Evidências em Aberto.
15 A Moment Like This
Notas iniciais
Acho que vocês estão percebendo que os ultimos capitulos estão meio grandinhos, sorry.
Olha nesse capitulo têm duas coisas que eu quero falar , primeiramente têm um pequeno trecho de Romeu e Julieta e no final tem um trecho de uma musica da Kelly Clarkson a musica se chama My Life Would Suck Without You.
Gente desculpe pela demora a escola sempre e o causador disso.
Espero que gostem... E se não gostaram vou fazer tudo para melhorar.
“ Estas alegrias violentas têm fins violentos
Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora
Que num beijo se consome.” Romeu e Julieta, Ato II, Cenas VI
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A manhã fria chegava a Vegas Sara e Grissom repousava no seu ninho de amor eram como um casal de adolescente apaixonados, mas o que os dois sentiam um pelo outro não era um simples e repedia paixão de adolescentes era uma mistura de atração e com o sentimento mais nobre e mais difícil de ser alcançado o amor.
- Bom dia. – Sara abria os olhos lentamente e percebe que Grissom já estava acordado.
- Bom dia. — Falava Grissom dando um beijo em seu rosto.
- Tudo bem ?
- Tudo e você? – Perguntava Grissom carinhosamente.
- Tudo...
- Como passou a noite ? – Falava Grissom
- Muito bem, mas sabe quando você sente falta de uma coisa que você nem sabe como que é ?!
-Acho que sim.
- Parece estranho, mas eu acho que eu estou com tanta vontade de ter minha filha nós meus braços que eu desejei muito nos meus mais profundos sonhos de ser acordada com o choro dela.
- Eu lembrei muito dela essa noite acho que vamos ouvir muito o choro dela!
- Eu que nunca fui muito ligada a Deus mais eu rezo todos os dias para ela sair bem daquele hospital.
- Quando mais precisamos de um ombro a ciência e a razão nos abandona. Temos de acreditar em alguma que nós não podemos ver.
- Eu sei.
- Mudando de assunto... Sabe que eu estava pensando?!
- O que?
- Daqui uma semana e uma data mais que inesquecível.
- Lá vem você com suas surpresas não quero nada ouviu?
- Esta bem...- Flava Grissom irônico.
- Eu espero.
(...)
- Catherine? — Falava Grissom ao telefone com sua amiga.
- Nossa que honra o senhor Gilbert Arthur Grissom me ligando.
- Sinto muito pela minha indelicadeza com você nesses últimos dias.
- Quando você vai aparecer aqui no laboratório para ver sua equipe?!
- Que tal hoje?!
- Essa frase foi inesperada, que horas que você vem?
- Antes do turno, quero falar com vocês...
- Eu já imaginava que era para pedir alguma coisa...
- Catherine você sabe que eu te amo né?
- Isso e noticia velha, Gil como foi ontem noite ela gostou da supressa?
- Sim mais deve uma coisa que saiu do programa...
- O que você fez?
- Eu a pedi em casamento...
- Não brinca?!
- Que sortuda heim?
- Foi maravilhoso.
- Você mencionou que EU que ajudei o senhor a fazer o quarto da minha afilhada?- Falava Catherine dando avance ao EU.
- No calor do momento eu me esqueci desse detalhe.
- Eu passei uma tarde inteira procurando coisinhas rosa, ursos de pelúcia, roupa de neném, sabe quando uma família normal começa a arrumar as coisas para um neném?
- Não...
- Claro que não sabe no mínimo três meses antes você tem noção que fizemos isso em uma tarde?
- E por isso que eu amo tanto você.
- Que vontade de te matar!
-Nós vemos mais tarde.
(...)
Uma semana havia se passado Sara ia todos os dias para ver Anne no hospital ela estava melhorando nesse pequeno intervalo de tempo , Grissom voltara a trabalhar com o “coração na mão” por deixar Sara sozinha no apartamento as coisas estavam ocorrendo da melhor maneira possível à medida que os dias iriam passando Sara e Grissom ficavam mais apaixonados e encantados com o rumo que suas vidas estavam seguindo, construiriam uma família e finalmente iriam selar esse amor com o casamento.
