Extreme Love

18 Capítulo 18


Notas iniciais
CIAO! Oi genteeee ♥ Tudo bem com vocês? Obrigado as leitoras que comentaram capítulo passado! Minhas estrelinhas de hoje são... All Is Olicity, Cinthya Belikov, Nielli Criss, Mockingjay, Jujah, Bianca Rocha, Panda, Suh Souza, Whoisabel, Vick Queen, Bella Blake, Pola, Malia Tate, Willa Queen, Tris26, K.C, Rose Stelle, Michele, e quero dar ás boas vindas á várias novas leitoras! Nanda, Vanessa, Pamela Lopes, Bell Timk, Piper25, Senhorita Queen E, Bely Smoak Queen, Ju Guimarães! Sejam bem-vindas! Obrigada por comentarem! Tem estrelinha cadente hoje sim! E duas! Bella Blake e Tris26 recomendaram a fic, e eu não poderia estar mais grata por tanto, apoio, carinho e consideração de vocês duas! Espero que gostem do capítulo, porque ele é de vocês! Boa Leitura!

— E ele está vivo no final das contas... — eu disse assim que vi Tommy entrar em seu apartamento pela porta de ligação que estava aberta desde quando nós fomos para a Lanchonete.

— E com uma carinha feliz. — completou Felicity deitada no meu peito. Ela até parou Doutor Estranho que estávamos assistindo na TV para observá-lo melhor.

— Aonde vocês foram parar? Eu tive que esperar o expediente de Caitlin terminar para ela me dar uma carona! — exclamou ele vindo até o batente da porta.

As memórias do banheiro dos deficientes físicos inundaram a minha mente e eu sorri.

— Vai me dizer que não gostou? — alfinetou Felicity de volta e eu ri. Ela estava ficando com uma língua muito afiada. Tommy teria competição se ela continuasse assim.

— Ele gostou sim, e mesmo se não tivesse gostado... Tem duas pernas. — eu disse voltando o meu olhar para o filme congelado.

— Ha ha ha. — Tommy soou irônico e depois fechou a porta de ligação. Ele nunca fazia isso, era eu que tinha que fechar. Sempre. Acho que Caitlin viria esta noite para mais sexo.

— Ele está apaixonado. É fofinho. — disse Felicity voltando a deitar em meu peito e apertou o play novamente.

Meu celular vibrou dentro do meu bolso e eu pesquei ele. Olhei o visor e vi que tinha três mensagens novas. Mamãe. Slade. Ra's. Nenhuma delas atraía meu interesse de verdade, mas eu as abri de qualquer jeito.

"Mamãe: Acha mesmo que vai continuar fugindo de mim assim?"

"Slade, W: Amanhã á noite. 2 rounds. 30 mil. Te solicitaram."

"Ra's: Anda faltando muito em seus treinos. Sua próxima luta de aproxima, quero o seu melhor rendimento."

Suspirei discretamente. Não Ra's, você não quer ele. Você quer que eu arraste Felicity para academia para você ter uma conversa com ela sem Donna por perto, enquanto eu treino. Ele já foi bem mais direto antes. Respondi cada um com uma resposta curta que não me fizesse perder muito o filme que passava.

"Estou fugindo da senhora?"

"Me solicitaram?"

"Irei treinar hoje á noite."

Coloquei na ordem de envio para cada um e depois afastei o aparelho de mim.

—-

— Noite díficil, Al Sah Him? — perguntou Ra's aparecendo.

Eu interrompi a série de flexões e observei ele. Desde a casa de Donna, ele parecia ter envelhecido alguns anos, parecia e com certeza estava cansado, mas não dava o braço á torcer. Com um impulso, fiquei de pé novamente e ele se aproximou. Já eram quase 06h da manhã, o que ele ainda estava fazendo aqui? Iria virar a noite e abrir a academia?

— Onde está Felicity?

— Não está aqui, está? — rebati e seus lábios se torceram em uma linha fina. Ele tinha ficado aqui, porque pensou que Felicity viria treinar junto comigo hoje.

