Everytime We Touch

40 Capítulo 40- The End


Notas iniciais
Olá meus queridos! Bom eu peço perdão por demorar tanto para trazer o último capítulo de Everytime We Touch. Semanas de provas, trabalhos, irmãzinha para cuidar, pane no computador, o outro perfil...Desculpem-me por fazê-los esperar tanto tempo. Perdoem os erros, eu não tive tempo para betar (Acho que irei enlouquecer com tanta coisa) Enjoy!

Ela estava sozinha. Ela estava vendo Sakura e Sasuke partirem. Gaara já havia entrado no avião e já estava decolando pela enorme rampa antes de ir aos céus. Era como se o mundo estivesse acabando. Todos os pilares e reinos que ela havia construído estavam sendo derrubados. Colocaram as duas mãos na barriga e suspirou olhando a traseira do avião branco. Tudo estava se acabando.

'Quando Gaara te abandonar com o bebê não venha falar comigo!'

Gaara a estava realmente deixando. Deixando-a sozinha, com o bebê. Sozinha. Olhou para trás e viu Sakura nas costas de Sasuke, Ele a levava para a saída do lugar. Eles estavam felizes, tudo estava terminando bem. Para todos. Um sentimento, uma visão mental de que um buraco negro a sugaria caso ela não sugasse alguém. Colocou as mãos na cabeça e fechou os olhos com força, correu até Sasuke e Sakura que ainda caminhavam/carregavam até a saída. Com as duas mãos ela os empurrou. Sakura foi a que caiu mais longe, pois estava nas costas de Sasuke que levantou tirando Ino de cima da rosada que estava no chão.

–A CULPA É SUA! SUA CULPA SAKURA!

Aquela altura do campeonato, todos já estavam a observa-los. Sasuke puxou Ino de cima da namorada.

– Você precisa se tratar.

Ela não era louca. Era? Só se fosse louca o suficiente para fazer de tudo pelo que ela mais quer na sua vida. Uns seguranças tiraram Ino de Sasuke que a segurava. O moreno correu para ajudar a namorada que só sentia uma leve dor no joelho direito e tornozelo esquerdo. Ele perguntou se ela estava bem e ela disse que era só uma dorzinha. Ino estava gritando que ela não era louca e que a culpa era de Sakura.

Ela ficou mais brava ao ver que Sakura estava abraçada com o moreno e por incrível que pareça, ela não estava chorando. Ela gritava para que Sakura chorasse, ela gritava dizendo que ela ruim e que era fria. Mas Sakura era o oposto do que a Ino a descrevia.

–podem leva-la ao centro de tratamento. Logo comunicarei a mãe dela.

–Preciso da sua assinatura doutor Uchiha Sasuke, please.

– Assinarei quando chegar là. Por enquanto levem-na. Ela estava sendo levada, para ser tratada psicologicamente. Era tudo tão fútil, tão ruim e difícil de controlar. Ela gritou mais uma vez, dizendo que ficaria que se vingaria. Mas ninguém deu bola. Sasuke pegou Sakura no colo e a levou para o carro.

–Vamos falar imediatamente com a Senhora Yamanaka.

–Eu falo Sasuke-kun. Deixe isso comigo.

oOo

Sasuke, Sakura e Gaara não haviam chego de Los Angeles ainda. O que dava mais tempo para se divertirem e planejarem diversas coisas. Não que eles fossem empecilhos para as diversões deles, pelo contrário. Eles precisavam de um tempo. Itachi alisava a Barriga pequena de Konan e a beijava. Ele queria saber qual seria o sexo do bebê, qual seria a primeira palavra, com quem se parecia mais tanto no físico quanto na personalidade. Konan ainda estava em choque pela declaração em rede Itachi. Mas o que mais a chocou foi que Fugaku não disse uma palavra se quer. O Uchiha Pai havia saído com Mikoto e só voltariam depois de algumas horas. A casa era só deles.

– Foi lindo. Você foi corajoso.

–Acha que Sasuke ficou orgulhoso de mim?

–Itachi... Porque diz isso? -Konan perguntou olhando nos olhos puxados do moreno.

– Sasuke é o meu presente. Quero impressiona-lo com minha sinceridade pelo menos uma vez na vida. Konan riu divertida das palavras do noivo e quando parou de rir, encarou um Itachi com um semblante indiferente.

– Qual a graça Konan?

–Você é a graça.

Era para Sasuke tentar impressiona-lo Itachi. Isso é fofo, ver que se preocupa e ama o seu irmão. Eu invejo isso. Os olhos de Itachi se arregalaram com tal revelação.

– Eu sei que você gosta de mim e do nosso filho Itachi. Mas eu sei que do mesmo modo que você olha pro seu irmão, será o modo como olhará nosso filho, mas não é o mesmo modo que me olha.

– Mas não é por isso que te amo menos Konan.

