Ever Since We Met
32 Capítulo 32
Notas iniciais
Obrigada mesmo pelos reviews! Vocês estão me mandando bastante ultimamente, espero que continuem assim, porque isso me motiva muito a escrever os capítulos!
Eu vi que teve um grande aumento nos reviews e nas leitoras também!
E uma coisa que me animou mais ainda para postar hoje foi: Recebi uma nova recomendação.
Agradeço muito por essa recomendação, estou realmente feliz! E por isso decidi postar hoje e agora! Boa leitura, nos vemos lá embaixo!
Segunda-feira, dia que eu tenho uma desculpa para ver o meu querido e amado namoradinho gostoso. Eu estou com sérios problemas, as pessoas devem achar que eu sou um pervertido.
Me arrumei tão rápido de manhã que parecia que só se via um vulto andando para lá e para cá em casa. Quando eu finalmente cheguei a cozinha, ouvi um som de e pratos e talheres, entrei na cozinha com a expectativa de meu querido irmão ter finalmente preparado meu café-da-manhã.
- Bom dia! – Frank exclamou sorrindo grandemente para mim, meus olhos provavelmente estariam brilhando nesse momento. Corri e abracei-o pela cintura, beijando sua bochecha muitas vezes. – Nossa! Quanto carinho! – Ele exclamou.
- Mas o que porra está acontecendo aqui Gerard? – Ouvi a voz de Mikey e soltei meu pequeno olhando meu irmão franzindo o cenho. – O que vocês estão fazendo?
- Não é obvio? – Perguntei revirando os olhos.
- Que? Gerard! Você é um idiota! Credo! Você não se toca, você vai ver só seu nojento! — MIkey exclamou nervosamente apontando o dedo indicador para mim, seu rosto estava vermelho de raiva. Eu não entendi.
Virei-me novamente para Frank e... Opa... Era a Lyn? Eu devo estar ficando louco, eu jurava que era Frank ali na minha cozinha preparando meu café-da-manhã! Eu devo estar delirando, com algum problema na cabeça.
- Er... Lyn... Desculpe! Eu pensei que... – Falei um pouco sem-graça pelo meu ato extremamente estranho. Eu tenho namorado! Não é como se eu tivesse feito algo muito errado, porque afinal... Na minha cabeça era Frank ali.
- Tudo bem Gee... – Disse ela colocando o indicador suavemente sobre meus lábios. – Eu já entendi, nem precisa explicar. Agora, pode tomar seu café... – Disse ela pegando uma xícara com aquele líquido escuro que eu tanto amava e estendeu para mim.
Bebi o café muito rápido, nem deu para sentir o gosto, olhei para Lyndsey com um sorriso torto.
- Você poderia... Explicar para o meu irmão o que aconteceu? – Perguntei, já que ela tinha entendido o mal-acontecido.
- Tudo bem, Gerard. – Ela disse sorrindo sugestivamente e me deu um beijo na nuca. Arregalei os olhos e dei uns passos para trás me afastando dela. – Boa aula! – Disse ela me acenando alegremente.
Eu não pude responder nada, apenas acenei com a cabeça e me retirei. Claro que eu deveria esclarecer as coisas para Mikey, sabe-se lá o que aquela louca diria para ele mais tarde, ela podia dizer que estamos tendo um caso ou algo assim... Sem chances! Se ela fizesse isso, eu mataria ela.
Cheguei na escola e logo avistei Frank conversando com Ray, os dois pareciam conversar seriamente quando cheguei, mas assim que me viram estavam estranhos.
- Oi meu amor! – Falei animadamente agarrando Frank por trás.
- O-oi Gee... – Frank disse e Ray fez uma cara estranha para ele, eu estranhei e franzi o cenho. – Dormiu bem? –Perguntou ele sorrindo para mim.
- Dormi... Então, vocês estavam conversando sobre o que? – Perguntei fazendo cara de quem não queria nada. Era claro que eu queria, saber o que eles estavam falando, pareciam que estavam me escondendo algo.
- Nada! – Disse Ray balançando as mãos nervosamente. – Eu tenho que ir, galera! – Disse Ray saindo de cena na mesma hora.
Fiquei seguindo-o com os olhos, com as minhas sobrancelhas arqueadas. Eles estavam me escondendo algo, definitivamente! Soltei Frank e fui andando em sua frente sem nem falar nada.
