Everytime We Touch

25 Capítulo 25- Êxodus


Notas iniciais
Ouvi dizer que a fic Everytime We Touch é ótima! É isso mesmo produção? Rsrsrs Bom queridos, depois de tanto preparar esse cap pra vocês, com muito carinho eu fiz. No capítulo passado eu mostrei bastante Hentai,( Hinata e Naruto, Gaara e Tenten ) Hoje vamos contar um pouquinho da História?

Minha mochila preta está cheia de sonhos quebrados
Vinte dólares devem me manter durante a semana
Nunca disse uma palavra de descontentamento
Pensei nisso mil vezes, mas agora
Estou saindo de casa

Aqui nas sombras, estou à salvo, estou livre
Eu não tenho um lugar para ir mas
Não posso ficar onde não pertenço

– Êxodo ~Evanescence

Prazer e Dor são representados com os traços gêmeos, formando como que uma unidade, pois um não vem nunca sem o outro; e se colocam um de costas para o outro porque se opõem um ao outro.

– Leonardo Da Vinci

– Pai? Mãe? O que estão fazendo aqui?

Os olhos de Mikoto brilhavam. Não eram um brilho de felicidade, ou qualquer emoção por ter visto o filho mais novo. Mais era um brilho pesaroso. A culpa ainda a invadia, mais por segundos Mikoto podia sentir ao olhar o filho, aquele peso a deixar.

– Filho... Mamãe veio te ver...

– E você papai? O que veio fazer aqui?

A pergunta de Sasuke, para ele fora bem simples. Mais para Mikoto que achava estar a parte de toda essa situação sabia que Sasuke ainda estava triste com o pai. Fugaku suspirou pesadamente, colocou as mãos no bolso e deu a volta fechando a porta com os trincos.

– O que uma pessoa faz hospital?

– A, eu não sei. Você é uma pessoa? – Sasuke disse num tom mais irônico possível.

– Sasuke, não me falte com respeito. O que faz aqui se lamentando por essa garota?

– Você já viu o estado dela?

– Que ela está morrendo? A já sei sim. Já me informaram sobre isso.

– Não fala assim, ela não vai.

Fugaku com seu tom de voz autoritário interrompe a fala do filho mais novo- Você sabe que não pode Salva-la. É um médico, julgado ser o melhor do país, e não pode salvar a vagabundinha de cabelos cor-de-rosa.

Sasuke Respirou fundo e olhou para o teto em busca de conforto. Seu coração agora mais do que nunca apertava. Ele realmente não podia Salva-la, não podia fazer nada. Respirou uma. Duas vezes e cruzou os braços e arqueou a sobrancelha direita. Olhou sério para o pai que estava perto a porta e falou.

– É talvez eu não possa salva-la, mais isso não significa que eu vou deixa-la quando ela mais precisa. Você não conhece a Sakura, você não sabe nada sobre ela, e se veio até aqui para ofendê-la eu peço que se retire.

– Sasuke não fala assim com seu pai meu amor ele só está chateado...

– Chateado? Chateado com o que? Porque não terá mais filial em Londres? Ou porque a garota esta ali totalmente impossibilitada de ouvi-lo falar mal?

– Sasuke, por favor! Você não entende nada de amor, essa garota não te ama e nem você a ama. Que eu saiba e a família em primeiro lugar.

– A é Pai? Já que a família é em primeiro lugar porque você não deixa o Itachi ser feliz do modo dele? Porque você tem que fazer com que a mamãe trabalhe na tesouraria da empresa por causa de um mísero roubo? Não vê que ela não quer? Isso não se chama amor à família, se chama suborno. E já falei e vou repetir, vou ficar aqui, e não importa o que aconteça, amarei Sakura até o meu último suspiro. Quer você aceite ou não. Agora por favor, saia daqui.

– Sasuke, Sasuke, você ainda vai se arrepender de tudo isso sabia? A você vai.

– Amor, eu vou ficar aqui um pouco.

Fugaku ignorou a fala da esposa e saiu da sala. Sasuke sentou-se ao lado de Sakura e olhou-a. O rosto dela ainda estava pálido, estava sem cor. Ela não reagia, estava na mesma estaca.