A azulada arregalou os olhos. Ela já podia sentir lágrimas se formando em seus olhos. Ela sempre acreditou na própria verdade, e ouvir aquilo de Itachi eram como se um sonho realizado.

– Eu disse que te amava e quando disse eu não brinquei.

Konan agarrou os cabelos negros de Itachi o beijou ferozmente. Aquela foi a resposta dela. Uma resposta sedenta de amor e desejo. Itachi passou as mãos sobre as coxas de Konan e a mesma já se deitava cuidadosamente sobre o sofá da sala. Ela queria tanto tê-lo mais uma vez dentro dela.

–Espera Konan. Eu não vou conseguir. Você está grávida e a gravidez é delicada.

– Vou ter que esperar nove meses pra te sentir dentro de mim outra vez?

Itachi riu com o comentário da noiva. Ela estava desesperada por um bom sexo. Mas fazer o que, ordens médicas ainda são ordens, e acima disso, ele broxaria. Não conseguiria sabendo que tem um bebê ali. Eles de sentaram e se abraçaram. Itachi depositou um beijo na testa de Konan que sorriu.

–Esse é o nosso começo Konan.

oOo

Para Hinata estava tudo indo bem. Sakura, Sasuke, Itachi, Konan, seu pai, ela e Naruto. E agora Hanabi que sempre quando dava se pegava com o filho da empregada. A irmã mais nova estava feliz daquele modo, a mesma disse que era nova para assumir um compromisso desses, então de pegariam quando desse e se dedicaria a ginástica. Ela e Naruto viviam noites acordados se amando, rindo, fazendo planos. Tudo melhor que antes, tudo mais feliz que antes. Ela o via jogar futebol, ele a observava dormir. Ela o via jogar no Xbox e ele a via cozinhar. Eles se completavam se viam, se amavam.

Depois de tanto tempo longe um do outro, depois das brigas, das mentiras, das descobertas, das declarações, não haveria mais nada que os fizessem desistir um do outro. Tudo estava em seu perfeito eixo, e nada romperia aquele movimento.

oOo

O cheiro de madeira maciça estava leve para o ambiente com clima pesado. Fugaku e Hiashi se encaravam. -Eu não posso culpar sua filha Hiashi.

–E nem deve. Culpe o seu filho.

–Porque Culparia Itachi? Ele merece ser feliz também.

–Fugaku você não é capaz de levar mais a frente a Uchiha... Você não tem nada e nem ninguém que possa fazê-lo.

Hiashi era astuto e sincero. Nada o faria calar, ainda mais quando o assunto era empresa. A Hyuuga foi fundada desde seu terceiro á quarto Tataravô, e crescendo sem jogo sujo. Pelo menos até onde Hiashi sabia. Para um amigo, Hiashi poderia ajudar a Uchiha com um emprèstimo, um investimento talvez, mas quem no mundo não quer estar a frente do outro? O mundo estava repleto por pessoas competitivas, por pessoas ambiciosas, onde todos queriam vencer, onde jogariam sujo. Onde um venceria e chegaria ao topo primeiro, assim carregando seu troféu no mundo.

Fugaku sabia que aquele era o fim para o império Uchiha e que com o passar dos anos esse nome logo cairia no esquecimento. Mikoto segurou as mãos do marido que olhava sério para Hiashi. A mulher era esperta. Sabia assim como o Marido que não havia nada que eles poderiam fazer dali em diante. Fugaku antes de sair de casa, disse que faria uma última web show em parceria com os Hyuuga, se desculpando e aí as muralhas de seu império começariam a cair.

Mikoto apertou a mão do Marido que a olhou de canto. Ela sorriu para ela tentando acalma-lo. Eles arcariam com um enorme prejuízo dali em diante. -Eu sei que não hà mais nada e nem ninguém.

–Convoque uma reunião Fugaku e diga para seus maiores empregados sobre o fim desse império. Fugaku ao menos se deu o trabalho de respondê-lo, segurou firmemente a mão da esposa e se retirou da sala de madeira maciça de Hiashi Hyuuga, seu, até segundos atràs, amigos. Fugaku ou Mikoto jamais imaginaram que Hiashi os deixaria afundar. Eles criam que nunca chegariam a esse ponto, de ver seu império desmoronar e pedir ajuda a quem sempre ajudou e ter o deu pedido recusado.

Fugaku puxava Mikoto para o estacionamento com pressa. As pessoas ali já deveriam imaginar o quão difícil àquela situação se encontrava para a família Uchiha. Ele não queria que mal olhassem a esposa que tanto amassem. Ele não queria vê-la chorar e nem sentir falta de nada. Eles entraram no carro. Fugaku suspirou e sorriu para a esposa que o encarava.

–vai ficar tudo bem meu amor.

Era incrível como Mikoto podia ser doce até em momentos ruins.

–Eu não vou deixar que tirem o mundo de você. De alguma forma o colocarei em suas mãos. Fugaku sabia como ser protetor para a sua mulher.

