Extintos
6 Homens misteriosos...
Notas iniciais
Homens misteriosos...
Lucas estava correndo feito maluco dirigindo um carro de golpe, foi desviando das arvores do hotel, pulando uns morrinhos de grama ate que o carro virou e ele junto com o carro foram capotando pelo gramado mal cuidado, assustados eu, Tina e Didi corremos ate ele, eu perguntei:
-Esta tudo bem?
Meu irmão no chão olhando para mim sorriu:
-Eu pensei que golpe era jogo de velho.
Comentei:
-Babaca!
Lucas se ajoelhou no gramado e olhou para Tina ainda séria, eu sinceramente não sei o que ela tinha, mas... Não era a Tina de antes:
-Amor vem ate aqui.
Tina deu dois passos para frente:
-O que foi?
-Me ajuda a sair daqui! –Lucas passou a mão pelo gramado. –Aqui é tão macio!
-Sai logo daí.
Lucas estendeu a mão:
-Dá sua mão.
Tina pegou o bastão de Golfe e estendeu-o para ele levantar, Lucas sorriu e puxou ela pela perna fazendo-a cair no gramado:
-Vem pra cá!
-Lucas para com isso!
-Vem logo! –Disse ele sorrindo dando vários beijos em sua bochecha!
-Para! Para! LUCAS! –Gritou Tina empurrando-o para trás e se levantando.
-O que foi? –Perguntou Lucas.
Ela limpando a roupa de terra disse:
-Eu vou ficar toda suja!
-É só terra!
-Terra suja seu imbecil!
Minutos depois...
Lucas colocou a bolinha no gramado preparando para acertá-la, todos nós observávamos bem de perto, sorri e comecei a narrar o jogo:
-Muito bem senhoras e senhores! É o décimo e oitavo buraco e o jovem Lucas vai dar sua tacada! Ele precisa acertar de primeira para levar o premio, mas o que o preocupa mesmo é que descubram que ele é... –Lucas tacou a bolinha acertando só mato. –Que ele é gay...
Tina, eu e Didi começamos a sorrir:
-Mais que droga! –Gritou Lucas.
Comentei:
-Meu conselho é que você solte esse taco, espere uns dez minutos e nunca mais pegue nele de novo!
Lucas olhou para Didi que ainda sorria:
-Já que é engraçado mostra seu jogo!
Didi tomou o taco de sua mão, Lucas começou a narrar:
-Atenção telespectadores para o ultimo ponto do jogo, Leon conhecido mais por Didi...
Didi gritou:
-Cala boca!
-OPA! Ta bom...
Didi se concentrou e...
TOU!
Acertou a bolinha na janela do hotel à 200 metros quebrando o vidro em pedaços, eu sorrindo comecei a bater palmas, Lucas foi a loucura:
-Nossa! Que isso, o garoto sabe!
Após quebrarmos todas as janelas do hotel voltamos para o hotel quase anoitecendo...
Lucas bêbado estava sentado na escada do hotel, eu olhava para Didi que testava os telefones, Tina chegou ate ele e perguntou:
-O que você esta fazendo? –Ela repetiu. –O que você esta fazendo? Os telefones morreram!
Didi olhou para ela:
-Olha... Eu só estou tentando entrar contatos com meus pais...
Tina tomou o telefone de sua mão:
-Morreram também!
-Você não sabe...
-Onde eles estavam?
-Em um navio em quarentena na Argentina.
-Então... Estão mortos.
Prestei mais atenção ainda na conversa entre os dois.
-Como você sabe? –Perguntou Didi cruzando os braços. –Você nem sabe onde fica Buenos Aires!
-Não importa onde fica Buenos Aires, todo mundo em todo lugar esta morto, seus pais meus pais, logo você e eu vamos estar também!
Didi saiu de lá chateado, para consolá-lo fui atrás dele pelo corredor escuro do hotel eu falei:
-Didi... O que, que foi?
-Me deixe em paz...
-Por favor! Abri-se para mim!
Ate que vimos lanternas vindo do corredor da direita em direção ao nosso, o interessante é que nós não tínhamos lanterna, então... Eu gritei:
-Lucas!- Nada respondeu. –Não é o Lucas.
-Não!
Eu e Didi começamos a correr pelo corredor do hotel fugindo da luz, ouvimos vozes dizendo:
-Verifiquem tudo!
-Verifiquem o lugar todo!
Correndo entramos na cozinha do hotel, sem evitar eu Didi pegamos duas facas guardadas na gaveta, já prontos para o que vier!
A PORTA SE ABRIU!
Rapidamente eu e Didi nos escondemos atrás do fogão, e vimos a luz rodar por toda a cozinha, tremendo eu e Didi seguramos a faca mais firmemente, ate que a luz sumiu, mas novamente voltou e ouvimos um barulho de recarga do cartucho de bala, vimos a luz indo para a direita então correndo agachados fomos para esquerda, abrimos aporta sendo barrados por homens armados.
Os homens todos com mascaras de filtração de ar, roupas próprias contra infecções e armados com doses obrigou eu, Tina e Didi sair do hotel junto com eles nos cercando, chegamos ao estacionamento vendo Lucas enfocando um deles, o homem ao meu lado mirou a arma em direção ao meu irmão:
-Larga ele!
Lucas vendo soltou o homem no chão e em pé olhou para nós que já estávamos todos rendidos, um dos homens perguntou:
-Pegamos todos?
O outro respondeu:
-Acho que sim.
Eu comentei:
-Não tem mais ninguém!
O homem que foi enforcado por meu irmão se levantou acertando um chute nas costas dele e um na cabeça, Lucas caiu de joelhos no chão, Tina berrou:
-Deixe ele em paz! Só queremos passar a noite aqui!
-Desgraçado! –Disse o homem que bateu no meu irmão. –O que aconteceu com o Leui?
Lucas cuspiu sangue no chão e bêbado comentou:
-E como é que eu vou saber? Vai ver ele brigou com uma cortina de banheiro igual a você!
Outro homem deu um soco no rosto de meu irmão que ele capotou no chão, um deles vendo na piscina o cadáver disse:
-Mataram o Leui!
Tina comentou:
-Ele já estava assim quando a gente chegou!
-Ah, eu sei... Espera que a gente acredite nisso?
Nervosa disse:
-Por que não entram na piscina? Ai vocês checam a causa da morte! Ué não tem nenhum voluntario?
Um deles gritou:
-CALA BOCA!
Outro comentou:
-Ele devia estar doente quando saímos e não disse nada!
-É impossível! Sabe que é impossível! O sistema é perfeito!
-Por quê? Por que foi idéia sua?
-Ele não fechou a roupa direito, cometeu o erro não seguiu o procedimento!
Lucas meu irmão fraco e se levantando disse:
-Se isso te ajuda a dormir!
Um dos homens apontou a arma em direção de meu irmão:
-Olha aqui! Acabei de te conhecer e já estou cheio de você!
-Eu causo esses efeitos nas pessoas!
Tina gritou:
-LUCAS! Para com isso!
Outro homem ordenou:
-Quero todos vocês fora daqui! Agora!
Fale com o autor