Exchanged Sex.
1 Capítulo 1 - A Cagada.
Notas iniciais
Boa leitura!!
POV Zoro
Estamos sem comer a dois dias inteiros.
Eu achei que poderia ficar sem comer facilmente. Mas eu me enganei. Acontece que quando estava em treinamento, eu só comia a gororoba que eu mesmo fazia: Mihawk não cozinha e Perona muito menos. Mas eu voltei a comer a comida do Ero-Cook, e não vou mentir, é uma delícia.
- Nami-san! Uma ilha!! – grita Brook, do lugarzinho de observação que eu não sei o nome. Abro os olhos e desencosto da madeira, levando minhas katanas comigo. Vou até a cozinha, e enfio a cabeça em baixo da torneira.
- Oi, Kuso Marimo*! O que pensa que está fazendo na minha pia!? – grita o cozinheiro, da porta. Imediatamente uma veia pula da minha testa.
- Me deixa, Ero-Cook. – peço. Ele resmunga algo sobre eu ser folgado e vai embora. Eu saio, observando a ilha. Com o Coup De Burst chegamos rapidamente, e Franky ancora o navio. Pulo para a areia.
- Yahooo! Finalmente vamos comer!! – grita Luffy, entrando na floresta. Essa ilha não parece ter uma civilização, pois é cheia de árvores para todo lado.
- Tragam o máximo de comida que conseguirem! – grita Nami, de cima do navio. Vejo o cozinheiro pulando para a areia, assim como Nami em seguida.
- Saco... Por que eu tenho que ficar seguindo as ordens dessa mulher chata? – pergunto a mim mesmo, tirando duas espadas da cintura e adentrando à floresta.
- Zoro-san! Cuidado para não se perder novamente! – fala Robin, mas eu ouço. Suspiro. Mulheres são complicadas. Se bem que a Robin é a mais sensata que eu já conheci.
Vou andando, cortando alguns galhos às vezes. Nenhuma árvore tem frutas.
Ah, mas que fome... Eu poderia comer um cavalo inteiro sozinho. Dois dias sem comer... Nunca pensei que fosse tão difícil, e...
Que cheiro é esse? Sinto um cheiro de comida maravilhoso. Acho que agora eu poderia comer até lavagem. Sigo o cheiro, e dou de cara com dois homens estranhos. Os dois são gordos e completamente esquisitos. Um deles sorri para mim. Ele não tem dentes.
- Oi, “nii-chan”! Está com fome? Você está babando! – fala. Eu passo a mão na boca, limpando a baba. Ele estende um prato cheio de comida, e sem nem pensar, como tudo. Tinha um gosto estranho... Parecia que eu tinha comido uma flor.
- Essa comida é ótima! Há um ingrediente especial aí que em dois minutos você vai se sentir mais leve! – fala o outro cara. Tem um sorriso estranho.
- Legal. – murmura. Suspiro. – Gochisousama*. Eu estava com fome.
- Não tem problema. Até mais!
- Ja ne. – murmuro, saindo dali. Caminhando, começo a me sentir realmente mais leve.
A única coisa mais diferente que percebi é que a faixa que apertava meus pequenos ferimentos no peito, ficou um pouco desconfortável.
Consigo achar um coqueiro, e corto o tronco. Tenho preguiça de subir até lá. Pego vários cocos, colocando na cesta grande que Sanji me deu e jogando-a nas costas. Continuo andando.
- Hm... Parece que eu já vi essa árvore antes... – falo. Todas as árvores são iguais, idiota. Será? De repente aquela bússola que o Franky me ofereceu antes seria útil agora... Eu sei usar uma bússola?
Continuo andando, mas parece que nunca saio do mesmo lugar. Depois de uns vinte minutos, suspiro.
- Zoro...! – ouço, de longe. É a voz da Nami. Sigo sua voz, cortando os galhos à minha frente mais rápido. Com mais alguns passos, chego à praia.
- Ah, consegui. – murmuro, andando até o grupo que estava me esperando. Nami, Luffy, Sanji. O resto ficou no navio.