De uns tempos para cà ele aprendeu com toda uma situação a ser mais, digamos, carinhoso. O moreno patrono depositou um beijo na testa da esposa que deixou algumas lágrimas cairem. Mas não era de tristeza. Mikoto ainda tinha seus filhos, seu marido e suas futuras noras. Era provável que perdesse amigas por ter perdido o domínio do império Uchiha, mas ela pouco se importava. Tendo sua família ao deu lado jà era demasiadamente gratificante. A morena sorriu para o Marido que deu partida no veículo negro. Ela viveria por eles, por ela. Por amor.

oOo Itália – Veneza

Tudo sucedia bem para Taiuya. Após ter deixado Los Angeles, após ter passado por problemas com os pais ela pode ver seu caminho sendo fervorosamente iluminado. Os pais estavam juntos e agora ela estava junto com um garoto do qual conhecera na escola de teologia. Ela poderia dizer que eles de amavam. Sim se amavam se amavam pelos beijos, pelos abraços, por segurar as mãos, por sorrir e olhar profundamente, por orar juntos. Estava tudo perfeito. Eles jà haviam decidido que após terminarem a faculdade se casariam na igreja e selariam suas almas finalmente.

Dessa vez, Taiuya não tinha pressa com o sexo, ela tinha pressa em vê-lo, abraça-lo e beija-lo. Ela se tornou uma pessoa totalmente diferente do que era antes. Não sendo mais uma menina e sim uma mulher. Quanto aos antigos amigos? Nem sinal deles, e sinceramente nem queria saber. Ela os deixou para o mundo, para Deus e isso bastava. Colocou seu vestido lilás e o salto preto, sua maquiagem era clara, simples. Passou um perfume leve da marca Dolcce&Gabanna e desceu as escadas. Eles a esperavam. Eles estavam ali com ela e para ela.

oOo

O hospital psiquiátrico de Los Angeles nunca fora tão agitado quanto aquela vez. Ino não parava de gritar. Era estranho vê-la culpar Sakura por não ter conseguido o que queria para a própria vida.

A senhora Yamanaka adentrou a sala de espera e logo avistou Sasuke e Sakura. Ela os olhou e sorriu fraco. Eles se levantaram para cumprimenta-la e ela os abraçou forte. A loira tentou ser forte, mas não conseguiu. Ela chorou nos braços do casal. Sasuke e Sakura estavam ali para conforta-la, para ajuda-la. Sasuke era um bom homem, um bom médico e por ser um bom médico ele fez o que deveria fazer.

–Senhora Yamanaka. Essa fora somente uma crise. Ino passará logo por ela. Ela só precisa de um tempo para aceitar e ver que tem a você.

–E se machucarem ela? A loira disse desvencilhando-se dos dois. Seus olhos jà estavam vermelhos por conta do choro de dor pela filha.

–Não vão. Eu reuni a melhor equipe de Los Angeles para cuidarem dela. Dela e do bebê.

–Obrigada Doutor Uchiha. E me perdoem por ela.

A loira dizia sofrendo.

Ela nunca pensou que sua única filha chegaria a esse ponto. Se quer imaginou estar agradecendo alguém por essa ajuda. Ela se curvou para Sasuke e Sakura. A rosada ruborizou com tal ato. O que eles eram reis? Sacerdotes? Não, não eram nada disso. Não era necessário usar tal reverência a eles.

–Não se curve. Vá ver a sua filha. Fique bem. Nós temos que ir agora.

A senhora Yamanaka ouviu as palavras da rosada e sorriu para os dois. Foi correndo ver e tentar amparar a filha que estava em um estado deplorável. Sasuke e Sakura saíram do hospital e já estavam no estacionamento. Um carro vermelho estacionou perto deles. Um moreno, um tanto mais baixo que o Sasuke se aproximava com cuidado. Ele tinha uma expressão incrédula ao olhar a rosada. Sasuke imaginou quem deveria ser e abraçou a rosada por trás.

–Sasuke-Kun não seja ciumento. — sussurrou a rosada para o seu moreno.

–Humpf. — Sasuke respondeu fazendo Sakura sorrir. O moreno se aproximou e a encarou. Sasuke não tirou os olhos de cima do cara que um dia foi o causador do sofrimento da sua namorada. Sakura o encarou e sorriu.

–Porque està sorrindo? — Kiba perguntou.

– Veio ver a Ino? Ela está lá e o bebê precisa de você.

– E do que eu preciso? — Sakura o encarou. Ela queria saber qual era a da pergunta de Kiba e o que ele queria com ela.

–Eu realmente não sei do que está falando Kiba.

A Rosada respondeu sincera. Sasuke sabia que se falasse algo aconteceria uma bela de uma luta ali mesmo, no estacionamento do Hospital Geral de Los Angeles. E se isso acontecesse, Sakura não iria gostar nenhum pouco. Então deixaria que a sua amada tomasse as rédeas de uma situação da qual somente ela seria capaz de resolver.

