Notas iniciais
Oooooi pessoinhas! Trouxe um capítulo bem legal para vocês, espero que gostem. Desculpem o breve sumiço, mas como eu expliquei antes, minhas aulas da faculdade voltaram e eu estou com menos tempo para escrever. Mas não se preocupem, sempre que encontro um tempinho livre eu escrevo um pouco, farei de tudo para atualizar a fic o mais regularmente possível. Bom, fiquem agora com o capítulo e LEIAM AS NOTAS FINAIS! Boa leitura.

Eu estava em meu quarto no bunker, decidi arrumá-lo por falta de coisa melhor para fazer e encontrei a pulseira que Crowley me dera de presente. Era muito bonita e com certeza bem cara, obviamente ele não pagou por ela, mas tinha algo que me intrigava diante dela; Era absolutamente normal. De certo aquele demônio quis me deixar confusa. O que ele ganharia me dando um simples presente?

Sam acreditava que ele tinha algo planejado para mim e talvez aquela pulseira fosse um rastreador, o que era bem provável, mas ainda assim ele não poderia chegar até o bunker.

– Meghan? — A voz de Kevin veio da minha porta.

O garoto estava morando com a gente há alguns dias, eu sentia pena dele por ter sido arrancado de sua vida normal sem mais nem menos, sem direito à escolhas e sem ao menos entender o que estava acontecendo. E por esse motivo, eu meio que sentia a necessidade de ser agradável com ele.

– Oi Kev! — Sorri para ele — Entra aí, qual o problema?

– Nenhum... — Ele entrou no quarto e sentou na ponta da minha cama — Só estou entediado, como sempre, e então vim ver se quer ajuda com alguma coisa.

– Ah, obrigada... Mas eu só estou arrumando umas coisinhas aqui. Mas pode ficar por aí e conversar comigo, para passar o tempo. — Dei de ombros e coloquei a pulseira de volta em sua caixa, a guardando na gaveta da minha cômoda.

– Você acha que eu vou ficar muito tempo aqui? — Kevin me lançou um olhar um tanto desolado.

– Bom, eu não sei... Eu espero que não. — Dei um sorriso solidário para ele — Eu entendo que você deve estar odiando ficar aqui trancado com nós três, sei bem que somos bem insuportáveis às vezes.

– Não, vocês não são... É que eu sinto falta da minha vida. Da minha mãe, minha namorada...

– Bom... Quando nós "escolhemos" seguir essa vida cercada de coisas sobrenaturais, quando aceitamos isso, normalmente estamos cientes das consequências. — Me sentei ao lado dele — Claro que ninguém te deu escolha alguma, mas abrir mão do bom convívio familiar e de relacionamentos está nos termos.

– Eu posso imaginar o porquê, nunca as colocaria em risco... Mas eu queria ao menos ter me despedido delas.

– Olha, eu acredito que você vá vê-las novamente, então talvez se despedir não fosse necessário. — Eu disse bagunçando o cabelo dele.

– Obrigada, Meghan... Você é bem legal e eu entendo porque os caras se jogam aos seus pés. — Kevin riu.

– Oh! Eles não fazem isso... — Franzi o cenho com um meio sorriso — Talvez um pouco.

Kevin riu novamente, era bom saber que pelo menos eu estava o distraindo. Pelo o que Castiel nos contou, esse garoto iria passar por maus bocados e por situações que ele nunca poderia imaginar. Ele não poderia voltar à ter uma vida normal, sempre existirão anjos e demônios atrás da única pessoa que pode ler A Palavra de Deus.

Quando levantei para continuar a arrumação, o barulho de asas seguido pelo tinir do sino anunciou a chegada de Castiel dentro do quarto, ele apareceu cambaleando para frente e tropeçando nas próprias pernas, segurei seu braço a fim de sustentá-lo e ele acabou caindo por cima de mim, nos jogando direto no chão.

