Notas iniciais
Hey,desculpem a demora pra postar o capitulo,mas tando a Khaleesi e eu temos problemas com estudos,minhas provas finais tão ai e eu preciso estudar mesmo,não quero reprovar matéria,então eu não sei quando vamos poder postar o próximo capitulo :(

Marilyn se enrolou na cama fazendo birra após tentativas falhas de Dean de chamá-la calmamente ele puxava o pé dela violentamente, a loira achava um absurdo ele estar de pé às sete da manhã sendo que ontem à noite eles fizeram uma maratona de ONG bak na televisão velha de Bobby, com besteiras e muita Vanilla coke pra ela, Marilyn lutou contra a vontade de chutar a cara de Dean.

─Acorde Marilyn! — Dean balançou a menina violentamente. — Acorde misera.

─Que droga Dean, virou mania você ficar me acordando? ─ A menina retrucou acordada, mas ainda de olhos fechados ela rolou na cama abrindo os braços e abriu os olhos olhando para teto liso.

─Acorda Phineas e Ferb,as ferias acabaram tá na hora da escola. – Dean falou. Marilyn de praticamente um pulo, e ficou sentada na cama olhando Dean como se ele fosse o capeta.

─O que você acabou de dizer? ─perguntou calculando a resposta do loiro.

─Quero dizer, fim do verão, volta as aulas, os dias do ano em que você passa a maior parte do tempo num edifício com gente da sua idade das nove da manhã as 3 da tarde! ─Dean deu um enorme sorriso pra ela.

─Não, não, não. — Marilyn disse em um tom de desespero. — Não pode ser. Dean eu não posso ir pra escola. lá é como tacar fogo no seu próprio corpo,se você me quer fazendo coslplay de Alicia Keys,eu posso ficar em casa e fazer isso depois do meio dia,quando eu acordar!

Dean a ignorou, revirando seus olhos.

─Pode e vai! Bobby te matriculou aqui em Suix Falls, eu já estudei na escola em que você vai.

─Eu não vou e pronto. — Ela cruzou os braços. — Da última vez que estive em uma escola, eu queimei metade das coleguinhas por acidente. Isso já me tirou sei lá, 60% da pequena chance que eu teria de ir pro céu.

─Mas você tem treinado os seus poderes e agora sabe muito bem controlar eles. Pode queimar meninos se quiser.

─Há-há. – Marilyn falou encarando Dean. A menina pensou e considerou que sim, haviam treinado ela pelas ultimas semanas depois do ocorrido com os deuses nórdicos.

─Não queime nenhuma coleguinha, não seja expulsa antes do meio dia, acho que se você sorrir ajuda um pouco, Mas não sorria de mais para os meninos, nessa idade se você o fizer vai pegar uma doença grave e morrer... ─Dean apontava o dedo pra ela na parte do morrer─ Na verdade eu não vejo necessidade de você chegar perto de um antes dos trinca e cinco anos.

─Wee,eu me sinto como o Peeta voltando pra capitol!Vocês poderiam me dar uma nightlook pra emergências ─ Ela falou totalmente seria enquanto se levantava quase se arrastando e Dean começou a ficar impaciente. A menina só queria irritar, talvez ele percebesse que Jesus não quer que a gente vá pra escola, que esse lugar era uma grande armadilha do capeta.

─Vamos logo, Sam está esperando no carro, se arrume e desça. ─Ele a empurrou dentro do banheiro.

─Odeio todos vocês. -Ela se levantou indo para o banheiro claramente mais rápido tomando banho pegou uns jeans velhos, um tênis uma camiseta escrito "girls just wanna have found$" ainda sonolenta foi direto pra cozinha onde Bobby fritava bacon.

─Bom dia raio de sol — Bobby disse enquanto servia a mesa que estava arrumada,Marilyn pegou um pedaço de bacon já frito queimando a ponta dos dedos.

─ Bom Dia vô. — Marilyn passou a chamar Bobby de avô, ela decidiu que ele estava na sua listinha de adultos legais e que era o mais próximo de avô que já teve. Bobby riu mais não falou nada, John caminhou lentamente pela cozinha passando as mãos nos cabelos dela e bocejando.

─Aposto que aqueles dois patetas estão no carro te esperando. ─John disse rindo se referindo aos dois filhos.

─Como sempre, eles inventaram que agora eu vou pra escola. — Marilyn suspirou enquanto pegava um pão, estava finalmente comendo, pouco, mas era melhor que nada. — Eu não vou deixar isso acontecer.

─Só por que você é uma caçadora que deve deixar os estudos de lado. ─Em um ponto vocês tem razão, algo me diz que vou precisar tirar os idiotas da cadeia algumas vezes. –Marilyn jogou o Bacon na boca queimando sua língua e tentando expulsar a carne da sua boca queimada. Bobby e John riram e se sentaram.

─ Melhor eu ir comendo. — Marilyn concluiu com a língua meio pra fora- Como eu vou pra escola se eu nem tenho materiais?

─Eu nunca me esqueço de nada- Bobby disse sorrindo enquanto bebia alguma cerveja, sim, cerveja no café da manhã. Marilyn levantou derrotada mandando um beijo para cada um e indo se arrastando até o carro.