– O que acha que está fazendo Sakura?

–Seja direto e objetivo Kiba.

– Sabe que deve ficar aqui.

–Sabe que vai ser pai e a mãe do seu filho precisa de você.

–E eu preciso de você.

–Não. Você não precisa. Você finalmente viu não é? Kiba, eu encontrei para fazer feliz, e esse alguém me faz feliz.

–Esse alguém se quer te defende Sakura. Vamos homem defenda ela se a ama.

Foi uma afronta. Sakura olhou para Sasuke que logo entendeu a deixa dela.

–O fato de eu me calar não significa que eu não a ame e você deve crescer e pensar no que te espera lá dentro. Sakura já te deu a resposta sobre hoje e sobre o futuro. Acho que não posso fazer nada. Seja capaz de amadurecer Kiba, amadurecer e cuidar de quem te espera. Vamos Sakura.

Kiba ficou os encarando. Até que Sakura se virou e entrou no carro junto com Sasuke. Depois dessa Kiba cresceria. Sasuke deu partida no veículo. Kiba depois de segundos paralisado, adentrou o hospital e logo pode vê-la. Uma sensação estranha tomou conta de seu ser e o fez refletir. Ele cuidaria daquela criança junto com Ino. Não em relacionamento. Mas cuidaria da criança. E se Ino não quisesse seria um ato fatal para acabar com a reputação dela de vez.

Cumprimentou a senhora Yamanaka e desculpou-se por qualquer coisa. A loira não pediu para que ele casasse com Ino, mas pediu para que cuidasse do bebê. Kiba não demorou a responder.

–Eu vou ser pai senhora. Eu sou um homem agora.

Era incrível como tudo se encaixava perfeitamente. Não teria Sakura de volta. Mas tinha alguém bem pequenino para amar e cuidar. Ver crescer, orientar e dar o seu melhor. As palavras na maioria das vezes são mais construtivas do que tijolos e argamassa com cimento. Elas são poderosas para fazer qualquer coisa e não foi diferente com Kiba.·.

oOo

Sasuke e Sakura jà estavam no aeroporto. Eles já estavam com saudades de casa. Adentraram no Jatinho que Mikoto havia lhes dado e se sentaram na poltrona macia de pelos vermelhos. Sakura retirou os saltos e Sasuke os sapatos e a camisa. Depois de passar por aquilo ele havia cansado, suado. Qual a mulher em sã consciência, que tivesse o privilégio daquela visão dos deuses, fecharia os olhos.

Não babaria? Sasuke era um homem extremamente bonito, isso ninguém poderia negar jamais. Ele sabia sobre todos os seus dotes, suas qualidades e defeitos. E ter a sua mulher ali com os brilhando ao vê-lo sem camisa era uma verdadeira graça. Só não se aproveitaria dela ali mesmo, porque o local não era adequado, seria antiético.

–Quer um babador?

Sasuke perguntou para a rosada que fechou a cara enrubescida. A risada de Sasuke era alta e isso a enfureceu. Ela se virou para o outro lado e fechou os olhos brava. Sua orelha foi mordida levemente pelo homem que a provocava. Isso causou certo arrepio no corpo da mesma. Sasuke a olhava apaixonado. Olhava-a como se ela fosse uma droga da qual era subitamente viciado e logo a tragava.

Ele a virou colocando-a em seu colo. Ele beijava a boca carnuda dela e depois descia os beijos instantaneamente para o pescoço. Ombros. Ele queria mais uma vez fazê-la dele, mas o local atrapalhava.

–Sasuke-kun aqui não.

–Eu sei meu bem. Eu sou louco por você.

Sakura sorriu e ele logo abocanhou seus lábios vermelhos. Ele a beijava com vontade, com o desejo que mataria quando chegasse em Tókio.

oOo

Fugaku e Mikoto estavam no quarto. Itachi e Konan na sala. Itachi havia se desculpado com o pai, mas não era capaz de prosseguir com aquilo. Então colocou um fim. O moreno iria trabalhar como modelo. Ele era dotado para isso. Ele amava tirar fotos. Fotos normais, não pelado como muitos retardados fazem por aí. Konan apoiou a ideia. Ela cuidaria do bebê quando ele nascesse e Itachi faria seu trabalho.

Sasuke chegou em casa com Sakura. Os cumprimentou e disse que iriam dormir. Sem altos papos àquela hora. Eles tomaram banho e se deitaram. Dormiram a tarde e acordaram na hora do jantar. Para Sasuke, Fugaku estava estranho, abatido. O Jantar passou repleto de sorrisos, até quando eles foram dormir. As luzes da casa já estavam apagadas. Todos estavam bem aparentemente. Menos Sasuke, que não conseguia dormir e se remexia na cama.

– O que está havendo Sasuke-kun?

– Amor, amanhã você irá saber eu te prometo. Só confie em mim.