- Gerard! O que foi? – Perguntou ele me seguindo. – Ta tudo bem? Aconteceu algo?
- Não, não aconteceu nada. – Sorri falsamente e ele fez um bico adorável cruzando os braços contra o peito, ele parou em sue lugar e bateu o pé com força no chão, fazendo-me parar e ficar encarando-o.
- Não aconteceu nada mesmo? – Ele perguntou franzindo a testa. – Você me largou ali sozinho...
- Desculpe, meu amor... – Falei segurando uma de suas mãos, ele tentou afastar sua mão, mas eu segurei-a ainda mais firme. – Sabe o que eu quero? – Sussurrei aproximando nossos rostos, de jeito que eles ficasse milímetros de distancia.
- Hm? – Murmurou ele.
- Vamos num lugar ali... Sozinhos... Que tal? – Sorri e ele riu.
- Nós temos aula! – Ele sussurrou.
- E? – Perguntei em descaso.
- Você não presta. – Ele disse se rendendo e rindo.
Puxei-o pelo braço desviando das pessoas que estavam no pátio da escola. Finalmente passamos pelo portão da escola e fomos andando de mãos dadas lado a lado, até que chegamos naquele mesmo beco onde nos beijamos da pela primeira vez.
- Reconhece esse lugar? – Perguntei largando minha mochila num canto. O beco estava vazio e com um pouco de neblina.
- Hm... Acho que sim. – Frank mordeu o lábio inferior parecendo conter um sorriso.
Puxei-o pelo braço para perto de mim, enrolei meus dedos em seus fios de cabelo e puxei-o beijando-o sem deixar que ele nos separasse, ele correspondeu o beijo sem hesitar. Ouvi o som abafado de sua mochila caindo no chão. Até que meu fôlego acabou e eu nos separei .
- Lembrei, lembrei... – Ele disse com a voz um pouco rouca. Eu ri, adorava quando ele falava daquele jeito.
- Escolhi um bom lugar para matar aula, não? – Ri sentando-me um canto do beco, no chão mesmo, abri um pouco as pernas e bati no chão para que Frank sentasse entre elas, ele assim o fez e apoiou sua cabeça em meu peito.
- Gee... – Frank cantarolou virando o roto para me olhar. – Um passarinho verde me contou que você canta e eu não sabia disso, é verdade?
Arregalei os olhos sentindo minhas bochechas corarem, mas quem raios seria esse passarinho filho da mãe?
- Antes você poderia me responder quem foi o passarinho bastardo que te contou? – Perguntei sorrindo de um jeito meio psicopata, Frank riu da minha cara e revirou os olhos.
- Só conto se você cantar para mim. – Frank sorriu grandemente, meu sorriso desapareceu. Fazia tempo que eu não cantava para alguém além do meu chuveiro quando não tinha ninguém em casa, é claro. Ele deu um tapa leve na minha perna. – Vaaai!!! Por favor!! – Pediu ele com aqueles seus olhos pedintes.
- Não! – Falei desviando o olhar para uma pedra que estava do meu lado, se eu continuasse olhando para aqueles belos olhinhos esverdeados brilhando daquele jeito, eu cederia facilmente.
- Nhe! – Ele fez birra virando-se para frente e cruzando os braços. – Você é muito chato. — Ele murmurou fazendo uma voz manhosa, eu ri. Minha risada talvez contagiasse ele de algum jeito, não funcionou como eu imaginei, ele me deu um tapa na coxa.
- Ah, esquece isso, Frankie! Eu não gosto de cantar. – Falei abraçando-o fortemente, fazendo com que suas costas voltassem a se encostar em meu abdômen. Ele tentou desvencilhar-se de mim sem sucesso. – Frank? – Falei, mas ele parecia que não queria falar comigo.
Ele ficou uns dez minutos assim e eu já não estava aguentando, ele não queria falar comigo não importava o que eu tentasse. Era claro que eu não ia cantar, eu nunca tinha cantado para ninguém! Só uma pessoa tinha me ouvido cantar, acho que era meu irmão que ficava na porta do banheiro enquanto eu tomava banho, aquele pirralho!! Foi ele que me dedurou então!