– Sasuke meu filho... Desculpe-me... O seu pai ele está de cabeça quente ele estava cuidando de mim por causa dos pesadelos mais agora vai ficar tudo bem. – Mikoto disse tudo isso na maior inocência achando que Sasuke por estar debilitado emocionalmente pela semi-morte da rosada, não analisaria suas falas.

– De cabeça quente. Que pesadelos são esses? – O moreno disse sem desviar os olhos da rosada. Ele prestava atenção em cada palavra. Ele tinha que prestar, tinha que analisar tudo.

– Não é nada não filho. Nada de mais, já passou, o importante agora é você.

– Não desvie o assunto mamãe.

– Mais Sasuke eu...

–Sem mais...

Mikoto poderia se sentir pressionada pela atitude do filho. Mais não só pensar que ele seria sempre o bebê dela, mais ela sabia que ele estava amadurecendo com o tempo e com a situação. Mikoto não conhecia o passado da Garota, não conhecia a realidade do coração do filho, sempre quis entender o que ele sentia o que ele pensava. Conhecia Itachi, agora a Sasuke, era diferente.

– Eu sonhava com a Sakura. Ela dizia que eu havia a matado, e depois me matava. Eu acordava assustada, e Fugaku me consolava, Ino fazia chás para mim. Essa garota é um amor não me deixa de jeito nenhum.

– Vá direto ao ponto.

– Eu podia separar Fugaku de Sakura na hora em que ele estava falando aquelas coisas. Mais eu sou uma boa esposa, tenho que agradar ao seu pai. Na verdade, nem eu sei por que não a defendi naquele momento.

– Eu sei o porquê você deixou aquela situação no ar mamãe. Você tem medo dele te deixar, tem medo da situação desfavorável que pode lhe causar.

– Sasuke... — Mikoto já estava com os olhos brotando em lágrimas, aquilo doeu porque era a verdade dita pelo próprio filho.

– Sakura tinha depressão mamãe. Aconteceram várias coisas com ela durante essa época, coisas que não me convém dizer. E eu prefiro acreditar nos olhos dela. – Sasuke riu baixo- eles não estão abertos agora então você não pode vê-los- Olhou para a mãe que já chorava se sentindo culpada- Eles são lindos, puros, cheios de mágoas e carentes de amor.

– Eu espero que ela se recupere Sasuke, e que ela seja feliz ao seu lado. Se ela não se recuperar, você vai encontrar alguém melhor do que ela.

– Não mamãe, só você não percebe... Se ela morrer, eu morro junto, isso será sempre um ciclo, entre mim e ela.

Mikoto olhava pasma para o filho. Nunca pensou que Sasuke um dia diria uma coisa tão repugnante assim. Ela considerava repugnante porque nunca, se quer, ouvira alguma frase destas de seu marido. Ela nunca o ensinou a ser assim, ela definitivamente não estava no auge das melhores mães.

– Não quero perder você Sasuke... Por isso não se perca. Espero-te em casa.

– Eu não vou pra casa.

– Eu disse te espero em casa.

Seus nervos estavam á flor da pele. Sentia raiva por não ter alguém que a ame como o filho ama alguém. Raiva da Garota por roubar o coração do seu filho. Mikoto jamais provou de um amor tão lindo e puro, apenas amava a Fugaku, apenas achava que ele a amava.

Saiu do Hospital e entrou no carro. Não disse nada além de um: Vamos, Para o seu marido.

Talvez Mikoto fosse somente uma mulher como qualquer outra, em busca de Carinho, em busca da felicidade.

oOo

A casa de Taiuya estava muito tranquila. O ruivo, pai de Taiuya estava nervoso por ter chegado, chamado e filha e ela nem se quer responder. Sua cabeça latejava, seus pulsos estavam cerrando.

Ele havia proibido a filha de sair para evitar problemas com a igreja, com a santidade da menina. Ele sabia o que ela havia feito em Los Angeles, e pra que ela pudesse ser novamente purificada, ela deveria passar por um processo. Um processo árduo.

