Everything Is Possible

18 Light Me Up When I'm Down


Notas iniciais
oiiiiii, gente, eu realmente estou sem tempo para postar a fic, a escola tá difícil mas eu tô dando um jeito. Se eu demorar, não deixem de acompanhar, mesmo que demore, SIM, EU VOU ATUALIZAR A FIC. Apreciem.

POV Sally

James simplesmente não conseguia ficar quieto, mesmo que estivesse escuro. Ele começou a mexer nos armários da cozinha, deixou cair várias coisas.

– Tá fazendo o quê? — gritei.

– Fica quieta Sally.

Ele continuou mexendo.

– Achei.

– Achou o quê?

– Cinco velas. Aquele gay do Kendall. Aposto que não procurou direito.

Suspeito, bem suspeito.

Eu me levantei, pus as mãos para frente para não me esbarrar em nada.

– Que ajuda? — perguntei.

– Pra acender uma vela? Não, obrigado. — ele deu uma risada irônica.

Ele pegou o isqueiro que estava perto das cinco velas e as acendeu. Finalmente pude ver seu rosto novamente. Nos entreolhamos.

– Agora que eu percebi o quanto o seu cabelo está bonito hoje.

– Para.

– Com o quê?

– De me olhar com esses olhos e ficar me elogiando. Qualquer fã sua acabaria se entregando, mas eu não. Nossa briga se trata de um assunto sério.

Mentira.

– Tá bom. Sally, eu te avisei para trazer casaco, porque não trouxe?

– Eu não vou fazer tudo que você mandar.

– Eu aposto que morrendo de frio. Bem feito.

Eu bati no braço dele. Ele estava usando uma jaqueta de couro. Parecia ser quente.

James distribuiu as cinco velas no andar de baixo, que era onde estávamos. Me sentei de novo no sofá. Nós ficamos em silêncio por alguns minutos.

– Você já teve um namorado? — ele perguntou, de repente.

– Por quê quer saber?

– Apenas perguntando.

– Não.

– Eu já sabia.

– Por quê?

– Você é meio tímida.

– E?

– Foi por isso que te escolhi como Worldwide Girl.

Me silenciei.

James foi chegando perto, se sentou do meu lado no sofá. Começou a me beijar, e mesmo que eu estivesse brava, não consegui resistir.

Me deitei no sofá, James continuou com seus beijos.

– Vamos lá pra cima. — sussurrou.

Nos levantamos, levamos duas velas e subimos. Trancamos a porta, James e eu nos deitamos na cama, nos beijamos quente e vagarosamente ao mesmo tempo.

Ele tirou minha camiseta de manga curta, aquela que me fez passar frio, e eu tirei a dele. Fomos tirando as calças e continuamos a nos beijar.

As coisas foram ficando quentes. Tivemos relação sexual.

Eu me esqueci completamente dos erros de James. Logo depois, ele me deu sua jaqueta de couro para que eu não passasse frio.

Ouvimos um barulho de porta. James se vestiu, e desceu para ver o que era. Kendall e os outros haviam chegado com a vela.

– Ué, vocês já conseguiram velas? — deve ter sido uma ironia. Estava mais que óbvio que Kendall fez de propósito para deixar eu e James sozinhos na mansão e nos reentendermos. Bom, havia dado certo de qualquer forma. Eu me vesti e desci também.

– Trouxemos mais cinco velas — começou Carlos — acenda-as, para ficar ainda mais claro.

Quando eu ia pegar o isqueiro, a energia voltou. O lustre e as outras lâmpadas iluminaram tudo novamente.

– Droga, saímos na chuva à toa. — Afirmou Sarah.

Eu olhei para ela com um olhar que queria dizer: "não foi tão à toa assim..." Acho que ela entendeu. Retribuiu com um olhar que queria dizer: "me conte o que aconteceu depois".

Tomei um banho e Sarah me emprestou seu casaco extra que havia levado. Entreguei a jaqueta de James à ele. Ele estava passando frio por minha culpa.

– Obrigada pela jaqueta.

– Dá próxima vê se me escuta.

Eu entendi essa frase com dois sentidos. "Vê se me escuta" porque ele me pediu para levar a jaqueta, mas eu não levei. E "Vê se me escuta" porque talvez, ele realmente estava apenas tentando me proteger. Eu não devia ter brigado com ele. As atitudes de James sempre deixavam um carinho no ar, por mais rudes que fossem algumas vezes.

Notas finais
e aí, estão gostando?