Everytime We Touch

21 Capítulo 21 - Need You By My Side


Notas iniciais
Olá amores >< é, eu mudei um pouquinho meu jeito de escrever. e Logo continuarei escrevendo ( enem esse ano ) E preciso me sair bem. Torçam por mim pelo amor de Deus, quero muito ir pra harvard >< e se eu for, pode deixar que mando fotos, e continuarei escrevendo ookay ? Londres é legal, mais anda é zika ! Bom, sem dar muito pittíh aqui, tenho que dizer, queeeeeee, desde alguns ocorridos atrás tenho que mostrar as duas faces da história, de cada personagem, Paciência comigo Hahaha. Aqui tah um calor infernal e aí ? Bom, Recebemos uma recomendação muuuuuuuuuuuito linda >< Obg Gabiih Mariannely, você é uma fofa, fiquei feliz que entendeu a mensagem >< Capítulo dedica a você sua linda :))) preparem seus copos com água bem gelada, ou copos com Coca-Cola bem gelada também, e perdoem os erros de português, Um beijo no <

O quarto era iluminado por abajures e luminárias, realçando as paredes na cor beje, as cortinas balançavam ao dançar do vento. O céu era negro em Los Angeles, com leves pingos brilhantes que enfeitavam toda a sua extensão.

A morena levou a xícara de chá de camomila com limão até a altura da boca, e tomou um gole pequeno. Sentindo o gosto amargo do limão, misturado com o doce da camomila, fechou os olhos e deu um sorriso leve.

Abriu os olhos, expondo seus flocos de chocolate a luz das luminárias, fitou o copo nas mãos e suspirou.

– Esse chá era o seu favorito...

A morena sentia saudades do dono de seus pensamentos. Saudades de pelo menos enxergar o seu belo rosto alvo.

Sua expressão mudara totalmente ao lembrar-se de fatos que a separaram do amado, fatos que o fazia sofrer, fatos que a deixavam nervosa. Elevou a mão direita até a xícara que estava ao lado da luminária, e bebericou mais uma vez, finalizando o drink.

Enquanto sentia o gosto misto dos dois sabores em sua boca, lembrava-se dos sorrisos que conquistaram seu coração, dos olhos que a enfeitiçaram, da voz que a fazia estremecer.

Segundos após o gosto deixar o seu paladar, seus olhos mudaram. De mulher apaixonada para mulher caçadora. Ela era jornalista, sabia como ser persuasiva, sabia o método mais fácil e o mais difícil de descobrir sobre algo ou alguém.

A pasta verde que antes estava de um lado do sofá branco, agora se encontrava em suas mãos firmes. Retirou de lá de dentro alguns papéis grampeados um no outro, a matéria, a investigação dela estava ali, faltavam muitos elementos, ainda haviam muitos porquês naquela 'tese' e ela precisaria ir mais a fundo.

Essa matéria, não seria para a imprensa, seria para usa-la em seu favor. Não importa até onde ela teria que chegar, ela simplesmente chegaria.

A morena não trabalhava para ninguém, fazia entrevistas, pequisas ocultas e importantes, e entregava para algumas imprensas.

Era decidida e não se prenderia a imprensa alguma. Ela tinha focos, ganharia bem a suas próprias custas, cada pesquisa, á uma imprensa diferente de Madrid.

Guardou seus arquivos novamente na pasta, e delicadamente se levantou com a xícara de chá na mão esquerda, e na direita levava a pasta. Após deixar a xícara na cozinha, foi até o seu aposento.

Pincelado pelo perolado e o verde água, era enfeitado por alguns artigos de revistas importantes, dando um charme as cortinas no preto e branco, com desenhos e letras, se encontrava o quarto da morena.

Na primeira gaveta da comoda guardou a pasta, e foi até o banheiro. Retirou com cuidado peça por peça e entrou na banheira de água quente. O tempo em Los Angeles era de frio, então precisaria aquecer o seu corpo moreno.

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03:30 da manhã, mansão dos Hyuga.