O jantar foi comido só, sem companhia, sem a filha. Já passava das dez e meia da noite e nada de Taiuya aparecer. Ela tinha ido pra escola e depois pra igreja, no caso deveria estar tudo bem, mais a igreja já estava fechada aquelas horas.

O barulho dos pés batendo contra a escada era alto, parecia um marchado. Olhou nos quartos em que ela deveria limpar e nada, no quarto dele também não. Abriu a porta devagar e entrou no quarto da menina.

Começou a olhar as coisas dela e achou um arquivo morto no computador, Não deveria ser algo tão importante assim, mais já que era da filha ele deveria saber.

Depois de alguns minutos tentando recuperar o arquivo, ele conseguiu. Era um vídeo. Viu o vídeo até o final. Sua boca estava escancarada de susto desde o começo do vídeo. Quem era essa Ino? Quem era essa Sakura? Ela estava realmente num estado tão deplorável assim? Ela precisava de ajuda.

Levantou da cadeira e fechou o arquivo. Notou a luz do banheiro acessa, e entrou lá dentro. A água que escorria do chão estava vermelha, com cheiro de sangue, a água só não vazara para o resto do quarto porque tinha um ralo perto da porta.

Inclinou a cabeça para ver o que era dentro do box e se assustou com a Imagem que vira. Não podia ser isso. Não podia, não perderia sua filha.

Chamou uma ambulância e ligou para a ex-mulher.

– O que foi? O que você quer?

– Escuta mulher! Eu não tenho tempo para discussões! Sua filha está machucada, venha para cá o mais rápido possível. Tchau.

Desligou o telefone na cara da ex-esposa. Ele não se importava tanto com a ex, afinal, era somente ex. Taiuya já estava no hospital com o pai. O diagnóstico médico ainda não sairia, demoraria um pouquinho. O pai rezava mentalmente para que Deus não deixasse que a filha tivesse algo grave ou morresse. Essa era sua vida, vida de oração.

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Tókio Japan

: Rua. Anjos del rey n*1019 . Apto no 17 andar.

Ino chegou no apartamento e foi até a recepção. Um moço de cabelos grisalhos e olhos castanhos escuros a atendeu com um sorriso malicioso. Ino sentiu nojo do velho, quando o mesmo passou a língua sobre os dentes.

– Olá senhorita, O que deseja?

– Bom dia senhor. Eu quero as chaves do apartamento do décimo sétimo andar.

– As chaves? – O senhor olhou desconfiado para a loira que sorria fingindo sinceridade.

– Sim, eu sou a namorada do dono de lá. Agora pode por favor, me dar a chave? Ou você quer que eu ligue pra ele vir até aqui? Vai mesmo querer atrapalha-lo enquanto resolve sua vida profissional? Até parece que não o conhece. Agora anda, me dê as chaves.

– Tudo bem senhorita, não precisa chama-lo. Aqui estão. – O senhor ainda estava meio desconfiado, mais ele realmente não queria atrapalhar o seu ídolo, então entregou as chaves para a suposta atual namorada.

Ino subiu de elevador com o coração ainda palpitando, ela não queria se dar mal nessa, ela não podia. Pegaria o dinheiro que ganharia com o trabalho pro Uchiha e sumiria do japão.

O corredor era imenso e lindo, todo espelhado. Era um apartamento por andar, isso o tornava ainda maior. Era quase como o de Sasuke.

Pegou as chaves e abriu a porta devagar. Ela temia que ele estivesse em casa , mais provavelmente não. Fechou a porta e foi para o primeiro quarto que encontrou. Aquele quarto estava repleto por mangás, Dvd’s do another e death note, ele era um fanático.

Quando se virou para sair do quarto de mangás, deu de cara com a pessoa que ela nunca mais queria encontrar.

– Ino...

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Aeroporto de Tókio

7 horas antes

O som dos aviões decolando eram música para os turistas e viajantes, mais era sinônimo de tristeza para os familiares que passariam algum tempo sem vê-los. Os aviões da agência rhoncus(do latim que significa subnível) eram enfeitados por armas e mangás,cultura japonesa era assim.