Era 17 de setembro Sara via sua filha todos os dias de manhã ao acorda vê que Grissom não estava mais no apartamento e resolve ligar para ele mais desiste ao um bilhete dele em cima da mesa.
- Estou no hospital fui ver a Anne te encontro lá.
Beijos, Grissom
Sara não se importa muito com o bilhete já que Grissom via sua filha frequentemente só que fica curiosa porque ele não a espera para ir juntos mais não liga muito ela sabia que ele tinha motivos para não espera-la.
- Oi, tudo bem? — Sara chegou a hospital e ver Grissom no final do corredor olhando sua filha pelo vidro, Grissom ignora a pergunta e ela o chama mais uma vez:
-Gris... – Sara encosta a mão no seu ombro e lhe chama mais uma vez. – Gris o que houve?
- Eu estava te esperando...
- Você saiu e não me avisou...
- Eu queria vim mais cedo... – Grissom se mostrava indiferente ao falar com Sara.
-Esta bem, mas tudo bem ?
-Sim, porque não estaria?
- Não sei, você me parece estranho...
- Vamos entrar, acho que a Anne esta com fome...
- Vamos... – Falava Sara tristonha.
Sara e Grissom ficaram cerca de meia hora com sua filha, ficaram calados o caminho inteiro até o carro.
- Gris... — Falava Sara se mostrando incomodada com a situação.
- Oi,
- Você não esta lembrando de nada?
- Eu não sou bom com datas eu esqueci alguma coisa querida?
- Nada de importante...
- Vamos?
- Vamos...
Grissom mantinha um sorriso irônico no rosto Sara se mostrava tristonha querendo ou não era uma data especial só que parecia que Grissom não estava lembrando.
- Estou com uma dor de cabeça. — Falava Sara entrando no apartamento.
- Quer um remédio?
-Não precisa eu vou me deitar um pouco...
- Eu vou sair daqui a pouco eu volto...
- Esta bem, beijos.
Grissom da um beijo no rosto de Sara e sai sem falar aonde iria, já era quase três horas da tarde Sara estava deitada a dor de cabeça persisti-a, ao se levantar percebe que Grissom não havia chegado tentou ligar diversas para ele mais não adiantou.
- Sara? – Falava Grissom entrando no apartamento.
- Já chegou? – Perguntava Sara sonolenta.
- Querida já olhou quantas horas?
- Ai meu Deus, nossa passei meu aniversario inteiro dormindo.- Falava Sara surpresa olhando no relógio.
- Seu aniversario?! Eu me esqueci totalmente me perdoe.
- Não tem problema.
- Mas para comemorar seu aniversario eu vou pedir sushi que tal?
- Perfeito.
(...)
Sara e Grissom ficaram assistindo televisão só que foram interrompidos com a companhia.
- Deve ser o sushi! – Falava Grissom levantando para atender a porta.
Grissom demora um pouco na porta e Sara levanta-se para ver se havia algo errado.
- SUPRESA!- falava todos da sua antiga equipe na porta do apartamento segurando presentes, balões.
- Que saudades não acredito que vocês lembraram. — Falava Sara muito surpresa.
Nick: Olha que o Grissom não deixou agente esquecer.
-Você me enganou, disse que não tinha lembrado.
- Tenho um ótimo talento para mentiras.
- Percebesse gente, por favor, entrem.
Catherine: Sara parabéns. — Falava Cath dando um caloroso abraço na amiga.
- Cath obrigada.
Todos estavam acomodados, riam e conversavam pareciam que nem eram colegas de trabalho pareciam na verdade velhos amigos.
Warrick: E como esta a Anne?
-Esta melhorando.
Catherine: Particularmente ela e igual à madrinha dela, linda e maravilhosa.
Grissom: Humildade tem nome e se chama Catherine.
Greg: Isso e verdade querem um exemplo de humildade maior que da Catherine?
Catherine: Poxa agora estou realmente ofendida!
Warrick: Tadinha ... – Falava Warrick acariciando o cabelo de Catherine.
