Notas iniciais
muitas desculpas gente :( eu viajei , Karina ta viajando , então não deu p postar, e devo avisar q esse é o penultímo capitulo da primeira temporada, eu estava conversando com a Karina e resolvemos q vai ter 3 temporadas , para a alegria de vocês , ée kk u-u, obrigado por sempre estarem aqui comigo e por me aturar -q o ultimo capitulo não deve demorar MUITO MUUUUUUUUUUITO, mas vou postar em brevemente k, ae vou ficar 1 mês sem postar pq vou estar escrevendo a 2ª temporada, ta bom? amo mt vocês s2

POV Carly

Uma semana depois...

Freddie ainda está inconsciente, é difícil continuar, tornou-se uma rotina, sigo a minha vida normal, o dia todo sorrindo, fingindo que nada acontece mas cada tarde apareço no hospital, levo o meu violão e toco, mais uma vez, essa canção... Freddie amava essa canção, sempre havia cantado ela, a Running Away, ela era linda, ele disse que nossa mãe a cantava pra ele quando era pequeno, por isso pensei, se ele podia dormir ouvindo essa canção, talvez eu poderia fazê-lo acordar cantando essa canção, é ridículo, eu sei, mas, não posso perder a fé, não posso desistir de ver o meu irmão sorrindo novamente, brigando comigo por bobagens, sendo essa pessoa que ele é, que eu quero que seja...

Então eu vi, lagrimas descendo pelo meu rosto, quando ia caminho a sala onde ele se encontrava. Entrei, segurei o meu violão e apenas consegui cantar um estrofe...

'' I keep running away... Even from the good things...''

Não consegui acabar, simplesmente o abracei.

- Me desculpa, Freddie, me desculpa... Nunca te abracei assim quando você podia me sentir... Me desculpa — Consegui dizer entre lagrimas.

Olhei pra ele mais uma vez, peguei o meu violao e decidi voltar pra casa.

Cheguei, liguei a tv, mas não tinha nada interessante, estava tranqüila, admirando o teto do apartamento... Quando de repente, uma nova mensagem.

'' Nunca mais soube de você ''

Era um numero desconhecido, quis ligar mas senti medo, então apenas respondi, perguntei quem era, esperei alguns segundos olhando para o celular até que tocou e fui ver a mensagem desesperadamente.

'' Brad, não lembra?''

Brad? O menino misterioso da festa? Não podia ser esse Brad, mas, pensando bem, que outro Brad poderia ser?

'' Como conseguiu o meu numero?'' Escrevi, mas duvidei, apaguei e mudei por '' Como me achou?'' É, assim era melhor.

Ele respondeu rapidamente '' Tenho os meus meios''. Meios? Como assim, pensei, decidi deixar ele no vacuo, vamos ver o quanto ele está interessado. Cinco minutos depois o cel tocou.

'' Quero te ver, as 10, na praia, frente ao banco''

O banco ficava apenas a umas quadras daqui, será que ele me seguiu e sabe onde eu moro? Ai meu deus, o que eu faço?

Liguei pra a Hanna.

- VAI ! Para de ser boba Carly, arrisca! — Essas foram exatamente as suas palavras.

- Mas... E se for perigoso? Pensa Hanna — Duvidei.

- Perigoso? Carly, pode até ser, mas se você não for, sempre ficará com a duvida, e se ele for o garoto certo pra você? — Perguntou.

- O garoto certo? Eu nem o conheço direito! — Berrei.

- Ta bom, então, mas se você não o conhece nunca saberá.

Ela estava certa, eu tinha que ir, desliguei e fui me arrumar, dei um jeito no meu cabelo e me maquiei, mas então percebi que era muita maquiagem e comecei de zero, olhei para o relógio, já eram quase as 10...

Desci e corri até a praia, algumas quadras até o banco e ali estava ele, Brad, o misterioso Brad, e talvez, o garoto certo? Medo? Claro, mas se eu fosse deixar de fazer algo por medo, então estaria perdida.

- Carly... — Sussurrou em um tom de voz grave.

- Vejo que não esqueceu meu nome — Respondi ironicamente, ele apenas me olhou fixamente — Como conseguiu meu numero? — Perguntei.

- Eu já disse... — Tentou explicar mas eu o cortei.

- É, tem seus meios... Misterioso, né? Já entendi, não me surpreende.

- Vai dizer que não queria me ver de novo?

Houve silencio, pensei uma resposta inteligente.