– Cass... Ai. — Reclamei tentando empurrar o anjo para o lado.

Kevin veio ajudar e puxou Castiel, o fazendo sentar-se ao meu lado, encostando as costas na cama.

– Me desculpe, Meghan... — Ele murmurou se virando em minha direção, só então notei que ele tinha hematomas em todo o lado direito do rosto, arranhões que desciam pelo pescoço e feridas nas articulações das mãos.

– O que aconteceu com você? — Puxei seu rosto de modo que ficasse de frente para mim — Parece que foi massacrado por hipopótamos.

– Eu peguei a tábua... — Castiel puxou a pedra de dentro do sobretudo e a entregou ao profeta.

Assim que tocou na tábua, a mesma se iluminou destacando os símbolos incrustados e os olhos do próprio Kevin também se iluminaram em uma luz amarela. Ele ficou estático por alguns segundos e então voltou a si, ainda encarando a pedra.

– Você consegue entender? — Cass indagou.

– Sim... Em partes. — Kevin assentiu sem tirar os olhos da tábua — Posso começar à traduzir?

– Deve! — Eu e o anjo respondemos juntos, Kevin sorriu e se retirou apressadamente do meu quarto.

– Onde você a conseguiu? — Perguntei enquanto me levantava para pegar o kit de primeiros socorros para ajudar Castiel com os ferimentos.

– Gabriel enganou Metatron, ele revelou onde escondia a tábua sem nem perceber... Eu a peguei e nós já íamos fugir, mas então um grupo de anjos nos encurralou. Foi uma briga e tanto, eles já iam nos prender quando Gabriel usou toda sua energia para afastá-los, temporariamente, e me dar uma oportunidade de sair dali enquanto ele os distraía. — Cas me contou com pesar.

– Espera! O Gabe ainda está lá? Com um grupo de anjos irados? — Questionei virando em direção ao anjo jogado no chão.

– Infelizmente sim, mas logo irei resgatá-lo. — Castiel se levantou com esforço e se sentou na cama — Só preciso me recuperar, não vai levar mais do quê algumas horas.

– Acho bom você fazer isso mesmo! — Me aproximei e o encarei falando entre dentes — Se aquele maldito anjo patético fizer alguma coisa com o Gabe, eu mesma arranco a graça dele pela garganta!

– Eu não vou deixar nada acontecer com o meu irmão, Meghan. — O anjo me assegurou levando sua mão até o meu rosto e me dando um sorriso afável.

– Eu sei que não vai. — Puxei a mão dele e comecei a limpar os machucados com a gaze — Mas é sempre bom ressaltar.

– Você se preocupa bastante como ele, não é?

– Sim, ele já me ajudou tanto... E durante algum tempo ele foi o único amigo que tive... Digamos que ele era meu anjo da guarda. — Dei de ombros.

– Ele me contou que te apoiou em algumas situações complicadas... Mas ele não detalhou.

– É porque é um assunto meu, ainda bem que ele teve a consideração de não sair falando por aí. — Encarei o anjo que me olhava com solicitude — Quem sabe um dia eu te conte... Só não agora, ok?

– Tudo bem. — Castiel assentiu e eu passei a limpar os cortes do seu pescoço, me deixando distrair levemente pelos traços fortes do seu maxilar e sua barba mal feita.

Depois que terminei o tanto que podia fazer, coloquei o kit de lado e abracei Castiel. Ele se surpreendeu no princípio, porém retribuiu me acomodando em seus braços e afagando minhas costas. Escondi meu rosto contra seu peito e inalei seu cheiro calmante.

– Cass...

– Hum?

– Por que você tem cheiro de maracujá? — Olhei para cima e encontrei seus olhos me encarando com confusão.

– Eu não sei, eu tenho? — Castiel sorriu colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.

– Tem, é muito bom na verdade... Me acalma.

– Entendi... Eu não sabia disso. — Ele continuou sorrindo e eu abaixei meu rosto novamente.

