Extreme Love

29 Capítulo 29


Notas iniciais
Ciao! Olá meninas! Tudo bom com vocês? Espero que estejam todas bem! Estou de volta e eu fiquei muito feliz com a resposta que recebi no último capítulo e estou realmente grata por cada comentário que vocês escreveram! Cumpriram a meta de comentários! Muito obrigada meninas! Boa Leitura!

— Você está realmente bem?

Me virei para Oliver e sorri levemente. Depois de me achar tendo um ataque de pânico dentro do closet por causa do anel de noivado de Moira, Oliver teve o próprio ataque de pânico dentro do closet por causa do anel de Moira e depois que nós dois nos recuperamos, ele sentou na minha frente e me explicou o que o anel estava fazendo dentro de sua gaveta de gravatas.

Oliver não queria me pedir em casamento. Roy tinha intenção de pedir Thea em casamento e não eu, pelo menos. Meu querido primo estava pronto para se casar com sua namorada e havia pedido conselhos para Moira que, por algum milagre, havia adorado a ideia e cedido seu anel que veio parar nas coisas de Oliver quando Roy pediu para que ele escondesse de Thea.

— Sim. — respondi sorrindo levemente e estiquei a mão para o saco pardo que ele estava segurando.

Hoje era dia de comida chinesa, graças á Deus. Eu nunca pensei que pensaria nisso, mas eu realmente enjoei de pizza e qualquer outro tipo de massa italiana que viesse com molho.

Oliver me entregou o saco e sentou ao meu lado.

— Nunca pensei que iria afugentar uma garota com um anel. Normalmente, funciona ao contrário. — ele disse e eu sorri de novo e peguei minha caixinha e os hashis, colocando tudo na mesinha de centro na frente do sofá. — É só mais uma primeira vez com você ao que parece.

— Eu já pedi desculpas sobre o pequeno ataque. Eu sou meio traumatizada com tudo relacionado á casamentos e cerimônias. Culpe a minha mãe. — eu disse abrindo a caixinha e Oliver riu. — Eu vou pegar o vinho.

Ele assentiu e ligou a televisão que parecia mais um cinema para assistirmos a maratona de Game Of Thrones que iria começar em alguns minutos. Caminhei lentamente até a cozinha e peguei as taças no armário, em seguida o vinho na geladeira.

Coloquei tudo no balcão e parei. Conseguia ver Oliver de onde estava.

Suspirei.

Por mais que eu tenha exagerado demais em relação ao anel de noivado de Moira escondido, realmente exagerado, tudo isso só me mostrou algo que eu não sabia que tinha dentro de mim.

Eu queria me casar.

Eu queria que Oliver fizesse a grande pergunta para mim com um dos joelhos no chão e tudo mais.

Eu queria isso.

Eu queria.

Abri a gaveta do balcão e peguei o saca-rolhas e enfiei na tampa da garrafa com mais força do que era realmente necessário e comecei a girá-lo. Estava frustrada, porque Oliver não tinha intenção de me pedir em casamento. Ele nem deve ter parado para pensar nisso. E isso me frustrava mais do que tudo, porque eu, por outro lado, não conseguia parar de pensar nisso.

No nosso futuro juntos.

Eu não queria me casar agora, neste exato momento, mas gostava de ter essa opção dentro do meu leque. E um casamento agora seria a última gota para o balde de estresse de Oliver transbordar. Eu sabia que estava sendo egoísta em parte, mas tudo isso só levantava uma pergunta que fazia meus queridos neurônios de refém.

Onde esse relacionamento iria dar?

— Está começando.... — Oliver disse sem se virar quando a abertura da série começou a passar na tela.

— Estou indo! — disse e arranquei a rolha com um "pop" bem alto.

Peguei as taças com uma mão e levei o vinho com a outra. Sentei no meu lugar favorito no sofá e deixei as taças e o vinho ao lado das caixinhas de comida. Separei o que eu queria em uma única caixinha, e depois servi o vinho nas taças. Peguei meus hashis e recostei no sofá, dobrando as pernas debaixo de mim.