- Por que diria isso? — Soltei uma risada inocente, ele sorriu — Mas, por que queria me ver? — Continuei.

- Pra fazer isto — Dizendo isso, me puxou pra perto dele, tentei resistir, mas o tempo foi curto o suficiente para me deixar levar.

Ele me beijou, realmente, podia dizer que o garoto beijava bem, o perfeito equilíbrio entre língua e mordidas. Estava gostando, até demais, quando ouvi uma voz.

- Carly?

Parei, respirei e me virei pra ver quem me chamava.

- James? — Não acredito nisso.

- Oi... — Ele sorriu, abaixou a cabeça e continuou caminhando.

Olhei pra trás vendo ele ir, eu vi o garoto certo ir embora?

POV SPENCER

Estava confuso, não sabia se aceitar ou não a proposta da Srta. Georgina e também, tudo o que tinha acontecido com a Hanna tinha me deixado pior, mas era o certo, eu tinha que esquecer ela, deixar ela ir, talvez com o Richard ou com qualquer outro menino que tenha a idade dela porque eu... Eu sou o seu professor e isso é errado, muito errado.

O meu telefone tocou.

- Alo? — Atendi.

- Bom dia Spencer, aqui é a Georgina, a Assembléia é amanha e não sei a sua resposta ainda... — Disse, a verdade é que nem eu sabia a resposta.

- É... Na verdade vou ter que dizer que... Sim, eu vou.

- Que ótima noticia Spencer! Te espero em uma hora no aeroporto.

Peguei as minhas roupas, tomei um banho rápido, deixei uma nota para a Carly e parti.

A viagem foi boa, consegui descansar felizmente, faz tempo que não voava, Georgina dormiu sentada ao meu lado, e inconscientemente (ou não) encostou a sua cabeça no meu ombro. Parei pra perceber que ela não era feia, parecia ser uma mulher realmente matura, sensual...

Eram as 4 em ponto da madrugada, parecia que o avião estava chegando, acordei e vi Georgina se mexer, a cutuquei de leve e ela abriu os olhos.

- Já chegamos? — Perguntou com voz de dormida.

- Já... — Respondi baixinho enquanto abria um sorriso.

- Ai.. O meu cabelo deve estar todo bagunçado... — Queixou-se.

- Não, está bem, quer dizer, fica bem assim pra você.

- Bom só sei de uma coisa, você é um bom travesseiro mesmo — Ela soltou uma risada, eu assenti com a cabeça, então ouvi uma voz automatizada:

'' Passageiros, chegamos ao destino, podem descer pela porta de saída''

Levantamos, pegamos as nossas coisas e nos dirigimos a saída, dali pegamos um taxi até o hotel, era muito luxuoso, o tipo de hotel que eu nunca havia podido pagar, o quarto era melhor ainda.

Georgina foi tomar um banho enquanto eu me deitava na cama relaxadamente.

Ouvia o barulho do chuveiro, admito que estava louco de vontade de espiar mas não fiz isso, seria desrespeitoso, então o som parou, a porta se abriu e ali estava ela envolvida numa toalha branca de hotel, olhando pra mim, parecia um sonho, mas não era...

- Spencer acredito que não sabe o que é uma verdadeira mulher... — Sussurrou em um tom sedutor, olhei supresso, ela falava como se soubesse da... — Hanna — Soltou uma risada irônica, pois é, ela sabia — Não se preocupa o seu segredo esta salvo comigo... Mas acho que está na hora de você ver, uma mulher...

E dizendo isto ela apenas deixou a toalha cair... Senti algo, senti vontade de fazer coisas que eu não deveria, mas estávamos ali, deveria?

- Ela é uma criança, Spence... Olha pra mim, eu sei que gosta... Não tenha medo... — Dizia enquanto se aproximava lentamente.

Desprendeu minha camisa aos poucos e passou a mão pelo meu peitoral, eu fui seduzido por aquele toque. Sentou em meu colo, totalmente nua, passou a sua língua pelos meus lábios, desceu beijando o meu pescoço, e desceu ainda mais, abaixou o meu zíper e tirou a minha calca aos poucos, quase arrancou a minha cueca, passou a língua na cabeça do meu pau e logo começou a me masturbar, passei a mão nos cabelos lisos dela, e os puxei de leve, ela aumentou o ritmo então puxei o seu cabelo com mais força, soltou alguns gemidos baixos. Começou a chupar o meu pau, e passar a língua em sua volta, pressionei a cabeça dela contra o mesmo enquanto observava atento o ato... Segurei a sua cintura e a sentei no meu colo, ela se ajeitou, sentando sobre o meu pênis, deitei na cama e ela ficou por cima, começou a fazer fortes movimentos de vai e vem enquanto gemia, gritava e rebolava sobre o mesmo. Me virei ficando por cima dela, comecei a penetrar meu pênis em sua boceta enquanto chupava os seus seios, ela não parava de gemer e implorar por mais, retirei meu pau dela, e desci até sua boceta e fiquei a chupar a mesma, ela arranhava minhas costas com forca, masturbei-a, até conseguir enfiar três dedos dentro da mesma. Subi por cima dela e comecei a foder a sua boca, até que comecei a gozar, parte da mesma saltou na cara dela e o resto ela engoliu com gosto.

