Evil Attraction
5 One way to start
Notas iniciais
Boa leitura!
Dizem que quando você perde tudo o que ama, só lhe resta a vingança. Se é verdade ou não, não sei, só sei que Regina se sentia assim antes de saber que seu filho estava vivo. Só pensara em vingança antes da maldição. Só pensava nisso desde que Henry se fora com Emma sem sequer olhar para trás. Agora, porém essa sede se fundia a um desejo recuperar o que lhe haviam tirado. De retomar sua vida. Regina finalmente via um caminho para recomeçar.
-Boo. – Hook chegara por trás dela. Ela estava tão mergulhada em seus pensamentos que se assustou de verdade e por pouco não gritou. Ela o teria feito não fosse o beijo que seu amante lhe deu logo após o susto. Ele a beijava com paixão, desejo. Queria que ela fosse sua ali mesmo.
Ela, porém o afastou
-Hook, estamos na rua – ela disse recuperando o fôlego – num beco, mas ainda sim na rua – ela tentava afastá-lo enquanto ele insistia em agarrá-la. – Hook! – Ela esbravejou
-OK – disse ele se rendendo – já pensou no plano
Ela o olhou com um de uma forma sarcástica
-O que você acha?
....
-Nova York... então é lá que Baelfare está
-Ao que parece sim – ela respondeu com os olhos fixos no globo em que Gold havia posto uma gota de seu sangue num momento em que pensava estar sozinho, mas que era observado atentamente por Hook e Regina através da luneta do pirata, previamente enfeitiçada pela bruxa. Agora eles o observavam de perto, dentro do escritório do senhor das trevas.
-Vamos atrás dele – disse ele já puxando-a pelo braço. Ela, porém o conteve.
-Ficou louco? – ele ficou sem entender – se você achá-lo e de cara dizer: “Ei Baelfare ou seja lá quase for o seu nome, seu pai é um monstro, o senhor das trevas! Não chegue perto dele!” – Hook ainda a olhava perplexo e sem entender. Ela percebeu que ele ainda não havia entendido – Disso ele já sabe capitão, temos é que trazê-lo a storybrook e fazer com que ele se decepcione com o pai, again.
-Como?
-Vamos até minha casa, Gold pode chegar a qualquer momento. – Enquanto caminhavam discretamente até o carro da prefeita, Regina contou-lhe como Baelfare tinha vindo para o nosso mundo e principalmente o porquê.
- E essa é a história — Ela disse fechando a porta de sua casa
Após ouvi-la o rosto de Hook se iluminou. Ele abriu um enorme sorriso para ela e tocou seu rosto ainda em pé atrás da porta
-Vai ser mais fácil que eu imaginei! – disse ele já se aproximando para beijá-la
-Nem tanto – ela respondeu afastando-o – Temos que garantir que todas as tentativas do seu “crocodilo” para conquistar o filho falhem — ela foi sentando-se delicadamente em uma oltrona enquanto ela se jogava no sofá
-E quando falhar... – os olhos dele brilhavam ainda mais
-Ele sumirá de vez e você terá sua vingança – ela disse se aproximando e envolvendo os braços no pescoço dele. O beijou com paixão. Os corpos se encaixavam perfeitamente. Eles tinham que admitir: Eram feitos um para o outro.
Eles se afastaram
-E quanto ao seu plano – ela foi da euforia à preocupação. No caso dela não se tratava somente de vingança. Ela tinha que ganhar o amor de seu menino
-Bem, há uma novidade que descobri a pouco tempo — disse ele tocando seu rosto – Ryan guarda um broche. – o rosto dela se iluminou — Ao que parece Cora acha que foi Jane que deu a ele e por achá-lo sem importância acabou deixando-o com o menino todos esses anos. Mas pelo seu rosto você sabe do que se trata!
Ela sabia. Lembrava-se bem do dia em que Leopold o deu a ele. Era a única lembrança – fora sua “aliança” — que ainda possuía de Daniel. Ela o colocou em meio às jóias da coroa sem ninguém perceber quando soube que era costume do reino que um filho do rei recebesse uma ao nascer. Ela queria garantir que o menino tivesse algo de seu verdadeiro pai, ainda que nunca soubesse de sua existência e que chamasse outro homem de pai. Quando o rei foi escolher a jóia, elegeu um broche de esmeraldas, Regina porém interveio: “Que tal essa?” Disse ao marido pegando a jóia. Ele obviamente não se lembrava dele, mas se encantou com a simplicidade do objeto: Um simples alfinete com um coração entalhado em ouro pendurado. Definitivamente era esse o presente ideal ao seu filho varão, simples e que definia todo o amor que ele a Regina tinham pelo menino. Ele entrou no quarto lindamente decorado com motivos infantis onde o menino estava. Pediu à babá que se retirasse, ficando a sós com a esposa e o filho. Ela se aproximou e retirou-o delicadamente do berço, segurando-o de forma que ficasse sentado.O rei se aproximou e colocou-o na roupinha do menino
-Regina?! – chamou Hook trazendo-a de volta a realidade. Uma lágrima escorria de seu olho direito – Tudo bem?
-Sim – ela respondeu se desvencilhando – o que tem o broche do meu filho?
Ele sorriu maliciosamente
-Digamos que eu insinuei ao Ryan que esse broche devia ser alguma pista sobre quem eram seus pais – ela sorriu
-Você o instigou! – ela estava radiante com a inteligência dele
-E se conheço seu filho, ele não vai se dar por vencido até saber a origem – ele a trouxe para si pela cintura enquanto ela envolvia seu pescoço com seus delicados braços
-E ninguém melhor que a prefeita para dizer onde encontrar quem saiba – concluiu ela antes de iniciar um doce e caloroso beijo. Os corpos deles se encaixaram novamente. Num minuto estavam nus na sala da casa de Regina, caídos no chão aos beijos e caricias. Ela ficou por cima dele, prendendo-o com suas cochas. Ele apalpava os seios dela com vigor. Aos poucos ela foi se encaixando em membro duro em suas entranhas úmidas e apertadas. Ela iniciou um vai e vem enquanto caia sobre ele sentido cadê centímetro dele. E o fato de ele tê-la ajudado tanto aumentava seu prazer. Definitivamente não era mais só um companheiro de vingança. Ela o amava. Ele por sua vez já não se importava tanto com sua vingança. Só queria vê-la feliz. Se sua vingança contra o crocodilo falhasse já não faria tanta diferença para ele.
-Ah... – chegaram ao ápice juntos
Regina caiu sobre ele e sem hesitar soltou o que ambos já sabiam
-Eu te amo – disse ela grudada em seu peito
-Eu também – ele retrucou afagando-lhe os cabelos
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