Parada no topo da escada do avião que a trouxe de Los Angeles, olhava tudo boquiaberta. Era realmente muito mais do que ela imaginava, era tudo perfeito. Parecia até mesmo mentira, os enfeites de mangá deixavam um tom de infância sem ofender a maturidade.

Havia estátuas de bonecos de vários animes todos os que ela nunca imaginou existir. Isso não tirava de jeito maneira a formalidade dos japoneses, e muito menos a sua profissionalidade.

As vestimentas dos trabalhadores e das aero-moças eram comportadas e fofas, dando aquele tom de fofa mais sexy. Seria mesmo daquele jeito? O Japão era mesmo a terra dos sonhos em que sempre ouvira falar? Descobriria isso mais tarde e até faria uma matéria sobre o país.

Desceu as escadas devagar e começou a andar em direção a saída. Não conhecia a língua japonesa, mais como eles usavam o inglês, a essa língua ela dominava. Chamou um táxi e foi se hospedar em hotel que alugara comercialmente.

A Mitsashi adorou as vistas japonesas, mais ela tinha um problema em discernir quem era quem. Para ela, os japoneses tinham a mesma face, os mesmos traços. Talvez ela demorasse um pouco para aprender a diferenciar e reconhecer o rosto de cada um.

Desfez as malas e tirou os sapatos altos. O que ela precisava agora era ir até ao governo e descobrir onde está a garota, a falada Sakura, da família ‘perfeita’. Isso não seria problema, aos jornalistas o governo ou qualquer coisa que seja, dão a eles qualquer informação requerida como precisa.

Não sairia de casa, apenas ligaria e depois pesquisaria tais endereços. Pegou o telefone celular da operadora Glow ( Inventei, até a Ino tem um u.u delírios da autora uehuahuea ) E discou o número da prefeitura.

– Governo de Tókio, aqui é o Yukiteru com quem eu falo?

– Bom dia, aqui é Mitsashi Tenten a Jornalista mundial.

– É uma honra senhorita. No que posso ajuda-la?

– Preciso de informações sobre Haruno Sakura, informações detalhadas.

– E como a senhora prefere?

– Correio. Quero tudo impresso, e se não for incomodar quero as cópias num CD.

– Mais alguma coisa senhorita?

– Não.

– Antes preciso que me diga o porque quer isso para que eu posso liberar tais informações?!

– Fazer uma matéria sobre a família Haruno de Los Angeles. Uma suposta família perfeita.

– Entendo. Me passe o endereço para enviar os pedidos.

– Rua Nikki dark apartamento n* 1567, só pedir pra entregar que eles sobem com a encomenda.

– Em dois dias terá tudo em mãos. Tenha um bom dia.

– Obrigada.

Agora era só sentar e esperar que logo teria sua linda e preciosa informação. Tenten era conhecida mundialmente por seus trabalhos jornalísticos exemplares. Ela estudou muito para tal ato. Era mais velha que o amado ruivo, mais para ela idade não importava. Ela só tinha 23 anos e ele 17, logo ele faria 18, era uma idade boa para um futuro casório.

Uma de suas maiores vontades era encontrar Gaara e perguntar se ele ainda amava a quem o traiu. Mais se o fizesse ele a odiaria eternamente.

Entediada de somente estar ali, decidiu sair um pouco e conhecer a cidade de tókio.

Andava pelas ruas e todos a olhavam. Aquilo não a desconfortava pois eles sabiam que ela era Americana. O jeito de eles andarem, o jeito deles sorrirem, era realmente uma cultura totalmente diferente.

Parou em frente a um restaurante e o cheiro de sushi invadiu suas narinas. Ela finalmente experimentaria o Sushi tão natural quanto à luz do dia.

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Tókio

12 Horas depois

Depois que Itachi havia saído do apartamento Konan ficou o tempo todo pesquisando nomes e coisas para bebês, ela não fazia ideia do sexo do bebê, mais preferia se prevenir mais tarde. Depois de tanto pesquisar chegou à conclusão que deveria escolher junto com Itachi.