Após o sexo ela se dormiu rapidamente, mas eu não podia, não sabia se fiz a coisa certa, me senti culpado mais por que? Eu sou um homem livre... Eu acho.

No outro dia fomos a Assembléia, eu fui de terno, é claro e ela vestiu-se muito elegante, até podemos dizer que estava linda.

Lá não fizemos absolutamente NADA, foi então que percebi que ela só queria que eu fosse pra fazer isso, e foi isso que a gente fez na noite seguinte, novamente e novamente na outra noite antes de voltar.

- Essa viagem de sexo foi boa, mas temos que voltar — Disse ela deitada na cama, encostada em meu peitoral.

- Pois é, e o que vai acontecer quando voltarmos? — Perguntei, olhando pra ela.

- Bom, ou você me liga, ou a gente usa a sala da administração — Riu enquanto falava.

Eu sorri, era uma boa.

Levantamos, arrumamos as coisas e partimos para o aeroporto, a verdade era que eu não parava de pensar na Hanna, mesmo assim, com tudo o que aconteceu esses últimos dias, ela continuava na minha mente e eu não conseguia entender porque.

No outro dia, voltamos para Hollywood, lar, doce lar. Cheguei cansado, fui conferir se a Carly estava bem, ela dormia, o qual fazia sentido já que eram as 3 hrs. e hoje já é segunda-feira. Tomei um copo d'agua e fui me deitar, amanha tinha que dar aula, AULA! Isso significa, ver a Hanna... Realmente não sei com que cara vou olhar pra ela depois disto, mas afinal, tínhamos terminado, fosse o que fosse aquilo... só sei que acabou. Dormi, e no outro dia acordei, novidade!

Me arrumei e parti para o colégio com a Carly.

- E ai, irmãozinho, como foi a sua viagem? Você não disse uma palavra sobre isso até agora -Perguntou a Carly confusa.

- Ah... Foi bem legal... — Respondi, me fazendo de desinteressado no assunto.

- E a... Senhorita Georgina? Não rolou nada não? — Meu deus, como ela sabia?

- Como assim? Para de pensar bobagem, Carly! — Soltei uma risada inocente.

- Hm... Ta bem então — Respondeu desconfiada.

Chegamos lá, e adivinhem a primeira pessoa pela qual passei? Não, não era a Hanna, essa foi a segunda. A Georgina passou por mim e não resistiu, piscou o olho discretamente e abaixou a cabeça, eu apenas olhei , não tive muita reação a isso, não sei porque. Hanna passou por mim, eu disse 'Oi' e sorri mas não obteve uma resposta, não tenho certeza se ela não ouviu ou estava me ignorando.

Entrei na sala de aula e conversei um pouco com os alunos antes de explicar a atividade, pouco tempo depois estava todo mundo trabalhando em silencio, era admirável.

Mas então, alguém bateu a porta.

- Entre — Respondi.

Era a Srta. Georgina.

- Com licença professor, eu gostaria de conversar com uma aluna se for possível.

- Fique a vontade — Disse enquanto assentia com a cabeça. Quem seria?

- Hanna Lively, pode vir um segundo — É, essa mesma.

- Ah, claro — Respondeu Hanna enquanto se levantava.

O que será que ela queria com a Hanna? Eu tinha que ver isso, talvez eu esteja sendo paranóico mas não sei porque acho que ela vai falar algo sobre mim.

Esperei alguns segundos após elas saírem.

- Turma, eu já volto, vou resolver uns assuntos, continuem trabalhando, bom trabalho galera... — E dizendo isto me retirei, fui até a administração onde acredito que elas estavam... E certamente, elas estavam ali.

- Desculpe, mas com todo respeito, senhorita Georgina, até agora não entendo por que me chamou! — Ouvi a Hanna reclamar.