Ficamos abraçados por um longo tempo, sem dizer mais nada, os ferimentos que ele tinha foram desaparecendo aos poucos e logo ele já estava recuperado novamente. Apesar da preocupação com Gabriel, eu não queria que Castiel partisse por tempo indeterminado de novo, sem falar que eu não estava gostando da possibilidade dele ir sozinho ao céu.

– Cass, você tem um plano para ir buscar o Gabriel no céu?

– Por enquanto, não... Eu não devia ter deixado ele lá.

– Bom, você precisava entregar a tábua ao Kevin e não poderia fazer isso se os dois fossem capturados. — Me afastei para olhá-lo nos olhos.

– Mas ainda assim, não posso deixá-lo lá. Sei que Metatron vai acabar o torturando para conseguir respostas.

– E conhecendo bem o Gabes, ele não vai dar resposta nenhuma. — Dei de ombros.

– Esse é o problema, se Metatron perceber que o Gabriel não vai servir de nada, pode matá-lo. — Castiel me fitou preocupado.

– Ele não vai fazer isso! Gabriel foi o único arcanjo que sobrou, praticamente, e tenho certeza que aquele maldito anjo patético vai ver alguma utilidade nisso.

– Você deve ter razão...

– Normalmente eu tenho. — Sorri orgulhosa para ele — Mas mesmo assim, não gosto nem de pensar que ele está trancafiado lá. Então eu vou te ajudar a bolar um plano para resgatá-lo e tirar Metatron do poder.

– Se pelo menos soubéssemos como ele absorveu o poder da tábua e como resolver isso...

– Mas ainda tem os anjos seguidores dele, você pode tirar os poderes de Metatron, mas enquanto existir aquele exército, você não vai conseguir nem chegar perto do céu... Por falar nisso, você nunca me contou como conseguiu a sua graça de volta. Metatron não estava com ela?

– Não, ele escondeu em um lugar que eu nunca iria pensar em procurar. Enterrada no quintal da residência do meu receptáculo, por sorte um anjo que é nosso espião lá ouviu ele comentar sobre isso e veio me contar.

– Não sabia que vocês tinham um espião no céu. — Me surpreendi.

– Tem muitas coisas que você não sabe e nem deveria saber, é perigoso.

– Obrigada pela preocupação, mas eu sei me cuidar. — Coloquei as mãos na cintura — Mas me responda só mais uma coisa; Você mesmo foi buscar sua graça? A família do seu receptáculo não te viu?

– Meghan, você fez duas perguntas. — Ele franziu o cenho.

– Ah, pela mãe do guarda! Apenas responda.

– Sim, eu fui buscar e não havia ninguém na casa... Ela parecia abandonada há algum tempo. — Castiel deu de ombros.

– Melhor assim, seria estranho para você e doloroso para elas.

Eu e Castiel ficamos conversando mais um tempo, ele não contou muitas coisas pois continuava achando que seria perigoso se eu soubesse demais. Mas com a raiva que eu estava sentindo de Metatron, me sentia capaz de arrancar os olhos dele com as próprias mãos.

– Eu preciso ir agora, tenho que comunicar aos outros anjos o que aconteceu com Gabriel e que conseguimos trazer a tábua para o profeta. — Cass anunciou se levantando e vindo até mim — Eu volto em breve, com mais notícias.

– E com o Gabriel também, qualquer coisa que eu descobrir para ajudar, eu te chamo. — Prometi a ele.

Castiel me deu um sorriso gentil, segurou meu rosto entre suas mãos e depositou um beijo em meus lábios, quase esqueci como aquela sensação era incrivelmente maravilhosa. Puxei ele um pouco mais pra perto pela gola do sobretudo e passei as mãos pelo seu tronco.

– Desse jeito eu não vou conseguir ir embora... — Ele sussurrou ao se afastar.

– Adoraria dizer para você não ir, mas você tem muito à fazer. — Me afastei dele, arrumei sua roupa e assenti em aprovação.