— Você está bem mesmo? — perguntou Oliver antes de beber de sua taça.

Revirei os olhos e ri.

— Já disse que sim, agora vamos assistir! Shh. — eu disse e apaguei o abajur ao meu lado, deixando a sala no escuro.

Eu sabia que por mais que o nosso namoro ainda fosse curto, Oliver me conhecia bem o suficiente para saber quando eu estava mentindo. Talvez no escuro, ele não percebesse.

—-

— Felicity, o que deu em você?

Abaixei minha garrafa d'água e encarei Roy na minha frente. Ele finalmente havia chegado de seu torneio com um troféu maior do que sua própria cabeça e agora estava ajudando Ra's a remodelar a academia de Starling.

— O que? Você acabou de voltar de um torneio nacional, eu sou fichinha em comparação aos caras que você enfrentou. — eu disse e Roy ergueu uma sobrancelha para mim, desconfiado.

— Eu sei diferenciar quando uma pessoa está lutando com raiva e quando não está... — ele respondeu e abriu sua própria garrafa d'água.

— Pensei que raiva te fizesse idiota dentro do ringue, e eu acabei de te derrubar pela segunda vez... — rebati ligeiramente convencida e isso fez Roy sorrir e abaixar a garrafa.

— Você é inteligente demais para ser tão idiota assim.

— Que bom que você sabe. Agora pare de reclamar e vamos mais uma vez, eu tenho que voltar para casa em algumas horas. — eu disse deixando a garrafa no chão e erguendo meus pulsos em sua direção. — Vamos ver se você realmente merece aquele troféu, Abercrombie.

Roy fechou a cara e me derrubou pela primeira vez na manhã logo depois de eu dizer isso. Acho que eu não era a única que conseguia canalizar raiva dentro do ringue e não ser idiota no processo.

Depois que tomei um banho rápido na academia, fui em direção ao Jitters mais próximo para tomar um café da manhã reforçado. Hoje era meu dia de folga no trabalho e eu tinha que resolver inúmeras coisas. Coisas que poderiam muito bem esperar eu tomar café primeiro, é claro. As portas eletrônicas se abriram para mim e eu fui em direção aos caixas com meu pedido já em mente.

— Bem-vindo ao Jitters! Posso anotar seu pedido? — sorriu a garota atrás do caixa.

— Oi. Eu vou querer um capuccino com duas doses de café, creme extra. Um queijo grelhado com um cookie de chocolate, por favor. — disse com um sorriso e pesquei minha carteira dentro da sacola esportiva que havia ganhado de mamãe.

— Nome?

— Felicity Smoak.

Paguei pela comida e esperei meu nome ser chamado em uma das cabines acolchoadas.

Puxei meu tablet da bolsa e abri o livro que havia começado a ler por indicação de Dianna. Ela havia adorado o romance policial e queria alguém para conversar sobre ele, e como eu leio fácil... Boom. Formamos um clube do livro de duas pessoas aparentemente. Eu já estava chegando na metade do livro e a leitura era instigante, conseguia preencher minha cabeça por alguns momentos.

— Aqui está. Capuccino com creme extra e duas doses de café mais um queijo grelhado e um cookie de chocolate. — disse uma voz e uma bandeja foi colocada na minha frente.

Ergui meu olhar e dei de cara com Cooper que sorria levemente. Seu rosto estava sem machucado algum desta vez e ele estava usando o avental do Jitters. Ele trabalhava aqui?

— Sim. Por isso estou te servindo, madame. — ele disse fazendo uma reverência para logo depois sentar na minha frente com um sorriso maior e mais relaxado.

— Logo você que era tão contra ao trabalho franquiado? — perguntei colocando um marcador digital na página em que parei e guardando meu tablet de volta. — Você está trabalhando em uma cafeteria? Em Starling City?

