Eyes on fire

1 ❀ Prólogo.


Notas iniciais
Oie pessoas! ♥ Tudo bom? hehe Essa é a minha estréia na categoria Crepúsculo, nunca achei que estaria aqui, but, voalá KKKKKKKKKK Espero que eu seja bem recebida aqui como fui em todas as outras categorias que me instalei para uma longa viagem, o prólogo tá curto, mas é assim mesmo, o capítulo 1 será maior u_uPor favor, entrem nesse grupo para poderem se comunicar comigo, receber atualizações e puxarem minha orelha se eu demorar para postar KKKKKK - https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?ref=ts&fref=ts.Boa leitura meu povo!

Eyes On Fire

Prólogo

Por Teylla

Purifica o teucoraçãoantes de permitiresque o amorentre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo. —Pitágoras

Escutava-se de longe o barulho de gritos enlouquecidos de mulheres —e possivelmente homens— na plateia, Edward Cullen sentia-se satisfeito consigo mesmo ao perceber quantas pessoas estavam ali apenas para vê-lo. Alguém gritou o “1, 2, 3” nos bastidores, avisando-o para se preparar, bagunçou um pouco o cabelo e deu um sorriso vitorioso, seu nervosismo — que antes estava evidente — havia sumido rapidamente. Olhou para o resto da banda que fez um sinal de positivo.

Correram para o palco arrancando mil e um gritos ferozes das pessoas presentes, que ficavam cada vez mais atacadas. As luzes se apagaram, dando o tempo de todos ficarem calados e a banda se ajeitar.


Well Hell sees her shadow in my backseat, and her friends are standing right in front of me. World wide from the center burning turkey (?). Open up said Everybody loves me.

Everybody Loves me — One Republic

Começou o solo de bateria, iluminando apenas a mesma. Edward cantava a música em seu pensamento ao esperar o momento certo de cantar, tinha quase certeza que ninguém na plateia o via, o que era engraçado e interessante.

Jasper estava apreciando fazer o solo, adorava o barulho que fazia e adorava mais ainda saber que outras pessoas gostavam também, balançava o cabelo de um jeito louco e ao ouvir o barulho de violino, sabia que seu solo havia acabado, sorriu de lado pois agora escutaria gritos mais ainda incontroláveis.

Tudo começou a se clarear aos poucos, deixando as pessoas ansiosas.

— Boa noite! — gritou Edward animado. — Vamos começar! — continuou e logo começou a cantar. — Well Hell sees her shadow in my backseat, and her friends are standingright in front of me. — Bateu os pés, fazendo um ritmo.

Os fãs ficaram enlouquecidos ao ouvir a voz dele, começaram a pular e a cantar junto.

— World wide from the center burning turkey, open up said Everybody loves me, and you don't have to make a sound, cause they got what you need. — Tirou o microfone do lugar e começou a andar pelo palco. — Oh Oh Oh Oh. — Piscou para as fãs, que por um momento discutiram para saber qual delas ele havia piscado. — God love all the people that have warned you, god love all your sentimental virtue, eight balls with the takers that'll make you, lay cards with the lovers that'll hate you.

Fez uma dancinha sensual, fazendo todos ali presente surtarem e muitas que estavam assistindo o show dele na TV, se arrependiam profundamente de não ter ido, menos uma.

Isabella Swan estava sentada assistindo o show da Boy Band de sucesso no momento, muitas queriam estar no lugar dela, afinal, ela trabalhava na agência da “Jackalls”, havia acompanhado todos os momentos deles, desde o inicio até o fim e vira como eles mudaram, principalmente de personalidade.

Resmungou um pouco e se contentou em estar sentada em seu sofá, era obrigatório como secretária do empresário deles assistir a cada show que eles fizessem, porém conseguiu enganar ao menos essa noite ao ligar para Carlisle e dizer que estava com uma gripe.

Estranhamente, ele havia acreditado, o que era bem estranho. Voltou sua concentração para o show e curtiu a música que estavam cantando.