─Você está atrasada- Disse Dean logo quando a menina entrou no carro e ela revirou os olhos.

O caminho foi silencioso enquanto Mary pensava em como seria estranho, ser a aluna nova, ter que fazer novas amizades que não durariam por conta da vida na estrada. O tempo passou rapidamente.

─Ok, vá até a secretária, arrume alguns amigos, seja legal- disse Sam enquanto lambia o polegar e o passava sobre uma pequena mancha de pasta de dente no queixo de Marilyn, ele tinha a prendido com uma mão perto do carro sem possibilidade de ela se livrar daquela cena constrangedora.

─Só se lembre da doença que eu te falei! ─Dean disse estendendo dez dólares e fuzilando com o olhar qualquer rapaz que se atravesse a olhar para Marilyn, depois da língua queimada no café da manha e ser obrigada a ficar com a língua semi dormente e um pouco pra fora como aquele cachorro feio, ela achou que seu dia não poderia piorar. Depois de Sam terminar de limpá-la ele a abraçou e beijou o topo de sua cabeça e Dean abraçou a relutante Marilyn e a empurrou de volta pra escola, ela se virou pra trás a fim de fazer um gesto rude com as mãos, mas estavam os dois, parados na frente do impala sorrindo em encorajamento pra ela, Marilyn deu um adeus com as mãos e foi para o prédio. Mary andou até a entrada e parou no portão vendo pessoas andando e seus grupinhos até que avistou a pior pessoa que poderia ver no momento. Era o menino que ela tinha batido nas férias, era Tyler, ela se apressou pra ir pra secretária e pegar seu horário, Ela desviou dele achando que se livraria.

─Olha só se não é a neta do cara do ferro velho!-Ele falou alto saindo do lado de seu grupinho e indo até Marilyn, ela desejou ter a capa da invisibilidade. Marilyn revirou os olhos se virando pra o menino com um olhar de puro desprezo e nojo.

─Olha só se não é o menino que eu quebrei o nariz á um tempo atrás. – Ela falou dando um sorriso falso e inclinando levemente a cabeça.

─E foi presa por isso- Ele sorriu docemente.

Ela sorriu como se dissesse dessa vez eu vou quebrar os seus ovos seu filho de uma vadia ruim, e se virou andando pelos corredores apinhados de crianças. Ele ainda a seguia de perto.

─ Teria sido melhor se eu ficasse presa então não teria que olhar pra você. Idiota. ─Ele estalou os dedos ao lado dela.

Uma gracinha como sempre senhorita Monroe – Ele disse andando ao lado dela com um sorriso canalha dele.

─Como sempre um ogro, ser insignificante que eu não me dou ao trabalho de lembrar o nome. ─ alfinetou.

─Magoou gatinha, é nova aqui, aposto que precisa de ajuda─ele puxou o braço dela forçando-a se virar, ela detestava quando ele fazia isso,por que tinha que olhar aqueles olhos negros e profundos,ver a pele morena e uniforme e o sorrisinho canalha dele.

─Não preciso de nada seu.

─Então vá pequeno gafanhoto, se vire. – Ele levantou as mãos em sinal de rendição e saiu andando não sem piscar pra menina. Ela deu um sorriso e se virou indo até a secretaria. Entrou e quando abriu à porta, um sininho tocou anunciando a entrada da menina, a secretaria era arrumada, atrás de uma mesa de madeira uma senhora de óculos olhou pra ele e deu um sorriso.

─Bom Dia querida, seu horário?– Ela perguntou docemente uma velhinha vestida com um enorme chalé verde floresta.

─ Sim – Marilyn sorriu de volta.

─ Boa Sorte. – A velha disse e estendeu um papel com os horários.

─Valeu.

Sua primeira aula era história do mundo, ela suspirou olhando em volta, tudo totalmente vazio todas as crianças em suas devidas salas deixando os armários azuis e os longos corredores cor de creme do Suix Fall Day intimidadores, Marilyn caminhou um pouco os tênis fazendo um barulho chato de derrapagem algumas vezes no piso de madeira muito encerado.

Marilyn amaldiçoou o idiota do Tyler em sua cabeça, mesmo sabendo que estava errada, ela estava perdida no meio do prédio vazio. A menina respirou fundo e começou a andar pelo colégio, era grande, arrumado e até um pouco atual, nas cores branco e azul.Marilyn foi para o bloco A,onde ficava a sala 101,aula de história mundial, abriu a porta já pronta para as pessoas encararem ela.

─Bom dia senhorita! Vejo que como eu, também chegou atrasada- riu um senhor,sentado de canto na mesa do professor parecia ter meia idade,os cabelos brancos brotando de sua cabeça em diversos lugares,o terninho de tweed caramelo e os sapatos pretos lustrosos combinando.

─Bom Dia, me desculpa sou nova aqui e sabe não muito empolgada pra estudar.

O senhor riu.

─È uma escola, você é nova ficaria surpreso se me falasse que está empolgada. ─Ele refletiu o que tinha dito um minuto ─Não espalhem isso.

Mary riu e completou mentalmente que definitivamente gostou dele, ainda parada na porta como um cuco.