Greg: Mais um casal na equipe não dá ! Já não basta Grissom e Sara agora vocês ! Vai acabar eu e o Nick para a titia — Greg era o mais sarcástico da equipe, todos não conseguiam segurar os risos, Cath e Warrick ficaram constrangidos com o comentário.
Catherine: Engraçadinho....
Sara: Não e uma coisa para se não pensar Cath...
Catherine: Chega né, vamos mudar de assunto, por favor !
Warrick: Concordo.
Nick: Sara quando a Anne vai sair do hospital?
- O medico disse que ate dois meses ela vai esta em casa.
Greg: Que gracinha...
Nick: Quem diria Sara, no seu aniversario você estaria com o Grissom e com uma filha.
Grissom: Vida nos surpreende a cada segundo.
- Surpreende, mais existe coisa melhor que a surpresa?
Catherine: Hora dos presentes! – Falava Catherine animada.
Greg: Ótima ideia.
(...)
- Aqui esta o meu... – Falava o Nick entregando o presente para Sara.
- Nick, obrigada mesmo. – Falava Sara dando um abraço no amigo.
(...)
Sara já havia recebido todos os presentes faltava apenas o de Grissom que apenas sorria e observava.
- Gente eu quero falar algumas coisas... Quero agradecer muito a presença de vocês no meu aniversario e que eu sinto muito falta de vocês e quero dizer que amo cada um de vocês...
- Que lindo... — Falava Catherine.
- Nós também de amamos. – Falava Greg.
- Sentimos muito falta de você. — Falava Nick.
-Agora e o meu presente. — Falava Grissom entregando uma carta para Sara.
Catherine: Você vai ler né?
- Obrigada Gris... Vou ler depois...
-Gente eu acho que agente tem que ir trabalhar?! – Falava Nick.
- Anão, estava tão bom aqui... — Falava Greg
- Temos mesmo que ir mesmo? – Falava Warrick.
- Infelizmente temos... – Falava Grissom.
Greg: Vamos?!
Warrick: Já incomodamos muito a Sara...
Catherine: Tenho certeza que sim...
Sara dá um forte abraço em cada um dos seus amigos e Grissom permanecia calado.
Catherine: Vamos Gil?
- Eu vou daqui a pouco, pode ir na frente...
Catherine: Por favor, espere eu sair primeiro para começarem a se agarrar.
- Meu Deus, e cada comentário... — Falava Sara muito constrangida.
- Que foi?! Estou apenas devolvendo meu troco em dobro, Tchau bobinhos...
- Tchau Catherine...
(...)
- Obrigada por tudo. – Falava Sara abraçada com Grissom.
- Por você eu faço tudo. — Grissom sussurrava de forma carinhosa nos ouvidos de Sara.
- Foi um dia inesquecível.
- Ainda bem que gostou...
- Eu amei... Gris? Você esta tão calado o que foi?
- Estou apenas pensativo...
- Espero que seus pensamentos estejam voltados em apenas coisas boas
- São muito bons, estou pensando que rumo que nossas vidas tomaram á um ano atrás ninguém sabia do nosso relacionamento, hoje temos uma filha.
- O tempo e curioso, muda tão repetidamente que quando damos conta que tudo já passou ficamos supressos.- Falava Sara
- Não parece que faz tanto tempo...
- Foram os melhores anos da minha vida ao seu lado. — Falava Sara fazendo um carinho no rosto de Grissom.
- Você mudou minha vida.
- Não preciso falar que eu te amo mais uma vez acho que você sabe dos meus reais sentimentos por você. — Falava Sara dando finalmente um beijo em Grissom.
(...)
Grissom havia ido trabalhar Sara ficava mais uma vez sozinha no apartamento, ela estava lendo um livro quando o silencio foi interrompido com o interfone.
- Oi...
- Sara Sidle tenho uma entrega de flores para você pode mandar subir ?!
Só pode ser ideia do Grissom- Pensou Sara.
- Claro...
Sara espera o entregador de flores na porta do apartamento, ao pegar as flores fica meio desconfiada as flores eram estranhas eram rosa que te vista nota-se que tinha muito espinhos sua cor era meio escura não era do fértil de Grissom esse tipo de coisa na verdade Grissom preveria dar uma única rosa maravilhosa do que um buque de rosas.
