Exchanged Sex.
8 Capítulo 8 - Parabéns, Robin-chan!
Notas iniciais
Me perdoem pelo meu atraso, por favor? O curso roubou meu tempo, gente! Me desculpem! Pelo amor de Deus, não deixem de ler essa fic!
Agradeço à: TheDifferentGirl, Aysawa Misaki Love Takumi Usui, AhoBaka, JúliaSan, AndreaChan, Hruska Nóbrega, Roxell (amei essa sua foto do Sanji *hiperventilando*kkkk), hyuugavi, e JkUchiha. Muito obrigada, amei os reviews!! E nós temos mais uma leitora não-fantasma! Kahzinhaaa, seja muito bem-vinda!!
E, pessoal... É com muita alegria e la´grimas que eu anuncio que... MEU SANTO DEUS! EU RECEBI MAIS DUAS RECOMENDAÇÕES! DUAS!! Mya e Roronoa Sanji, muito obrigada! Eu amei cada palavra das recomendações, assim como a da AndreaChan! Tenho certeza que as leitoras dessa fic são as melhores que uma escritora pode ter. Sou eternamente grata. Amo vocês, leitores fantasmas e os que comentam ! ♥
Entãããoooo, estou postando um dia depois do níver da Robin, mas ainda tá valendo!
Boa leitura!
P.S.: Contém hentai.
P.S.S.: LEIAM AS NOTAS FINAIS!!
Capítulo 8
Nami sai do navio junto com Robin de tarde, com o Mini-Merry. As duas foram à ilha pequena de inverno para fazer compras. Deixou o dinheiro para comprar o jornal. E só.
– Ei, Usopp! Tá na hora de começar a decorar o navio! — grita Luffy, saindo da cozinha. — E a faixa dos parabéns!
– Eu sei, Luffy! — grita Usopp, saindo da oficina. — Já fiz a faixa e arrumei as fitas. Só falta arrumar no convés. E claro, arrumar a mesa.
– Tudo bem com o navio, Franky? Podemos baixar a âncora? — pergunta o capitão.
– Supeeeeeeeer seguro, Luffy! — fala Franky, naquela pose engraçada.
– Zoro! — grita o capitão. Reviro os olhos, correndo até a âncora. Por que sempre eu que tenho que baixar esse peso?– Baixar âncoraaaaaa!
– NÃO GRITA! — grito. Ele ri. Baixo a âncora.
– Você é engraçado, Zoro!
– Fica quieto e vai fazer alguma coisa. — mando. Ele sai rindo. Olho para o céu e vejo a cegonha do jornal. Começo a correr até a proa. — Eeeeeeii! Aqui!
O pássaro pousa na madeira e entrega o jornal na minha mão, enrolado com uma fita. Dou o dinheiro, e ele levanta voo.
– Franky! — chamo. — Pega aí!
Jogo o jornal em sua direção e ele pega, começando a abrir. Desço as escadas, passo pelo convés e subo a outra, entrando na cozinha.
– Onde tá o sakê, Ero-Cook?- pergunto, entrando na cozinha. Ele para de cortar o peixe e me olha. Sinto cheiro de bolo. – O bolo está no forno?
– Hai. — responde. — E quanto ao sakê... Eu coloquei todas as garrafas na geladeira. Ontem estava muito calor.
– Fez certo. — elogio. — Arigatou.
Ele sorri para mim, e é como se eu visse o sol pela primeira vez. Que coisa... Mais linda... Sinto minhas bochechas quentes.
– Disponha. — responde. Desvio os olhos.
– Né, Kuso-Cook*... — chamo. Ele vira o rosto. — Você acha que essa mesa grande passa pela porta?
– Tenho quase certeza que não. — responde — Que tal você pedir para o Franky construir uma mesa grande e delicada lá fora?
– Até que não é uma má ideia... — murmuro. — Mas... Sanji...
– Hm? — resmunga. Desvio o olhar, sentindo o rosto ainda quente.
– Uh... Quando nós vamos... Você sabe... — Ah, eu vou morrer de vergonha!– Terminar o que começamos ontem?
Ele lava as mãos rapidamente, e as seca. Dá alguns passos em minha direção, e eu recuo por reflexo. O sofá embutido na parede fica no meu caminho, e eu sou obrigado a sentar. Sanji chega mais perto, colocando um joelho na almofada e as mãos na parede dos dois lados da minha cabeça.
– Logo. — responde. Pressiona seus lábios nos meus, num selinho demorado. — Mas primeiro eu tenho que terminar o bolo. Talvez depois da festa...
– Seria ótimo, Ero-Cook. — respondo, me levantando. Ele fica com cara de bobo — Vou falar com o Franky.