Almoçou salada e sushi e tomou um suco de abacate. Deitou-se no sofá e alisou a barriga. Ela amou Itachi quando descobriu sua gravidez, esqueceu-se completamente dos casos do passado.

Ela nunca pensou em ter filhos, nunca quis ter um. Mais a notícia a deixou feliz. O bom de tudo isso é que ela conhecia Itachi, sabia que ele cuidaria dela e do filho deles. Teria de dar um basta em sua profissão que tanto ama, para amar ainda mais a sua nova família.

Algo a preocupava. Como Fugaku Uchiha reagiria? Ela conhecia Fugaku, ele poderia ser legal e tudo mais, mais o calo dele era os filhos e a empresa. Respirou fundo com o tal pensamento.

Esperaria o amado chegar e discutiria isso com ele. Enquanto isso foi assistir a única coisa que passava na televisão, aquele filme passava quase todas as tardes. A lagoa azul.

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Veneza, Itália

19 horas depois

Angelin, mãe de Taiuya já havia chegado ao hospital em que era destinada. Seus nervos estavam a flor da pele. Queria tanto saber o que aconteceu, apenas foi lhe deixada a preocupação de que sua filha estava em um hospital pois havia se machucado. Que bela informação. O hospital era enorme e tinha alguns santos pendurados sobre as paredes, aquilo fez Angelin se enojar.

Nunca havia visto tantos santos assim em um só local, mais nem em igreja católica ela havia visto. Olhou para a recepcionista e rezou mentalmente para que tudo desse certo. Recostou o braço no balcão da recepção e sorriu.

– Bom dia, posso ajudar?

– Bom dia. Claro que pode. Quero ver minha filha, Taiuya Shirota.

– Claro, o quarto 16, siga reto e vire a esquerda, pode entregar essa passagem pro segurança e só entrar e seguir reto que o quarto dezesseis é logo em frente.

– Obrigada.

Pegou a permissão de passagem e seguiu para onde a recepcionista lhe indicou. O duro era ver a filha em estados deploráveis. Por mais que Taiuya quando esteve em Los Angeles fez coisas erradas, ela estava feliz, e nunca havia se machucado. Taiuya adorava Veneza quando mais nova, não sabia ao exato o que a fez ficar mal. Nem sabia o que havia acontecido.

Bateu na porta e em seguida entrou sem esperar um sinal de permissão de entrada do ex-esposo. Fechou a porta e viu a filha na cama. Seus olhos se encheram de lágrimas. Era o fim do mundo ver a filha mal.

– Ô minha filha...- Disse chorando. Andava em direção a ruiva querendo abraça-la.

– Ai mamãe, parece que eu morri e ressuscitei.

– Taiuya! – Indagou o pai em tom de desaprovação com a fala da filha. Taiuya riu.

– Eu estou bem mamãe.

– O que aconteceu?

– Eu me cortei mamãe. Me cortei fundo.

– Taiuya... Porque meu amor?

– Eu estava chateada. Sabe a Ino,ela traiu a Sakura primeiro. Sakura esta doente mamãe...está morrendo.

– E como sabe?

– Tenho meus contatos. Eu me sinto culpada. Preciso ajuda-la.

– Nós iremos.

– Mais Luccius nós nem estamos a parte da situação.

– Pesquisaremos então. Mais a ajudaremos.

– Não dá pra fazer nada com você Luccius.

– Não me veja como esposo, me veja como o pai da sua filha que quer ajudar uma amiga.

– Sakura não é exatamente minha amiga. Só é injusto vê-la sofrer por mentiras. E por favor, não briguem agora.

– Quando sairmos daqui eu prometo que nós iremos procurar por todos os cantos informações necessárias para ajudar essa moça.

– Isso. Agora descanse filha.

Angelin Depositou um beijo na testa de Taiuya e saiu do quarto juntamente com o es-esposo Luccius. Eles se sentaram em um banco que estava enfeitando o corredor.

– Me diga Luccius. O que aconteceu realmente?