- Que bom te ver novamente... – Falava o entregador já se virando para ir embora.
Sara acho aquilo realmente muito estranho o homem estava com um boné que cobria seu rosto , Sara entrou no apartamento e procuro no meio de tantas rosas o cartão como convenientemente tinha que esta ali e como sempre ele estava mas bem escondido no meu de todas aquelas rosas cheias de espinhos.
Ao pegar o bilhete que estava mais parecendo com uma carta percebe que não era de Grissom como havia imagina ao ver o nome da pessoa que enviou o cartão se coração dispara freneticamente.
Las Vegas 17 de setembro de 2010.
Querida Sara,
Estava esperando o momento certo para te enviar essa carta já que a circunstancias que nós vimos novamente não foram muito agradáveis, sei que, no entanto você não se lembra de mim, mas eu me lembro de você e cada segundo.
Sei que você já pensou em me matar por todas as coisas que eu te causei toda a dor que eu te fiz passar em apenas vinte minutos de conversa mais isso não foi de proposito tudo saiu do controle quando eu vi que seu coração estava nas mãos de outra pessoa.
Sei que vamos decidir isso tudo em breve que tudo que e vou fazer toda a dor que eu vou te causar vai valer a pena não se preocupe vai ficar tudo bem.
Até lá ,
Johnny Winch.
Sara ficou de boca aberta ao ler aquela carta fazia tanto tempo que tinha esquecido se daquele homem e agora justo no seu aniversario ele aparecera novamente e como ele sabia tanta coisas da vida dela assim.
As perguntas não saiam da sua cabeça, fazia muito tempo que a policia estava o procurando eram tantas coisas que Grissom não sabia que Johnny havia feito a Sara que por desesperador que seja Sara tinha que falar para Grissom o que Johnny era capaz de fazer.
Sara se deu conta que Johnny ficou na frente mais uma vez que ele podia fazer algum mal para ela novamente que ela podia ser uma vitima fácil para ele.
(...)
- Bom dia...- Falava Grissom entrando no apartamento.
- Bom dia...
- Romeu e Julieta? –Fala Grissom comentando o livro que Sara estava lendo.
- Ah é sim.
- Uma clássica historia de amor.
- Me imagino no lugar de Julieta ver seu amor morto do seu lado.
- Romeu percebe que se ele ficasse vivo uma parte de sua vida iria ficar com sua amada Julieta .
- Gris...
- Que flores são essas ? – Perguntava Grissom curioso com as rosas.
- Isso que eu quero falar com você , por favor leia essa carta .
Grissom pega a carta nas mãos de Sara e começa ler, aquele silencio a incomodava a expressão de Grissom ficava cada vez pior ao ler a carta.
- Ele esteve aqui ?
- Eu não sei... acho que ele que veio entregar as flores.
- Se ele tivesse com uma arma Sara ?- Falava Grissom preocupado.
- Gris... têm mais uma coisa que eu queria te contar... A três meses atrás Johnny me ligo me ameaçando Lady Heather estava do meu lado quando ele me ligo e eu pedir a ela que não comentasse nada com você por que tinha tantas coisas acontecendo que você iria pirar... A morte da minha mãe mexeu muito comigo aquela época que não queria ver você desesperado por causa dele mas agora a coisa mudou ele quer ter uma conversa cara-a-cara .
- Sara pelo amor de Deus...
- Ele fez alguma coisa que eu não sabia ?
FLASBACK
Grissom estava indo para o laboratório por um motivo mais que o esperado.
- Grissom, ele chego aqui a pouco tempo ele confessou que ele realmente atropelou Laura Sidle.- Falava Brass.
- Algo mais sobre o nosso suspeito?
- Até agora só isso, ele esta na sala.
- Ok
Grissom entra na sala com Brass onde o suspeito se encontrava.
- Sr. Richard Winch porque atropelou Laura Sidle e saiu sem prestar socorro ?!
Winch não era um sobrenome qualquer para Grissom no mesmo instante Jonh Winch veio na sua cabeça logo percebe que não era uma simples coincidência.