–Eu confio. — Sakura puxou Sasuke o fazendo deitar sobre o seu peito.

–Quando eu fico assim... Pertinho de você. Quando eu te toco eu posso sentir seu coração.

Sasuke ficou em silêncio escutando as melodias doces que soavam da boca da amada. E o que era mais extasiante era que ele podia ouvir as batidas compassadas dela. Eles se confortavam. Ela o apoiava em tudo. Doce, como deveria ser.

No dia seguinte. Fugaku e Mikoto haviam saído mais cedo. Logo após o café. Konan assim que comeu foi dormir, pois sentiu sono. Itachi foi jogar vídeo Game. Sakura e Sasuke se arrumavam socialmente para sair também. O moreno estava com um smoking preto e um colete prata por cima.

Ele não tinha muito pra arrumar, até porque a beleza que ele tinha era exuberante. Sakura estava com um vestido preto tipo de seda. Ele tinha mangas longas e largas. Sua franja estava penteada para frente e seu cabelo meio preso e meio solto.

Uma maquiagem leve e um perfume também leve. -Sakura. Quando chegarmos eu quero uma coisinha que eu ainda tenho vontade. Sakura sabia sobre o que ele se referia, e é claro que não pode deixar de corar e rir. Deram as mãos e andaram até a sala.

–Onde vão? -Itachi perguntou.

–Sair um pouco.

–De social sasuke?

–Sim, de social. Logo voltaremos.

O casal saiu do apartamento e foi em direção onde deveriam chegar. Chegariam na hora certa. Sakura estava na instiga. Queria tanto saber o que Sasuke planejava o que ele iria fazer. O moreno não lhe dava pista alguma. Ele seguia por um caminho diferente e depois entrando com o carro por um portão acessível ao subterrâneo.

Andaram, andaram e subiram alguns andares de elevador. Quando pararam no décimo segundo andar, Sakura pode ver as paredes de uma sala feitas de vidros e Cristais. Aquilo deveria ter custado uma nota preta. Suponha que estava havendo uma reunião com socialites. Sem cerimônia alguma, Sasuke adentrou a sala. Todos se levantaram e o encararam. Era de linhagem Uchiha ser imperador.

–Senhor Whatashiwa cuide de visar como esta o financeiro da empresa nesse exato momento. Ele não ponderou em respondê-lo.

–Sim senhor.

–Senhora Ueki, veja todos os recursos que podem ser necessàrios e os traga para mim. Senhor Jae Lee, traga os papéis que contém todos os resultados investidos nesses últimos anos e Dal bong, Quero a somatória de quinze por cento a mais de cada filial espalhada pelo mundo. -

Sim senhor.

–Sentem-se. Eu ainda não acabei.

Todos se sentaram. Seria aquela uma solução?

–O que acha que está fazendo Sasuke?- Fugaku ousou em perguntar.

–Meu papel como herdeiro Uchiha. A partir de hoje, eu sou o sucessor dessa empresa.

–Senhor e como fará com o hospital.

–Quanto a burrada de Itachi, eu a concertarei. Papai, mamãe, não se preocupem. O império Uchiha prevalecerá.

–Sasuke, você irá abrir mão do seu sonho pra salvar a empresa?

A pergunta de Fugaku havia sido direta. A tonalidade de sua voz demonstrava o quão chateado e desesperançoso o patrono da família Uchiha estava. Ele deveria ficar orgulhoso pelo filho se voluntariar a assumir a empresa.

Mas pelo contràtrio. Fugaku sabia que Sasuke se dedicava totalmente a medicina, e agora deixa-la para cuidar da empreda que desmoronou por sua causa era angustiante. Diferente de Fugaku, Mikoto estava feliz pelo filho. Talvez até feliz demais. Ela sempre estaria feliz por ele independente de qualquer decisão que ele tomasse. A morena sorriu e segurou as mãos do marido que estava de pé encarando o filho mais novo.

–Sasuke eu não vou deixar que faça isso consigo mesmo.

O silêncio fazia com que as palavras de quem as proferia ecoassem pela sala de cristal e vidros. Sakura observava Mikoto segurar a mão de Fugaku como numa tentativa de acalma-lo. Era nostálgico. Sasuke sempre segurava a mão dela quando ela estava em apuros, em uma decisão.

Observou o moreno e sua seriedade. Então era por isso que ele mal dormiu a noite. Era por isso que ele estava tão apreensivo. Olhou ao redor e viu que todos os encaravam. Sasuke e Fugaku. Ela e Mikoto. Eles pareciam como numa quartel, onde o chefe decidiria as estratégias para a batalha. Como em câmera lenta, Sakura viu os punhos de Sasuke se cerrando. Ele certamente estava nervoso. Ela não entendia o por que de Sasuke estar fazendo aquilo. Mas ela sabia o que deveria fazer. Sasuke a olhou quando sentiu sua pequena e fina mão tocarem a dele, e a entrelaçarem como em um ato desesperado para dizer que ela estava lá o tempo todo, com ele. Docemente, Sakura sorriu para o moreno que deu um fraco sorriso de canto para ela e voltou-se para encarar o pai.