Luccius contou tudo a Angelin. Eles se sentavam em uma boa distancia. O passado deles ainda se fazia presente os afastando e sua filha os achegava. Era uma matemática muito estranha para esta família.

oOo

Tókio, Japan

14 Horas depois

Itachi estava na casa do irmão mais novo é claro. Fazia tempo que havia vindo visita-lo e até agora estava lá hospedado na casa dele. Os pais dele chegaram em seguida trazendo uma felicidade estranha demais para o gênio dos Uchihas.

Ele havia deixado Konan no apartamento dela enquanto ele passaria em casa e depois no hospital ver como estava o irmão mais novo. Fazia tempo que não descansava, que não ficava sozinho. A vida de solteirasso acabaria logo quando se cassasse com Konan, a mãe do feto dele.

Seu pai Fugaku, ainda não sabia de nada dessa grande surpresa, e ficaria uma fera quando soubesse. Ele tinha noção do que o pai podia fazer com ele dali pra frente. Mais jamais deixaria o seu filho na mão, juntamente com a mãe da criança. Talvez aquilo o trouxesse uma futura dor de cabeça, mais ele teria que pegar uma neosaldina e aguentar tudo.

Desferir um ou dois socos no pai não aliviaria a dor dele e muito menos a do irmão. Ele via que a mãe sofria, mais não se achava no direito de consola-la. Ou talvez a mesma não merecesse tal consolo.

Deitado na cama com o tablete na mão, já nervoso por não conseguir jogar aquele joguinho que considerava do capeta, viu uma foto empresa presa na parede do quarto. Eles eram novos na época, Sasuke estava sorrindo, todos estavam sorrindo. Queria de volta aqueles sorrisos sinceros e confortantes dos pais e do irmão.

Fechou os olhos e sentiu a garganta embolar em nós de tristeza.

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Após sair do hospital, Fugaku Uchiha decidiu passar junto com Mikoto na empresa dos Hyuga. Ele tinha que começar logo as gravações do web Jornal que teria parceria com o amigo. Tinha em mãos os papéis ensaiados da notícia, da primeira noticia que ele gravaria para dar Ibop e não frustrar seus futuros planos.

Os investimentos sempre aumentavam os lucros, e dessa vez aumentariam ainda mais. Percebeu a expressão triste e brava da esposa. Mais ele passaria por cima daquilo. Mikoto entendia tudo o que ele planejava. Ela sempre estava a parte de tudo. Sempre fora uma mulher fiel e submissa. Submissa até demais. Era um exemplo de mulher.

Talvez o que ele fizesse dali pra frente prejudicaria a sua vida com os seus filhos, mais ainda teria sua esposa como incentivo ao seu lado.

Adentrou as portas da empresa e foi direto ao Studio. Hanabi estava particularmente bem vestida com sua elegante roupa social prateada e branca. Estava tudo preparado para a gravação. Mikoto se sentou sem cumprimentar as pessoas que estavam ali. Ele achou aquilo uma falta de educação.

Cumprimentou a todos e sentou-se ao lado de Hiashi para ver como tudo sairia. A gravação por fim começou. Hanabi estava sentada numa cadeira coberta de plumas na cor negra, o resto do Studio era enfeitado nas cores pratas, branca, e cinza com um leve toque creme. Resumindo, tudo luxuoso.

A morena sorria para as câmeras enquanto gravava as notícias das empresas. O começo da gravação seria apenas uma breve apresentação, contando sobre os criadores do Web Site, e o porque desta criação. Uma biografia mínima sobre eles e sua família. Os artigos sobre seus planos ainda não sairiam. Deveriam ir com calma e deixar aquele gosto de quero mais.

– E no próximo bloco, iremos mostrar um pouco sobre as empresas e suas junções. O que será que os dois grandes mestres industriais de Tókio estão tramando? Não perca. Quinta-feira tem muito mais. Um beijo galerinha.

E foi assim que Hanabi se despediu das câmeras. A gravação foi perfeita. Agora era só mandar para o ar e sairia tudo bem. Não tinha como nada dar errado aquela altura do campeonato.

Despediram-se com um aperto de mão e um sorriso formal.

Mikoto estava séria. Séria demais. Perguntaria o que houve, mais não era necessário. Ela estava assim por causa de Sasuke, Pelas palavras de Sasuke. Sasuke cresceu e quis se tornar tão independente a ponto de aos olhos de Fugaku, esquecer-se dos pais e da empresa que em breve precisaria de um sucessor, ou melhor, dois.