Bom, eu não tinha que agradar ele, porque ele revelou ser o pai que abandonou minha namorada. Ele era o meu mestre. Me ensinou muita coisa e tinha o meu respeito, nada além disso. Não medi minhas palavras com ele no começo, e não iria começar a fazer isso agora de jeito algum. E agora ele estava interrompendo meu treino.

— Wilson me disse que te solicitaram em uma das lutas. Pode apostar que foi Sheldon. — ele disse e jogou as chaves para mim. — Ele não gosta de perder e joga sujo, pense nisso antes de entrar no ringue com ele. Tranque tudo quando acabar e mande um beijo para Felicity.

Eu não tive uma resposta para ele. Não queria ter uma na verdade. Eu queria que ele e Felicity se resolvessem logo, o mais rápido possível, para não ficarmos tendo este clima pesado toda vez que os dois estão dentro do mesmo cômodo.

"Ele não gosta de perder e joga sujo".

Bom, ele jogou sujo e ainda por cima perdeu. E vai perder novamente, porque eu não direi "Não" para esta briga se for realmente Sheldon. Eu estava morrendo de vontade de quebrar alguns ossos esses dias com tanta tensão acontecendo, a única coisa que me tirava de corpo, mente e alma disso tudo era o tempo que tinha com Felicity. E eu tenho certeza que isso era recíproco, mas a vontade de bater em alguém estava se tornando insuportável.

E desta vez eu não poderia culpar meu mau temperamento.

A minha mente teimava em me ficar me lembrando que ela voltaria para Starling City em apenas três dias. Sozinha. Eu não podia abandonar a faculdade na reta final e ela com certeza não podia abandonar seu emprego por causa de um capricho meu. Ela não iria e eu também não iria deixar. Comecei a enrolar as bandagens ao redor das mãos.

"Você não é bom o bastante para ela. E nunca vai ser".

Foram essas as palavras que Cooper Sheldon disse para mim. Sua tentativa falha de querer me dar uma surra falharam, então ele tentou partir para o meu psicológico. O que era uma verdadeira pena, porque não tinha funcionado.

Felicity era boa demais para mim, isso era verdade, mas eu não me considerava indigno de ter ela na minha vida. Ela me ajuda. Eu ajudo ela. Ela confia em mim. Eu confio nela. Tínhamos uma relação estável. E o sexo era ótimo. Mas as palavras de Sheldon realmente levantaram uma questão preocupante.

Em todas as minhas conversas com Felicity, ela nunca perguntou sobre o passado turbulento, mas eu também nunca contei. Ela sabia que eu tive problemas familiares, já tinha sido preso e já tinha me envolvido com drogas também, mas essa era apenas a primeira folha do livro. Eu teria que ter essa conversa com ela.

Antes dela voltar para Starling, mas só depois de eu surrar Sheldon mais uma vez.

Comecei as séries de socos e chutes nos sacos de areia e fiquei pensando em como abordar Felicity sobre este assunto no meio deste drama familiar enorme que ela estava tendo que lidar. Eu tinha a escolha de não contar também, mas o risco dela saber por outro alguém era bem grande. Ainda mais trabalhando na Queen Consolidated. E as chances de Isabel ou até mesmo mamãe irem encher o saco dela, eram enormes.

Eu parei as seções e observei o saco de areia balançar no ar por alguns momentos. Teria que falar sobre Emma para Felicity em algum momento. Pelo menos deixar esse ponto ás claras.

Olhei para o chão, e decidi que o treinamento de hoje havia acabado. Peguei minhas coisas e tranquei tudo bem rapidamente. A rua estava completamente deserta, o céu estava começando a clarear, então me apressei em montar na minha moto e voltar para casa.

Não parei em nenhum farol e nem para cumprimentar Diggle, apenas subi o mais rápido que pude até em casa. Estava tudo em silêncio. Uma quietude quase anormal em comparação ao cotidiano do meu querido vizinho. Será que Caitlin cansou Merlyn na cama?

Ri com a linha de pensamento. Eu realmente não queria saber.

