente para o Dean e Sam. Sam a olhava com tristeza, parecia estar arrependido.

-E então? — Crowley continuou. Sam pegou a faca e fez outro corte no braço de Kevin, que reclamou novamente.

Crowley olhou dessa vez para o homem que me segurava. O homem sorriu, abaixou e cortou a minha cocha, que rasgou minha calça. No momento a dor fez com que eu tirasse a perna do chão e caísse, mas o homem me segurou. Dean me olhava com pena. Eu simplesmente fechei os olhos, acreditando que se eu não olhasse, a dor poderia diminuir.

-Vão continuar? — Perguntou Crowley. Eu abri os olhos e vi Sam colocando a faca no pescoço de Kevin, ele parecia que ia mesmo matar o profeta.

Todos olharam, assustados. Até mesmo Crowley acreditava que Sam ia tentar matar o único que podia ler a palavra de Deus, foi exatamente por isso que ele interrompeu Sam.

-Está bem! — Ele berrou — Soltem elas.

Eles nos soltaram e eu desabei no chão. Jessie foi para perto e Sam e Dean veio me ajudar. Ele me ajudou a se levantar. Sam, ainda com a faca encostada no pescoço de Kevin andou na nossa frente, para que eles deixassem a gente passar. Ele passou e logo atrás ia Jessie, depois eu e Dean. Eu passava o braço pelo seu pescoço. Quando saímos daquele quarto eu consegui ouvir Crowley gritar "Droga!" e sorri.

Descemos as escadas e saímos da casa. Sam soltou Kevin, que continuou andando. Chegamos no carro e Kevin foi o primeiro à entrar, no banco de trás. Depois entrou Jessie. Dean me ajudou a entrar no carro. Eu não via necessidade disso, mas não conseguia, não queria pedir para que ele parasse de me ajudar. Ele fechou a porta e entrou na frente. Antes de Sam entrar ele pegou uma pequena caixa na mala e deu para a Jessie.

-Ai dentro tem tudo para vocês irem limpando esses machucados. — Sam explicou.

-Nós vamos sair dessa cidade o mais rápido possível. Não custa nada tentar fugir do Crowley. — Dean disse, acelerando o carro.

Eles com certeza deram sorte hoje. E se da próxima vez eles não tiverem uma ideia assim, do nada? O que será que poderia ter acontecido... Bem, eu prefiro não pensar nisso, o que importa é que nada aconteceu. Nós saímos machucados, mas vivos.

Notas finais
Gostaram ? Deixem reviews, assim eu tenho mais ânimo para escrever! Haha' Beijos e até o próximo capítulo ^^