─Pegue um lugar, já vou começar essa bobagem de inicio de ano. ─ele disse estendendo a mão para a sala cheia de crianças da idade de Marilyn.

─Valeu ─Ela andou pela sala indo até o fundo e se jogando literalmente na cadeira.

─Eu sou Leonard Cooper, professor de história mundial, vou começar com a época de ouro grega, todos tem seus livros?

─ Eu ainda não tenho. — Mary disse e rapidamente levantando a mão sem entender diretamente o porquê de ela ter feito isso uma voz masculina interviu.

─ Ela pode sentar comigo professor. — A menina olhou para obvio, Tyler o amaldiçoando.

─Acho que eu posso aprender o suficiente sem o livro. — Mary disse com desgosto

─ Se não quiser sentar com ele pode ser com outra pessoa. Escolha. – O professor disse enquanto escrevia algo no quadro.

─Eu insisto- ele disse mais uma vez encarando Marilyn com fúria, o resto da sala o observava ela se sentiu como uma Khaleesi.

─Professor, eu me sento com ela. — Disse um menino do canto da sala levantando a caneta, Marilyn sorriu pegando seu caderno e indo pro lado do garoto.

─Hey! -Ela disse se sentando perto do garoto todo vestido de preto. O menino respondeu com um aceno de cabeça para ela sentar. Ela o observou rapidamente e ele era simplesmente lindo. A pele branca, os olhos azuis claros o cabelo jogado levemente pro lado, bagunçado Marilyn riu sem fôlego. Já sentada ele ofereceu o livro pra ela.

─ Não vou prestar atenção em uma palavra, mas se quiser o livro, todo seu. – Disse ele encostado-se à cadeira, estavam no fundo da sala e o professor explicava algo na frente da sala aonde algumas pessoas prestavam atenção.

─Então podemos fechar esse livro, odeio historia. – Mary respondeu e deu um sorriso — prefiro prestar atenção no que pode acontecer.

─ Na verdade, aqui tem muita coisa interessante só é achar o pessoal certo, e vejo que começou bem ignorando o Tyler.

─Ele aparentemente gosta de ser pisoteado por mim, durante o verão eu chutei as bolas dele─ ela se encostou à cadeira, seus braços cruzados e a cabeça em cima deles.

─ Eu não me dou muito bem com ele, muito mimado. Umas coisas antigas aí. ─ele repetiu o gesto, falando de Tyler com desgosto─Egocêntrico, acha que pode tudo.

─Já ganhou pontos comigo. — Disse a Menina.

Quando o sinal tocou,a barriga de Marilyn se retorceu,inicio do intervalo. Ela odiava ser a garota nova, provavelmente iria terminar almoçando sozinha.

─Quer vim comigo? Sempre saio no intervalo. –Jace disse

─Acho melhor não, tenho que resolver umas coisas. E aposto que se o Sam me visse andando com você ele provavelmente ia me colocar pra estudar latim o resto do dia-ela rolou os olhos-latim é uma porcaria.

─ Porque não? E latim? — Jace olhou pra ela confuso.

─Sabe, você é o badboy, suas amigas devem ser as lideres de torcida vadias de minissaia. Vou me arranjar por aí. ─Ela falou distraidamente.

─Porque eu andaria com as vadias? Não gosto muito do pessoal daqui

─Então com quem você anda boy?

─Com ninguém exatamente tem um grupo de pessoas com que eu sento as vezes,mas eles geralmente estão chapados de mais pra lembrar ─ele falava enquanto Marilyn inconscientemente andava pra saída mais próxima.

─ Meu deus! Quantos anos você tem?

─16, e você?

─14!

─Uma criança ainda, vou te contar um segredo, reprovei duas vezes em historia americana, acho que você não vai me querer como seu parceiro. ─Ele confessou.

─ Sem problemas não tenho que passar só ficar aqui enquanto meu pai e meu tio trabalham, mais como, se livrar de mim. — Uma menina usando roupas curtas se pôs entre Jace e Marilyn,o cabelo preto cheio de mechas cor de rosa,meia arrastão e ela definitivamente não deveria usar algo tão curto.Mary olhou para Jace como se dissesse você disse que não andava com vadias

─ Oi. — A menina disse sorrindo para Marilyn. — Eu sou Katharine, e você quem é? – A morena completou apertando a mão de Marilyn tinha um sorriso típico das meninas problemáticas que passam na televisão.

─Marilyn. — A loira sorriu de volta, Katharine era linda, gostosa na definição mais natural, os olhos azuis elétricos cobertos por muita maquiagem preta a deixavam com um ar de perigosa.

─Bem se você está se dando bem com o Jacezinho aqui, ou você é uma maconheira ou lésbica, qual das duas? ─Ela perguntou calmamente fazendo Mairlyn parar no meio do caminho para entender as palavras dela.

─Nenhum eu acho. Qual o problema? ─ Katharine ignorou e continuou.

─Onde está indo? Não pode sair do colégio sem conhecer é seu primeiro dia!

─Ela vem comigo — Jace retrucou, agarrando o braço de Marilyn.

─Jace! Silêncio, hoje não ok? Amanhã depois de conhecer tudo, se ela ainda quiser, é toda sua. – A morena disse e fez uma pausa repensando o que disse. – Se você fosse disso, é claro.