Desço o escorregador e chego ao convés. Franky está discutindo alguma coisa com o Chopper. Será que consigo ouvir alguma coisa?
– Franky... O que a gente faz? — Chopper parece chorar por algo – Isso é... Isso é terrível! Eu tenho que fazer alguma coisa pra adiantar a mudança... Nós temos que contar para ele...
– Não podemos. — sussurra Franky. Ele tá sussurrando! Nunca achei que fosse possível... — Isso vai deixar todo mundo preocupado o dia inteiro. Melhor falar a sós com a Nami depois.
Eu não deveria escutar a conversa dos outros. Robin disse que é falta de educação. Apesar de quê eu já vi algumas orelhas nascendo da parede... Enfim, deixa quieto.
– Franky. — chamo. Ele olha para trás. Corro pelas escadas e chego até a proa, onde ele examina o Log Pose do navio. — Quero pedir um favor.
– Yo, Zoro! — sorri abertamente. — O que? Quer que eu te mostre a minha arma secreta?
– Hentai. — xingo. Ele sorri mais ainda.
– Não precisava! — fala ele.
– Sabe, isso não foi um elogio. Com certeza não foi um elogio. — digo. Ele nem liga. — Bom, você pode construir uma mesa aqui fora? Sobre a grama?
– No convés, né? — pergunta. Eu assinto. — Claro. Em 15 minutos ela está pronta.
Ele sai da proa, corre pelo convés e entra na oficina. Olho para a rena chorosa.
– O que foi, Chopper? Tem alguma dor? — pergunta. Ele nega, secando as lágrimas.
– São lágrimas de alegria! Afinal, hoje é o aniversário da Robin, né?- pergunta. Eu solto um sorriso.
– É, eu também tô feliz. — murmuro. Fico alguns minutos observando a água, até que me canso e vou até a cozinha. Sanji está lavando a louça. Pego o pano de prato e começo a secar a louça que ele me dá.
E se passam vários minutos. E a louça ainda está no meio.
– Sanji, de onde você tá tirando tanta louça? — pergunto, sem paciência — Eu já sequei uns 50 pratos!
– Nossa tripulação come muito, e eu não lavei a louça ontem à noite. Então, sobrou tudo para hoje. — explica. — Acho melhor você parar de fazer isso e ir se arrumar.
– Como assim? — pergunto. Ele olha no relógio de pulso.
– São seis horas da tarde, Zoro. Já está escuro lá fora. — fala. O mundo para a minha volta. Como diabos todas essas horas se passaram e eu nem percebi?? Se bem que...Bom, eu fiquei admirando o Sanji lavando a louça... Mas isso não vem ao caso. Por que motivos o Luffy não entrou na cozinha para pedir comida?
– Nossa! Eu tenho que tomar banho!! — falo. Solto o pano em seu ombro — Ero-Cook, eu não vou poder terminar!
– Tudo bem! Afinal, eu vou poder te ver de vestido! — fala, com o coração nos olhos. Eu sorrio. — E quando você terminar de se arrumar, será a minha vez.
– Entendi! — grito, saindo para o convés e fazendo o caminho para o banheiro dentro do quarto feminino. Tomo um banho demorado, lavando o cabelo e esfregando o sabonete no corpo. Quando termino, me seco e entro no quarto, pegando uma das calcinhas decentes que lavei.
Ponho o vestido que Nami me deu. Quase chega ao joelho, e é da cor vermelha. Tem algumas rosas de tecido do lado da cintura, onde o vestido é mais apertado. Não há alças, o que me deixa com medo. Olho-me no espelho. É bem discreto, se pensar bem. Apesar de ser vermelho... É um vermelho mais escuro.
Coloco os sapatos de salto baixos e depois escovo os dentes. Quando termino, penduro a toalha no banheiro e saio em direção ao convés. E o que eu vejo... É simplesmente a decoração mais linda que já vi.
A mesa tem alguns entalhos nas pontas e os pés largos. Em cima dela, há todo o tipo de comida boa e de qualidade. Frutos do mar, vários tipos de peixe, alguns tipos de massa, sopa, e a tão tradicional carne. Há vários tipos de doces coloridos e feitos à mão, decorados. E o bolo toma o centro da mesa. Três andares, decorado com morangos inteiros e alguns em pedaços. No topo há duas velas, indicando a idade da aniversariante.
