Exchanged Sex.
6 Capítulo 6 - Repercussão dos fatos.
Notas iniciais
Pessoal, seus reviews estão cada vez melhores!! Fico mais do que feliz ao recebê-los e respondê-los! Muito obrigada!
Agradecimentos especiais à: Roxell, HinaLB, Roronoa Sanji, May_Kuchiki, Mya, JkUchiha, e JúliaSan! Ameis os reviews!
E temos leitoras novas comentando! Ayuzawa Misaki Love Takumi Usui (essa gosta de Kaichou wa Maid-sama, hein? XD), Amai Miho e AndreaChan. Amei, amei, amei!!!
Bom, vamos ao capítulo!
Espero que gostem!!
Capítulo 6
No dia seguinte, nós voltamos para o Sunny. O Love-Cook parecia muito normal. Ele agia como se não tivesse acontecido muita coisa, apesar de aquilo tudo não sair da minha cabeça um segundo sequer.
Quando zarpamos, corro pelo convés e vou em direção ao quarto. Ninguém. Corro pelo labirinto que é a parte de baixo do navio, e consigo achar as duas na biblioteca. Uma lendo algo sobre navegação e a outra algum tipo de romance.
- NAMI! — grito, entrando na biblioteca batendo os pés. Coloco o pano entre minhas mãos sobre a mesa. — Que diabo de roupa é essa que você me fez vestir!?
- Uma camisola, ué.
- Ah, não diga! — falo. Ela ri da minha cara. — Que é?
Ela fica com uma cara maligna que me dá calafrios. Corro para trás da cadeira de Robin.
- Robin, o que ela tem? — pergunta. Robin me olha.
- Acho melhor sair correndo daqui, Zoro-san. — diz ela. Ela tá me mandando correr! Mas que merda eu fiz dessa vez?
- Posso saber... — Nami começa a falar. Uma aura totalmente maligna sai dela — Por quê essa preciosa camisola está fedendo?
- Fedendo? Como assim? — pergunto, já começando a tomar uma certa distância.
- Você vai me pagar! — fala ela. Eu começo a correr, e corro para a saída dos fundos do navio, dando de cara com a popa. Corro pela lateral, desço as escadas e chego no convés. Atravesso, subindo as escadas e parando ao lado de Franky, que controla o leme.
- Demorou, Zoro! — diz ela. Tomo um susto.
- AH! VOCÊ TÁ AQUI!? — grito. Ela apenas ri. Pega meu braço, me levando até o convés. Chopper observa o mar e conversa com uma gaivota.
- Chopper! — chama ela. Ele para de conversar com a ave e chega perto de nós dois. Chega sorrindo.
- Me chamou? — pergunta.
- Bom, você é o que tem melhor nariz aqui, então... Dá para usar seu olfato aqui um pouquinho? — pergunta ela.
- Se isso foi um um elogio, eu não fiquei feliz, sua maldita! — fala ele, começando a dancinha. Eu sinto vontade de rir, mas fico quieto. Chopper pega a camisola de seda entre as patas. — Tem cheiro de aço. Mas tem algo misturado... É... Cigarro e frutos do mar. Nami, quantos perfumes você passou aqui?
- Nenhum! Agora cheira o Zoro. — diz ela. Chopper cheira o ar perto de mim. — Então?
- Cheiro de aço. O Zoro que estava usando isso? — pergunta. Eu assinto. Aff, ela tá fazendo todo esse escândalo porque a camisola ficou com o meu cheiro?
- Agora me responde: que droga de cheiro de frutos do mar é esse? — pergunta ela. Nessa hora, o estômago dele ronca.
- Posso responder depois? Estou com fome... — pergunta. Nami quase dá uma resposta negativa, mas Robin aparece do banheiro.
- Claro que sim! Vem, eu levo você. Deve estar fraco, né? — diz ela, abrindo os braços. Chopper sorri e pula em seu colo, enfiando o rosto em seus seios.
- Que cheiro bom... — murmura ele. — Robin, eu gosto do seu cheiro!
- Que ótimo! Vamos, o Sanji-kun deve ter alguma coisa pronta para comer. — fala. Chopper assente e sorri. Nós seguimos os dois até a cozinha. Depois que ele termina a refeição, Nami levanta a camisola e põe na mesa.
- Então, que cheiro de frutos do mar é esse? — pergunta ela. — Eu sinto cheiro de suor nela.
Agora me lasquei. A camisola tá cheirando a suor!!
- Nami, eu tenho que explicar uma coisa para todos aqui. — diz Chopper. Sanji está lavando a louça. — Vocês sabem que meu nariz é mais avançado, certo?
- Hai.
