Everytime We Touch

30 Capítulo 30 - Your Lover


Notas iniciais
Olá amores >< Sei que demorei, tenho um pedido a fazer-lhes : LEIAM AS NOTAS FINAIS ! É IMPORTANTE ! Não revisei porque não deu tempo. Apreciem ler assim como eu passei a apreciar escrever ! Boa leitura !

''Esperar para sempre para o seu amor.Fazer crer que somos os únicos.Segurando em sussurros de seu amor.Tudo o que somos é um sonho além do amanhece'' -Your lover (Teaser)

Chegaram em casa e o cheiro delicioso de siri e Caviar invadiu as suas narinas. Aquele cheiro realmente estava muito bom, o que faria parecer aos olhos de Sasuke que pelo menos a comida estaria boa.

Foram recebidos com sorrisos e abraços de Uchiha Mikoto — Abraçados que não poderiam ser recusados, afinal, ela ainda era a mãe deles — Mikoto retirou os casacos dos filhos e os pendurou mandando eles irem lavar as mãos para o tão esperado jantar.

Sentaram-se a mesa e sorrindo Mikoto começou a servi-los aos sorrisos. Dizendo o quanto estava feliz por Sasuke e Itachi estarem ali presentes, unidos novamente, jantando juntos como uma família de anos atrás. Itachi ainda sorriu abertamente para a mãe — O moreno mais velho era coração mole, perdoava fácil. Só lhe era necessária uma prova de amor vinda da pessoa e ele logo sorria em retribuição. Itachi sempre amou Mikoto, um passo a mais para ela — Já sasuke, tudo oque fez foi suspirar. Os pensamentos do moreno eram em certa paciente que estava deitada sobre um leito de hospital e com a mãe falando não o ajudava a pensar em nenhuma solução para tira-la daquele lugar.

O jantar fora servido e apreciado em silencio. Em silencio até que Itachi finalmente disse algo.

– Estava uma delícia mãe.

Mikoto sorriu em agradecimento. Depois de tudo o que havia acontecido, tudo o que ela queria era mesmo ouvir Itachi a chamando de mãe como sempre fizera. Agora somente lhe faltava Sasuke. O jantar parecia estar bem tranquilo até que...

– E como estão as coisas Itachi?- Fugaku disse.

– Muito bem PAPAI. — A palavra papai, foi dita com certa Ironia.

Sasuke ergueu a sobrancelha direita. O moreno sabia que ia ter briga, ou uma discussão. Nem que fosse mínima. Mikoto olhou para Sasuke buscando alguma ajuda. Ela realmente queria que o jantar seguisse tranquilo.

– Que bom Itachi. E Konan?

– Ótima, e seu neto também.

– Bom queridos, vamos comer a sobremesa? Eu fiz uma torta de frango que vocês adoram!

Mikoto disse pra quebrar aquele clima maldito que havia se instalado com a iniciação de Fugaku. A morena foi até a cozinha pegar a famosa torta esperando que tudo estivesse bem. Mais quando chegou a sala de jantar Fugaku estava rindo. Isso aparentava ser bom!

– Prontinho! Aqui está! Vou servir vocês! — Depois de servir e se sentar, Mikoto notou que ninguém comia. — Ué, porque ninguém está comendo?

– É bom apreciarmos. Já que podemos. Afinal, estamos vivos.

– O que você quer dizer com isso?

– Você sasuke? Que falta de respeito com seu pai.

– Fugaku Uchiha, não me interessa se você é o meu pai ou não. Obrigada pelo jantar. Agora eu vou. Tenho muito pra fazer, ao invés de discutir.

– Sasuke filho! Fique por favor! Eu me esforcei para fazer isso tudo. Tudo por vocês...

– Fico agradecido mamãe...

– Tome pelo menos um banho de banheira. Eu deixei tudo arrumado.... por favor...meu filho...

Sasuke encarou aqueles pequenos orbes negros de sua mãe. Aqueles olhos de gatinho pidão que ele não conseguiu escapar. Chegou perto de sua mãe e a puxou com uma mão e encostou a cabeça dela em seu peito. Mikoto se aconchegou e envolveu os braços pela cintura do filho mais novo. Itachi sorriu com aquilo. Fugaku apenas observava tudo silenciosamente. Sasuke afastou centímetros a cabeça da mãe de seu peito e depositou um breve beijo no topo da testa da morena, que sorriu e deixou que uma lágrima escapasse em felicidade. Tendo feito isto, Sasuke foi até seu quarto tomar o banho de banheira. Ele realmente precisava relaxar. Quando estava na banheira recebeu uma mensagem do chefe do hospital dizendo para ele ter duas semanas de férias ou descanso. Se afundou mais um pouco na banheira e relaxou.