- Acho que o Sr.Richard conhece Jonh Winch? – Falava Grissom com tom de ironia na sua voz.
- Jonh... Não conheço ninguém com esse nome! – Richard fala gaguejando.
- Vamos fazer um exame de DNA para ver se não conhece mesmo, mas até lá você esta preso pela morte de Laura Sidle. – Falava Brass.
- Ele vai pegar todos vocês, cuidado com sua namorada Grissom e o bebe dela, e a proposito ele perguntou como ela esta? Ele vai gostar muito de saber que ele esta bem!
Grissom perde a cabeça e vai para cima de Richard e Brass o segura.
- Hei... Hei calma Grissom – Falava Brass segurando e tentando acalma-lo.
- Se ele ou você fazer alguma coisa com a minha família eu mato vocês dois. – Gritava Grissom.
Grissom sai da sala onde Richard está para que suas atitudes não comprometerem nada do caso.
-Grissom? Tenta ficar calmo! – Aconselhava Brass.
- Estou bem. Ele sabe onde esta o Jonh ele esta brincando com a nossa cara. – Grissom tinha perdido a cabeça completamente não parecia aquele Grissom que todos conheciam alguém realmente mexeu com aquele cientista.
- Vou tentar ver se ele fala alguma coisa, mais até lá e só resta procurar.
- Eu não vou deixar nada acontecer com ela e com a minha filha, acho que você atende o que eu estou passando.
- E... Entendo sim, nada vai acontecer com elas, acho melhor você ir para casa Sara precisa de você.
FIMDOFLASBACK.
Grissom na verdade tinha muitas coisas que ainda não foram ditas para Sara aquele momento parecia o mais coerente para se falar.
- Sara... Na verdade você sabe que eu nunca esconderia nada de você que tudo que eu fiz foi para te proteger.
- Eu sei...
- Então descobrimos o assassino da sua mãe ele se chama Richard Winch ...
- Mas Winch e o sobrenome do Johnny eles têm algum parentescos?
- Sim, visemos o exame de DNA eles são irmãos...
- Mais o Johnny me disse que foi ele que a matou ...
- Ele te falou alguma coisa ?
- Falou no telefone...
- Mas o Richard Winch confessou que atropelo Laura ...
- Griss... Ele deve me conhecer muito bem ninguém sabia que eu tinha mãe e muito menos onde ela estava.
- Vamos descobrir isso ... Você não se lembra de ninguém que se chamava Johnny??
- Não... Eu tinha poucos amigos e todos pensavam que a minha mãe adotiva era a minha mãe biológica e eu nunca falei isso para ninguém só para você...
- E na sua infância?
- Vivi com a minha família até seis anos eu era muito amiga de um menino que morava na minha rua que era colega do meu irmão.
- Como ele se chamava?
- Se não me engano era Robert ...
- Lembra-se do sobrenome?
- Não mesmo...
- Amanhã vou pedir outro mandato de busca e prisão para Johnny Winch ...
- Espero que consiga pega-lo, mas e até lá?
- Só não tente fazer tudo que a Julieta fez!
- Digo o mesmo Romeu...
(...)
DOIS MESES DEPOIS
- Hoje e o grande dia.... – Falava Sara
- Meu Deus não acredito... – Sussurrava Grissom
-Finalmente minha filha nós meus braços sonhei tanto com esse dia.
- Eu falei que ela iria vim para casa...
- O quarto dela finalmente vai ter aquele cheirinho de bebe.
Grissom e Sara estavam abraçados no quarto de Anne a menina finalmente iria ir para casa seu quarto estava pronto seus pais não estavam aguentando de tanta ansiedade para receber sua pequena em casa a alegria era percebida nos rostos dos dois.
- Anne, hora de ir para casa. – Falava Sara pegando sua filha no colo.
- Finalmente, espero que ela seja muito feliz. – Falava a enfermeira que cuidou de Anne durante o período no hospital.
- Obrigada mesmo por cuidar da minha princesa, pode ir visitar- la quando quiser.