–Esse é o peso da coroa Uchiha. A coroa que eu devo carregar.

Impressionado, Fugaku entre abriu a boca. Mikoto deu um sorriso de orelha a orelha. O patrono Uchiha não poderia debater ou rebater o que o filho havia dito. Ele queria a Uchiha de pé, mas desta vez não sacrificando a vida do filho. Não mais. O que Sasuke disse era verdade, de todas as grandes família carregadoras de apenas cetros, a família Uchiha era a qual tinha a coroa, a mais pesada de todo o Japão. E Sasuke tendo dito isso virou-se de costas e encerrou a reunião, dispensando os profissionais presentes. Sakura não havia soltado a mão de Sasuke, ela estaria ali pra ele e por ele. Após andar até o estacionamento e adentrar o carro, Sasuke sorriu e voltou-se a pessoa de cabelos rosa que ele tanto amava.

–Sabe que eu te amo não sabe?

–Assim como eu amo você.

–Feche os olhos Sakura. Sakura fechou os olhos esperando um beijo quente mais ao mesmo tempo doce e apaixonado do Uchiha.

–Pode abrir.

Aquela voz rouca, baixa e sexy a deixava hipnotizada. Ela poderia grava-lo falar e dormir escutando-o. Abriu os grandes olhos verdes lentamente e a primeira coisa que viu foram os belos orbes negros, como uma joia. Ele a olhava diferente, num nível a mais. Ela se perdia facilmente na escuridão tão negra quanto um ônix dos olhos de Sasuke. Ela não teria visto a mão direita dele, caso ele não tocasse seu rosto com a esquerda e a fizesse baixar o olhar até a sua outra mão. Os orbes verdes antes já brilhantes, agora eram preenchidos por lágrimas que se formaram no canto. O sorriso pequeno de Sasuke para ela era estonteante.

– Sakura. Quer casar comigo? A rosada o encarava. Seu rosto estava enrubescido. Seu nariz começava a ficar vermelho por conta da vontade que a moça tinha de chorar. Sakura nunca esperou ouvir isso de ninguém. Nem mesmo de Sasuke, ainda mais num momento como aquele.

–S-Sasuke-kun...

–Aceita?

Mordeu os làbios carnudos e se jogou em cima do moreno. Ela o abraçou forte. Abraçou como se necessitasse daquilo, dele.

–Koishiteru...

Sasuke entendeu o Sim de Sakura. Era daquela forma que ela o amava. Chorando, sorrindo e estando com ele. Envolveu-a com seus braços e deixou que algumas lágrimas caissem. Ela seria pra sempre dele, e nem a eternidade os separariam.

oOo

Fugaku e Mikoto jà estavam em casa. O patrono já sabia como apresentar Sasuke como o novo presidente da Uchiha. Itachi ainda não sabia e nem saberia agora.

– Qual o motivo de tanta felicidade?

–Logo saberá Itachi.

Fugaku respondeu. O Uchiha mais velho tinha uma ideia de como fazer uma bela apresentação. Mikoto havia pedido comida chinesa pelo telefone em meia hora dúzias de Ba Wan chegaram. A morena estava pondo a mesa quando Konan acordou foi ajuda-la. A Azulada estava toda contente por estar com Itachi, e ainda mais contente por ver o sorriso extravagante de Mikoto, sua sogra, Ela preparou um suco de laranja natural que era de típico gosto da família Uchiha. Eles comeram, arrumaram as coisas que ficaram pendentes do respectivo almoço.

Ao terminar a limpeza, eles se sentaram no sofá para assistir algo banal que estivesse passando na hora. Era somente para servir de distração. O celular de Fugaku tocou.

–Moshi Moshi.

–Senhor Fugaku? Aqui é o Onigawara. Tem algo importante passando na televisão, é sobre a Uchiha.

– O que está havendo Onigawara?

–Estão detonando a Uchiha. Eu não queria te dar essa notícia, mas, por favor, veja.

Fugaku desligou o telefone e mudou de canal desesperadamente sem o consentimento dos que estavam presentes. Os olhos de Fugaku ficaram cabisbaixos, por achar que aquele era o fim, mesmo após Sasuke assumir a presidência. Mikoto e Itachi foram para perto do Patrono Uchiha que estava paralisado olhando aquelas imagens, ouvindo aquelas falas vindas de uns assessores e empresários — Empresa Kageyama, Lesci, Raimon, Gasai — Eles haviam se unido para dar a notícia que a Uchiha estava acabada. O confronto entre elas não havia acabado, somente começado. O presidente da Kageyama se pronunciou.

