Evil Attraction

14 Pleasure in the arms of the executioner


Notas iniciais
Oi gente!

deu um booom de criatividade a autora!

Boa leitura!

Seu casamento tinha sido sem dúvida o pior dia de sua vida. Sua quase noite de núpcias, sem dúvida a pior noite. Agora porém era diferente. Ela tinha um filho de Daniel no útero, não poderia arriscar, assim como não poderia rejeitar seu marido na cama. Teria que ser dele. Mas a jovem rainha queria uma forma de aquilo seu menos doloroso.

“o livro de feitiços dela” pensou “deve haver algo lá”. E de fato havia. Em uma das ultimas páginas do livro que ela cuidadosamente roubara dos aposentos de sua mãe antes de ela ir embora. Ah que momento desesperador e sublime ao mesmo tempo: livre de Cora, mas presa a um casamento sem amor. As instruções eram claras: um gole da poção e assim que fosse penetrada sangraria como se fosse virgem. Ela tremeu ao pensar nesse momento. Tinha sido tão lindo, tão intenso a sua primeira – e única – noite com Daniel. Mesmo sendo em um estábulo havia sido perfeito.

Agora, porém era diferente, ela nada sentia por seu marido, mas em pouco tempo estaria em seus braços.

Ela afastou os pensamentos. Pensar em como seria só piorava a situação. Concentrou-se em preparar a mistura com perfeição. Assim que ficou pronto ela tomou. Tinha um gosto amargo e associado a gravidez lhe deu uma náusea horrível, mas ela conseguiu não vomitar. Respirou fundo

-Está na hora – disse a si mesma

Ela subiu para seus aposentos. Todas as noites o rei ia vê-la. Cabia a ela a iniciativa e essa com certeza era a pior parte. Ele entrou e ela estava em sua sacada de costas para a porta. Ele se aproximou e tocou seu ombro. Em outro dia ela teria se desvencilhado, mas ao invés disso ela não reagiu.

Ele percebeu que ele ia se entregar. Colocou a mão em sua cintura e levou a boca a sua nuca. Ela por sua vez inclinou a cabeça aceitando a caricia. Ele então se aproximou mais e com a mão que ainda estava livre acariciou levemente os seios de sua esposa, diminuindo ainda mais a distancia entre os dois corpos

-Sabia decisão Regina – disse o rei a pé do ouvido dela

-O senhor é meu marido afinal – respondeu a rainha ofegante. Ela podia não desejar aquilo, mas ainda era humana. Ela sentiu seu corpo amolecer. Se ele a soltasse ela com certeza cairia.

Ele a virou de frente para ele. Agora as bocas se roçavam enquanto as mãos dele roçavam as nádegas de sua esposa

-Leopold – sussurrou ele – pro você sou Leopold – dizendo isso beijou-lhe a boca a conduzindo para a cama.

Ele afastou as alças da camisola que caiu revelando sua nudez. Ele jogou-a na cama enquanto se despia indo por cima dela logo em seguida. Ela tentou não pensar. Aproveitou que estava dominada pelo prazer. Ele a beijava com desejo. Sugava seus seios e sua língua. Ele abriu as pernas dela e aproximou seu membro. Ela estremeceu

-Devagar, por favor – pediu ela segurando o pescoço do marido

Ele segurou em sua cintura e colocou a cabeça

-Ah

Ele parou

-Posso? – perguntou ele

Ela fez que sim. Ele entrou até o fim ( pelo menos foi o que ela achou) e começou a bomba-la. A dor se foi aos poucos e ela começou a sentir prazer, não era como foi com Daniel, não havia sentimentos entre eles, mas ela gostava muito. Ela começou a demonstrar que estava gostando. Isso exitou ainda mais o rei. Ele percebeu que Regina não seria a típica esposa submissa na cama, e gostou disso. Ele a puxou deixando-a sentada em seu colo. Foi quando ela sentiu uma dor tremenda. O resto do membro escorregou pra dentro dela impulsionado pela umidade que escorria

-Ah! – ela gritou jogando a cabeça para trás. Sentiu a cabeça do membro tocar a entrada de seu útero. Ela parou um pouco e ficou sentindo aquela cobra dentro de sua vagina

-Cavalga! – disse ele

Ela obedeceu e em poucos minutos gozou. Vendo que ela estava mole ele a deitou novamente, deu mais umas cinco estocadas e gozou nela caindo ao seu lado logo depois

Ela sentiu o esperma escorrer de dentro dela. “Não foi tão difícil” pensou “ E agora meu filho está a salvo”

Ela foi interrompida por Leopold que a puxou para o seu peito. Os corpos nus se entrelaçavam e ele acariciava o rosto de sua esposa

-Agora definitivamente você é minha

Ela abaixou o rosto afundando-o no peito do rei. Ele a acariciou e adormeceu assim como ela

....

Ela acordou sozinha na cama. “ufa” pensou “ ele já foi” mas sua alegria durou so cinco segundos. Ela olhou para o lado e lá estava ele olhado –a

-Bom dia minha rainha

-Bom dia Leopold

Notas finais
E ai gostaram? mandem comentários!