– Até breve, Meghan. — Cass sorriu e desapareceu na minha frente.

Decidi ir contar a novidade para os irmãos, fui no quarto do Sam, que estava pesquisando algum caso para nós, contei sobre a tábua e que Kevin já havia começado a traduzi-la. Também falei sobre a situação dos anjos para o caso dele pensar em alguma forma de ajudar o Cas à resgatar o Gabriel. Em seguida fui até o quarto do Dean, bati na porta algumas vezes mas ele não abriu e por isso decidi entrar de uma vez.

Tive que me segurar para não rir da cena na minha frente, Dean Winchester de fones de ouvido, olhos fechados, cantando e dançando a música I'm Too Sexy. Ele estava tão alheio à tudo que nem notou minha presença na porta, continuou dançando e rodando. Tirei o meu celular do bolso da calça e comecei a filmar, ainda tentando segurar os risos mas ficava cada vez mais complicado de fazer isso. Óbvio que ele tinha uma voz maravilhosa, rouca e sexy... Mas ainda assim era engraçado.

Quando ele cantou a parte " I'm a model, ya know what I mean, And I do my little turn on the catwalk, Yeah on the catwalk, On the catwalk yeah, I do my little turn on the catwalk ", eu não aguentei e comecei a gargalhar loucamente. Dean finalmente notou minha presença e se assustou tropeçando na própria cama e caindo de costas no chão.

– Son of a bitch... — Ele resmungou enquanto se levantava.

– Meu Deus! Isso vale ouro! — Apontei o celular que ainda estava filmando — Dean Winchester dançando e caindo!

– Quanta maturidade, hein? — Ele veio até mim com passos largos e eu imediatamente guardei o celular novamente — Apague isso, Meghan!

– Não mesmo! — Enxuguei as lágrimas que caíram de tanto que ri — Como eu disse, isso vale ouro...

– O que você quer? Não sabe bater? — Ele cruzou os braços tentando disfarçar a vergonha.

– Eu bati, mas você estava tão absorto em sua performance que nem ouviu, então eu entrei! — Dei de ombros — Eu só vim compartilhar umas informações novas, ok? Castiel encontrou a tal Tábua dos Anjos e trouxe para o Kevin.

– Ok. Só isso?

– Não, Gabriel ficou preso no céu.

– Oh! Uma notícia até boa! Pelo menos ele não vai ficar nos importunando. — Dean deu um sorriso debochado.

– Idiota... Vai continuar com seu showzinho aí, vai! — Revirei os olhos e dei as costas à ele — Vamos ver se o resto do pessoal concorda que você tem vocação para cantor e dançarino. — Falei por cima do ombro e comecei à correr.

– Meghan! — Ele gritou e foi atrás de mim — Volte aqui!

– Socorro! — Saí correndo pelo bunker e gritando — Sam! Kevin! SOCORRO!

Sam colocou a cabeça para fora do quarto no momento que eu passei com o Dean quase alcançando.

– O que está acontecendo? — Ele quis saber.

– O DEAN QUER ME MATAR! — Eu gritei quando já estava na sala saltando por cima dos sofás.

Ficamos nessa brincadeira de gato e rato por alguns minutos, até que acabei escondida dentro de um tipo de sala de arquivo que eu nem sabia que existia ali, haviam estantes de ferro repletas de caixas, pastas e mais livros. Atrás de duas estantes que se separavam e abriam como portas havia uma gigante Chave de Salomão no chão e correntes com algemas e uns símbolos de diferentes feitiços cravados nelas. Então era uma masmorra, não só para demônios, mas sim para a maioria das criaturas. As caixas tinham identificações com datas e outras com nomes ou números, peguei a caixa 1138 e sentei no chão para ler, achei um rolo de filme antigo e coloquei de lado para ver depois, comecei a ler um relatório que dizia "Evento Infernal Casse 5. St. Louis, 8 de março de 1957", descrevia um exorcismo classificado como "Estranho!!!". Me levantei e saí da sala indo até a sala com o rolo de filme em uma mão e o relatório em outra.