–Uma empresa que imperou sobre todo o Japão por décadas, hoje tem a sua ruína. Temos a infelicidade de dizer que o império Uchiha Aca...

Quando a fala estava prestes a ser finalizada e o fim declarado, os outros presidentes olharam para o lado, do qual um jovem casal vinha. O homem da relação com um microfone na mão interviu na fala.

–O império Uchiha continua.

Nesta mesma Hora, Fugaku, Itachi e Konan abriram a boca em espanto. E a plateia juntamente com os presidentes se espantou.

–Uchiha Sasuke?- Kageyama disse.

–O único. — Sasuke se virou para a plateia e ajeitou o terno preto. — É com grande prazer, por meus ancestrais, pela minha família e pela minha futura família, que eu assumo o trono da Uchiha. Nós imperamos durante décadas, anos e nosso império para a infelicidade de alguns- Tendo dito isso, Sasuke olhou para os presidentes reunidos em cima de um palco- não será derrubado. Não enquanto eu estiver aqui.

As câmeras focavam bem no rosto dos dois jovens, inclusive do Uchiha.

–É muita audácia, vir aqui e atrapalhar nosso programa sem antes dar um aviso se quer. Típico de um Uchiha.

– Faço jus ao meu nome. -Sasuke respondeu cínico. — A partir de hoje, a Uchiha tomará novos caminhos que beneficiaram a todos. É com grande amor que eu assumo o trono de meu pai. Por eles... Pela minha futura família.

Sasuke segurou a mão de Sakura e a ergueu para o alto. Eles estavam juntos nessa. Não sò por eles. Mikoto sorria vendo a atitude do filho mais novo. Ela se orgulhava dos homens que havia feito e cuidado tão bem. Itachi ainda estava incrédulo.

–Supostamente... Eu não conseguiria levar esse fardo que Sasuke levará. Eu me orgulho do meu irmão...·.

OOO

Londres Assim que Gaara chegou a Londres, ele encontrou facilmente a localização de uma certa morena. Ino àquela hora deveria estar internada. Ele se hospedou e desfez as malas, para em seguida ir de encontro com quem o esperava.

O ruivo correu para pegar um táxi. Na estrada, Gaara sorria bobamente. Seu coração parecia querer pular para fora do peito.

Muitas coisas podiam acontecer em Londres, coisas boas ou ruins. Ao chegar no apartamento do centro da cidade, Gaara pediu permissão para subir e pagou o porteiro para que deixasse. Ele subiu de elevador, e a cada andar a mais, uma batida a mais no coração. Quando o elevador parou e ele avistou a porta de madeira escura, ele respirou fundo antes de bater. Ele pode escutar os murmúrios da voz feminina que esteve presente por quase todos os seus dias.

–Eu já tinha avisado para o porteiro avisar quando alguém chegar.

Ele riu ao escutar a reclamação da moça. Ele quase nunca a viu reclamar, e achou uma fofura dessa vez. A primeira vez. Antes de a porta ser aberta, ele escutou um ' Já vai ' e um suspiro cansado.

–Quem...aaah..

–Tenten... A morena parecia estática. Ela havia deixado que Gaara ficasse com Ino, porque ele a amava. Ela abriu mão da felicidade dela, para que ele fosse feliz. Gaara tinha um sorriso tímido nos lábios. Sua face corada lhe deixava gracioso.

– O que você está fazendo aqui? — A morena disse num tom baixo.

–Vim te buscar. Os olhos da morena se encheram de água ao ouvir aquilo do ruivo. Ele podia não ser tão romântico devido a todos aqueles acontecimentos, mas ela o entendia. A morena que hoje estava com o cabelo trançado, se jogou em cima do ruivo o abraçando. Era impossível não chorar.

–Achei que amasse a...

–Shiii...eu amo você.

Tenten o abraçou mais forte que pode. Aquele momento não poderia ser descrito com palavras, ou selado com um beijo, afinal não havia nada que os dois não conheciam. Tenten convidou Gaara para entrar, enquanto ele conhecia sua família, ela arrumava as malas. Eles estavam desesperados para ter um ao outro novamente, estavam com saudades do Japão, saudades do que eles poderiam chamar de lar.

oOo

Uma semana depois

–E a sua faculdade em Yale?-Perguntou Sasuke.

–Eu faço depois se for preciso.

–Sakura não quero que desista de você por minha causa.

–Eu sou uma Uchiha agora não sou?

–Você é minha mulher, vamos em breve casar. Mas não quero que desista.

–Esse é o peso da coroa que eu devo carregar.

Eles ainda não haviam se casado, mais estava tudo planejado. Tudo daria certo apartir dali. Gaara e Tenten já estavam no japão, morando na mesma casa que eles, que não se importaram em dividir o lar. Pelo contrário, eles queriam estar juntos. Konan e Itachi logo se casariam também, junto com Naruto e Hinata. Seria um casamento triplo, que os pais insistiam em filmar, fotografar e publicar. A empresa Uchiha, se não fosse por Sasuke, estaria no pó. Agora com novos investimentos, ela cresceria novamente. Sakura iria construir dentro da Uchiha, uma agência de casamentos.