─Eu não quero conhecer a escola, nem vou ficar aqui muito tempo- revidou Marilyn.

─Por favor! — A menina implorou. — Não sou vadia como você pensou ou me olhou.

─Eu não ligo por onde a sua língua já entrou, eu só não quero perder meu tempo numa escola que eu vou largar semana que vem.

─Poxa, em tempo integral zoamos o Tyler, tem certeza que não quer vim? ─Mary pensou se arranjasse problemas talvez saísse da escola logo.

─Vocês têm mesmo que me mostrar à escola?Não podemos fazer outra coisa?

─Podemos fazer o que você quiser, contanto que conheça umas pessoas novas, o pessoal aqui é legal. ─Katharine disse animada ─Nem todo mundo, tem muita gente chata, mas você encontrou o pessoal certo, nos somos tipo as pessoas mais legais que você vai conhecer na sua vida.

─Eu to com fome, Dean não me deixou comer direito hoje, podemos pegar alguma coisa pra comer? ─Ignorando o quanto a garota era humilde.

─ Marilyn, vai com ela. Melhor pra você. Até mais. – Jace falou dando o veredicto final.

─ Claro! Esse é o espírito, vamos comer o que? ─Ela pegou o braço de Marilyn enrolado no seu e caminhando pra cafeteria.

─Alguma coisa gordurosa, de preferência coberta de chocolate.

─Maravilhoso.

Alguns minutos depois estavam, Mary e Kath sentadas nas arquibancadas enquanto comiam Donuts de nuttela cobertos de confeitos coloridos.

─Terminei. ─Anunciou Marilyn que comeu muito rápido, estava faminta e adorava comer porcarias, quanto mais gorduroso melhor.

─ Então. Como veio parar aqui? – Katharine perguntou enquanto tentava empurrar um pedaço do doce na boca. Ela olhou pra Marilyn muito interessada.

─Um amigo dos meus- Mary não sabia como se referir a Dean -Responsáveis legais, mora aqui é a baixa temporada dos imóveis.

─ Você mencionou um Dean quem é ele, um namorado?

Katharine se levantou dando a mão para ajudar Mary, e foram andando até umas três meninas rindo.

─Quem o Dean? Eca, ele é meu pai, seria nojento. ─Elas voltaram pra escola, indo pelos corredores sinuosos.

─ Meu deus! — Ela exclamou arregalando os olhos. — Desculpa! Sério.

─Nada... Você nem sabia.

─ Hey meninas. – Katharine falou abraçando as meninas e batendo na bunda de uma.

─Hey- disseram duas gêmeas ruivas e uma garota morena com os cabelos enormes e cacheados.

─Olha quem eu busquei! A mina nova. ─Katharine exclamou animada, jogando Marilyn no meio das garotas.

─ Oi... Qual o seu nome? ─perguntou a morena.

─Marilyn.

─ Oi — uma das gêmeas ruivas se aproximou com um sorriso muito fofo. — Você é muito linda. Sou a Emma e essa é a minha Irma Jenny a morena é a Johanna.

─ Então... Já que vocês não são as vadias quem é? — Marilyn perguntou se sentando, numa mesa que garotas estavam tomando diet coke.

─Vadias são garotas como Anelisse Clapton

─ Quem? — Mary perguntou.

─A namoradinha do Tyler. Você já conhece ele pelo que parece, ele é totalmente gostoso, mas... Se acha, eu pegaria se não fosse o ego. ─Comentou johanna.Mary torceu o rosto pra afirmação de morena.

─Verdade que você colocou ele pra comer as próprias bolas nas férias? ─Um das gêmeas perguntou, aparentemente Jenny.Mary riu afirmando.

─ Sim, mas ele foi salvo pela mãe, deve ser um idiota pra não se defender.

─Ele é nobre- Disse Kath- Não bate em mulher, ele é mio Peeta faz de tudo pra proteger você.

─Peeta antes do veneno ─comentou Emma.

─Mas mesmo depois do veneno ele tentou proteger a Catnip ─Jenny cortou a irmã gêmea.

─Totalmente ─Johanna falou.

─Totalmente, um dia, ele brigou com o Jace e tipo, o viado quase ficou desfigurado. — Disse Emma.

─Pera, Jace é gay? ─Marilyn engasgou.

─ Infelizmente, põe infelizmente, é. — Kath fez um biquinho. — Um desperdício total.

─Eu achei que ele gostava de mim! Daí ele disse que queria que eu conhecesse uma pessoa na casa dele e cabum, o namorado dele. — Johanna disse dando de ombros enquanto pegava o copo da mesa e bebia seu refrigerante.


─Isso é chocante. — Mary disse enquanto tirava um pirulito do bolso.

─Mary, Tyler não para de te encarar!-Disse Johanna rindo

─Sou muito sexy pra ele, deixa lá, idiota. ─a loira deu ombros.

─ Não acredito que vai perder a chance, ele é gostoso! — Emma reclamou. — Deve ser porque nunca viu ele na natação, que por acaso, é hoje.

─Ele é um babaca,fica achando que é melhor que todo mundo.

─Do que a maioria. ─Corrigiu Emma.