Ele riu levemente.

— Não se preocupe, não estou te seguindo. Eu trabalho e moro aqui já vai fazer um ano e meio. — ele disse e se recostou no banco e eu mordi meu queijo grelhado com um ar suspeito.

— O que fazia em Central City, então?

— Estava lá para o campeonato de MMA. — ele disse cruzando os braços e se inclinou contra a mesa. — Você?

— Visitando minha mãe. — eu respondi de boca cheia sem me importar com as regras de etiqueta.

— Oh, entendi. — ele disse e depois começou a analisar meu rosto. Desde o meu cabelo até meu queixo. O que era meio sinistro e assustador. — Você está bem, Felicity?

— Sim, por quê? — perguntei antes de beber um pouco do café.

— Porque eu te vejo entrar pela aquela porta quase todos os dias com diferentes humores, mas a expressão no seu rosto hoje é um pouco preocupante. — ele disse apontando para a porta de entrada e saída e depois para o meu rosto.

— E você tem certeza que não é meu stalker? — perguntei e ele riu.

— Sim, apenas uma pessoa que te conhece um pouco. Você parece em conflito, está pensando em pintar o cabelo de novo e não consegue escolher a cor? — perguntou ele e eu sorri antes de morder meu queijo grelhado mais uma vez. — Sempre disse que você fica linda com mechas roxas.

— Meu tempos como Ravena já acabaram e eu não quero uma repetição, muito obrigada. — respondi.

— O que é então? — perguntou depois de eu beber mais café.

— Não sei do que está falando, stalker.

— Oh, cuidado. O seu stalker que faz o seu café, posso adicionar algo extra da próxima vez... — ele disse erguendo uma sobrancelha em direção á minha xícara gordinha e trouxe ela para o meu peito e tampei ela, protegi ela contra Cooper que voltou a sorrir.

Suspirei e devolvi a xícara para a mesa.

— Eu não sei bem o que está acontecendo na minha vida agora.

— Trabalho? Família? Namorado? Amigos?

— Tudo. — respondi e franzi minha sobrancelhas, enquanto encarava meu cookie. — Eu percebi que não posso ter tudo o que eu quero sem perder algo que eu já tenho.

— Mas é apenas uma das leis da vida, Felicity. Você me ensinou essa mesma lição, não lembra? — perguntou ele batucando o dedo na mesa e eu ri sem nenhum pingo de humor. — Você está em dúvida? Sobre o que abrir mão?

Dei de ombros.

— Lembra quando nós fomos chamados para a palestra no Museu de História de Boston? — perguntou ele e eu assenti. — Todos os figurões das grandes empresas estavam lá fazendo propagandas e farejando seus próximos empregados?

Assenti mais uma vez e bebi meu café.

— Lembra quando o reitor nos disse que todas as empresas tinham interesse em nós dois? Os únicos dois alunos á serem escolhidos por todas elas?

— Sim, você não calou a boca por uma semana depois disso. — eu disse revirando os olhos e Cooper riu.

Eu não o culpava por saborear sua pequena vitória. Cooper foi abandonado pelos pais e criado pela sua avó. Nunca foi reconhecido em nenhuma área de sua vida, então quando ele recebeu propostas de trabalho das empresas que lideravam o ranking de tecnologia do país, é claro que ele gostou de cada gota de atenção que recebeu. Mas, novamente, eu não o culpava por isso.

— Você escolheu a Queen Consolidated em um piscar de olhos, e eu demorei quase uma semana para ter certeza sobre a Wayne Enterprises, lembra?

Assenti de novo e ele roubou o que restava do meu queijo quente.

Puxei meu cookie antes que ele fosse a próxima vitima.

— Você vai falar qual é o seu ponto, ou terei que chamar a sua gerente?