Chácara, Salão, festa ,Bouffett, Dj, Decoração e iluminação. A nova estrutura da empresa dava espaço para novos rumos, tais quais como ongs, não somente uma financeira. Fugaku estava orgulhoso do filho, tanto do mais velho, quanto do mais novo.

O patrono da família não era mais amigo de Hiashi Hyuuga, somente dos filhos dele. A empresa Hyuuga ainda permanecia abaixo da Uchiha, o que poderia gerar certa rivalidade entre os presidentes. Sasuke não queria mais guerras, por isso, qualquer comentário maldoso ele ignoraria. Agora todos estavam juntos. Unidos, não só como família mais como uma nação. Um time. E de tristes noites e violentas lágrimas, sorrisos surgiram no rosto de cada um.

Ino? Estava internada e grávida. No próximo mês que antecedia o natal ela sairia da clínica e teria o bebê. Kiba cuidaria da criança, afinal, era seu filho e ele tinha uma responsabilidade. O Inuzuka não havia esquecido Sakura, ela havia sido a melhor pessoa que ele já conheceu, mais aceitou o fato de ela estar compromissada com o Uchiha, que depois de uma só frase o fez pensar em sua vida inteira. Ele não diria que gostava do Uchiha, mais mentalmente o agradecia, por fazê-lo enxergar, o que deveria fazer em diante. A Senhora Yamanaka apoiava a filha e a Kiba, que faria de tudo pela criança.

Dizem que todas as histórias tristes tem um final feliz. Assim como nos contos de fadas, onde a princesa sofre e depois vive feliz para sempre. Há um erro grotesco nessa tal afirmação. Todos estão sujeitos a sofrer, mais cabe a cada um decidir o seu futuro mediante suas escolhas e atitudes que os levará a trilhar uma estrada. E das coisas boas, temos que vive-las, e das coisas ruins, temos que aprender com elas.

Ninguém passa por isso e sai mais fraco. A família reunida, observando as estrelas, sorriam um para o outro ao som de 'Hey Jude!' Todas as estrelas finalmente brilhavam em volta deles, eles eram a principal atração dos céus.

The End

Notas finais
O que dizer agora? Que vou sentir falta depois de praticamente um ano e meio de Everytime We Touch? Serei sincera e serei breve ( Já que o meu tempo está inconciliável no momento ) e para não tomar tanto tempo de vocês também. No começo essa fanfic, minha escrita era uma bosta eu confesso kkkkk Mais com o tempo ela foi mudando, ficando mais madura e isso não foi graças a mim, e sim graças a vocês, que sempre estiveram aqui comigo, me apoiando, dizendo que estava legal, e você que não comenta também tá rsrs Se acompanha é porque gosta correto? Eu não sei de onde veio a ideia de escrever essa fanfic, mas sei que eu por vocês, consegui mantê-la até o final. Eu passei a imagem de uma Sakura um tanto boba, que perdoa até quem aponta uma arma para ela, uma Sakura Chorona que sim, gosta e se sente bem quando impressiona quem ela ama e faz de tudo para isso, porquê? Bom, porque essa sou eu, boba, que sente e sente muito. Ideializei um Sasuke fora dos padrões do mangá original, compulsivo, mais amoroso, eu gosto disso. Ino? Quem não tem aquela amiga falsa, mais problemáticas que pessoas sensíveis? Eu tive algumas, que hoje nem falo mais com elas. Graças a Deus. Gaara e Tenten, foram para mim um dos melhores casais. Seguido de NaruHina, que teve também vários momentos. Mebuki era uma mãe louca, eu já vi tanto disso meu deus kkkkkkk Esse final, eu já tinha a tempos planejado. A parte da Mebuki inclusive. Eu chorei muito aqui, desabafei, conheci pessoas das quais eu vou levar para sempre no meu coração. Que me apoiaram né Liaa-kun? Brendinha? Que me fizeram rir né Sarinha? E você sua louca, Anjinha Hendole Uchiha, na boa, tú é locona muié kkkkkkkk Não tenho como citar todos aqui, mais sim, eu agradeço o apoio e o carinho de todos vocês que estiveram comigo nesse um ano e meio! Passamos por muito juntos e eu posso dizer que essa experiência foi ótima. A primeira que me marcou, e que eu nunca vou esquecer. Nunca nunquinha! Obrigada mesmo gente. Eu estou feliz e triste pelo fim, na verdade eu nem sei o que dizer :( Em Dezembro, dia 24, na noite de véspera de Natal, eu postarei o Epílogo, mostrando as coisas um tempo a mais, uns três ou quatro anos. Verei vocês? Bom pessoinhas, é só isso...A Tia Mandy vai sentir saudades. Sayonara, Arigatô Minna-San