─Ele não é melhor que ninguém, nem de vocês, muito menos do meu avô.

─ Relaxa, não somos fãs dele e sim do corpo dele. E olha quem tá vindo. ─Katharine disfarçou que ele era o assunto.

Tyler se aproximou sorrindo com outro menino mais baixo que ele, o que fez Mary notar que ele era um pouco alto, o que significa bem mais alto que ela.

─Oi Marilyn, e oi meninas. ─ele disse numa voz sedosa.

─Hey Tyler,como vai você? -pergunto Kath sorrindo marota, Mary fingiu que o menino não falou com ela.

─Oi meninas. — Falou o outro menino que abraçou Johanna e a beijou ela sorriu quando se separaram.

─Eu sou o Sean, é um prazer Mary.

─Igualmente. — Ela sorriu. — Tudo bem?

─Que preconceito, só porque sou intimidador me ignora? — Brincou Tyler, estalando seus dedos.

─Por que eu não gosto de você- A menina revirou os olhos pela milésima vez o dia, ia acabar virando um tique nervoso. ─Achei que fosse obvio.

─ O que eu fiz?

─Nasceu─Marilyn pegou a latinha de Vanilla coke e começou a brincar com ela sem olhar na direção do garoto.

─Lindo por sinal, assim como você.

Marilyn respirou fundo.

─Essas suas cantadas de boteco velho te levam a algum lugar?

─Meu deus garota, deixa de ser ignorante e idiota só por um minuto!

─só perguntei, por elas são horríveis nem o meu pai que é um cretino não usa essas porcarias e ele dá cantada em qualquer coisa que tenha uma vagina e se mova, nem precisa se mover pra falar a verdade.

─Sim, foi uma brincadeira e um elogio.

─Você é péssimo ─ Marilyn deu um olhar de desprezo.

─ Nem tanto quando o seu humor.

─ Você é um idiota egocêntrico qual a moral pra falar?

─Mais do que a sua moral de vadia insuportável.

─A próxima vez que me chamar de vadia eu vou arrancar a sua língua e fazer você digeri-la e costurar a sua boca ─ Marilyn se levantou saindo da mesa e apontando o dedo pra cara dela, que devido a altura dela ficava no meio do peito.

─ Claro, não consegue suportar uma discussão sem ter que se esconder atrás da violência. Toma cuidado, ainda vai bater em alguém que vá revidar. ─Ele empurrou o dedo dela pra longe, ela o olhou indignada.


─Isso é uma ameaça, você é tão covarde que vai me bater? ─Ela estapeou o braço dele, Tyler energicamente segurou o braço dela puxando-a pra mais perto.

─No dia em que eu te bater você vai estar debaixo de mim gemendo pra que eu faça isso. — Ele riu dela -Isso vai acontecer mais cedo do que imagina -Ele passou a mão nas bochechas coradas dela .

─Já chega! — Marilyn exclamou e se jogou em cima do menino.Automaticamente as pessoas começaram a fazer um circulo pra assistir.Ela levantou a mão pra ele,Tyler a segurou no ar negando com a cabeça.

─Não — ele disse jogando a mão dela longe.

Ela tentou desferir um chute que foi bloqueado pela perna dele de agora estava pressionando ela contra a parede ela respirou pesadamente

─Me solta agora ou eu...

─Vai fazer o que?

As pessoas se afastaram rapidamente literalmente correndo.

─Que pouca vergonha é essa na cafeteria da minha escola?

Tyler rindo soltou a menina se se encostando à parede e balançando a cabeça lentamente expulsando pensamentos e cruzou os braços esperando pela resposta de Marilyn.Surpreendentemente ela ficou quieta

─Sem explicações? — O Diretor perguntou. – Ótimo, os dois detenção depois da aula na sala 12 bloco D.

Ela passou por Tyler sem falar uma palavra, pegando suas coisas que tinham caído no chão e saindo da cafeteria sem olhar pra trás. Andou pelo do diretor xingando mentalmente Tyler e o Diretor.

─Uma Winchester, sabia que seria problema no momento em que aqueles dois vieram te matricular. – O homem disse e Marilyn ergueu a sobrancelha com uma expressão de desaforo.

─Diretores, sempre grandes filhos da puta, sabia que seria igual no momento em que pus os pés aqui. ─Ela falou com ignorância, parando no meio de sua saída.

─Mais duas semanas de detenção senhorita winchester! ─a voz dele tilintou nos ouvidos de Marilyn.

─ Foda-se, vou fugir dessa bosta em uma semana mesmo.

─Diretor, foi culpa minha — Tyler interviu tentando salvar Marilyn.

─Não suje suas mãos Tyler, o pai dela estudou aqui, causador de confusão.

─Vou caçar o seu cérebro idiota. — Marilyn retrucou.

─Acho que a senhorita vai gostar de lavar a escola inteira nos finais de semana─ Ela cuspiu no chão.

─Gostaria de ver você tentar me fazer limpar esse inferno-ela saiu andando ignorando o diretor gritando que ela teria de limpar a escola todos os dias da semana.

─Volte aqui. Vou ligar para seu pai. – O diretor falou como se aquilo fosse fazer a menina voltar atrás,já longe da cafeteria Marilyn começou a correr até chegar num lugar onde os armários terminavam,ela pegou seu celular e rapidamente discou o numero de Sam.