- Querida... Você sabe muito bem o que está acontecendo, e a noticia ruim é que eu também sei — Disse Georgina em um tom provocativo.

- Sabe? O que você sabe? Fale logo. — Insistiu.

- Ta bom, vou ser direta, já sei tudo o que aconteceu entre você e o Spencer.

Houve um silencio curto, Hanna duvidou mas respondeu.

- E dai? O que a Senhorita tem a ver com tudo isso?

- Estou mais ligada a ele do que você pensa, Hanna, o suficiente pra saber que ele não precisa duma criancinha feito você, mas sim uma mulher, agora que ele sabe o que é uma verdadeira mulher duvido que ele queira voltar pra você. – Não acredito que ela disse isso.

- Como assim agora que ele sabe o que...? — Ela não conseguiu acabar a frase.

- É isso mesmo, apenas estou aconselhando, fique longe dele.

Hanna saiu correndo, e eu tive que ir atrás.

- Espera, Hanna! — Gritei.

- Vai pra aula, ou com sua namorada, me deixa em paz! — Disse enquanto corria até o pátio, mas eu não a ouvi, fui atrás dela.

— O que você quer Spencer? — Perguntou.

- Eu quero você ! Ta bom? É isso que eu quero, ta feliz? — Respondi

- Pode querer, mas é impossível, você mesmo disse que não ia dar certo e agora eu fico sabendo que você... — Ela suspirou e abaixou a cabeça.

- Que eu o que? — Ficou calada por alguns segundos — O que eu fiz Hanna? Anda , me diz!

- Você transou com ela, não foi? — Disse me olhando fixamente.

Eu não sabia como responder.

- Hanna, não significou nada, eu juro, eu...

- Eu sabia! Você é o cara mais nojento e ridículo que eu conheço, sabe o que eu sinto por você? Nojo, apenas isso, e tudo o que aconteceu, esquece porque se não tinha acabado, agora sim.

- Prova! Prova que sente nojo de mim, anda — A desafiei.

- Quer que eu te prove? — Perguntou, assenti com a cabeça em resposta.

Me puxou e me beijou segurando na minha nuca, a segurei forte pela cintura e ela me empurrou até o banheiro que havia no pátio, me encostou contra uma parede e eu a segurei no colo, mordeu o meu lábio com força e o puxou, começou a beijar meu pescoço, isso não ia acabar bem.

- Hanna, para — Pedi.

- Spencer, eu não sou uma criança, o que eu faço pra você perceber? — Disse entre alguns beijos.

- Eu quero que você pare, me prova que tem controle sobre si, por favor Hanna...

- Mas eu sei o que eu quero, e eu quero você — Sussurrou no meu ouvido.

- Eu também quero você, mas, Hanna, para. — Me afastei.

- Então você me rejeita...

- Você não sabe o que quer, um segundo sente nojo de mim, no outro você me beija, se for assim, sim, você precisa crescer primeiro.

Ela me olhou, provavelmente o olhar mais sincero que já vi em toda minha vida, permaneceu assim em silencio por algum tempo, e depois, foi embora.

Pov Logan

Duas semanas se passaram e eu estava totalmente ao tédio, e o pessoal que estava em casa já tinham ido dormir, como de costume mas eu estava no sofá sem nada a fazer, resolvi ir sair ... bar? Ah pode ser...mais com quem? Hm... não sei...CAMILLE! , isso a Camille é minha amiga, e nada melhor de leva-lá comigo ao bar, é....Bar é coisa de homem, mais idai ?.

Coloquei uma jaqueta e pequei minha carteira e fui para o apartamento de Camille, apertei a campainha e sorri, e a doce Camille atendeu, um pouco supressa

-Ah Oi Logan, boa noite –Sorrio ao me ver e me abraçou

-Boa noite Camille, quer ir ao bar comigo? –Perguntei sorrindo

-Ah... agora? –Respondeu fazendo outra pergunta

-Sim...vamos?

-Ta... vou pegar uma jaqueta –Ela se virou pegou sua jaqueta e por fim trancou a porta, e saímos de lá andando devagar, porque o Bar não era tão longe de Palm Woods , apenas algumas quadras.

Ao chegar , nos sentamos e pedimos uma Vodka , não estava muito confiante em beber , depois da minha festa eu tenho que controlar ...

