Evil Attraction
7 And now?
Notas iniciais
Seguraa que esse ta cheio de surprezas!
Ryan entrou na prefeitura. Era um lugar estranho frio. Estava vazio sem vida “Que tipo de governante fica assim só?” pensou. Ele passou um hall onde havia um balcão e subiu as escadas de mármore branco. No andar de cima viu uma porta aberta
–Olá?
Ela saiu do banheiro e o viu. Não precisava de apresentações. Ele tinha a pele clara, porém morena pelo sol e os olhos castanhos como os dela. Tinha a altura de Henry, mas todo o jeito de Daniel
–A senhora é a Mayor?
Ela se recompôs do transe. Não podia assustá-lo. “Clama Regina” ela pensou. Recompôs-se e se dirigiu ao menino
–Sim, em que posso ajuda-lo? – disse ela se sentando e indicando a cadeira em frente a sua mesa. Como doía ver o lindo menino que seu filho se tornara e não poder abraça-lo. Pior ainda era não poder sequer mostrar suas emoções
–Pode me dizer de onde veio isso – e tirou o broche. Regina havia se esquecido de como era lindo aquele coração. Ai sim deixou as lágrimas descerem. Não mentiria para seu menino. O conquistaria contando-lhe apenas a verdade.
Ela estendeu a mão e analisou a joia e o fitou com ternura
–Qual é o seu nome? – ela perguntou com a voz embargada
–Ryan – ele respondeu — A senhora está bem?
–Ryan o que? – ela agora o olhava com ternura. Queria dizer-lhe logo a verdade
–Ryan Alexander Mills
Ela se levantou e foi até ele, se abaixando para olhar em seus olhos
–Esse broche era do pai do meu true love. O nome dele era Daniel e foi morto pela minha mãe
Os olhos do menino brilhavam de pânico e felicidade ao mesmo tempo. Como ela tinha sido capaz? Como pôde dizer-lhe que era órfão se sua mãe estava viva bem ali na sua frente. Queria que fosse mentira. Em contrapartida sentiu uma felicidade enorme: Sua mãe estava viva! Os dois se olhavam com ternura. Num impulso típico de crianças ele saltou em seus braços
–Mamãe! – disse com a cabeça enterrada no peito dela e com os olhos entupidos de lágrimas.
“Hook tinha razão” – pensou Regina – “Meu menino é mesmo esperto, como o pai”
–Meu menino – ela disse por fim enterrando sua cabeça nos fios castanhos dele e deixando as lágrimas correrem
........
Depois de um tempo já tinham se acalmado. Porém Regina tinha decidido não esconder nada do filho e não tinha como voltar atrás. Contou a ele sobre ela e seu pai, sobre o seu casamento com Leopold e sobre seu sequestro
–Por que mamãe? – Ouvi-lo chamar-lhe de mãe era como música para seus ouvidos – Por que minha avó fez isso?
–Isso eu não sei te dizer meu amor, você vai ter que perguntar a ela
–Eu não entendo, por que se eu seria filho de um rei? Eu teria tudo! Não faz sentido! – ele estava realmente chateado. Não sabia o que sentir pela mulher que o criara
–Ryan
–Meu nome é Alexander! – disse ele a olhando com firmeza – Ryan não é quem eu sou, Ryan não existe!
Ela tocou o rosto dele com a ternura que só uma mãe pode dar
–O Ryan existe sim! –disse ela levantando o rostinho do filho – Você pode ter nascido Alexander, mas Ryan é o que você é!
–E quem eu sou?
–Um dos meninos mais inteligentes e espertos que já conheci! Você soube que eu era sua mãe sem eu lhe dizer nada! Definitivamente você é o Ryan
O menino a abraçou. Tinha finalmente o carinho de mãe que lhe faltara até então. Apesar de Cora o amar muito, nunca tinha tido essa ternura com ele como sua mãe
–Agora – disse Regina seria – Você tem que voltar...
–Não! – gritou o menino – Vou ficar aqui! Não vou
–Ryan! – Regina o segurava para conter seu desespero – Agora mais do que nunca você tem que ser esperto. Se minha mãe desconfiar que você sabe de mim ela te leva embora
–Não vou ficar longe de você!
–Então tem que fazer o que eu disser tudo bem
–Tudo
.................
Ela estava radiante! Seu menino era melhor do que ela imaginava! Lindo doce meigo. Erad duro porém ficar longe dele. Por ela Cora não se aproximaria dele. Mas era preciso, para o bem deles dois. Estava tão distraída que sequer percebeu Hook entrar. Só o percebeu mesmo quando ele a abraçou por trás beijando-lhe o pescoço. Com o gancho acariciava seu seio e com a mão acariciava suas intimidades por cima de sua calça
–Pelo visto o encontro saiu melhor que a encomenda – sussurrou no ouvido dela enquanto enfiava cuidadosamente a mão em sua calça para apalpá-la melhor
–Sim – disse ela ofegante –foi lindo se quer saber – ele afastou a calcinha e enterrou dois dedos em seu centro úmido – ahhhh
Ele a dominava por completo. Mão, gancho e boca trabalhavam fortes e precisos. Ele parou de beijá-la mas não tirou as mãos dela
–Tira a calça
–Como foi o seu plano?
–Depois, agora eu quero você
Ela ofegante obedeceu. Assim que ela ficou livre ele a virou de frente ainda acariciando sua gruta. Ela o mirava alucinada pelo prazer. Olhou para baixo e percebeu o volume em sua calça. Desabotoou-a e começou a trabalhar naquele membro que logo estaria dentro dela. Mas sua massagem foi interrompida pelo orgasmo que a atingia provocado pela frenética foda com a mão que Hook fazia nela. Ela tremeu, revirou os olhos e caiu nos braços dele ofegante. A essa altura ele já estava ereto e pronto para tê-la. Ele a deitou no sofá com a calcinha encharcada e a blusa quase rasgando devido a rigidez dos mamilos. Se livrou se suas roupas e do restante que ainda a cobria, deitou-se sobre ela e a penetrou com vigor
–Ah! – ela arfou
–Com saudades dele? – ele não parava de bombá-la. Ela respondeu entre beijos no pescoço e na boca
–Dele e de você! Ah...- Ela perdeu o controle. Ele percebeu que ela teria outro orgasmo e foi junto. Ela acabou e ficou olhando seus olhos arregalados enquanto segurava sua cintura a enchendo com seu líquido.
Ele caiu em cima dela. Era incrível como a amava. O que ele não sabia era que naquele exato minuto Regina sentiu algo estranho em seu útero, um incomodo, como se algo tivesse acontecendo. Estava acostumada a sentir-se estranha, afinal a magia mexe com o corpo, mas não, era diferente.
Ela afagou a cabeça de Hook que repousava sobre seu peito. Ela acabara de engravida-la.
Notas finais
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