Usopp decorou o navio com fitas azuis e vários laços. Há uma faixa que ele mesmo fez, dizendo: "Somos felizes por ter você junto conosco, Robin! Feliz Aniversário!" Há algumas luzes fracas, penduradas nas paredes. Parece uma iluminação de velas, só que mais forte. Até o cheiro do navio mudou um pouco. Luffy baba há alguns metros da mesa. Todos estão vestidos normalmente, exceto por Franky, que colocou uma camiseta preta escrita: "Parabéns, Robin!", e por Brook, que colocou um terno.
– Uau. O navio ficou demais. — elogio. Todos me olham sorrindo.
– Muito obrigado, Zoro-san. — fala Brook. Eu ando até o mastro e sento no banco. — O céu está tão limpo, né?
– É... — concordo. Ele começa a tocar uma música alegre em seu violino. Olha para o céu e em seguida para a ilha. Vejo Nami e Robin de vestido e entrando no Mini-Merry.
– Luffy! Apaga as luzes!! Elas estão vindo! — grita Sanji. Luffy demora um pouco para entender, mas apaga as luzes.
Mesmo no escuro, consigo ver o barco vindo em nossa direção, e ouço Nami o estacionando dentro do navio. Abre a porta de conexão. Robin parece confusa.
– Mas... Nami, por que eu tenho que me vestir desse jeito? Todos já foram dormir? — pergunta ela.
– Hm... Eu acho que não. — responde Nami. Luffy acende as luzes, e todos gritamos ao mesmo tempo.
– FELIZ ANIVERSÁRIO, ROBIN!! — ela nos olha e olha para o navio. Lagrimas brotam em seus olhos e escorrem pelo rosto.
– Tão... Lindo! Muito obrigada! — fala. Abraça Nami.
– Omedetou*, Robin. — ouço. Elas se separam e ela começa a abraçar todo mundo, coisa que eu nunca a vi fazendo. Quando chega a mim, agradece e diz que tudo ficou lindo.
– Vocês sabiam que hoje é meu aniversário... E não falaram nada! — exclama. A atmosfera agora é tão confortável que eu poderia dormir.
– Robin-chwan!! — grita Sanji, correndo até ela. Se ajoelha e pega sua mão, dando um beijo. — Meu primeiro presente.
E estende um buquê de cravos para ela, que acaricia as flores e agradece.
– Bom, vamos à festa!! — grita Luffy. Brook troca o violino pelo baixo e começa a tocar uma das músicas mais conhecidas do Soul King: "Bone To Be Wild"
Luffy come toda a carne rapidamente, deixando só os ossos. Sanji entrega bebidas para todo mundo. Para Franky o refrigerante Cola, para Nami cerveja e para mim sakê puro. Devo dizer que meus olhos brilharam na hora.
– Zoro, não beba muito. Você tem que ficar sóbrio pelo menos até a entrega dos presentes! — alerta Chopper. Eu sorrio.
– Pode deixar, doutor. — respondo. Vou até a mesa e pego um doce verde. É uma bola e é coberto por açúcar cristal também verde. Hm... Isso me lembra de uma alga... Espera um pouco. — Sanji! Está querendo me deixar irritado, é?
– Não...
– Então por que você fez um docinho em forma de marimo? — pergunto. Ele sorri. Inclina a cabeça e pega o doce da minha mão com os dentes. Minha boca se abre por admiração. Ele chupa a ponta dos meus dedos uma vez, e eu fico parado, só admirando a visão.
– Esse vestido ficou maravilhoso em você, Zoro. — elogia. Desvio o olhar, sentindo as bochechas quentes. Merda! Por que quando ele me elogia eu fico assim? Que droga!
Bebo mais um pouco, mas paro logo em seguida. Afinal, não quero ficar bêbado de novo.
Passam-se algumas horas da festa. Eu dancei, comi, dancei de novo, bebi, dancei de novo, descansei, e parei. Brook toca vários tipos de música diferentes. Nami dança igual a uma louca, com um vestido curtíssimo. Robin é mais reservada. Luffy só se preocupa em comer carne e Chopper aproveita os doces.
– Pessoal! Vamos cantar parabéns! — grita Nami, já bêbada. Também, depois de tomar 15 copões de cerveja... Aff.
Depois de cantarmos a música, Robin apagou as velinhas e fez um pedido em voz alta.
– Que os meus companheiros continuem comigo não importa o que aconteça. E que o Luffy seja o Rei dos Piratas! — fala. Depois de gritar mais um pouco, Luffy decide que é a hora da entrega de presentes. Enquanto comemos o bolo, Sanji entrega o primeiro presente.
– Para te deixar ainda mais linda, Robin-chan. — fala ele, entregando uma caixa de veludo. Ela abre e tira um colar de prata. Sim, é lindo. Mas por que ele tem que dar uma coisa tão linda para ela?
– Arigatou, Sanji-kun. — agradece, sorrindo.