— Cause you don't have to make a sound, they got what you need,what you need, like you say — cantou. — Oh my! Feels just like I don't try, looks so good I might die. — Respirou rapidamente e se preparou para o refrão. — All I know is everybody loves me, get down, swaying to my own sound, flashes in my facenow. — Deu um sorriso de lado ao sentir a emoção do momento. — All I know is everybody loves me, everybody loves me — cantou com tudo, ao ponto de gritar bem alto. — Well I, play the music don't stop till I turn gray, stars like Don Suzan never fade, he had a beautiful child, named her Desiree, hope I'll remember thegood thingsthat I'll never say.

Edward se aproximou do lado esquerdo do palco e se abaixou, permitindo um grupo de fãs cantarem.

— Cause you don't have to make a sound, they got what you need, like you say — cantaram em companhia de outros.

— Oh my! — Puxou o microfone de volta. — Feels just like I don't try, looks so good I might die, all I know is everybody loves me, get down, swaying to my own sound, flashes in my face now, all I know is everybody loves me. — Se preparou novamente para o refrão — Everybody loves me, everybody, everybody, oh, everybody, everybody! — Olhou para os outros componentes da banda.

— Don't need my health. got my name and got my wealth I stare at the sun, just for kicks all by myself I, lose track of time, so I might be past my prime, but, i'm feeling oh so good. — continuou — YEAH! — gritou.

— Oh my! Feels just like I don't try, looks so good I might die, all i know is everybody loves me. Get down, swaying to my own sound, flashes in my face now, all I know is everybody loves me, everybody loves me! Don't you know you wanna, everybody, everybody, everybody — a música já estava no final, e todos gritavam e cantavam com ele — WHOOA! YEAH!

Jasper deu a última batida na bateria, avisando que a música havia por fim acabado. O show prosseguiu calmamente até o final, Edward se despediu cheio de sorrisos e agradeceu a cada componente da banda por estar com ele. Ao irem pro camarim sentaram-se e suspiraram, estavam morrendo de sede.

Carlisle entrou no quarto onde estavam com várias garrafas d'água.

— Vocês arrasaram rapazes! Espero que continuem assim por um bom tempo — disse entregando as garrafinhas.

— Qual é Carlisle, sempre vamos arrasar. — Edward deu um sorriso.

— Espero que continue sempre com esse pensamento, qualquer erro de vocês e tudo afunda. — Suspirou.

— Esquece isso Carlisle e apenas curta o momento — Jasper disse ao agarrar a garrafa.

— Já aproveito o suficiente, apesar de ter mais preocupações do que tudo. — Carlisle balançou a cabeça.

— A propósito, cadê aquela mulher morena que sempre anda com você? — perguntou curiosamente.

— A Bella? Está com uma gripe, o que é estranho — respondeu pensativo.

— Hm... — Fez um barulho.

Carlisle cruzou os braços e ficou pensativo. — Por que a pergunta Jasper? — perguntou.

— Por nada — respondeu.

— Estão falando daquela mulher com cara de tédio e que parece uma morta viva, que fica pra lá e pra cá com o Carlisle? — Edward perguntou se metendo na conversa após da um gole de sua água.

— Não fale assim da Bella, ela é só...

— Chata — interrompeu.

— Hmm, não é isso... — tentou terminar de falar.

— Tudo bem, de qualquer forma, aquela mulher me assusta — disse fingindo sentir um calafrio.

— Bom... que pena Edward, mas amanhã ela levará vocês para o ensaio fotográfico — retrucou com um sorriso vitorioso.

— Por quê?! — perguntou surpreso. — Onde é que você vai amanhã?

— Eu estarei ocupado resolvendo umas coisas, então por favor, tomem conta dela — pediu.

— Tudo bem Carlisle, não precisa se preocupar — Jasper deu um sorriso.

— Nem pensar... — sussurrou Edward. — Não concordo com isso... — disse.

— Deixa de coisa Edward, é só por um dia, não consegue suportar? — Carlisle perguntou.

— Tá, que seja — respondeu por fim.

Todo mundo me ama

O inferno vê sua sombra no meu banco de trás

E seus amigos estão de pé na minha frente

Todo mundo do centro da ardente Turquia

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.