A mansão era repleta pelo silêncio, que fora quebrado pelos sons dos pés de Hanabi. A morena abriu devagar a porta da cozinha, que no caso teria que se encontrar vazia, mais havia um jovem de cabelos castanhos, quase no mesmo tom dos dela, sentado, de costas para ela, ele parecia estar em outro mundo. Andando sorrateiramente até ele, sua intenção de assustá-lo foi falhada.

– Nem pense nisso Senhorita Hanabi.

A voz dele era calma e divertida. Se tom de reverência a irritava muito, ela já o havia avisado que quando estivessem a sós não era necessário nenhum tipo de cortesia.

– Como você é chato ! Já disse que pode me chamar de Hanabi quando não tiver ninguém por perto.

– É, eu sei mais, acho que não posso te destratar ou quebrar alguma regra imposta pelo seu pai.

– E como sempre meu pai atuando em tudo aqui. — A morena disse com a cara emburrada. Ela odiava certas atitudes do pai, mais sempre ouvira que os pais só fazem o melhor para os filhos. Ela devia acreditar nisso.

– O que faz acordada a essa hora ?

– Estou sem sono. E com saudades da Hinata, tento ligar pra ela mais ela não me atende. — A mais nova falava andando de um lado para o outro e gesticulando com as mãos.- Sempre cai na caixa postal, ou dá que está desligado. Não responde no face, no Msn, e nem em lugar nenhum.

– Entendi. — O jovem escutou tudo atenciosamente, sua expressão era de : Eu sei, mais não posso contar. Ele sabia que a irmã a afetava em praticamente tudo, Hinata era seu ponto fraco, ele sentia por isso.

– Que cara é essa ? Você sabe de alguma coisa da minha irmã ? — O mais velho virou o rosto e suspirou, levantou as mãos querendo dizer que não sabia de nada. — Você sabe sim ! E não me engana ! Me conta ! O que houve com a Hinata? Joe ! me diga....- Os olhos azuis acinzentado do moreno se encontraram com o rosto dela. A mais nova tinha uma expressão triste e preocupada. Ele não poderia dizer nada, ordem de Hiashi — Por favor...

Aquele por favor soou mais como uma súplica feita a ele. Seu coração batia mais forte a cada vez que ele a olhava, ou a lembrava, estando perto e vendo-a praticamente implorar por uma resposta, talvez fosse demais para ele.

– Hanabi eu não...

– Joe....eu tô te implorando.....

– Tudo bem...eu conto, mais me prometa que não dirá e nem fará nada.

– Eu prometo.

Joe contou tudo sobre o ocorrido com a irmã, desde a causa de Naruto, até a expulsão total da impressa dos Hyuga. Ele não podia contar, se Hiashi soubesse que ele havia aberto a boca, seria expulso da mansão.

– Como meu pai pode fazer isso ? Ela é filha dele.....

A morena estava realmente muito magoada com a situação da irmã mais velha. Se acontecesse algo a mais que ferisse a Hinata, ela jamais perdoaria o indivíduo.

– Hinata eu ..eu sinto muito.

A morena se sentou ao lado de Joe, e recostou a cabeça no ombro dele. O moreno tremeu com o contato simples da morena nele, mais sentia por ela. Sentiu sua barriga ser abraçada pela mãos finas de Hanabi, e em questão de segundos sua camisa já estava molhada pelas lágrimas silenciosas da morena mais nova.

Aquilo foi o fim. Envolveu-a num abraço retribuído e surrava que iria ficar tudo bem com a irmã, que aquilo seria passageiro, que Hiashi voltaria atrás com a palavra dele.

Depois de algum tempo sentiu que a respiração da morena estava mais calma, abaixou o olhar e viu que a mesma dormia. A pegou no colo, e devagar foi andando em direção ao quarto dela.

Girou a maçaneta, e adentrou o quarto lilás azulado da morena. Delicadamente a colocou na grande cama de solteiros, enfeitada pelo roxo escuro que dava elegância a cor da pele alva da dona.

A cobriu com o cobertor também roxo, e deixou uma luminária acessa, para que por segundos pudesse ver o seu rosto alvo e delicado.