– Abre o meu, abre o meu!! — pede Chopper. Entrega uma caixa para ela. Na hora que abre, tira um óculos escuro. — Já que você tem um que sempre usa, eu achei que se comprasse um diferente, você usaria! Gostou?
– Claro que sim! — responde ela — Será muito útil, com certeza!
– Robin-san! Aqui! — Brook entrega uma caixa retangular. Tenho certeza que ali dentro tem alguma coisa pervertida.
Robin abre a caixa, e de lá tira uma lingerie preta cheia de rendas.
– Uau. — ela murmura. Em seguida, solta um sorriso. — É bem ousada, mas vou usar. Não sei quando, mas vou usar com certeza.
Fuzilo Sanji com os olhos. Seus olhos deixam de ser corações e ficam surpresos com o meu olhar acusador. Ele fica envergonhado.
– Aqui, Robin! Abre o meu agora! — fala Nami. Entrega um embrulho para ela. De lá, Robin tira um livro. Seus olhos brilham.
– Eu não tinha esse ainda! Como você sabia? — pergunta. Robin sorri.
– Intuição feminina! — responde, rindo feito uma louca.
– Robin! Olha o meu! — pede Usopp. Tira um pacotinho do bolso e a entrega. É um par de brincos delicados, com uma pedrinha roxa em cada um.
– Que lindo! Isso é... Ametista! — exclama ela. — São lindos, Narigudo-kun. Arigatou!
– Robin! — chama Franky, puxando o "R" com força. — Espero que você goste!
Vem num simples embrulho. É uma caixinha para guardar joias. Há vários compartimentos, e é toda entalhada do lado de fora.
– Nossa! Foi você que fez? — Franky assente. — Bem, era de se esperar, né? Arigatou, Franky!
– Robin, o meu presente e o do Zoro são juntos... Nami não quis dar mais dinheiro, aí a gente teve que comprar um só! — avisa Luffy. Entrego a caixa para ela, que abre imediatamente. Tira o vidro de perfume de dentro.
– Nós não estamos falando que você fede nem nada, ouviu? — pergunto. — É que eu não consegui achar nada melhor que isso. E esse é o mais cheiroso que achei.
Ela espirra um pouco no pulso.
– Olha! É realmente cheiroso! Arigatou, Zoro e Luffy. — agradece. Logo em seguida, Brook já começa a tocar outra música animada. Ando até o mastro e me sento no banco novamente.
Começo a sentir sono. Mas Brook me arranca da moleza quando pega outros instrumentos e começa a tocar tango. Uau, que ritmo. É... Sensual.
Olho para o céu, admirando as estrelas. Quando olho para frente, Sanji está dançando com Robin. Pelo tango ser uma dança sensual, eles ficam muito próximos. Grudados, para ser mais exato. E os movimentos que ele tem que fazer... Ah! Eu vou arrebentar com a cara dele! Não, melhor: vou arrancar as sobrancelhas dele com os dedos! Me olho sobre o ombro dela.
Que desgraçado! Ele tá me provocando! E está conseguindo! Depois que a música acaba, Brook começar a tocar valsa. Me levanto e chamo Franky.
– Franky, sabe dançar valsa? — pergunto. Ele faz a pose engraçado.
– Eu supeeeeeeer sei dançar valsa! — fala.
– Então você vai me ensinar. — falo. Ele se posiciona na minha frente, tirando a mãozinha menor de dentro da maior. Essa mão ele põe na minha cintura, e com a outra pega a minha mão.
– Agora, põe a outra mão no meu ombro. — fala. Faço o que ele pede. — Olha só: nós vamos dar dois passinhos para um lado e dois para o outro, no ritmo da música.
Imito seus movimentos e logo estou dançando. Ele me gira, e nós voltamos a dançar. Pô, isso é divertido! Me levanta no ar, e eu fico parecendo um avião.
– Haha! Que legal! Faz comigo, Franky!? — pergunta Chopper. A música acaba logo depois, e eu me sento ainda rindo. Sanji se senta ao meu lado.
– Você parecia estar se divertindo bastante ali... — comenta. Eu reviro os olhos. — Eu fiquei com ciúmes.
– Hein!? — pergunto, incrédulo. Uma veia salta da minha testa. — Desgraçado... Você por acaso percebeu o que estava fazendo com a aniversariante?
– Eu estava aproveitando a data para poder dançar com ela. Só isso. — responde, com a maior cara de paisagem que existe na face da Terra.
– Ah, é? Aproveitando a data? — pergunto, me levantando. — Então eu vou aproveitar a data e beber tudo o que eu puder! TUDO!
Pego uma garrafa de sakê e viro em cinco goles.