- Z-Z-Z-Zoro!? – pergunta Sanji. Eu o encaro. Ele parece mais alto que eu.
- Que foi? Perdeu alguma coisa na minha cara? – pergunto, emburrado. Quem é ele pra me olhar daquele jeito?
- É você mesmo, Zoro? – pergunta Nami.
- É claro que sim! O que foi? – pergunto, confuso. Todo mundo me olha fixamente e com a boca aberta.
- Zoro, você trouxe cocos! – fala Luffy. É o único que parece não se importar com algo. Pego a cesta das minhas costas, guardando as katanas.
De repente me dá uma vontade imensa de ir ao banheiro. Um arrepio sobe a minha espinha.
- Dá licença! Dá licença, dá licença, dá licença, dá licença! – grito, correndo para o navio. – Franky, baixa a escada! Rápido!
- Ér... Zoro... – fala, coçando a cabeça. Ele tá esperando o que?
- Anda logo! Eu vou mijar nas calças!! – grito. Ele se assusta, e baixa as escadas. Eu subo, passando pelo convés e indo até o banheiro masculino. Entro, fecho a porta e levanto a tampa da privada. Tiro o sobre tudo, baixando as calças. Abaixo a cueca, já me sentindo quase aliviado. E quando vou terminar o serviço...
CADÊ MEU PINTO!?
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH! – grito, assustado. Cadê? Cadê? Me sento na privada, soltando a bexiga. Enquanto faço isso, começo a pensar no que aconteceu. Eu perdi meu pênis! Termino, e pego o papel higiênico. Como eu faço isso? É só passar até ficar seco? Olho para o meio das pernas. Eu não tenho um saco. Não tenho um pênis. E... Eu já fiquei com algumas mulheres pra saber que o que tenho agora é o aparelho genital feminino.
Me levanto, depois de me secar. Tiro toda a roupa, não acreditando no que estou vendo. Tiro as botas, a calça, a cueca, o haramaki e a faixa que cobre meu peito. Suspiro, indo para a frente do espelho de corpo inteiro ao lado da pia.
Seguro a respiração. No lugar do meu cabelo bagunçado e curto, agora eu tenho lindos e lisos cabelos compridos. No lugar do tronco musculoso, agora eu tenho ombros estreitos, seios , uma cintura fina e uma barriga lisa. No lugar de um quadril estreito, tenho uma bunda redonda e uma vagina. No lugar de pernas musculosas, tenho pernas lisas e arredondadas.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH! EU NÃO ACREDITO NUMA MERDA DESSAS!! – grito, assustado e ao mesmo tempo confuso. – PUTA QUE PARIU!
- Zoro, você está bem? – pergunta Nami, do outro lado da porta.
- Se eu tô bem? Eu vou te mostrar! – falo. Ando até a porta, abrindo- a e saindo ao sol. Nami tampa a boca com as mãos, espantada. Assim como Robin e Chopper. Sanji teve um sangramento nasal.
- Zoro! – Luffy fala, com os olhos esbugalhados.
Pego nos meus peitos, apertando-os um pouco em minhas mãos.
- Eu virei mulher! – falo. – Olha! Eu tenho um par de peitos! Tenho uma cintura! A minha pele é lisa! Olha! Minha bunda ficou redonda!
Me viro de costas. De repente, Chopper se transforma no “Heavy Point” e me abraça.
- Zoro, eu não sinto atração por mulheres humanas. – fala. Eu fico confuso – Mas o resto dos homens desse navio sentem. E você está pelada.
- Hein? – pergunto. Ele tira a própria camiseta regata e me cobre com ela.
- Isso mesmo! Eles vão te violentar, Zoro! – fala Nami. Eu olho para seu rosto, do meu lado esquerdo. Ela está preocupada. Olha para a direita, e Robin está me cobrindo com seu corpo.
- Vamos, Zoro-san. A gente escolhe uma roupa legal pra você. – fala Robin. Eu assinto, mais tranquilo. Chopper me pega no colo, como uma princesa.