Durante essas duas semanas, Sasuke e Itachi conversaram. Itachi nem dava importância pro programa da web que o pai havia criado. Ele faria uma entrevista pra TókioTown e diria que foi tudo um engano. Que já está noivo de outra pessoa e que irá ser pai. E que sua história com Eloise foi apenas uma paixão, um sentimento que surgiu mais se foi. Ele contaria que jamais deixaria sua família por pedido de mulher alguma. É claro, não difamaria ninguém, mais diria a verdade sem sujar a barra do pai ou de qualquer ser que esteja envolvido naquele suposto casamento com a Drumond. Sasuke fez compras, foi ao Spa relaxar os músculos que estavam tensos, saiu com a mãe e com o pai. Como uma família. Ninguém tocou em qualquer assunto. O programa de Fugaku continuou rolando, falando sobre outros assuntos que não fossem Itachi ou Sasuke. Jogou futebol com Naruto e deu uma entrevista para a Mitsashi. A morena de coques fez perguntas do tipo '' Porque você escolheu a medicina mesmo podendo herdar juntamente com seu irmão mais velho o império Uchiha?'' '' Quando você pretende se casar?'' '' E pro seu futuro?'' Assuntos que ele julgava bobo, mais foram todos respondidos com elegância.

Como tudo passa, aquelas duas semanas também se passaram. Quando sasuke voltou ao hospital. Todos o cumprimentaram. Disseram-lhe que haviam sentido falta, e que ele realmente era o melhor. Sasuke pensou '' mais foram somente duas semanas e eu já estou fazendo tanta falta assim?'' Olha que nem foram somente as mulheres que disseram tudo aquilo. Colocou o seu jaleco e foi checar os prontuários. Estranhou o fato de que a ficha de Sakura não estar ali junto com as outras. Levantou da cadeira e foi falar com uma enfermeira.

– Hey! Venha aqui. — A enfermeira veio até Sasuke com as bochechas coradas. Ela não olhava diretamente para o moreno. Parecia até mesmo fugir de algo — Onde está a ficha de Sakura Haruno?

– Senhor eu não...

– Onde está? O quê aconteceu?

– Ela não resistiu e...

– O que fizeram para ajuda-la?

– Desculpe senhor Uchiha, eu sinto muito...

– Desculpe? Foram somente duas semanas Amaya! Traga-me todos os papéis coniventes a ela, eu quero tudo isso em duas horas.

– E como eu...?

– Não me interessa. Faça isso sem dizer a ninguém. Você pode fazer isso por mim? Amaya?- Sasuke pediu sedutoramente. Amaya sempre se derretia ao ouvir aquela voz rouca do moreno, assim como as outras. Amaya era mais tímida, então não se atirava para o moreno, mais ele atiçava seus instintos femininos.

– S-sim senhor.... já vou indo. — Disse rindo sem-graça.

Sasuke correu para o 301. Aquele quarto...estava completamente vazio. Não tinham vestígios de Sakura ali. Ele se esforçava para entender oque aconteceu durante aquelas semanas. Mais só tiraria alguma conclusão quando tivesse tudo em suas mãos.

Amaya chegou com tudo o que o Sasuke havia pedido. E trouxe com os papéis torta de sardinha e um chá de ervas.

– Aqui está senhor. Trouxe isso também. Se precisar de mim me chame.

– Okay Amaya. Te devo uma.

Amaya saiu da sala do moreno. Sasuke olhou cuidadosamente tudo aquilo. Inclusive o atestado de obito. Convulsões? Como assim ela convulsionou? Tossiu sangue? Tinha algo errado ali....algo de muito errado.Ele descobriria o que realmente havia acontecido. Quanto aquela história de Sakura ter transado com o namorado da melhor amiga, Sasuke nem ligava mais. Ele só queria que ela estivesse ali, o olhando com aqueles incríveis olhos verdes.

oOo

As luzes eram poucas. Apesar das imensas janelas estarem totalmente abertas, ainda sentia aquela escuridão dominar-lhe. Tudo parecia tão...solitário e difícil. Com aquela blusa social branca de Sasuke em seu corpo delineado em cor de porcelana , chegou perto da imensa janela que ficava atrás da cama de casal daquele apartamento no sul de Tókio. Recostou seu rosto em seu braço apoiado na batente da janela e deixou com que aquelas malditas lágrimas caíssem. Novamente ela Chorou. Chorou em raiva, em fartura.