Entrei em casa e a porta de ligação ainda estava fechada. O apartamento estava mais limpo do que o normal. E bem mais organizado também. Será que Felicity ficou entediada? Deixei minhas coisas perto da porta e caminhei até o quarto. Ela estava deitada bem no meio da cama, descoberta. A janela estava ligeiramente aberta fazendo a cortina ondular.

Eu não reconhecia a camisola vermelha que ela estava usando. Ela me esperou? Me aproximei e depositei um pequeno beijo em sua testa. Peguei minha toalha no banheiro e fui usar o chuveiro do quarto de hóspedes para não acordá-la.

Embaixo da água corrente, percebi que Felicity foi a única coisa realmente boa que me aconteceu este ano. Ganhar campeonatos e disputas, nunca me proporcionou uma alegria verdadeira, mas só de poder ver ela dormir... Era gratificante.

Me lavei rapidamente, tirando o suor do meu corpo e saí do box me secando com a toalha. Uma rápida olhada no relógio, eram 5h:43min. Ainda estava cedo demais. E eu realmente exagerei com o treinamento hoje, porque estava sentindo os músculos dos meus braços travarem. O que era um bom sinal, dizendo que fiz tudo que tinha ser feito. E também era um mau sinal, dizendo que eu teria que me esforçar um pouco mais na luta de hoje.

Com a toalha enrolada na cintura, voltei para o quarto e encontrei Felicity sentada na cama com os olhos inchados pelo sono e óculos em mãos.

— Eu te acordei? — perguntei e ela apertou os olhos em minha direção.

— Tommy me acordou. — resmungou de volta, colocando os óculos. Ela piscou diversas vezes e depois me encarou. — Você não ouviu o barulho da cama?

— Que cam...? Ah, entendi. — eu disse olhando para parede e ouvindo o barulho ritmado que vinha dela agora.

— Você chegou só agora? — perguntou ela, enquanto eu entrava no closet atrás de roupas. Vesti a primeira boxer e a primeira calça que encontrei.

— Faz uns dez minutos. — eu respondi vestindo uma camiseta, e por último um moleton. Felicity estava inclinada contra o batente da porta e de braços cruzados. Linda. — E você?

— Depois que você saiu, fiquei entendiada. — ela respondeu e eu ri.

A-há. Sabia.

— Depois de limpar aqui e limpar o apartamento de Tommy quando ele e Caitlin finalmente saíram para comer alguma coisa... Eu tomei um banho e desabei na cama. — ela disse enquanto eu caminhava até ela.

Deslizei meu braços por sua cintura e ela me abraçou.

— Eu consegui tirar uma soneca de duas horas até a maratona dele começar novamente. — ela disse colocando a cabeça deitada em meu peito. — Você está com fome?

— Um pouco. — respondi beijando o topo da sua cabeça.

— Vamos comer alguma coisa, então.

Fomos até a cozinha e ela mexeu e remexeu dentro da geladeira, até tirar uma verdadeira feira em seus braços. Berinjela, tomates, ovos... Tudo.

— Eu vi essa receita online e quero fazê-la. — ela disse e me deu um faca. — Corta em rodelas.

Obedeci ela e vi ela começar a fazer o que parecia ser um molho de tomate. Isso era tão normal. O que era meio surpreendente já que eu nunca tive isso em nenhum relacionamento. Depois que estava tudo cortado e o molho refogando, eu comecei a empanar as rodelas de berinjela e ela fritou. Não sabia muito bem do que daria tudo isso, mas decidi confiar em Felicity. Ela fazia combinações estranhas com a comida, mas nunca eram ruins.

Depois que estava tudo frito e o molho pronto, ela se virou para mim com um sorriso.

— O que?

— A melhor parte.

Ela foi até a geladeira e tirou dois sacos de lá.

— Vamos montar nossa lasanha! — exclamou que nem uma criança que acabou de ganhar doce e eu ri. — O que? Sua dieta de lutador não permite uma lasanha?

Ela pegou as berinjelas fritas e colocou dentro de uma forma, colocou presunto, mussarela ralada, mais berinjela, presunto, mussarela, e mais uma berinjela. Cobriu tudo com molho e mais mussarela. O negócio nem estava pronto, mas já estava dando água na boca.