- Ei, Chopper. Eu posso andar. – falo. Ele sorri.
- Você parece mais frágil do que eu, agora. É fofo! – fala. Por algum motivo, sinto meu rosto ficar quente, e desvio os olhos.
- Pode ir cuidar do Sanji-kun, Chopper. A gente pode conversar um pouco com o Zoro enquanto isso. – fala Nami. Chopper assente, meio inseguro. Me põe no chão, em frente ao quarto feminino. Robin abre a porta, trancando-a assim que nós entramos.
Ando até a primeira cama, deitando de barriga para cima.
- Primeira coisa: fecha essas pernas. – fala Nami. Eu junto as pernas, me sentando. Começo a passar a mão nos fios de meu cabelo.
Nami anda até o guarda-roupa, abrindo as portas.
- Bom, eu tenho muitas roupas aqui, mas acho que as roupas da Robin vão te agradar mais. – fala ela. Abre uma gaveta, e tira uma blusinha de alças finas. Joga para mim, que pego antes que caia no chão.
- Você tá brincando. – falo, impressionado – Robin, isso cabe em você?
- Claro que cabe. Vai ficar mais largo em você, mas creio que você não gostaria de vestir nada apertado, né? – pergunta, sorrindo. Eu assinto.
- Nami, eu vou ter que usar aquelas calcinhas minúsculas de vocês? – pergunto. Ela sorri.
- Não. Você pode continuar usando suas cuecas. Quando a gente parar em alguma ilha menor, a gente compra roupas pra você. – responde.
- Obrigado. – falo. Ela pega uma calça mais larga, e coloca um par de chinelos nos meus pés. A porta é aberta, e Chopper entra por ela.
- Zoro, você está bem melhor que antes! – diz ele. Isso é um elogio?
- Eu devo te agradecer ou te xingar de volta? – pergunta. Ele ri, puxando uma cadeira para se sentar perto da mesinha.
- Cuidou do Sanji-kun, Chopper? – pergunta Robin.
- Cuidei. Ele só precisava de sangue. – responde ele – Bom, eu pesquisei nos meus livros sobre maldições desse tipo.
- Achou alguma coisa? – pergunto. Ele suspira.
- Você comeu algo que alguém te deu na floresta? – pergunta. Eu assinto – Bom, essa comida estava amaldiçoada. Ela muda o sexo da pessoa que comer .
- Tá, mas como eu faço pra virar homem de novo?? – pergunta. Ele balança a cabeça de um lado para outro.
- Pra voltar a ser homem... Você tem que ter uma relação sexual com a pessoa que você ama. – fala.
- Eu tenho que fazer sexo com a garota que eu amo? – pergunto. Puta merda! Que eu me lembre eu não amo ninguém!!
- Não. Você é hetero. – responde. Eu paraliso.
- Você tá dizendo que eu gosto de homens? – pergunto. Ele assente. O que eu faço?
- E não adianta você sair por aí se relacionando com todo cara que vê. É com quem você realmente amar. Você conhece esse sentimento, Zoro?
- Não sei... Eu não sei mais de nada! – respondo, me levantando. Coço a cabeça. – Eu estou confuso...
- Acalme-se, Zoro... Se você ficar nervosa vai piorar tudo... – fala ele.
- Como eu posso ficar calmo? Chopper! Eu era homem, e do nada virei mulher! – falo, andando de um lado para outro – Imaginem se essa notícia se espalha! Imagina se ele descobre!
- “Ele”? Quem é “ele”? – pergunta Robin.
- O cara que me treinou durante os dois anos! – respondo. Todos ficam confusos – O Mihawk! O Mihawk me treinou!
- Você tá brincando! Você foi treinado pelo melhor espadachim do mundo?? Pelo Shichibukai? – pergunta Nami. O queixo de Chopper está quase no chão.
- Não é grande surpresa você estar tão forte, então... – murmura Robin. – Nós somos bastante sortudos, né?
- Como assim? Quem te treinou? – pergunta Chopper.
- Hm... Não sei como dizer... – fala ela – Se eu dizer vocês vão ficar muito surpresos.