- Pelo meu olfato ser mais avançado, eu consigo reconhecer o cheiro de todos vocês, menos o meu. — explica. De alguma forma estou conseguindo entender. — Pra mim, o Luffy tem cheiro de carne, já que ele come muito disso e suja as mãos o tempo todo. O Zoro tem cheiro de aço, já que ele mexe com as espadas o tempo todo.
- Hm... Então você sente o cheiro graças às nossas atividades? — pergunta Robin.
- Não necessariamente. Você tem cheiro de flores, mas eu nunca te vi mexendo com uma. — explica ele — Isso é por causa da sua Akuma no Mi, Hana Hana no Mi.
- Ah, entendi. — diz Nami.
- Você, Nami, tem cheiro de laranjas e dinheiro. — diz ele. Nossa, a Nami tem cheiro de dinheiro e laranjas? Por que será? — O Usopp tem cheiro de pólvora porque é o atirador do navio. O Franky tem cheiro de refrigerante Cola, e o Brook cheira à chá.
- Então cada um tem um cheiro... Espera! Mas e o Sanj-kun? — pergunta Nami.
- Sanji cheira... Cigarro e frutos do mar. — revela. Ah, não. Tá brincando? A camisola ficou com o cheiro dele!!
- Eu não entendo... Por que a camisola que o Zoro estava usando ficou com o cheiro do Sanji-kun? — pergunta. Robin parece entender na hora.
- Ah, isso é porque eles dois fizeram... — Chopper começa. — "Aquilo".
- Com a minha camisola!? Tá querendo morrer, Zoro? — pergunta ela, pegando a gola da minha camiseta.
- Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa, desculpa! — peço, apressadamente. Ela suspira. — Mas eu tirei a camisola pra fazer!!
Suspira, em seguida.
- Eu te desculpo, mas você vai lavá-la pra mim, ok? — fala. Eu concordo na hora. — Doeu?
- O quê? — pergunto. Ela revira os olhos — Ah! A virgindade!
- É! — concorda. Meu rosto fica quente.
- Hm... Teve uma dorzinha pequena. Acho que eu estava muito... Como eu posso dizer... — falo, me enrolando um pouco.
- Mentira... Você estava tão excitado que quase não sentiu a dor? — pergunta. Foi como se eu estivesse sem roupa na frente de todo mundo, tamanha a minha vergonha. — Como o Sanji-kun conseguiu uma proeza dessas?
- Proeza? — pergunto. — Como assim?
- O que ela quis dizer, Zoro... É que numa primeira vez, é muito difícil não se sentir a famosa dor do rompimento do hímem. Na maioria das vezes sangra. Para quase não sentir essa dor, você estava realmente lubrificado. Ou seja, muito excitado. — explica Chopper. Mas... Isso tudo é por causa do cheiro dele?
- Eu só não sei como o Sanji-kun conseguiu isso. Ele não é muito masculino. — fala Nami. Sanji fica completamente depressivo.
- A Nami-san não me acha masculino... Será que eu não sou masculino...? — murmura ele, lavando os pratos lentamente.
- Bom, já que só estamos nós cinco aqui, acho que posso dizer. — falo. Nami se senta novamente, enquanto eu ando para a frente da geladeira. — Depois que eu tomei banho e vesti aquele pedaço de pano, deitei na cama. Sanji já tinha ido tomar banho, mas quando ele voltou, puxou algo de dentro das sacolas. Suponho que tenha sido uma cueca limpa e nova.
Olho para todos. Sanji permanece depressivo.
- Aí passou um tempinho, eu caí na besteira de suspirar, e percebi que o cheiro do Ero-Cook estava muito mais forte do que o normal. Não sei se é porque ele estava só de cueca na hora, ou porque estava de noite, mas... Enfim.
- Resumindo, o Sanji-kun agora tem um laço apertado com você. — fala Robin. Percebendo minha confusão, ela ri — Eu quis dizer que não importa o quão longe vocês estejam, serão capazes de sentir as emoções um do outro.
- Você andou mexendo nos meus livros de novo, Robin? — pergunta Chopper.
- Me desculpe... Fiquei curiosa sobre a maldição! — se defende. Chopper suspira.
- Espera um pouco... Mas quando eu fui atacado na ilha, Sanji disse que sentiu que alguém importante pra ele estava em perigo... Esse laço já estava feito antes da noite de ontem, então? — pergunto. O queixo da rena cai.
- Você é mesmo o Zoro? Aquele que não entendia nada do que a gente falava? Não é possível! — fala.
- Você está querendo dizer que eu era burro? — pergunto. Ele assente. — Mas agora eu sou inteligente, então?
- Isso mesmo! — responde. Ah, mas que confusão...
- É isso mesmo. Vocês dois são os que tem o laço mais forte. Apesar de se odiarem um pouco, são os únicos que podem lutar em conjunto, pelos pensamentos serem parecidos neste sentido. — explica Robin.