- Foi o Mikey, né? – Sussurrei em seu ouvido e ele me ignorou, estava ficando chato isso. – Vamos, Frank, o que eu tenho que fazer para você falar comigo de novo? – Perguntei, nesse mesmo momento ele se virou para mim com seus olhinhos brilhando, eu já sabia bem o que ele ia pedir. – Menos cantar, por favor!
- Então não. – Ele virou-se novamente e tentou sair de perto de mim, eu segurei-o novamente com bastante força para que ele não conseguisse sair. – Urg.
- Tá bom! – Exclamei me rendendo enfim. – Que música você quer que eu cante? – Perguntei, então Frank se virou para mim sorrindo grandemente.
- Qualquer uma que você saiba cantar! – Disse ele animadamente. Suspirei pensando numa música.
- Tudo bem... Eu vou cantar só um trecho para você... Pode ser uma do Nickelback? – Perguntei mordendo o lábio inferior.
- Pode! Pode! – Ele disse não contendo a felicidade.
Suspirei, tentando me lembrar bem da letra, agora sim:
- You're never gonna be alone
From this moment on
If you ever feel like letting go
I won't let you fall
You're never gonna be alone
I'll hold you 'till the hurt is gone
And now as long as I can
I'm holding on with both hands
Cause forever I believe
That there's nothing I could need but you
...
Olhei para Frank e ele estrava com os lábios entreabertos com os olhos arregalados. Eu não sabia se isso significava uma coisa boa ou ruim... Ele sorriu.
- Você canta muito bem! Sua voz é muito perfeita. – Ele disse ainda boquiaberto. – Agora que vou te encher o saco para cantar para mim sempre. – Disse ele rindo. Virou seu corpo para mim e me abraçou afundando o rosto em meu peito.
Eu nem sabia o que responder, eu estava em choque! Eu nunca tinha cantado na frente de ninguém em toda a minha vida, só podia ser o Mikey para me dedurar e o Frank para me fazer cantar, ai ai... Esse Frank me dá trabalho.
Ficamos um tempo ali sozinhos, Frank me fez cantar mais umas três músicas para ele e eu tive que fazer isso, ele já tinha me ouvido uma vez, mais outra não ia matar ninguém!
Até que uma hora a gente teve que ir, assim que eu olhei no relógio e vi que tinha dado a hora do fim da aula, eu não poderia chegar mais tarde que isso em casa, ou meu pai me encheria o saco novamente.
Fomos até a entrada da escola ver se Ray estava lá, sim ele estava, mas para a minha surpresa, antes de encontrarmos Ray, vimos meu irmão sentado em um dos bancos, parecia esperar alguém. Quem deveria ser hein? Eu vou fingir que eu nem suspeito que Ray esta por trás disso.
- Olá Mikey, está procurando o seu amigo do coração? – Perguntei, então meu irmão me olhou com os olhos arregalados. Frank ficou rindo atrás de mim. – Ele está ali! — Apontei para onde estava Ray parado despreocupadamente vendo a hora no relógio de pulso.
- Eu não estou aqui por causa dele. – Mikey disse erguendo o queixo. Se levantou e sussurrou para mim. – Não pense que eu esqueci o que estava acontecendo na coinha pela manhã, seu idiota!
Ele foi embora lá para perto do Ray. Eu engoli seco, aquilo tinha sido um acidente, mas pelo visto Mikey iria me ameaçar até a morte. Como explicar isso para Frank? Eu não sabia, sinceramente, eu não sabia. Mas espera ai... Minha prima disse que explicaria tudo para Mikey.
Meu Deus! Eu super-esqueci que ela era uma louca que era apaixonada por mim e sabe-se lá o que ela faria para me ter. Pronto, já tô vendo que ela vai fuder com a minha semana e com a minha vida junto.
Notas finais
Eu não sabia que música colocar para o Gerard cantar, então como na hora eu estava ouvindo Nickelback, eu decidi colocar essa música mesmo!
Pergunta para as leitoras: Vocês querem um capítulo do Natal? - Digam-me nos reviews.
Gente, obrigada MESMO por lerem a minha fic. Agradeço principalmente a vocês que me enviam reviews em todos os capítulos, adoro ler os reviews de vocês, foi algo que me motivou bastante e também quero agradecer aquelas duas pessoinhas: Dwarf Killjoy e
jhamillypereira que me enviaram recomendações!
Valeu mesmo, gente! Continuem acompanhando e me mandando reviews assim sempre!
Au revoir! Até o próximo capítulo!
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