Colocou tudo para assar e se virou para mim com um sorriso malicioso. Colou seu corpo no meu e abraçou minha cintura.

— Você não vai querer a lasanha mesmo?

— Estou querendo outra coisa agora.

— Hmmm. Agora que eu me lembrei... — ela divagou levemente.

Felicity fechou a distância entre nós e me beijou. Um daqueles beijos que ela sempre me dava ao acordar. Lento e cheio de... Carinho? Afeto? Eu não sabia muito bem diferenciar essas coisas ainda, mas era bom.

— Oi bonitão. — disse quando nos separamos. Sorri e beijei ela de novo, erguendo seu corpo até pousar ela sentada na bancada da cozinha. — Oliver! Vai queimar a comida!

— Não vai não... — eu disse indo até o fogão e desligando o forno.

Depois peguei Felicity e joguei ela pelos ombros do modo que ela sempre ria que nem uma adolescente e fui até o sofá. Eu, definitivamente, não iria para o quarto com ela se o sofá estava mais perto.

—-

— Este foi o melhor café da manhã do mundo! — Felicity disse com a boca cheia, o que deixava ela adorável, ao meu lado na mesa. — Quem inventou esta receita merece um prêmio, quem sabe um Nobel Culinário...

— Ficou uma delícia mesmo.

— E tem berinjela, ou seja... Fitness. — ela disse erguendo seu braço e eu ri.

— Hey... Eu tenho uma luta hoje á noite.

— No modo clandestino? Eu posso usar um gorro preto? — perguntou com os olhos cheios de expectativa. Eu apenas consegui rir.

— Sim, você pode. — eu disse e ela riu terminando de beber seu suco. — Mas precisamos conversar antes de irmos.

— Uh-oh. Você está terminando comigo? Porque sempre que dizem "Precisamos conversar..." nunca é um bom sinal. — disparou com os olhos apreensivos. — É por que eu estou indo embora?

— Felicity! Respire. — eu disse cortando suas palavras disparadas. — Não vou e nem quero terminar com você. Precisamos conversar antes que você vá embora e antes desta luta de hoje.

Passados colidindo. Quem diria, Queen.

— Okay... O que foi?

— De todas as novas conversas sobre passado e dramas familiares, eu nunca cheguei a contar algumas coisas. Eu editei, porque não sabia que você iria se tornar uma pessoa tão importante assim para mim. — eu fui sincero e vi um pequeno sorriso se formar em sua boca. — Quando eu estava em Harvard... Aconteceu uma coisa.

— Que coisa?

— Eu me envolvi com uma garota chamada Emma. Era um caso de apenas uma noite. — eu disse e ela assentiu, séria. — Mas no final, não foi apenas uma noite. Foi...

— Eu entendi, Oliver. — ela me cortou rapidamente. — Vocês se relacionaram.

— Ela ficou grávida. — cuspi de uma vez.

Os olhos azuis de Felicity se arregalarem o máximo possível. Quase colando nas pálpebras dela. Ela balbuciou algumas vezes, mas nada saiu. Parecia estar procurando palavras, e não encontrando-as.

— Você é pai? V-Você tem um filho? — indagou com a voz se exaltando aos poucos.

— Não sou um pai. E nem tenho filho.

— Mas você acabou de dizer...

— O bebê nunca nasceu. — eu disse e passei a mão no rosto. Era sempre complicado e difícil falar sobre isso. Com qualquer pessoa. Até mesmo Felicity. — Eu e Emma estávamos voltando de uma festa, bêbados e alt... Drogados. Não foi a decisão mais inteligente que eu fiz, mas éramos jovens e eu precisava processar isso. E beber era o único jeito que eu sabia.

Felicity não me olhou com olhos acusatórios. Ela estava bem neutra.

Impassível, até.

— Ela estava grávida á quanto tempo?

— Duas semanas. — respondi e ela assentiu calmamente. — Emma estava dirigindo aquela noite, ela não quis ir para casa comigo. Então pegou e foi embora. Bêbada e bem alta.