- Hm... Isso pode ser verdade. A única coisa diferente que já vi foi o Luffy e o Zoro cortando uma onda, os dois juntos. Nós estávamos indo para Enies Lobby. — fala Nami. Eu assinto.
- Para mim, realmente é mais fácil lutar ao lado do Sanji. Não só por nós dois termos uma força mais ou menos parecida, mas também porque a força do Luffy é uma coisa sobre-humana. — falo. A cozinha fica em silêncio. — Que foi!? Toda hora que eu falar alguma coisa um pouco mais inteligente vocês vão ficar com essas caras? Dá licença!
Saio da cozinha, pegando a camisola de cima da mesa. Saindo pelo convés, passo pela porta do meu antigo quarto. Ah, não tem nada eu dar uma olhadinha, né? Abro a porta. Não há ninguém. A cama de todos estão desarrumadas, a não ser a do Brook, e o beliche que eu dividia com Sanji. E vejo que a minha cama — a parte de baixo do beliche — também está arrumada.
Espera um pouco. Eu NUNCA arrumei minha cama. Para mim, é um ritual deixar a cama do jeito que eu acordei, para não ter o trabalho de desdobrar as cobertas quando for dormir de novo. Pulo na cama, enfiando a cara no travesseiro.
Ouço a porta ser aberta.
- Yo, Zoro! — fala Luffy, entrando no quarto. Ele deita em sua cama. — Tá fazendo o quê aqui?
- Nem eu sei, capitão. — resmungo. — Né, Luffy... Você não acha estranho que eu tenha virado mulher?
- Por dentro, você ainda é o mesmo Zoro. — responde — Eu não ligo para coisas externas.
- Dá pra perceber. A Boa Hancock vive falando que te ama e quer se casar com você. Mas você prefere carne. — falo. Ele ri.
- A Hancock é uma pessoa legal. — fala. Eu dou risada. — Mas quando a gente se conheceu, ela não gostava de mim e era malvada.
- Hein?
- É porque na ilha que o Kuma me jogou, só tem mulheres, e não é permitida a entrada de homens. Ninguém gostava de mim. — fala ele. — E eu tinha que fugir de um monte de flechas... Ah, sim! E elas queriam minhas kintamas.
- Kin...Tama? Não entendi. — falo.
- Nem você sabe o que são kintamas? — fala. Uma veia pula da minha testa. — Hahahaha, você continua burro como sempre!
- Como se você fosse muito inteligente... — murmuro. Ele ri mais ainda — Dá para me explicar que merda é essa de bolas de ouro, Luffy?
- É aquilo que os homens têm no meio das pernas. Sabe, atrás do...
- Tá, já entendi! — interrompo. Nossa, ele acha que o que tem dentro do saco são bolas de ouro? Que criatividade! E se a Nami souber disso e acreditar? Ela vai castrar todo mundo! — Eu vou indo, então. Tenho uma camisola para lavar.
- Hm... Então tá. — diz ele, se levantando — Vou pedir comida para o Sanji!
Nós saímos do quarto. Ele vai em direção à cozinha e eu vou para a lavanderia. Desço as escadas que dão para o interior do Sunny, passo pela ofincina e abro a porta da frente. A lavanderia é pequena. Há um tanque, uma maquina de lavar roupas, uma de secar, e algumas cordas para servir de varal. Tem uma janela grande e é um local iluminado, apesar da localização.
Entro e encosto a porta. Acho que eu não posso colocar esse pedaço de pano na máquina. Vou lavar na mão mesmo. Jogo água sobre o tecido, e depois o sabão em pó. Começo a esfregar cuidadosamente, e por causa do esforço físico, começo a sentir calor. Tiro a camiseta e jogo no chão, tirando as botas em seguida.
Enquanto eu esfrego a roupa, a porta é aberta devagar.
Só vejo as pernas da pessoa, pois carrega uma montanha de roupas sujas. E... Essas pernas são decididamente inconfundíveis. Ele anda mais para frente. Vai chegando mais perto aos poucos, e é aí que eu percebo: Porra, ele não tá enxergando nada!!
- San... — falo, e com o susto ele bate na máquina de lavar e cai para frente. Sinto minhas costas baterem contra o chão de madeira, e todas aquelas roupas caírem sobre mim. — ...ji.
- Zoro!! — fala. Se levanta, tirando as roupas de cima de mim. Me sento, e sinto algo na minha cabeça. Pego o tecido, e coloco na frente dos olhos. É uma sunga. — Eu te machuquei! Me desculpe!
- Ai... — resmungo. Olho para a minha mão. Um terror toma conta de mim. — Não...
- Que foi!? Quebrou alguma coisa? — pergunta, vendo minha cara de susto.