– Já me sinto bem melhor! — falo. — Vem Luffy! Bora fazer aquela dança esquisita que você gosta! Me dá aqueles palitinhos que você enfia no nariz, também! E traz carne!
Viro mais uma garrafa, e depois mais outra. Luffy traz a carne, e eu como dois pedaços, depois de dançar um pouco com ele, Chopper e Usopp. De longe pode parecer infantil, mas... É muito divertido!
– Zoro, o que você tem hoje? — pergunta Usopp. Estamos sentados na grama do convés. — De repente quis fazer tudo o que não fazia antes...
– Eu decidi experimentar, sabe? — respondo. Deito na grama com os braços abertos. — Ah, acho que eu tô bêbado!
– Bebeu quantas garrafas? — pergunta ele. Eu solto uma risada.
– Sei lá.. Umas cinco?
– Oi, oi... Você deveria estar em coma alcoólico uma hora dessas... — fala ele, do seu jeito pessimista.
– Que nada! — respondo. Tento me levantar, mas caio de bunda, rindo mais ainda.
– Bêbado é uma porcaria, mesmo... — murmura ele, me ajudando a levantar.
– O que você disse, seu narigudo!? — pergunto, com a voz meio mole.
– Narigudo? E você, com esse cabelo verde? Marimo, marimo, marimo, marimo! — xinga. Eu o encaro por dois segundos, e depois nós dois caímos na risada.
– Bora lá, Usopp! Vamos dançar! — falo, agarrando seu braço — Brook, toca uma música agitada aí!
– Como quiser, Zoro-san! — responde, pegando uma guitarra. Começa a tocar, e todos começam a dançar. Exceto Nami, que está dormindo de tão bêbada, Luffy, que virou uma bola por ter comido muito, Robin, que deve estar lendo e Chopper, que dorme cedo.
Quando a música acaba, começo a rir novamente, junto com Usopp. Por que mesmo eu estou rindo tanto? Ah, isso deve ser ficar bêbado saudavelmente! Acho que vou ficar bêbado mais vezes!
Começo a andar até a mesa, mas tropeço nos meus pés e vejo o chão ficar mais próximo pouco a pouco. Até que sinto algum tipo de coisa macia me segurando, com um cheiro muito bom.
– Ah, graças a Deus! Se não fosse você, o Zoro tinha batido de cara no chão! — agradece Usopp. — Arigatou, Sanji.
– S-S-S-S-S-S-S-Sanjiiiiii!??? — pergunto. Saio de perto dele, ficando em posição de defesa. — O que você quer, monstro das profundezas!?
– Eu te salvei de um traumatismo craniano, sabia? — pergunta. Eu arrumo minha postura.
– Tem razão! Arigatou! Agora cai fora que eu vou dançar com o meu novo namorado! — falo, agarrando o pescoço do Usopp, abraçando-o — E é o Usopp!!
– Usopp!? — pergunta Sanji.
– EU!? — pergunta Usopp. Começo a mexer com o dedo indicador na ponta de seu nariz. Sanji começa a exalar uma aura meio assassina. — Ei, Zoro! Melhor você parar com isso! Eu vou morrer!
– Que foi, Ero-Cook!? — pergunto, irônico. — O nariz não é a única parte grande do corpo dele, tá?
– H-Hai...? — pergunta Usopp. — É brincadeira dele, Sanji!! Não acredita nele não! Eu não fiz nada!
– É isso que você faz com a sua mulher? Seu covarde! — falo. Ele parece assustado, e Sanji parece armar um chute. — Ero-Cook!! Se você encostar esse pé em alguém presente aqui, eu corto o seu saco fora!
– Hai, Zoro-chwan!! — obedece.
– E Usopp, ele é meio lento, então não sabe que eu estava brincando. Pode ficar tranquilo agora. — ele assente.
– Como se um chutinho desses metesse medo num valente guerreiro do mar, e... — começa ele, mas Sanji começa a rosnar. Com isso, Usopp foge para o quarto.
– Franky! Ajuda a gente a limpar essa bagunça? — pergunta Sanji, gritando em direção à proa. — Precisamos levar essa louça suja para a cozinha e você precisa desmontar essa mesa!
– Aw! Supeeeer! Faço isso em cinco minutos!! — responde. Desce da proa, parando convés. Sanji começa a pegar os pratos sujos, empilha um monte deles. Com muita habilidade, leva duas pilhas para a cozinha de uma vez só.
Para ajudar, pego algumas garrafas vazias e bebo algumas gotas que sobraram. Coloco tudo na pia. Fico imaginando o que faço com aquelas garrafas, mas minha mente está muito lenta. Saio para o convés, e quando vejo, a mesa não está mais lá, e Franky carrega as madeiras para a oficina.