─Sam?Vem me buscar agora,eu não quero ficar aqui.

─O que aconteceu? — O grandão disse do outro lado da linha,com a voz preocupada.

─Hey, garota! — Tyler gritou correndo até ela- Você é louca? — Ele riu.

Ela desligou o celular, não daria a Tyler o prazer de vê-la apelando.

─Já ouviu falar em espaço pessoal?Cristo você é pior que o Castiel.

─ Você não queria isso na hora que eu te coloquei na parede. ─sua voz sedosa abraçando os ouvidos de Mary.

─Eu poderia te bater ou fazer meus parentes te socarem até a morte por isso.

─ Só porque você é uma criança mimada, que não suporta uma brincadeira ou a verdade, me chama de ridículo, mas só faz merda, não deixa ninguém ficar perto de você.

─Veio aqui só pra me encher o saco?

─ Vim aqui pra avisar o que o diretor disse, mas, enfim, se vira. Desisto de tentar ser legal com você.

─Por que eu?

─O que? — Perguntou o menino confuso, estava com uma expressão séria e um pouco irritada, o que Marilyn nunca admitira, mas achou fofo.

─Esquece. – Ela fez uma pausa─ Não, esquece é o caralho ─ Mary disse se contradizendo — por que eu?Por que você tá fazendo isso?

─Isso o que? — O menino falou em um tom de desespero e cansaço.

─Me perseguir por ai, ficar dizendo essas coisas.

─ Eu não te persigo, estudo aqui desde que nasci. Diria que ficou intrigada e veio atrás de mim talvez. ─Ele sorriu torto pra ela.

─Nas férias

─ Eu te ví, achei bonita, fui falar com você.

Ela rolou os olhos indo pra sala de geometria Mary sentiu seu braço ser puxando pra trás girando o corpo dela que deu com o rosto no tórax de Tyler que chegou junto do ouvido dela.

─Detenção depois da aula,não esqueça,acho que vai ser interessante.

O menino saiu andando para sala com um sorriso de vitória no rosto e Marilyn fazendo pouco caso o seguiu. Parou ele o puxando e o encarando.

─ Faça isso de novo, e eu corto as suas mãos. ─Gritou Marilyn atônita.

─Sabia que queria minhas mãos em você, é só pedir, princesa.

─ Meu deus! Você parece um pedreiro!

─Minhas ferramentas são grandes. ─ele gritou se afastando.

Mary se virou e saiu andando rapidamente.

─de costas fica pior pra você!

Marilyn se apressou pra entrar na sala.

– Tava na sala do diretor, posso sentar? — Se apressou em dizer.

As horas se arrastaram na sala, o professor de inglês antes da saia estendeu um cartaz de uma menina bonita e avisou que quem tivesse informações sobre ela ligar para o numero e certificou-se de que todos tinha anotado o numero da emergência,ate que o ultimo sinal bateu e Mary saiu da sala indo até a detenção finalmente pegando seu telefone e vendo as chamadas perdidas e mensagens de Sam

Quando Mary entrou na detenção um homem alto num uniforme de ginástica já aguardava os poucos alunos, aos poucos entrando na sala de aula, Mary andou rapidamente para o fundo da sala enfiando seu celular debaixo da mesa e avisando a Sam que chegaria mais tarde ia dar uma volta.

Logo depois o homem começou a falar coisas que Marilyn não se interessou ouviu parte sobre telefones mais cinco minutos, conversa mais dez minutos e qualquer tipo de droga mais meia hora. Marilyn rolou os olhos, encostando-se na cadeira e fechando os olhos.Ela colocou os fones deixando a música baixa e ficou olhando o teto enquanto cantava silenciosamente as músicas que tocavam em seu celular.

Marilyn sentiu alguém cutucar o seu ombro, e quando se virou uma garota loira de olhos azuis rosto triangular e cara de quem gosta de socar criancinhas a entregou um bilhetinho

" Oi J — T "

Marilyn encarou o bilhete, pensando em como ela poderia respondê-lo, o garoto era muito insistente e ela amaldiçoou lilith por ter "o mel de demônios"

"oi"

Ela escreveu passando o bilhetinho pra trás.Esperou apenas uns segundo e um bilhete foi jogado de volta.

" Vc fica com uma cara muito brisada ouvindo música."

Marilyn tentou não rir

“tá gastando o grafite do seu lápis só pra dizer isso?"

‘O tempo voou depois que Marilyn caiu no sono, meia hora depois uma mulher apareceu avisando que eles estavam dispensados e que a senhorita winchester e o senhor Lambert deveriam estar na escola as sete em ponto para a detenção noturna,Quando Marilyn saiu do colégio,o Impala preto já aguardava por ela na entrada

─ Droga! — Marilyn disse enquanto andava, já se preparando pra ouvir muitas reclamações vindas dos meninos. Ela abriu a porta se jogando no carro, e ao invés de Dean ou Sam John esperava por ela.

─O Que você tá fazendo aqui? — Marilyn perguntou, enquanto colocava o cinto de segurança- Sem ofensa, tipo sem tom de nada só, que felicidade!