Joe era, e sempre foi apaixonado pela mais nova. Era três anos mais velho do que a mesma, e praticamente a vira crescer. Em seu quarto, tinham fotos deles quando pequenos, dele a segurando quando a mesma era bebê, ele recordava de cada momento ao lado da mais nova.

Seus pais eram separados, sua mãe trabalhava na mansão dos Hyuga desde que ele nascera, até antes mesmo disso. E seu pai estava na Venezuela, curtindo a vida com uma moça mais jovem e na certa, não trabalhadora.

Sua mãe sempre soube que o mesmo era apaixonado pela Hanabi, a menina em que ela cuidava como uma filha. Ela sempre o alertava sobre Hiashi e sobre quão persuasiva a família Hyuga era até a morte de Fuyuka, mãe das meninas.

A mãe de Joe era a cozinheira da casa, preparava delícias para todos, e se orgulhava do filho, que trabalhava ali também, em gratidão ao senhor Hyuga, que os deixou viver em sua casa.

– '' Tão linda, tão frágil...''

Deu uma última olhada para a morena deitada, e mentalmente a desejou uma boa noite. Desligou a luminária branca e sai do quarto fechando a porta.

Seu sorriso fora pequeno, mais seu coração faltava pular pela boca. Aquela noite seria uma das muitas que marcaria a sua vida na mansão dos Hyugas.

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– Dormi com a Konan !

As palavras de Itachi foram altas e claras. Claras até demais. Naruto tinha a face expressivamente incrédula. Sasuke continuava com o seu ar de sofrimento, mais sabia que aquilo fora o cúmulo.

– Itachi ? Logo você que se dizia que nunca faria isso com uma amiga, e que fosse fora de relacionamento ?!

– Pois é Naruto ! Aconteceu sabe ....

– O que aconteceu entre você e a mamãe ?

– Nada irmão, passei o dia praticamente fora, sabe...

– Hmm. — Sasuke continuava a encarar o irmão que sorria com Naruto. É claro que a frase dita pelo mais velho fora chocante, mais ele sabia...ele sentia.

O mais velho sofreria por ele, choraria por ele, e até morreria por ele. Tudo o que ele sentisse, o mais velho queria sentir em seu lugar, e tomava suas dores. Nem que se desse mal, mais odiava ver o mais novo assim, triste.

Sasuke Tinha repleta noção da guerra que se passava dentro de Itachi, sabia como o irmão era, sabia que o mesmo sofria.

Deixou de encarar o mais velho, e colocou as mãos no bolso branco, e fitou o céu.

Lembrou-se da tarde em que ela estava chorando, sozinha na sacada da sala, e ele a abraçou, sentindo os braços finos o abraçarem de volta. O cheiro do cabelo da rosada estava impregnado em seu nariz, a voz dela estava presa, ecoava em seu ouvido. O céu era lindo, tão lindo que nãos e comparava com a beleza exótica da rosada.

Desceu o olhar agora para o chão. Ouvia Naruto fazer piadinhas com Itachi, que tentava descontrair seus sentimentos.

– Trouxe as coisas ?

– Claro irmãozinho... Ta aqui. — Disse estendendo as duas bolsas para o mais novo, que abriu uma das bolsas e tirou de lá uma sunga.

– Uma sunga ? Pra que você trouxe isso ?

– Sei lá, aqui tem piscina na área de lazer dos médicos, caso você queira descansar.

– Descansar...

Sua última palavra foi quase como num sussurro. Naruto viu que o clima ali não tava bom, e o mesmo também não sabia o que fazer para acabar com aquilo. Itachi estava preocupado demais com o irmão e a rosada, estava triste por ver como a realidade era cruel com o irmão mais novo.

Sasuke entrou no hospital e desapareceu da vista dos dois. Eles mais que sabiam.

– Eu posso sofrer pela Hinata, mais sei que não será o suficiente para alcançar a dor do Sasuke.

– Odeio vê-lo assim. E o pior é que não posso fazer nada a respeito. Não sei o que fazer...Acha que a gente deveria ter contado ?