– Ah, caramba. Tô ficando com sono... — falo, soltando um bocejo. — Vou tomar um banho...
Entro no banheiro, tomando um banho relaxante. Escorrego algumas vezes, mas continuo em pé. Quando termino, me seco e coloco uma camisola da Nami. É bem curta, mas o tamanho parece certo. Essa mulher tá comprando roupa menor? Hm... Vai ver ela tá querendo emagrecer.
Coloco a calcinha e deito na rede, dando início a um sono sem sonhos.
Acordo me sentindo ainda um pouco bêbado, mas um pouco sóbrio. Eu devo estar até desidratado... Minha garganta tá seca... Preciso de água. Me levanto devagar, firmando os pés no chão. Certo. Nenhuma tontura, nem ânsia de vômito. Vejo Robin e Nami dormindo, e saio do quarto em passos silenciosos. Dou a volta pelo convés, subindo as escadas. Chego à porta da cozinha, e quando a abro, tenho uma visão maravilhosa.
Sanji está só de bermuda, sem camisa nenhuma. Está terminado de lavar a louça. Observo bem sua barriga definida, assim como o peito e as costas. Mas o que que é isso, gente... Suspiro, e com isso vem o seu cheiro. Sinto minhas bochechas quentes, e minhas pernas fraquejam. Não, eu preciso pelo menos chegar até a geladeira e pegar um copo d'água...
Coloco o pé dentro da cozinha, fechando a porta atrás de mim. Ele vira o rosto em minha direção, e suas bochechas coram.
– Zoro. — fala, como se tivesse me cumprimentam — Precisa de alguma coisa?
– Água. — respondo, chegando até a geladeira. Não, eu tenho que suportar esse cheiro... Abro a porta da geladeira, pegando a garrafa. Me aproximo dele com dificuldade, já ofegante, e pego um copo. Despejo a água e bebo rapidamente. Vejo-o lavar as mãos quando termina de lavar a louça.
Me encosto na pia, segurando o copo. Ele levanta o braço e se estica para pegar uma vasilha no armário, e esse simples movimento traz o cheiro mais forte. Me deixa louco... Esse cheiro me deixa louco.
Ele abaixa o braço, e eu ando com cuidado até atrás dele. Com rapidez, abraço seu corpo, sentindo sua barriga sob minhas mãos. Coloco o nariz nas suas costas, inspirando seu cheiro profundamente. Deixo um beijo ali. Passo as mãos por seu peitoral devagar, sentindo seu coração acelerado, e desço para a barriga e sentindo a definição de seus músculos.
– Ha... — geme ele. Passo as unhas em sua pele. Põe as mãos sobre as minhas e se vira, ficando a centímetros do meu rosto. Ele pega na minha nuca, aproximando nossos rostos e me beijando. Sinto sua língua rapidamente adentrar à minha boca e roçar na minha. Agarro os cabelos da sua nuca, e ele aperta seu corpo contra o meu.
Puxa meu lábio inferior com os dentes e os chupa em seguida, me fazendo revirar os olhos de prazer. Ele beija bem demais... Não há como resistir a essa boca deliciosa. Acho que... É melhor do que sakê.
Pulo em seu colo, prendendo minhas pernas ao redor de sua cintura. Ele aperta minha bunda por baixo da camisola, e eu solto um gemido. Prenso meus seios contra seu peito, e ele intensifica ainda mais o beijo, mandando arrepios para meu corpo. Aperto as pernas na tentativa de conter a contração na minha intimidade, que sinto pulsando de excitação.
Sua ereção me cutuca.
– Já te disse para não ficar tão duro... — murmuro, interrompendo o beijo. Ele dá uma mordida no meu pescoço.
– Não posso evitar... — responde, me beijando profundamente. Caminha um pouco, e sinto algo duro sob mim. É a mesa.
– Sanji, tira a bermuda...? — peço. Eles assente e abaixa a roupa, ficando só de cueca. Não tenho tempo para admirar nada, pois ele tampa minha boca com seus lábios quentes.
Esfrega sua ereção no meio das minhas pernas, e eu solto um gemido alto.
– Mmm... — gemo, no meio do beijo. Suas mãos entram por trás da minha roupa, e eu me arrepio com isso. Desço minha mão esquerda por seu tórax, tocando o cós de sua cueca. Desço um pouco mais e todo seu pênis sobre a cueca.
– Você não precisa se forçar a isso, Zoro. — murmura, com o rosto um pouco vermelho. Aperto-o sobre a cueca, e ele geme. Uau. Está muito duro! Isso deve até doer!!