— O ponto de tudo é... — ele disse de boca cheia. — Você sabe como se sente quando está certa de algo. Não existe espaço para qualquer tipo de dúvida na sua mente. Eu lembro do dia em que você disse que havia escolhido a Queen Consolidated e sabia que você seria capaz de terminar comigo e vir para Starling sozinha. Nada e nem ninguém iria te parar de realizar o seu sonho.

Ele limpou as mãos com o meu guardanapo e em seguida a boca.

— Felicity Smoak sabe o que quer. Você sabe que gosta de duas doses de café á mais no seu capuccino. Você sabe que odeia marrom. Você sabe que prefere gatos á cachorros. Você sempre sabe o que quer. — ele enfatizou. Ele pegou minha mão que estava em cima da mesa e olhou nos meus olhos. — Se você está em dúvida agora, seja lá o que for, não é certo para você. Não se perca no processo de descobrir a resposta para sua pergunta.

Ele apertou levemente minha mão e depois a soltou. Sorriu levemente mais uma vez e se levantou do banco que havia sentado. Parou ao meu lado e colocou a mão no meu ombro.

— Seja mais gentil comigo da próxima vez ou não irá receber café com desenho quando vier aqui. — ele disse e apontou para a xícara. — Muito menos outro conselho de vida.

— Achei que você não fosse meu stalker. — rebati e Cooper riu.

— Eu não sou seu stalker, apenas seu barista preferido, Smoak. — ele piscou e foi para trás do balcão fazer os pedidos que haviam se acumulado ali.

Voltei meu olhar para a minha xícara e não podia negar que as palavras de Cooper tiveram efeito em mim. Ele não estava errado no que disse. Eu sempre soube o que quis fazer com a minha vida em relação á tudo.

Por quê essa dúvida agora? Por quê essa raiva agora? Terminei meu café e comi meu cookie. Precisava pensar e tinha um lugar específico para fazer isso. Minha casa. Meu lugar. Meu lar. O lugar que eu nem havia pisado ainda desde o Ano Novo, por causa da viagem, da formatura de Oliver, da mudança de Oliver... Tudo se resumia á Oliver agora?

Meu celular começou a tocar. Peguei no bolso e olhei o visor.

— Falando no Diabo... — suspirei e atendi a ligação de Oliver. — Hey!

Hey! Estou ligando apenas para ter certeza que você já levantou da cama e está tendo uma manhã bem mais agradável do que a minha...— ele respondeu e eu sorri levemente. — Já sinto saudades de poder acordar mais tarde.

— Acredito que sim. Já fui treinar com Roy, já tomei o meu café da manhã... E agora estou indo para o salão. — disse atravessando a rua.

— Ele se exibiu muito com o troféu para você?

— Não. Eu tive que implorar os detalhes. Por que?

— Porque ele faltou esfregar na minha cara quando eu fui treinar mais cedo.— respondeu Oliver e eu ri levemente. — Eu ensinei a maioria das técnicas que ele usou e recebo isso em troca.

— Sim, dizem que os professores são sempre esquecidos. — eu respondi e ouvi o barulho de papéis sendo rabiscados do outro lado da linha. — Como está indo o trabalho?

— Cansativo e ainda são 10h da manhã.— resmungou ele e eu ri.

— Ser o chefe e mandar em todo mundo? Não me parece difícil. — alfinetei levemente.

— Você fala isso porque não vai ter que almoçar com os investidores chineses hoje. Até minha mãe fugiu deles hoje e me abandonou.

— Verdade. Enquanto você estiver comendo yakisoba, eu estarei comendo um Big Belly Burguer enorme com extra cheddar e bacon. — disse e caminhei até a porta de entrada do meu salão de beleza favorito.

— Oh, e depois você diz que é uma namorada perfeita?

Ri levemente do seu tom debochado e sentei em uma das cadeiras da sala de espera, enquanto esperava a recepcionista terminar sua ligação e me notar ali.

— Oliver Queen, eu fiquei em cárcere privado com você por quase um mês. Eu sou uma namorada perfeita, qualquer outra mulher teria enlouquecido. — rebati e ouvi a risada de Oliver do outro lado da linha.