- Imagina sua filha e um amor... – Anne já estava com os olhinhos abertos como era o de esperar seus olhos eram iguais a do seu pai mas era um pouquinho mais azul seu cabelo eram castanhos claros sua pele branca como neve.
- Minha filha como seus olhos são lindos.... – Falava Sara encantada com sua filha.
- Depois eu que sou o pai coruja... – Falava Grissom fazendo um carinho no rosto da sua filha.
- Mais não de se espantar ela a criança que te longe foi a mais bonita que passou aqui.- Falava a enfermeira.- E realmente não era exagero Anne era muito bonita mesmo era um beleza delicada retirada de historias de princesas tinha um rosto delicado olhos que se encaixavam com sua beleza que era te se espantar.
- Viu Anne todo mundo te paparicando... – Falava Sara.
- Vamos? – Falava Grissom todo feliz por ver sua filha saindo do hospital e ver Sara radiante de tanta felicidade.
-Isso esta mesmo acontecendo ? – Falava Sara.
- Esta sim, vamos Anne ?
- Muito obrigada mesmo. – Falava Sara se despedindo da enfermeira.
(...)
- Chegamos !
- Bem vinda meu amor.- Falava Grissom pegando a menina no colo.
- Vamos para se quarto? – Falava Sara.
Grissom carregava a menina ate o quarto que parecia um quarto de bonecas.
- Olha meu amor o que seu pai fez ?! – Anne estava acordada estava muito agitada por ver todos aqueles lugares diferentes, Grissom coloca a menina no berço com muito cuidado, Sara e ele tiveram algumas aulinhas da enfermeira para aprender como se troca uma fralda dar banho.
- Agora eu realmente me sinto como e ser mãe.
- Nossa vida realmente mudou quem diria uma filha, minha mãe esta louca para vê-la.
- Sua mãe ?
- Sim ela esta chegando daqui dois dias.
- Você não me avisou nada!
- Eu esqueci, perdão...
- Você me avisa agora!? –Falava Sara irritada
- Desculpe, não foi delicado da minha parte,
- Não foi mesmo Sr. Grissom.
-Porque as mulheres têm tanto medo das sogras?
- Medo? Ela mal me conhece e se ela achar que não sou a mulher ideal para você ?
- Sara você não e mais uma adolescente, você acha que eu ainda tenho duvida se você e a mulher ideal para mim? – Falava Grissom se aproximando de Sara.
- Não sei, dizem que o cérebro do homem e muito complexo.... Vou arrumar o quarto de hospede para sua mãe. – À medida que Sara se afastava Grissom se aproximava cada vez mais.
- Acho que não... – Sara estava contra a parede Grissom a segurava pelos braços e dava alguns beijinhos no pescoço de Sara.
- Grissom, você esta maluco ?
Grissom pega Sara nós braços e caminha ate o quarto.
No que os dois estavam chegando no quarto foram interrompidos com o choro de Anne.
Sara cai na risada e Grissom fica com cara de decepcionado.
- Acho que temos que esperar ! – Falava Sara ao meio de risos.
- Acho que alguém vai se sentir mãe a partir desse momento.
- Esta bem Sara Sidle isso não deve ser tão difícil, quero ajuda viu? – Falava Sara para si mesmo.
- Está bem.- Falava Grissom
Grissom e Sara até que não saíram tão mal com a primeira troca de fralda.
- Não foi tão difícil !- Falava Grissom.
- Sei... Não se esqueça que eu estou com raiva de você. – Falava Sara irônica.
- Sei... esta com raiva de mim?!- Falava Grissom se aproximando de Sara.
- Estou... – Grissom estava em uma distancia mínima de Sara, quando ela se vira e sai
- Duvido... – Grissom puxa Sara pelos braços, ela fica de frente para ele.
- Claro que estou...- Sara com um gesto audacioso da um beijo em Grissom cada vez que dos se beijavam o beijo ficava mais intenso.
(...)
“Porque nós pertencemos um ao outro agora
De alguma forma unidos aqui, para sempre
Você tem um pedaço de mim
E, honestamente
Minha vida seria uma droga sem você’’ Kelly Clarkson
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