- Sanji... — murmuro. Levanto a camisola na altura de nossos rostos. Com uma rasgo gigantesco. — Eu rasguei a camisola!
- Eu compro outra para você. — responde. Eu nego com a cabeça.
- Não é esse o problema... Pode preparar a minha cova. A Nami vai me matar!! — falo. Ele suspira.
- Eu vou comprar outra. Vou usar do meu dinheiro. Eu compro uma pra você e uma pra ela. — fala. Olho para seu rosto. Ele está muito preocupado. Tira todas as roupas do chão e joga dentro do tanque. Pega a minha mão e dá um beijo. — Fique aí. Eu já volto.
Ele sai da lavanderia. Alguns segundos depois volta, trazendo algodão, água e uma pinça gigante, feita para pegar o algodão. Trouxe também uma pomada. Ele me ajuda a levantar.
- Aqui. Você pode colocar as mãos no tanque? — pergunta. Eu assinto, colocando as mão no tanque, ficando de costas para ele, que molha o algodão na água limpa. Chega mais perto de mim e começa a passar os algodão aos poucos nas minhas costas. Sinto arder às vezes, mas nada que não possa suportar. Ele baixa um pouco o cós da minha calça, limpando mais alguns arranhões. Por fim, passa a pomada que leva toda a dor e ardência embora. — Pronto.
- Arigatou. — falo. Arrumo minha postura. — Isso tudo de roupa é sua?
- Não. Eu lavo a minha roupa, a do Luffy e a da Nami-san. — responde. Sinto meu cérebro pegar fogo.
- Você lava a roupa da Nami? — pergunto. Ele parece se sentir intimidado.
- Hai. Ela diz que não tem tempo, aí eu lavo para ela. — responde. Que bruxa folgada!
- E a do Luffy? — pergunto.
- Ele não sabe. — responde. — Mas as roupas dele não são problema, afinal... Ele só toma banho uma vez por semana*.
- Que nojento. — falo. Ele ri e joga o algodão que usou em mim no lixo. Ele sai da lavanderia. Deve ter ido levar as coisas de volta para a sala do Chopper. Pego as roupas e jogo a metade na máquina. Depois de colocar o sabão e ligar, separo as calcinhas da Nami das cuecas do Sanji e do Luffy. Liga a torneira muito rápido, e por isso água espirra no meu rosto. Limpo com minha camiseta que estava no chão.
- Voltei... O que aconteceu com o seu rosto? — pergunta ele. Dá alguns passos na minha direção. — Está sangrando.
- Sangrando? Como assim? — pergunto. Ponho a mão no rosto. Perto da boca, há algo molhado. Realmente, sangue. — Ah, pensei que já tinha cicatrizado. Foi o tapa que o cara deu no meu rosto... Você não tinha visto?
- Não... Não tinha prestado atenção. Espera.... Ele bateu em você!? — pergunta. Eu assinto. Ele começa a exalar uma aura maligna. — Eu vou matar... Vou pedir para o Luffy voltar para a ilha...
- Não! Você já bateu neles, certo? Aliás, eu nem tô sentindo mais... — falo. De repente ele me abraça.
- Me desculpa... Se eu tivesse chegado um pouco antes... — fala.
- Ei, fica tranquilo, tá? Eu já tô bem... A única dor que eu tenho agora é nos quadril, mas isso vai passar! — falo. Ele me solta. — Aliás, como você está conseguindo ficar perto de mim? Quer dizer, ontem nós fizemos sexo, e agora você está me vendo de sutiã...
Ele tampa o nariz.
- Eu estava tentando não pensar nisso o tempo todo, para não perder mais sangue ainda. — diz ele. Ah, então é por isso que ele parecia indiferente. — Eu estou tentando não pensar na noite de ontem também, mas... Está difícil. Faço isso porque o Chopper me pediu, já que o meu sangue é o mais raro da tripulação.
- Ah, entendi. Então... Você gostou? — pergunto. Sinto minhas bochechas ferverem. — Eu... Fui bem?
- Claro que sim. Você foi maravilhosa. Ou... Maravilhoso? — pergunta. Olha no fundo dos meus olhos. Por que eu tenho que ficar tão mole quando ele me elogia? Observo meu reflexo em seus olhos azuis. Passo meus braços ao redor de seu pescoço, sentindo seu cheiro maravilhoso.
E antes que eu perceba, estamos nos beijando.
O que eu vou fazer quando voltar a ser homem? Será que ainda ou ter essas reações à sua presença?
Bom, só o tempo dirá.
Notas finais
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Quero saber se vocês gostaram!!! Se não gostaram também, lógico.
Deixem reviews, minhas leitoras maravilhosas!!
Beijos, até o próximo!!
P.S.: Comecei um curso de informática, então posso demorar um pouquinho mais para postar! Espero que me perdoem!
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