— Você foi atrás?

— Sim, mas eu não estava muito melhor do que ela. Acabou que ela bateu o carro dela no meu, e nós dois atingimos um terceiro. Fomos todos parar no hospital. — eu disse e suspirei.

— Ela perdeu o bebê.

— Ela perdeu o bebê, mas não pense que ela ficou triste. Estava mais para aliviada. — eu disse levemente irritado. — Mais tarde descobrimos que tínhamos deixado uma garotinha paraplégica.

Ouvi a respiração de Felicity trancar.

— O nome dela é Penny. Ainda está viva e mora no Arizona, mas está presa numa cadeira de rodas por minha causa. — eu disse suspirando, cruzei os braços em cima da mesa e olhei pela janela da sala.

O Sol já tinha nascido.

— E por causa de Emma. — adicionou Felicity. — Por que me contou isso?

— Porque você está voltando para Starling City, sozinha. Porque você trabalha na Queen Consolidated, rodeada de pessoas que não vão muito bem com a minha cara. Porque você vai ouvir algumas das minhas aventuras e...

— E você realmente acha que eu vou me importar? Oliver... — ela disse se levantando. Ela caminhou até mim e sentou no meu colo sem cerimônia alguma, um hábito que adquiriu e que eu não me importava. — Eu não me importo com o Oliver de três, cinco anos atrás. Eu me importo com este aqui.

Ela colocou a mão no meu peito e deu um leve apertão.

— Eu me apaixonei por este homem. O homem que você se tornou, e não o homem que você era. Sinto muito pelo seu bebê e por Penny, mas querendo ou não... Eles e todas as possíveis coisas que eu possa ouvir estão no passado e não devem sair de lá. — ela disse e eu assenti. — Okay?

Essa mulher é real?

— Okay.

— Bom, agora... Quando iria me contar que esta tal luta seria contra Cooper? — ela levantou uma sobrancelha e me encarou firmemente.

— Não iria contar, porque eu não sei se é contra ele mesmo. Só conheço meus oponentes na hora em que entramos no ringue, Felicity. — respondi e ela apertou os olhos em minha direção. — É verdade... Mas como você..?

— Ra's.

— Vocês estão se falando?

— Trocando mensagens. Passos pequenos. Ele pareceu preocupado com essa luta. E se for de fato contra Cooper, eu não sou muito á favor de você ir entrar naquele ringue. — ela disse e eu ri. — É sério. Se você se esqueceu, eu namorei com o cara e sei muito bem do que ele é capaz.

— Eu não me esqueci deste fato. E muito menos do fato que ele te traiu. Isso já é motivo suficiente para eu subir naquele ringue e chutar a bunda dele. De novo. — eu pontuei envolvendo ela com meus braços.

— E se eu pedir "por favor"?

Neguei com a cabeça.

— "Por favorzinho"?

Neguei novamente.

— Gostaria de ter essa sua confiança... E esses seus braços. — ela disse apertando meus bíceps.

Eu ri. Felicity se distraía tão fácil.

— Duas razões.

— O que?

— Eu tenho duas razões para entrar naquele ringue. Primeira, eu nunca entraria em um se não soubesse que poderia ganhar. — eu pontuei levantando da cadeira, trazendo ela comigo.

— E a segunda?

— Eu te amo. E ninguém mexe com a minha garota.

Notas finais
Coisas que vem pela frente: A luta épica, uns personagens aparecendo aí, o retorno de Felicity para Starling City, Ra's X Donna e um final épico alá Lissy Wayne. Vai perder, colega? Onde estão as minhas leitoras? Vocês me abandonaram? Desistiram da fic? Está na mão de vocês o futuro dela! Vamos dialogar mais, sim? Por isso... Comentem! Indiquem! Acompanhem! Favoritem! Recomendem! Outras fics_ https://fanfiction.com.br/historia/709830/The_Perfect_Nanny/ (Atualizada!) https://fanfiction.com.br/historia/715451/Broken/ L.W PS: Vamos bater #540 comentários? PS: Ou mais uma recomendação?