1 ano depois...

— Aqui, sigam reto e depois dobrem a esquerda. – A recepcionista da celebração disse aos convidados. – Penelope e Luke Alvez?

— Sim. – A loira sorriu enquanto segurava sua filha nos braços. – Obrigada.

— Imagina. – A mulher sorrio e não pode deixar de notar que ela estava esperando outro bebê.

Abrindo a porta do camarim onde Elisa estava se arrumando, Penelope sorriu ao ver a cena diante dela. Os gêmeos estavam dormindo, embora Ashley ainda estive dando pequenas gargalhadas e Steve estivesse claramente apagado de sono.

— Ela chegou. – Elisa se levantou e a abraçou, feliz. – Ei, querida.

— Ellen está cansada depois de passar na loja de chocolates. – Pen olhou para a filha enquanto ela segurava um pequeno coelho. – Você está linda demais, Lise.

— Nem parece que eu tive gêmeos. – Ela brincou e sorriu. – Todas as crianças estão aqui hoje.

— Não é maravilhoso? – Penelope sorriu. – Qual a sensação de se casar com o mesmo homem?

— Que essa lua de mel vai ser ainda melhor? – Elisa sorriu, sabendo que eles haviam alugado uma casa com quase nenhuma casa perto no interior. – E ainda mais cheia de coisas para adultos.

— Com certeza vai ser boa. – Ela deu risadas e sorriu. – Abby, Ziva e Nell estão felizes também?

— Com certeza. – Elisa sorriu. – Você sabia que Sebastian e Angie tiveram uma filha mês passado? Ele está bobo. Leva ela em um desses cangurus para o trabalho quando Angie não pode cuidar.

— Ei, Pen. – Jenny entrou segurando Lauren. – Como vai?

— Feliz. – Ela segurou a menina e sorriu. – Eles são tudo para a gente, não é?

— Com certeza. – Jenny sorriu, colocando a filha junto com as crianças até a hora do casamento.

Enquanto isso, Callen olhou ao redor da sala, agora lotada de seus outros amigos e sorriu. Nenhum deles tinha a intenção de beber.

— Grisha, você parece ansioso. – Pride sorriu, dando a ele um copo de água. – Beba até o fim.

— Obrigado. – Ele bebeu e se sentiu melhor. – É a sua filha. Eu estou ansioso para ver ela de novo de noiva.

— Eu acho tão lindo. – Ele olhou para o genro. – Mas venham todos aqui. Eu gostaria de brindar.

Cada um deles pegou uma taça de suco e estendeu, felizes por estarem todos juntos naquele momento.

— Eu sei que vai parecer clichê, mas eu não me importo. – Pride começou. – Vocês aqui são família. E Callen, você faz minha filha e meus netos perfeitamente felizes. Eu não me importo se isso é desnecessário.

— Ao Callen! – Sam gritou e todos brindaram felizes.

Eles saíram em direção ao altar produzido e decorado com uvas da região e cada um foi para os seus lugares, a presença marcante de Hetty ao celebrar a união.

Elisa sorriu ao ver Penelope e Any a ajudarem com seu véu. Ela olhou para Callen assim que Perfect de Ed Sheeran começou a tocar, fazendo todos se levantarem.

Sophie, Tali e Anna indo na frente com as rosas e entregando velas para a cerimonia ficar ainda mais perfeita.

Chris estava com Linda no altar e os gêmeos no carrinho. Nenhum deles estava sendo deixado de fora.

Ninguém percebeu a pessoa que se sentou longe dos olhos de qualquer um, quase se escondendo assim que Elisa entrou. Essa era a única pessoa que não recebeu um convite, mas de qualquer forma estava aqui, apenas para observar por enquanto.

— Eu sei que já disse isso, mas tome cuidado com minha garotinha. – Pride deixou a filha assim que deu um beijo na testa dela e se juntou com Linda e os netos.

— Estamos todos aqui reunidos sobre o sol fresco do outono para celebrar o casamento entre Grisha Callen e Elisa Ann Pride-Callen. – Hetty começou. – Um amor que floresceu e deu frutos. Quatro lindos frutos.

Sophie entrou e entregou os anéis, ajudando Chris a fazer junto com ela. Elisa sorriu para filha e para o filho.

— Callen, acho que já sabe o que fazer. – Hetty o entregou sorrindo.

— Elisa, eu te dou essa aliança como prova do meu amor eterno. – Callen trocou a antiga pela nova. – Prometo te amar e respeitar na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe.

— Callen, eu te dou essa aliança como prova do meu amor eterno. – Ela fez o mesmo processo. – Prometo amar e respeitar você na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe.

— Com o poder investido a mim pelo cartório de registro civil brasileiro, eu os declaro marido e mulher de novo. – Hetty sorriu. – Pode beijar a noiva, senhor Callen.

Ele nem precisava de dois avisos. Ele a puxou para o beijo e sorriu enquanto pétalas de rosas os banhavam. Era decididamente a melhor decisão depois de se casarem pela primeira vez. Gramado era um lugar lindo.

David Rossi, tio rico do noivo havia alugado o espaço por dois dias. Ele tinha disponibilizado comida, bebida para adultos e crianças e claro, música.

Rossi também chamou uma banda nacional depois que Elisa ouviu uma canção no rádio.

As primeiras notas de sutilmente da banda Skank começaram a tocar, Elisa sorriu, sentindo como os dois balançavam.

— Eu te amo. – Ela disse, feliz pelo momento. – Mesmo que o mundo acabe.

— Eu também te amo. – Callen sorriu para ela. — Mesmo que o mundo acabe.

— Nossa filha sempre vai ser feliz. – Linda sorriu. – Esses amores como o nosso e os deles dois, duram anos.

— Com certeza. – Pride sorriu.

Enquanto todos estavam se divertindo, dançando ao som da banda, longe da felicidade e paixão, um homem olhava com raiva.

— Eu nunca vou te perdoar. – Ele olhou para uma foto de sua amada. – Você não deveria ter morrido, Anna.

A foto em suas mãos foi encharcada de lágrimas e embora ele soubesse que ela era do mal, ele a amava com uma paixão grande e fervorosa.

Se lembrando do dia em que estava observando a equipe indo embora como se eles não tivessem matado sua amada, Johnny sabia que era apenas uma questão de tempo até que ele pudesse enfim começar a se vingar.

Ele sequer precisaria viajar para esse lugar para buscar isso. Colocando a cópia da foto dentro de uma garrafa com um pouco de areia para que ela afundasse, ele se afastou.

Ele ligou o carro e o rádio. Se a escolha da música não fosse reveladora, ele sorriu diabolicamente. Dangerous do Royal Deluxe tocava enquanto ele dirigiu até o aeroporto, pegando o último voo para Los Angeles.

Sua pasta continha nomes, fotos e endereços de todos os que ajudaram a levar Anna para o fim. Até mesmo o nome de Penelope, que apenas ajudou com os documentos do translado estava lá.

A lógica dele não funcionava e ele realmente pouco se importava. Ele teria uma vingança não importasse o que ele perderia ou se ele mesmo morreria no processo.

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