– não Itachi... Conhecendo o Sasuke, ele se sentiria mais culpado do que ele já está se sentindo... Seria pior pra ele, vamos esperar um pouco, até as coisas se acalmarem...

Itachi suspirou pesado. Seu coração apertava cada vez que se lembrava do irmão e da rosada. Ela particularmente Aprovava os dois, nunca havia visto o irmão tão apaixonado, tão entregue, mais ao mesmo tempo tão confuso e nervoso, ele achava isso lindo, chegou até a se perguntar quando o mesmo aconteceria com ele, e não obteve resposta alguma sobre a própria pergunta.

Naruto e Itachi se sentaram. Tinham seus pensamentos longe, seus olhares perdidos. Assim seria por um bom tempo.

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Hinata estava em seu dormitório escolar. Havia descoberto tudo numa só noite, e pelo ex-namorado.

Pode sentir novamente naquela noite, os braços do amado sobre ela, ele a confortando e mostrando o verdadeiro lado da história como ele fazia antes.

Ah, como isso tudo fazia falta a ela. A respiração mesclada com a sua, o suor misturado pelo prazer, os dois chegando juntos ao ápice numa noite. Era tudo tão bom, tão nostálgico.

Mais não sabia, se o sentimento ainda era recíproco. Tinha dúvidas quanto a isso. Desejava que fosse, e como desejava.

Queria poder passar outras noites com o amado. Queria sentir mais uma vez o contato das mãos másculas em sua pele nua. Sentir o beijos que ela tanto amava.

Talvez depois de resolver tudo na história de Sakura, ela se acertaria com o amado, mais não era certeza.

Havia colocado a camisola azul que o amado amava vê-la usar. Ela delirava.

Os únicos que sabiam sobre as noites de prazer com o ex eram Hanabi, Sasuke, e Itachi. Eles eram irmãos, amigos, companheiros, dividiam tudo, exatamente tudo, nada escondiam um do outro.

Ela amava essa amizade. Era outro nível. Nem mesmo o pai dela sabia que a mesma já não era mais virgem. Hiashi jamais chegou a desconfiar que a mesma havia dormido com o loiro, e isso pra ela era muito bom.

Deitou na cama, sentindo o toque dele. Ela ainda sentia, e sentia sempre.

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O dia havia amanhecido em Los Angeles. A morena já estava pronta para sua investigação completa.

Sua bolsa tinha todos os materiais necessários. Entrou no mustang Verde musgo e dirigiu até a antiga escola de Kiba, o cara que ela altamente odiava. Recolhera informações sobre a vida pessoal dele, jornais escolares eram tudo !

Pegou o jornal, e saiu do prédio. Dentro do carro, a morena já sabia a quem devia investigar ali. Próxima Parada, Casa dos Haruno !

– É, eu te pego Kiba....eu te pego.

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04:45 Da manhã. Hospital de Tókio.

O quarto 301 era iluminado pelas luzes brancas. A janela estava entreaberta, liberando a passagem para que o vento brincasse com as cortinas brancas com flores prateadas.

Sasuke estava sentado de frente pra cama da rosada, que ainda se encontrava em coma. Seus olhos não saíam de sobre a amada.

Ela odiava vê-la chorar, mais era melhor ver seus olhos chorosos do que fechados. Ele queria tanto se desculpar pelo modo que a havia tratado, queria dizer que precisa dela. Ela não o veria, talvez não o ouviria. Pessoas em coma, não vêem, não ouvem, mais sentem, é difícil até pra um médico explicar o efeito equilíbrio que isso tinha.

Segurou as mãos frias e pálidas da amada, seus olhos já derramavam lágrimas.

Ele teria que liberar tudo o que sentia. Era o que ele queria.

– Sakura...droga, eu não sou bom com as palavras caramba...porque você faz isso comigo em pequena ?

O coração de Sasuke estava realmente dilacerado. Não queria dormir, tinha medo de sonhar com o pior. Queria vigia-la em todo tempo.

– Queria ver seus olhos mais uma vez....nem que fosse chorando...