Mesmo não estando presente, o bastardo conseguia me arrepiar apenas rindo.

— Peço desculpas para a melhor namorada do mundo.— ele disse e eu sorri e olhei pela janela. — O que você vai querer para o jantar? Não ouse dizer comida chinesa.

Ri mais uma vez.

— Não sei. Eu tenho que passar no meu apartamento á tarde e Dianna mencionou noite das garotas, então...

— Está sendo roubada de mim?

— Ela construiu um caso bem forte contra você, mencionou o cárcere privado e tudo mais.

— Okay. Okay. Te vejo amanhã, então?

— Uhum.

— Okay. Tenha um bom dia e uma boa noite das garotas. Eu tenho que ir agora. Walter está me esperando para uma reunião. — ele disse e eu me despedi e desliguei.

— Felicity! Faz um tempo que não vem aqui! — cumprimentou Dinah, minha cabeleireira favorita de todos os tempos. — O que vai ser hoje? Já sabe o que quer?

"Você sempre ficou linda com mechas roxas."

Sorri levemente ao lembrar das palavras de Cooper.

— Sim. Eu sei. Algo colorido, pode ser?

—-

— Quando você disse que queria ajuda, isso nunca passou pela minha cabeça. — reclamou Cooper assim que me encontrou no saguão da Queen Consolidated.

— Você conseguiu? — perguntei e ele assentiu me entregando a bandeja com os dois cafés.

— Sim.

Eu abri a tampa de um deles e sorri ao ver a frase desenhada com chocolate ali. "Quer se casar comigo?". Cooper realmente havia se empenhado em me ajudar. A caligrafia estava linda. Eu iria dever um favor enorme para ele.

— Você realmente quer fazer isso? — perguntou ele. — Eu curti o cabelo rosa e tudo mais, mas acho que isso é radical até mesmo para você, Smoak.

— Sim. E é exatamente por isso que eu vou fazer. Você estava certo ontem de manhã, eu sempre tenho certeza do que eu quero. Eu sempre vou pelo caminho mais seguro. Até conhecer Oliver. — eu respondi e tampei o café mais uma vez. — Desde que eu conheci ele, ele sempre fez loucuras para cuidar de mim e do nosso relacionamento. Esta é a minha vez.

— Vá em frente, então, mas se você voltar aqui chorando, eu vou subir e dar uma surra no rostinho bonito do playboyzinho. — ele disse e eu sorri.

— O playboyzinho já deu uma surra no seu rostinho bonito. — eu disse e Cooper sorriu completamente convencido.

— A única coisa que eu ouvi foi que você ainda acha meu sorriso bonito, Felicity.

Revirei os olhos e peguei a bandeja em cima do balcão da recepção. Fui em direção aos elevadores e entrei no privativo de Oliver depois de acenar para o seu novo chefe de segurança, Anthony. Apertei o botão do 40° andar e respirei fundo.

É agora ou nunca, Smoak.

Notas finais
TAN TAN TANNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN! Boom. Esta foi apenas a Parte 1, tem a Parte 2 ainda galerinha do mau! Em breve aqui no Nyah! Comentem! Indiquem! Recomendem! Favoritem! https://fanfiction.com.br/historia/736715/Dangerous_Love/ (Atualizada!) https://fanfiction.com.br/historia/740660/The_Perfect_Mommy/ Grupo do Facebook_ https://www.facebook.com/groups/1015217841832543/?ref=bookmarks (Respondam as perguntas e avisos quando solicitarem autorização para entrar no grupo!) L.W PS: Vamos bater #860 comentários? Ou mais uma recomendação? PS²: Venham conversar comigo no Twitter meninas, achei várias de vocês por lá! Meu nome por lá é @juju100_! Vamos conversar sobre Arrow, fanfics... Qualquer coisa! Estou começando a postar pequenos trechos e spoilers sobre minhas fics lá também, viu? ♥