Chegaram no estacionamento e quando iam sair do Carro Mikoto travou as portas com o controle do carro.

– Mikoto o que está fazendo?

– O que eu estou fazendo? Como me pergunta isso? Fugaku eu estou perdendo os meus filhos!

– Não, você não está. Eles querem assim Mikoto.

– Mais amor, você não viu como o Sasuke estava? Ele estava mal! Ele está totalmente apaixonado por aquela Garota! Pela Sakura! E ele não vai deixa-la de jeito nenhum e você sabe!

– É eu sei. Mikoto. Isso será somente uma fase. Não tem jeito. Ela morrerá logo e deixará o Sasuke livre e ele voltará pra casa e será novamente nosso filho.

– Assim eu espero...

Fugaku depositou um selinho na esposa e pegou o controle das mãos dela e destravou as portas. Saiu do carro com o típico sorriso sedutor dos Uchihas. Mikoto Riu e Saiu junto. A morena esperava ver Sasuke aquela noite com eles, jantando em família.

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Hospital de tókio

Por volta de 4 ou 5 horas antes

Depois que Fugaku havia deixado o quarto 301 onde estava Sakura, ele começou a andar pelos corredores procurando sair de lá. Quando estava perto de descer para o estacionamento exclusivo encontrou com uma enfermeira, aparentemente muito bonita.

– Senhor Uchiha posso lhe dar a palavra por um instante?

–Como quiser. Mais seja breve.

– É sobre o seu filho.

– Qual dos dois?

– O doutor Sasuke.

– Prossiga.

– Essa garota, a do 301 o está deixando louco. Ela não tem mais tempo pra viver, ela logo morrerá e eu acho que ele merece alguém melhor. Alguém que cuide dele.

– E o que você quer? Está insinuando que seria uma esposa perfeita pro meu filho?

– Não exatamente. O que eu estou querendo dizer, é que já falamos sobre isso com ele, mais o Doutor Sasuke não deixa e nem se quer nos permite entrar naquele quarto. Acredito que não gosta de ver o filho sofrer não é mesmo?

– Sim, é verdade. Eu detesto ver isso. Eu entendi que o que você quer. Dê-me o telefone e todos os dados possíveis do dono deste hospital, mande tudo por mensagem. Aqui está meu número. Esse problema será resolvido.

– Pelo bem dele e dos futuros pacientes.

Fugaku desceu até o estacionamento e ficou esperando a sua esposa chegar. Não contaria sobre isso a ela, ela talvez se sentisse culpada mais tarde.

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Depois de Sair do colégio deixando Hinata dormindo e bem cuidada. O loiro sorriu. Um sorriso puro e inocente. Ele manteria esse segredo até que Sakura se recuperasse. Em sua cabeça, se Sasuke soubesse que Hinata e ele haviam voltado, ele poderia ficar mais magoado ainda. Embora o loiro não tivesse culpa alguma do ocorrido.

Seu caminho agora era o campo de futebol. Treinaria e mais tarde veria o amigo. O campeonato ainda estava de pé, e por isso ele precisava treinar. Tudo ficaria bem ele sabia, ele sentia.

Depois de horas treinando, o cheiro de sushi era tão agradável que resolveu comer. O nome do restaurante era Sushi Bush, ali vendia os melhores tipos de Sushi, ele adorava aquele lugar.

Decepcionou-se quando viu o local completamente cheio de pessoas desesperadas para provar daquilo que o mesmo julgava ser uma delicia. Um homem alto veio em seu encontro e levou-lhe até um lugar ao lado de uma moça alta e morena que se deliciava nos sushis.

– Pode se sentar Loiro.

– Se não for incomodar.

– Espera um pouco! Você não é o jogador? O melhor jogador?

– Sou sim.

– É um prazer conhece-lo. Eu estou adorando esse lugar, eu sou americana.

– Percebi pelo sotaque.

– Se não for incomodo, você poderia ir até meu apartamento mais tarde pra fazermos uma entrevista para o jornal mundial.