Até o seu soluço me faz bem. Eu me lembro dos nossos beijos, como eram doces, lentos, e desejosos. Eu realmente não sei o que fazer, me sinto culpado por isso. Eu devia ter cuidado melhor de você. Ter te dado carinho mesmo sabendo da história toda. Queria tanto ver seus olhos, te ver resmungar como no começo, quando eu te beijava, te abraçava e me recusava depois.- Abaixou a cabeça por um minuto. Pode sentir novamente o sabor dos beijos da rosada.- Teus braços, teu coração, é um castela pra mim...Eu não posso dizer muito, talvez diga pouco, mais é o que eu sinto, não sei me expressar.

Alisou o rosto pálido da amada. As lágrimas já deixavam marcas profundas em seu belo rosto.

– Nunca havia me sentido tão desesperado, tão mal....Sakura....acorda sakura....por favor..- sua voz rouca falhava devido aos nós que se formavam na sua garganta. Aquela dor o sufocava, e a cada minuto ali, sozinho com ela, as lágrimas caiam com mais força.

–Sakura....é difícil sobreviver.....sem você sua marrentinha...Eu preciso de você ao meu lado... de você aqui... Antes de você chegar aqui, eu chorava com algumas coisas, mais te ver.... me desmoronava....Volta pra mim, nem que for pra me bater ou me xingar.

Seus olhos já estavam inchados e vermelhos, as olheiras já estavam fundas e roxas por conta de ter passado a noite em claro ao lado da rosada. Ele não ligaria em quantas noites teria de passar ali com ela, acordado.

– Me desculpa por ser tão egoísta, tão possessivo, tão forte e ao mesmo tempo tão fraco.... você me fazia me sentir bem, mesmo estando aparentemente nervoso — riu em meio as lágrimas — eu ainda te amava, quero você na minha vida...

Com suas mãos tremulas retirou o aparelho respiratório e deu um leve selinho na rosada. — Quero você...não me deixa sakura...- Deu mais um selinho e pode sentir a respiração fraca da amada, tratou logo de recolocar o aparelho na amada.

A cama do quarto era bem espaçosa, ele deitou ao lado dela, e ficou acariciando o longo cabelo dela, que estava espalhado pela cama.

Ele esteve ali, o tempo todo, não a deixaria ir jamais, necessitava dela. Adormeceu ali, ao lado dela. Recusava a sensação de iria perde-la para a morte ou para qualquer coisa. Não culparia os pais dele, nem ninguém, se culparia...

Ele ainda a amava, ainda a sentia.

Your arms are my castle, you heart is my sky.-

Seus braços são meu castelo, seu coração é meu céu.

They wipe away tears that I cry.-

Eles afastam as lágrimas que eu choro.

The good and the bad times, we've been through them all.-

Os bons e os maus momentos, nós já passamos por todos eles.

You make me rise when I fall.-

Você me faz levantar quando eu cair.

Notas finais
Nossa, admito que amei escrever a parte final, do Sasuke dizendo tudo aquilo pra Saky, mesmo ela estando quase morta. Sim, queridos, ela está quase morta. Sasuke não é bom com as palavras e isso faz dele o personagem mais fofo. Porque ? Quando a pessoa não é boa com as palavras, elas sentem mais, e quando vão tentar falar simplesmente se embaraçam. Eu sou um pouco como o sasuke, não sei descrever bem o que eu sinto, não sou boa com as palavras, mais na hora de escrever é totalmente diferente. Hinata e Hanabi tem quase como uma gueixa entre irmãs, Como sabem ( não muda aqui ) Hiashi ainda considera Hanabi Melhor do que a Hinata, mais isso não faz dela a melhor e nem a pior da história. Sakura sente tudo, ela não ouve a voz de sasuke, ela a sente. Coisa profunda U.u E aí amores ? Gostaram ? Bom, deixem seus reviews okay ? Amo vcs >< To amando escrever a fic tb hehe, essa fic tem muita parte de mim, tem minha personalidade, e é o mundo de uma maneira que eu vejo, que eu sei, que eu conheço. Amo vcssss