''Abrace o silêncio

Porque não há nada que possa mudar o que eu sinto

Pegue tudo o que você queria

Agora não há nada que possa mudar o que eu sinto''

Ela estava sozinha. Mais sozinha do que nunca. Longe de seus amigos, longe de seus pais. Longe do mundo do qual sempre quis abraçar. Mais tudo o que ela teve foi a traição, o desprezo e pra acompanhar o pacote, a solidão.

''Fique firme, garotinha

O fim virá em breve''

Ela estava doente. Ela sempre esteve. A bulimia e a depressão não eram nada demais comparado a doença que ela levava em seu peito. Aquela doença chamada amor, chamada amizade. Aquilo tudo que parecia ser tão bom, para ela era muito ruim. Nada poderia ser mudado. Cair daquela altura, ficar internada e ter um coágulo em sua cabeça que pode crescer até explodir quando não esperar também não se comparavam. Não poderia ser comparado com aquela Tempestade de mentiras, de falsidade. Tudo oque ela queria naquele momento, era que aquilo tudo acabasse, mais talvez ela estivesse fadada a sofrer enquanto os outros estava felizes.

''Os oceanos estão entre nós

E não há nada que possa mudar o que eu sinto

Eu ainda posso provar o veneno

De cada pensamento

Cada suspiro que eu dei aqui''

Tudo o que aconteceu. Sua dolorosa jornada desde sua infância até ali, seria uma trilha para o paraíso? Porque o único paraíso que ela podia imaginar naquele momento era a morte. Era estar longe o suficiente.

''Farta de tudo isso

Farta de tudo isso

Não iremos seguir

Farta de tudo isso

Farta de tudo isso

Eles não entendem o quanto

Estamos fartos, estamos fartos

Deste poço sem fundo de mentiras

Por trás de olhos fechados''

Ela estava cheia, cansada. Suas forças não a permitiam mais sorrir nem que fosse a pulso. ''Pulsos'' Pensou. Talvez aquela fosse uma ótima ideia a se cogitar. De olhos fechados? Ela poderia morrer dormindo enquanto aquela sequela explodia seu cérebro. Finalmente ela fecharia os olhos e dormiria em paz.

''Um dia você conhecerá a dor

Um dia a luz atravessará

E nada que você diga a si mesmo vai nos salvar da verdade

Gritando''

Todos conhecerão a dor. Nem que for um pouco, ou medianamente. Mais conhecerão. Talvez não como ela conhece e jamais esquecerá. Ela tem marcas, tem cicatrizes de toda a dor e tristeza que sofrera. Ela chorou, chorou até aquelas lágrimas secarem naquele instante, ela puxou seus cabelos em agonia, ela gritou, gritou, gritou com todas as suas forças, mais ninguém a ouviu — As paredes do edifício eram a prova de som — Ela gritou mais alto ainda, e mais alto, mais aquela dor não passou. Tudo aquilo que ela sonhou de bom, foi tudo uma mentira....

'' A solidão, A morte, Diz '' Olá para Sakura Haruno''

Notas finais
E aí oque acharam? Ela finalmente acordou! Nos dois próximos Sasuke vai descobrir que ela não morreu! U.u já falei. A então, o que era importante e precisava ser dito, eu vou lhes dizer agora. Esta fanfic tem 85 acompanhantes desde o começo até agora. E em cada capítulo três ou dois comentários... Eu sei que no começo a escrita era muito ruim mesmo, mais eu fui aprendendo melhores modos de escrever para agradar a vocês ! Eu escrevo por prazer sim ! Mais e vocês? Porque lêem? Por favor! o MÍNIMO de reviews por capítulo deveria ser de 10! cadê a inspiração? Demorei:? sim! Eu tb tenho vida fora do Nyah Fanfiction entendam! Pensei em excluir a fanfic pelos erros grotescos, mais lembrei que tem gente que gosta e que aprecia, mesmo assim, cheia de erros. Então peço para vocês comentarem, se não tiver no mínino dez reviews até quinze reviews, eu deixo a fanfic aqui para outras pessoas lerem. É chato? É sim! ME ENVERGONHO POR ISSO! Mais entendam que eu não escrevo para as paredes. O que custa deixar pelo menos um '' Amei'' ''Melhores nisso'' ''Parabéns, amei''? Por favor! Me ajudem nisso okay? Recado dado um beijo e amo vcs ( mesmo sendo fantasminhas) ja ne