– Eu não tenho problemas em pegar no seu pau, eu acho. — falo — E eu não vou ser controlado por você, Ero-Cook. Com certeza você vai ficar louco de tesão. Igual a mim.
– Eu já estou louco de tesão. — fala. Abaixo sua cueca, que cai em seus pés. Juntando coragem, olho para baixo. E o que eu vejo me assusta.
Ele está tão excitado que eu posso ver veias em seu pênis. Além de estar meio rosado por causa de todo o sangue que corre ali dentro. E... É grande, como imaginei que seria. Coloco a mão em cima, fazendo movimentos. Ele me beija mais, enrolando a língua na minha.
Tira a minha camisola, e meus seios se libertam. Sanji olha no fundo dos meus olhos, e coloca o esquerdo na boca, fazendo minha intimidade se contrair de prazer, enquanto brinca com o outro. Seguro seu cabelo e mordo o lábio, tentando conter gritos.
– Haa... Sanji... — gemo, puxando seu cabelo.
Puxo-o para cima, beijando-o com desejo. Ele me deita devagar na mesa, e me puxa um pouco para frente. Se afasta de mim, e passa a língua do meu pescoço até o umbigo, onde ele para. Vai um pouco mais para baixo e põe a mão no cós da calcinha. O que ele tá pensando em fazer? Ah, não consigo pensar direito!! O cheiro dele é muito forte, e eu estou realmente muito excitado...
Tira a minha calcinha lentamente, e coloca minhas pernas em seus ombros.
– O que vai fazer... Sanji? — pergunto, ofegante. Ele lambe os lábios.
– Vou te dar muito prazer. — responde. Aproxima o rosto da região interna da minha coxa, onde ele beija e dá umas mordidas. Cada vez chega mais perto...
Ele encosta a boca na minha intimidade.
– Ei, Sanji! Que diabos é isso que você... Haa! — gemo, sentindo sua língua lá embaixo. Lambe toda a extensão do meio das minhas pernas, e eu tampo as boca com as mãos. Sinto lágrimas escorrerem em meu rosto. Eu tô chorando de prazer outra vez! Isso é muito bom!
Sua língua me penetra, e em seguida eu sinto seus dentes. Aperto a madeira da mesa e mordo o lábio. Sinto-me cada vez mais perto. Começo a sentir meu corpo estremecer e arrepiar, e chego ao meu orgasmo. Como ele conseguiu fazer isso tudo só com a boca??
Se levanta, ficando a centímetros de meu rosto, e me beija. Seus dedos habilidosos estimulam meu clitóris. Não consigo parar de gemer. Tira os dedos de lá e coloca em meus lábios, abrindo um pouco meus lábios.
É para eu chupar isso? Mas ele acabou de tirar esses dedos de lá... Abro um pouco os lábios e sinto seus dedos dentro da minha boca. Chupo seus dedos, tentando deixá-lo envergonhado. Ah, a visão de seu rosto corado é uma das coisas mais lindas que tem em seu corpo. Seus dedos indicador e médio brincam com minha língua. Sinto como se ele tivesse me beijando...
– Consegue sentir meus dedos, Zoro? — pergunta, com a voz rouca de desejo. Lambe meu pescoço e dá um chupão. Tira dos dedos da minha boca e penetra os dois de uma vez no meio das minhas pernas.
– San...Ji... — suspiro, gemendo em seguida. Seguro na madeira da mesa, tentando conter meus gemidos, enquanto ele apalpa meu peito com a outra mão.
Direciona seu membro até mim, mas ao invés de enfiá-lo, começa a esfregar contra mim, fazendo movimentos. Segura meu quadril, colocando mais força. Suspiro, sentindo mais do cheiro dele. Não... Eu preciso dele! Preciso dele agora!
– Ero-Cook... — chamo, no meio de um gemido. — Por favor... Senão vou gozar outra vez...
Ele me faz sentar e adentra a língua na minha boca. Segura seu pênis e direciona para o lugar certo.
– Eu também não aguento mais. Preciso de você agora. — murmura. Sinto vergonha, mas minha excitação é muito maior. Sinto seu pau entrar em mim devagar. Estou mais ofegante do que nunca. Ele acaricia meus seios, enquanto eu me acostumo. Parece agoniado.
– Tem... Algo errado? — pergunto, olhando para seu rosto. — Haa...
– Você... É apertado demais... — responde, segurando a base de seu pênis. — Posso me mover?
– À vontade. — respondo. Ele tira o membro quase inteiro de dentro de mim, e depois estoca com força. Quase solto um grito. Faz isso mais duas vezes. Lágrimas começam a cair novamente. Essa sensação... É realmente uma delícia. Me contraio, e ele solta um gemido rouco.