- Fala logo! – eu digo. Ela suspira.
- Monkey D. Dragon.
- Heeeeeeeeeeeeeein? – pergunto. A Robin treinou com o maior criminoso de todos os tempos!
- Viram? Por isso que eu não queria contar...
- Yosh*! Vamos fazer uma ultrassonografia, Zoro! – fala Chopper, descendo da cadeira e puxando minha calça.
- Pra quê? – pergunto. Ele nada diz, apenas puxa mais. Vou com ele, passando pelo convés. Luffy está na cabeça do leão, Franky no controle do navio. Entro na sala de Chopper. Sanji está deitado em uma das camas, recebendo sangue.
- Zoro, você deita na cama mais perto do aparelho. – pede. Faço o que ele pede, deitando por cima das cobertas. Ele liga um computador, apertando alguns botões. Pega um tubo, e tira dali um gel, que passa por minha barriga e pela ponta de um aparelhinho ligado ao computador. – Certo.
Passa a parte com gel do aparelho sobre minha barriga.
- É... Como eu pensei. Zoro, você realmente tem um útero. – eu suspiro. — Você pode tirar essa camiseta?
Tiro a regata, ficando nua da cintura para cima. De repente, Chopper se muda para o Heavy Point novamente.
- Você se importa se eu pegar nos seus seios? É para ver se não tem nenhum tumor. Se você não quiser, eu chamo uma das meninas.
- Não ligo. – falo, dando de ombros. Ele envolve meus peitos e meche os dedos nas laterais, por cima e embaixo do braço.
- Certo, você não tem nada. – fala. – Pode colocar a camiseta de volta.
Coloco a blusinha de volta no corpo. Chopper respira fundo.
- Zoro, você é virgem? – pergunta.
- Bom, com o corpo de homem eu já fiquei com algumas mulheres. – respondo. Ele assente.
- Então é muito provável que você não seja virgem nesse corpo também. Se importa se eu te examinar? – pergunta. Nossa. Ele nunca foi tão cuidadoso comigo.
- Não me importo. – respondo. Ele assente, puxando uma cortina. – Pra quê isso?
- Se o Sanji acordar, não te verá sem roupas, e não terá outro sangramento. – responde.
- Ah.
Ele puxa dois equipamentos que estavam encostados na parede. São de ferro. E Tem um lugar para pôr as pernas em cima.
- Essa posição vai ser meio constrangedora, mas você pode aguentar, né? – fala. Eu faço uma careta de desgosto. Me deito mais para o meio da cama, apoiando minhas pernas abertas no lugar certo. Realmente não é agradável ficar com as pernas para cima, ainda mais arreganhadas deste jeito.
- E agora? – pergunto. Ele põe luvas nas mãos.
- Bom, eu faço esse tipo de exame na Nami e na Robin o tempo todo, e elas sempre dizem que não sentem desconforto quando eu começo a mexer. Mas elas não são virgens, e eu não sei se você é ou não. Então pode doer.
- Entendi. – murmuro. Ele começa a mexer no território intocado. É esquisito. Sinto a necessidade de tirar sua mão dali.
- Zoro, você tem um hímen. – fala. – Você é uma mulher virgem.
- Hm... – murmuro. – E esse negócio aí. Dói pra sair?
- Dizem que dói. De qualquer jeito, é uma violação que a mulher está sofrendo, né? Acho que é normal doer. Nos livros diz que sai um pouco de sangue também. Mas isso não acontece com toda mulher.
- Hm... Mas...
- Oi*, Chopper, acho que eu já... – Sanji abre a cortina de repente, vendo o que não era para ser visto. – Já... Já... Já...
Põe a mão no nariz. Sangue escorre por entre seus dedos. Chopper tampa minha região íntima com sua mão grande.
- Cai fora, Ero-Cook! – falo. Minhas bochechas ficam quentes – Quem disse que você podia me olhar desse jeito? Hein?
- Me desculpa. Eu nunca teria a intenção de te ofender. – fala. Eu me surpreendo com seu tom educado. – Eu vou fazer alguma coisa na cozinha para te compensar.