– Você é jornalista?

– Sim, a famosinha especialista.

– Nossa cara, legal te conhecer. Eu topo mais primeiro vamos comer porque o Sushi Bush é outro nível.

A morena riu com o comentário do Loiro. Ela particularmente o achou divertido só de cara, faria uma matéria sobre ele, aproveitaria o máximo enquanto estivesse ali no Japão.

Naruto ficou todo feliz por ser solicitada uma matéria para o jornal mundial. Ele pensou em agir naturalmente, até porque, fingir não era bem seu ponto mais forte.

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Mansão dos Hyuga’s

5 horas depois da gravação

Hanabi já havia tomado banho e tirado toda aquela maquiagem que cobria sua beleza natural. Penteou os cabelos e desceu para a cozinha. Sua barriga ainda roncava de fome, isso porque não fazia nem uma hora em que ela acabara de comer. Joe estava na cozinha preparando caviar que Hiashi tanto adorava.

– Joe!

– Olá senhorita Hanabi.

– Ai sem cortesias Joe.

– Sempre serei cortês.

– Isso é chato sabia?- Hanabi e Joe riram.

– O que deseja pra lanchar agora? Ou melhor lanchar de novo pela terceira vez.

– Não me zoa! Eu só to com fome. Eu quero sanduíche, mais natural. O seu é o melhor.

– Assim eu me convenço senhorita.

– Pode se convencer, é verdade, você é bom em tudo Joe. Sortuda será a mulher que irá se casar com você. – Após ditas palavras, Hanabi ficara vermelha igual a um tomate. Joe a olhou e sorriu. — Quer dizer... Eu... A deixa.

Joe fez os sanduíches e serviu Hanabi. A morena melou até o cabelo com o molho branco. Hanabi foi se levantar e caiu da cadeira da copa, derrubando uma tapouare de creme de peixe em cima da mesma. Joe abaixou-se rindo baixinho com um paninho nas mãos.

Ele limpava o rosto dela delicadamente. Hanabi corada olhava dentro dos olhos de Joe. Ela considerava os olhos do moreno particularmente lindos. Joe encarava os olhos da morena, mais sem parar de limpar o rosto da mesma.

– Joe. – Hanabi sussurrou.

– Hanabi. – o olhar deles era puro, eles se aproximavam sem perceber se havia alguém por perto. Seus lábios se tocaram devagar, num beijo calmo e leve. Sem danças de línguas ou coisas do tipo, apenas um beijo puro. – Hanabi me desculpe eu não...

– Cala a boca Joe. Eu também quis.

– Eu tenho que terminar de fazer o caviar do seu pai, ele deve estar faminto.

Joe fugiu de todos os assuntos futuros que deveria ter com a morena. Hanabi entendia o que ele sentia. Apenas se levantou sorrindo e saiu da cozinha com cheiro de creme de peixe e um sorriso nos lábios. A morena com o tempo passou a sentir um carinho por Joe, um carinho que poderia ser estranho para o seu jovem coração, mais ela entendia que estava se apaixonando aos poucos.

Notas finais
Hey queridos? Está dando para entender bem a história? O que acharam? Quem vocês acham que Ino encontrou? Nossa, nem da pra saber não é mesmo rsrsrsr eu não sei fazer mistérios rsrsrs O que acham da atitude do Sasuke com os pais? O que a enfermeira conversou com Fugaku? O que ela está tramando juntamente com ele? Naruto encontra todo mundo nér gente rsrsrs claro, desculpa, mais não somente no anime, mais na fic também, o Naruto tem esse gênio >< O que estão achando? E sobre algumas perguntas que fizeram : Sim, Sasuke vai saber a verdade e obviamente sentirá várias coisas a respeito. Só não conto quem é vai dizer tudo a ele srsrsrsr Bom, Obrigada pelo reviews do capítulo passado. Mandem suas opiniões Okay? Vou me especializar em Layouts para fazer um vídeo da fic, mais um vídeo legal e não broxante! Bom queridos, é isso aí, Obrigada pelo carinho Okay? Bejaun Ja ne