– Quando você faz isso... Parece mais apertado ainda. — faço outra vez, e vejo-o morder o lábio inferior. Direciona seu olhar mais penetrante em direção a mim, e nos beijamos. Ele começa a se mover com rapidez e precisão. Cada estocada forte que dá, parece que é uma sensação diferente.
Mordo seu pescoço com força, marcando meu território. Com as pernas ainda presas em sua cintura, ele me levanta e me encosta na parede.
– Nós vamos terminar em pé. — fala, beijando meu pescoço. — Do jeito que começamos lá na ilha.
Começa as investidas, e eu vou chegando cada vez mais perto do orgasmo. Começo a gemer mais alto, e ele solta alguns gemidos baixos e roucos em meu ouvido. Passa os dentes em meu lóbulo esquerdo.
Com mais algumas vezes, eu chego ao orgasmo, e o abraço. Ele vai mais rápido, e quando vai gozar, sai de dentro de mim, ejaculando entre nós.
Estamos exaustos e completamente suados. Como é que ele consegue ser tão bom nisso? Fazer sexo com ele é... Não tenho nem palavras. Faço a primeira pergunta que vem na minha mente.
– Por que você sempre tira quando vai gozar? — pergunto, olhando em seus olhos. Ele cora um pouco.
– Para você não engravidar. — responde. Ah, então é por isso. Bom, engravidar seria realmente um problema sério agora.
– Arigatou. — agradeço. Suspiro, e percebo que o cheiro diminui bastante. Só o suficiente para querer ficar o lado dele para sentir o cheiro. — Vou tomar um banho.
Ele assente e me dá um selinho carinho e leve. Ele se separa de mim, e sinto um vazio estranho. Pega sua cueca e veste rapidamente, enquanto eu cubro minhas partes íntimas com os braços. Ele pega minha calcinha e a camisola e entrega gentilmente. Me ajuda a me equilibrar e colocar a roupa.
– Se você terminar primeiro que eu, pode me esperar aqui na cozinha? — peço. Ele sorri.
– Claro, sem dúvidas. Vou tomar banho no banheiro do meu quarto. — respondo. Ando até o quarto feminino, entrando no banheiro. Tomo banho, tirando todo o suor. Lavo o cabelo e quando termino tudo, me seco e ponho o peixinho de ursinhos da Robin, que fica largo em mim.
Sem calçar nada nos pés, vou para a cozinha e encontro Sanji limpando a mesa com um pano que cheira a álcool.
– Cheguei. — falo. Ele me olha e solta um sorriso.
– Que lindo, Zoro. — elogia. Minhas bochechas ficam quentes. Ele está só com uma calça de moletom, que cai perfeitamente em seu quadril.
– Eu quero que você veja algo lá no convés. — falo. Ele lava e guarda o pano, lavando as mãos em seguida. Quantas vezes por dia ele lava a mão? Umas 50?
Anda em minha direção, e eu pego em sua mão com cuidado. Ele corresponde à ação. Descemos para o convés e eu sento na grama. Ele repete meus movimentos. Me deito, olhando para o céu. Ele faz a mesma coisa.
– O céu é uma das coisas que eu acho mais lindas na minha vida. — comento. — E hoje... Posso ver todas as estrelas.
– É verdade. Nem parece que nós estamos no Novo Mundo... — murmura. Estendo meu braço e pego em sua mão, trançando nossos dedos.
– Eu estou ficando com sono. — falo. Ele ri.
– Eu também. — responde. Enquanto vou pegando no sono, começo a refletir.
Eu não gosto somente das horas que é agradável para mim, como era há pouco tempo atrás. A presença de Sanji me deixa mais confortável. O jeito que ele me olha, seja na hora do sexo ou no cotidiano, esquenta minha alma — e em certos momentos, meu corpo -, e eu já não sinto que poderia morrer com essa maldição. Ficar de mãos dadas com ele estranhamente não é ruim do meu ponto de vista.
Será que... Eu estou me apaixonando?
Cozinheiro de merda.
Notas finais
*Omedetou - Parabéns.
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Depois de pensar muito, eu tomei uma decisão importante. E é essa:
EXCHANGED SEX TERÁ UMA SEGUNDA TEMPORADA!!! Bom, pra quem gosta da fic, vai ser ótimo! Já pra quem não gosta... Sinto muito!!
Espero que tenham gostado do capítulo, e mais uma vez peço desculpas pelo atraso!
Seria demais pedir aos leitores fantasma que deixem eplo menos um simples "oi"? kkkkk
Beijos, até o próximo!
♥
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