John riu

─achei que Sam iria fazer um escândalo entrar pra conversar com o diretor e que você não queria isso, então eu mesmo vim.

─ Muito, muito obrigada.

Eles dirigiram rapidamente até em casa

─limpar a escola?Isso já está quase virando uma tradição de família.

─Tradiçao ? O que?

─Dean estudou aqui há alguns anos atrás, o diretor atual era professor de inglês dele, Dean conversava muito geralmente brigava no pátio teve que limpar aquela escola de cabo a rabo alguns dias na semana como punição.

─ Graças á uma força maior, eu só vou hoje.

─O diretor falou algo sobre o resto da semana, se você não conseguir ser expulsa antes disso.

─Vou anotar mentalmente de ser expulsa.

─se repetir seu comportamento de hoje, não dou dois dias pra recebermos certa ligação.

─ Eu não quero ficar na escola! Eu sou um digimon, digimons não vão pra escola.

John estreitou os olhos.

─Aposto que você ainda não viu o suficiente da caça pra dizer isso, quando ver vai implorar pra ir pra escola e ter uma vida normal

─ Não faz sentido, eu sou uma arma, tipo, deviam só me treinar, se eu quiser alguma coisa eu só tenho que explodir algumas cabeças.

─não fale assim você não é só uma semi automática, você é uma criança ─ John suspirou─ só isso deveria pensar como uma, agir como uma, Sam e Dean tem um peso nas costar que você não deveria ter.

Quando Marilyn abriu a porta do carro viu Dean e Sam sentados como um casal de pais prontos pra reclamar.ela caminhou lentamente.

─Brigar na escola, discutir com o diretor, mandar ele pra puta que o pariu... -começou Dean a acompanhando enquanto entrava na sala de estar.

─Cuspir no chão adiciona — Marilyn falou enquanto jogava a bolsa no sofá.

─Marilyn você tem que tentar se adaptar tem que estudar, quem que se comportar não é tão difícil!

─Eu não quero ficar lá. — Ela falou firme.

─Marilyn, tem que aprender a se comportar e respeitar pare de agir como se sua vida fosse uma brincadeira.

─Eu vou morrer em alguns messes ok?Qual o sentido de ir pra escola sendo que eu vou destruir tudo? ─Ela caiu no sofá.

─ Que história é essa? Marilyn se tem uma coisa que aprendi é que não se vive pelo que dizem você escolhe o que vai ser. Tem que aprender a viver.

─Talvez não tenha percebido, mas eu libertei o diabo, e o apocalipse começou e eu sou uma arma e armas destroem as coisas ─ Marilyn tentou achar de onde ela tinha tirado tamanha fúria.

─ Eu sou destinado á aceitar Miguel e morrer, mas eu não fiz nem vou fazer isso entendeu? Não deixe que os outros escrevam o seu destino, faça ele você mesma.

─Dean acho que você não entendeu,você é uma casca e eu uma arma estamos em níveis diferentes,só vão te usar se você permitir mas eu sou uma arma,a porcaria de uma arma você já viu alguém pegando um rifle e pedindo autorização pra ser usado?Algo tipo "olá senhor rifle eu posso-te apertar um pouco e expulsar as balas de você e estourar alguns crânios? obrigado pela gentileza”.

─ Marilyn, tudo que eu peço é que você viva a droga de uma vida normal na medida do possível, você tem uma chance, não aja como uma idiota porque você não é.

─eu não tenho uma chance, eu nunca tive por que eu sou que nem aquela musica chata da Lana del Rey,eu nasci pra morrer -Marilyn estava tremendo — se me permitem eu vou tomar banho,tenho que voltar pra maldita escola.

Depois da bronca que Marilyn considerou desnecessária ela se arrumou e foi até o carro com John. Ela não queria conversar com os meninos agora, se sentia cansada e psicologicamente abalada, do mesmo jeito que se sentiu quando Sirius Black foi assassinado. No caminho ela mudou de música algumas vezes sem John reclamar. A escola era bastante diferente à noite, as sombras escuras e assustadoras, Marilyn entrou com receio.

A mulher fez cara feia, mas quem usa um conjunto de tweed rosa choque não tem direito de falar muita coisa, a umbridge os levou até uma grande sala com milhares de cadeiras e entregou um balde pra cada um.

─limpe às 10 horas eu volto ─ Ela se retirou da sala, deixando-os sozinhos.

Marilyn pegou um pedaço de pano e começou a limpar em silencio, apenas parando pra jogar o produto que esbranquiçava as carteiras e se curvando pra limpar de novo.

─Isso tá muito chato, vamos fazer alguma coisa ─ ela suspirou deixando o pano afundar no balde e olhando para Tyler, ele estava com uma camiseta preta escrita Wesley is our king.

─Eu não quero causar mais confusão pra mim ─Ela jogou o pano na mesa a água respingando na sua camiseta nova “tick tock the arena is a clock” ─Merda.

─Você manda o diretor se fuder, mas não brinca de esconde-esconde que rebelde moça. ─ele provocou.

─Tyler — ela olhou pra ele, e Tyler finalmente pareceu notar que ela havia chorado há algum tempo atrás -eu só quero fazer isso e ir embora o mais rápido possível.