Mais algumas 10 garrafas de vodka depois, é, 10 ou 11, sei lá, Camille estava diferente, nem sequer eu me sentia eu mesmo, de repente pareceu que estivessemos em outra dimensao, onde tudo era risos e palavras sem sentido

-Sabe Logan, você tem lindos olhos, são de cor chocolate, quero come-los –Ela disse rindo ,e eu ri junto

-Não pode, se você come-los não vou enxergar mais – fiz bico rindo

-Claro que pode, é só comprar outros olhos depois – E ela ria um pouco mais alto e eu também

-Não ... porque se fizer isto – a olhei serio – não poderei ver a minha garota favorita

-E quem seria? –Perguntou

-Minha mãe ué – Ri alto

- Sua mae? — Ela riu — Achei que era eu, seu chato — Ela comecou a rir desesperadamente — Agora sim que arranco seus olhos.

- Ah nao — Eu comecei a chorar — Nao faz isso nao

- Por que ta chorando? — Perguntou

- Porque voce é minha melhor amiga e eu te amo — Falei enquanto chorava

- Mas nao chora Logan , eu também te amo

- Mas nao vai dizer isso pra ninguém, eu nao sou muito de dizer que te amo — Olhei pra ela

- Eu sei... Logan, a gente ta perto demais, a gente nunca teve tao perto...

- Verdade... — Brinquei com o nariz dela e fui me inclincar pra beija-la mas entao..

Ela caiu dormida no meu ombro, entao fiquei a passar a mao na sua cabeca, suavemente

Então apenas paguei o que tomamos e peguei-a no colo e levei ela até Palm Woods, subi para o apartamento e peguei a chave que estava saindo do bolso dela e abri a porta, fui andando sem fazer nenhum barulho até o quarto dela e a deitei na cama, fiquei a admirando por alguns instantes mas depois sai do apartamento para ninguém suspeitar.

No outro dia, fui o ultimo a acordar, pois estava com dor de cabeça ( por causa da bebida de ontem) . Mais hoje não seria mas um dia normal... Era domingo, o dia mais chato da semana e um dia que realmente não queria chegasse...Eu iria dar um tempo com a Sam, pensei bem e resolvi dar um tempo para ela pensar, para eu pensar, para ver qual realmente seria o nosso futuro...Eu sei que ela gosta do Freddie, eu percebi isto, pois ela nunca chorou por alguém que ela praticamente “acabou” de conhecer.Eu não quero quebrar o coração dela ou algo do tipo, porque até mesmo eu não teria coragem de fazer isso, mas acho que esse rompimento faria bem para nos...

Esperei ficar noite para ir falar com ela, e todos saírem ( escutei Kendall falando que ele ,Carlos,James e Katie iriam ao cinema, e a mãe dele teria que voltar pra Minesotta para resolver uma coisa que eu não me atrevi em perguntar) , Era 22:45 , chamei a Sam na sala e eu respirei fundo, vi ela saindo do quarto sorrindo e se sentando ao meu lado...

-Hey Logan, que foi? – Ela abriu um sorriso bem maior, Ela é tão linda...

-Ta..Me lembro de um dia que você disse “ Nunca irei me apaixonar” ,agora entendo sei que era medo na verdade, E aqui estamos juntos, como um dia eu sempre quis...melhor eu ir para o “ponto” , Não quero partir seu coração, só quero dar um tempo para ele, sei que você pode estar um pouco assustada, eu sei, pois apenas uma vida para viver, e não temos tempo para desperdiçar...Desculpa mais acho que... – Sam me interrompe

-Entendi... Porque quer terminar? – Perguntou com um tom um pouco triste

-Sei que gosta do Freddie, e as vezes temos que deixar a pessoa que amamos livres, e se ela voltar é porque ela realmente te pertence – Respondi com os olhos marejados, mais me controlei

-Mas...Acho que eu deveria agradecer... isso realmente estava me matando – Ela estava olhando para baixo um pouco triste e continuou –Mas ainda seremos amigos né? –Perguntou

-Sim, como sempre fomos – Respondi sorrindo, não sei nem como e onde arrumei forças para sorrir ...

-Obrigada... – e por um simples impulso a abracei ,e depois nos beijamos...

-Isso foi um beijo de despedida ? – Pergntou Sam

-Sim... Mas se quiser mais –Eu respondi sorrindo e a olhando nos olhos

-Claro... Te amo melhor amigo – Ela sorrio

-Também te amo melhor amiga – Sorri e a beijei, e esse foi o nosso ultimo beijo ... para sempre... ou até algum dia, não sei direito o que o futuro me reserva...

Notas finais
comentem muito, muito e muito s2 k