Uau, que cavalheiro! Ele sai.
- Bom, é isso. Você é uma mulher virgem. – fala Chopper. – Agora eu recomendaria você tomar um banho e ir comer o que o Sanji preparar para você.
- Hai. – respondo. – Arigatou, Chopper.
- Não foi nada. – ele volta à sua forma normal. Visto minhas roupas de volta.
- Ah, sim. Eu me senti só um pouco estranho, mas nada que não se pode aguentar. Você se tornou um médico muito bom. – falo. Suas bochechas ficam completamente vermelhas e ele começa a fazer aquela dancinha esquisita.
- Até parece que eu gostei do que você disse, sua desgraçada! – fala. Eu solto uma risada. Fico impressionado com o som feminino que sai de meus lábios. Eu só percebi agora, mas minha voz ficou mais fina.
Saio da sala, indo até o banheiro feminino. Tomo um banho, com o dobro de cuidado de quando me banhava no corpo masculino. Sem contar que eu tenho que ficar massageando o cabelo até ele ficar limpo, e depois passar aquele creme cheiroso.
Quando termino ponho meu pijama de quando era homem, e devo acrescentar, ficou bem grande.
- Nami! Robin! – chamo. Elas aparecem na porta do banheiro – Alguma de vocês pode me emprestar um pijama?
- Claro! – elas voltam segundos depois e me entregam uma camisola de seda.
- É sério isso? – pergunto.
- Você é menor do que nós, e essa é a menor que eu tinha. E nenhuma de nós duas usamos pijamas. Na próxima ilha nós compramos algo para você.
- H-Hai... – murmuro. Robin me dá uma cueca minha.
Elas vão embora. Assim que me troco, vou descalço até a cozinha.
- Sanji. – chamo. Sanji se vira. Ele me olha de cima a baixo.
- Aqui. Eu fiz uma salada de frutas. Fiz para a Nami-san e para a Robin-chan também, mas elas disseram que não vão comer agora. – fala ele, colocando a taça com a salada de frutas em cima da mesa. Eu me sento, pegando uma colher e colocando o primeiro pedaço na boca.
Para mim, o tempo parou. Como ele consegue fazer isso? O azedo de algumas frutas se misturou com o doce de outras, mas de alguma maneira, dá para saber as frutas certas. É realmente... Realmente uma delícia.
- Sanji! – falo. Ele me olha. – O que você fez? Isso está demais!
- Que bom que gostou. – fala.
- Você está me tratando assim só porque eu virei mulher, né Mr. Hanaji? – pergunto. Agora ele vai me xingar de cabeça de Marimo. Ele ri. – O que? Você não vai falar do meu cabelo verde ou algo assim?
- Seu cabelo está lindo. – responde. Sinto minhas bochechas quentes novamente. – Além disso, eu nunca xingaria uma dama. Mulheres merecem respeito.
- Tá. Se eu te socasse agora, você me chutaria, certo?
- Eu não chuto mulheres. Prefiro morrer. – responde.
- Ei, eu virei mulher, mas ainda sou Zoro! – falo. Ele assente.
- Eu sei disso. Mesmo sabendo que você é o Zoro por dentro, não consigo tratar mulheres como trato homens. – fala. — Tente entender. Você também não corta mulheres do mesmo jeito que corta homens. A prova é a Nami-san. Ela te bate todo dia, mas você nunca levantou suas katanas pra ela.
Termino de comer, me levantando e indo até a porta.
- É. Tem razão. – respondo. – Bom, se ser mulher quer dizer que eu posso comer essa comida maravilhosa todos os dias... Aceito com o maior prazer.
Antes de sair, vejo corações saltar de seus olhos. Ah, esse cara é um barato.
Notas finais
Yosh!* Tradução: *Certo!
Oi* Tradução: *Ei.
Fonte: Wikipedia.
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Então?? Será que ficou bom? Tomara que sim!!
Mereço um review? KKK
Beijos, até o próximo!
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