─ Por favor, não vai ter confusão, é só pra descontrair e ela só volta ás 10.

─Seus pais brigaram com você sobre a detenção? -ele perguntou

─ Por aí...

─Olha minha mãe é delgada, eu sei que você mora com um bando de homens se eles tocarem em você,pode me contar sabe...

Marilyn riu, riu de verdade.

─ Você é louco, não, eles não me fazem nada á não ser o normal de família que tem uma criança problemática.

─mal de família?Disso eu entendo- ele sorri tristemente pegando seu celular e checando a mensagem, inconscientemente Marilyn toma o celular dele se afastando e lendo a mensagem de Annelise Clepton “Vamos ver um conto de amor na sexta?” Marilyn leu em voz alta, rindo escandalosamente disso. Tyler estava perto, então ela jogou o celular de volta, mas Tyler não o pegou deixando o aparelho se despedaçar em mil pedaços no chão.

Tyler fechou acara e começou a ir à direção dela, Marylin, sem saída começou a correr pela sala Enquanto Marilyn corria desesperada de Tyler entrou em uma dispensa e se xingou por entrar em uma sala fechada.

O ar era frio lá dentro uma luz de canto piscara ferozmente,Marilyn parou fazendo Tyler esbarrar nela quase jogando seu corpo no chão.

─por que parou? ─perguntou ele.

─ Esse quarto é estranho.

As luzes tremeram com mais intensidade, Marilyn suspirou vendo a fumaça saindo pelos seus lábios, ela se virou a tempo de ver um vulto vestido como um punk passar por eles.

─Um fantasma?-sussurrou ele, e um segundo depois agarrou o braço de marilyn afim de saírem da sala o mais rápido possível,Ao chegarem perto da porta ela bateu e se trancou.

Marilyn se virou rápido e uma garota punk os encarava, os cabelos negros cobrindo metade de seu rosto, vários piecings na face e os olhos azuis elétricos pintados numa maquiagem escura, ela estava chorando e manchando todo o seu rosto.

“Por que ele fez isso comigo?” Ela perguntou antes de se jogar em direção aos dois e desaparecer no ultima segundo apenas numa nuvem de poeira quando chegou perto deles dois.

─Temos que sair daqui ─ ele disse.

─Ela não vai deixar ─respondeu Marilyn, olhando em volta em busca de uma saída, a garota fantasma tinha voltado e os encarava cheia de fúria.

─Beatrice?Quem fez isso com você? ─Tyler se aproximou e a Beactrice sumiu no ar,mas uma vez.

─Você é Maluco?Ela é um espírito raivoso temos que sair daqui! ─Marilyn gritou.

─Eu sei, temos que queimar os restos dela! ─Marilyn atropelou os xingamentos em sua boca.

─Você é um caçador?Como você sabe disso? ─Tyler pareceu confuso.

─Meu pai me ensinou isso, temos que correr!

Beatrice apareceu mais uma vez, ainda chorando as luzes piscando o ar terrivelmente frio.

─Onde você está? ─perguntou Marilyn, em resposta Beatrice olhou para o cano do aquecedor, onde rapidamente Tyler subiu abrindo a porta pequena onde um corpo putrefato caiu no chão com um grande baque respingando as vísceras em Marilyn,Beatrice pareceu aliviada,mas ambos sabiam que ela não desapareceria assim.

─Precisamos de fogo ─Tyler disse.

─Você tá doido?Precisamos chamar a policia! ─retrucou Marilyn.

─Ela vai ficar presa aqui até fazermos isso, precisamos.

─Claro, vamos colocar fogo no corpo de uma menina desaparecida no meio da escola, algo me diz que isso não é muito esperto.

Tyler não discutiu, correu até a senhorita vestida como uma alto inquiridora avisando sobre a descoberta, em alguns minutos a policia cercava o local e Sam e Dean estavam lá para pegar Marilyn, com a roupa suja de gente morta.

No depoimento oficial, Marilyn e Tyler combinaram de contar parte da verdade, eles estavam indo buscar um pouco do produto de limpeza quando sentiram um cheiro ruim vindo dos encanamentos e quando Tyler abriu o compartimento acham o corpo de Beatrice Rodriguez desaparecida desde o ultimo dia de letivo do ano interior.

As aulas no Siux Falls Day foram canceladas por luto oficial de três dias, não que Marilyn estivesse reclamando, mas as coisas estavam estranhas em casa Dean sempre que a via por perto achava que tinha a obrigação de dizer que nos fazemos o nosso destino e tudo mais o que estava seriamente cansando Marilyn.

Uma tarde Marilyn tinha se abrigado no quarto com um pacote tamanho família de Cheetos e o laptop de Sam, tinha aproveitado pra atualizar seu facebook e comprar aplicativos no celular de Dean enquanto carregava pelo o USB, já que o idiota tinha perdido o carregador, o telefone ganhou vida tocando alguma música do Metallica, o painel indicava um numero não salvo, Marilyn rapidamente atendeu.

─Alô, Dean? ─a mulher falou.

─Não exatamente,Quem gostaria?

─Oh,é a Lisa.

Notas finais
no Gif,Tyler e Mary ♥