– Resolveu aparecer, não foi? — Dean veio andando até mim, mas parou quando viu o que estava em minhas mãos — O que é isso?

– Achei na sala 7B, vocês sabem o que é? — Entreguei nas mãos dele.

– Não, mas vamos descobrir... — Dean olhou para o irmão que se levantou indo buscar um projetor de filmes.

Kevin também se juntou à nós e começamos a assistir o vídeo. Começava com a imagem de um jovem padre fumando e a voz de uma garota, que estava filmando, fazendo perguntas sobre o que iria acontecer, o jovem parecia nervoso e afirmava ser a primeira vez em que faria um exorcismo "daquele tipo", em seguida alguém o chamou e os dois seguiram até um local onde havia outro padre e uma senhora possuída presa por correntes iguais as da masmorra. Ela gritava e os ameaçava, o padre mais velho jogou água benta nela e começaram o ritual "Exorcizamus te. Omnis immundus spritus. Hanc animam redintegra. Lustra!" E ao proferirem a última palavra, ele abriu um corte na própria mão e levou até a boca do demônio, fazendo com que o corpo da mulher queimasse. A moça que filmava virou a câmera na direção do próprio rosto, ela era bem bonita por sinal, e depois para o corpo jogado no meio da armadilha, começou a perguntar onde estava o demônio e o padre irritado a impediu de continuar a gravação.

O vídeo acabou e nós quatro nos entreolhamos, um tanto chocados com aquilo que vimos, era realmente estranho e com direito aos três pontos de exclamação.

– Não era um exorcismo comum, eles mudaram as palavras! — Sam comentou.

– Lustra em latim significa limpar ou purificar. — Kevin disse olhando de um para outro.

Sam puxou o notebook e pôs-se a fazer uma pesquisa, descobrindo que o padre mais velho, Max Thompson, foi morto um ano depois, porém o mais novo ainda estava vivo e ainda em St. Louis.

– Vale a pena ir lá só por curiosidade? — Perguntei.

– Sim! O que quer que ele estava fazendo ali, talvez seja algo que pode ter dado certo depois! — Sam falou fechando o notebook — Acho que devemos ir sim!

Então todos fomos nos arrumar para viajar até St. Louis para descobrirmos do que se tratava aquele exorcismo nem um pouco convencional, deixamos Kevin armado e trancado no bunker e o pedimos para avisar ao Cas onde estaríamos caso ele aparecesse.

Notas finais
E aí? Gostaram? Me inspirei no primeiro episódio da décima temporada, quando o Deanmon estava cantando essa música no karaokê, morri de rir! A letra da música é superengraçada, aqui está o link caso queiram conferir: http://letras.mus.br/right-said-fred/32939/traducao.html e para quem não chegou nessa temporada ainda, tem o link de um pequeno pedacinho do Dean cantando bem aqui: https://www.youtube.com/watch?v=q2hC_TH-LHI Outra coisa: Quem já está acompanhando a décima sabe que a Claire, filha do Jimmy Novak vulgo receptáculo do Castiel, deu o ar de sua graça! E eu adorei a pequena participação dela e estou pensando em colocá-la aqui na fic, o que geraria mais umas tretas legais, não sei, ainda estou estudando essa possibilidade, me digam o que acham disso. Outra outra coisa: Esse final do capítulo foi inspirado no episódio 22 da oitava temporada, quando os garotos descobrem como curar um demônio... Aí vocês se perguntam para quê eu coloquei isso... É pra usar em algo daqui há MUITO tempo, pra uma ideia que tive lá pra daqui há muitos capítulos, quem sabe no final da fic... Então, só pra esclarecer ok? É isso, espero que tenham gostado e beijos, até o próximo!