Notas iniciais
Peço mil desculpas por demorar tanto com esse capítulo!
Eu estava terminando um anime (Kuroshitsuji) e eu estava meio desmotiva a escrever, sinto muito :/
Pensei em desistir da fic, mas não quero deixar vocês na mão... A continuação dessa fic depende muito de vocês!
Agora eu tenho todo tempo livre do mundo para escrever
Eu espero não decepcionar vocês com esse capitulozzin...
Não tem lemon esse, eu decidi não colocar o lemon aqui!
Por quê?
Vocês jajá irão entender.

Depois de matar a saudade do meu pequeno a gente foi se arrumar para dormir, né... Já eram maisde duas da manhã.

E para as pessoinhas que pensaram besteira quando eu disse “matar a saudade”, nós não fizemos nada de mais, infelizmente...

O quê? Eu não sou safado.

- Gee!! Seu celular ta tocando... – Frank gritou do andar debaixo, ele estava pegando algumas almofadas para mim. Desci rapidamente para ver quem era o santo idiota que me ligava essa hora da madrugada.

Peguei o celular e coloquei-o no viva-voz.

- Alô? – Me controlei para não gritar ao ver que o telefone que apareceu no visor não era o de Ray ou o do meu irmão.

- Gerard... – Pude ouvir a voz tremula de Ray do outro lado da linha, junto à outras voz de fundo que não me deixavam ouvir direito.

- Porra, Ray! Que foi, cara? – Perguntei nervoso. Ray disse alguma coisa que eu não pude entender por causa do barulho de trás. – Fala mais alto, eu não to ouvindo. – Frank ficou curioso e ficou do meu lado apenas escutando

- Eu e o Mi... Eu e o Mikey saímos faz um pouco de tempo, mas aconteceu um acidente e o Mikey... – Não consegui entender nada mais do que ele disse pelo nervosismo que meu amigo estava do outro lado da linha, só sei que aquilo não estava me cheirando a noticia boa. Eu já estava ficando nervoso também. – Em observação aqui no hospital perto daqui de casa. – Ray terminou de falar e a ligação caiu.

- Frank! Pode ir se trocar vamos ter que sair urgente. – Falei puxando-o pela mão pelas escadas até chegar finalmente em seu quarto. – Só que a casa do Ray é longe, como vamos? – Perguntei enquanto me trocava.

- A gente pega o carro da minha mãe, eu já pego as chaves. – Eu não sei como ele tem o dom de se roçar tão rápido, mas logo depois ele voltou com as chaves do carro de sua mãe. – Vai loooogo! – Disse me puxando pelo braço e quase me arrastando escada a baixo.

Entramos no carro e eu comecei a dirigir em alta velocidade. Como não tinha muita gente na rua, não demoramos muito para chegar na casa dos Toro, eu não sabia onde era esse tal hospital então tive que perguntar.

- Fica ai dentro. – Pedi para Frank que apenas concordou. Sai do carro e toquei a campainha, logo apareceu a senhora toro de pijama. – desculpe incomodá-la, mas a senhora sabe onde é o hospital mais próximo daqui? – Perguntei ainda muito nervoso, ela apenas me olhou assustada e me indicou o caminho certo.

- Por que com tanta urgência? – Perguntou ela me olhando desconfiada.

- N-nada não, é que o Frank ta passando muito mal e eu tenho que levá-lo ao hospital. Muito obrigado mesmo, senhora Toro, e desculpa pelo incomodo. – Nem sequer esperei ela responder e já corri para o carro voltando a dirigir feito um louco pelas ruas até chegar ao hospital.

x-x

- Mikey Way ou Ray Toro! Um dos dois estão aqui, eu tenho certeza! – Falei pela milésima vez para o homem da recepção, mas ele continuava a me olhar com cara de interrogação.

- Olha só... O irmão dele está aqui e você não quer nos dizer, ou você procura logo na porra das informações ou eu vou pular esse balcão para te quebrar a cara! — Frank disse tentando parecer ameaçador.

- Controlem-se, vocês podem esperar como os outros... Ou teremos que chamar a segurança. – falou o homem calmamente respirando fundo.

- Eu só preciso de informações... Eu não quero esperar, eu quero ver meu irmão e meu amigo. Tá difícil por acaso? – Pedi parecendo um idiota, pois não obtive resposta alguma.

Bufei quando percebi que eles não iriam me levar a sério nem que eu metesse a mão na cara daquele filho de uma ótima mãe! Quando achei uma cadeira vazia para sentar Frank fez aquela carinha de cansado, eu cedi meu lugar para o baixinho, pode

- Amor, to com fome. – Frank resmungou fazendo uma careta muito engraçada. Eu levantei a cabeça para olhá-lo, ele balançava os pés que, por mais que inacreditável, não alcançavam o chão! E eu estava ajoelhado na sua frente.

- Não sai daí, vou pegar alguma coisa na maquina de lanches. – Falei tentando com dificuldade me levantar do chão, selei nossos lábios fui andando pelos corredores do hospital.

Qual é o problema do meu irmão e do Ray? Eles simplesmente saíram de casa e sofreram algum acidente agora eu estou morrendo de preocupação. Eu pensava que o meu querido amiguinho Toro podia cuidar daquela criança idiota que é o Mikey, mas não! uurgg! Vou matar o Ray! E aquele balconista filho de uma p..

Interrompemos pensamentos de Gerard Way devido a um esbarrão no corredor.

- Mas o q... – Ergui minha cabeça e vi quem? Queeem? Ray Toro. Só podia ser!

Seu rosto tinha alguns arranhões e sua roupa estava meio –muito- suja, parecia que ele tinha rolado na lama.

- Ger... – Ray ia falar alguma coisa, mas eu o interrompi dando-lhe um tapa no braço. — Ai.

- Seu idiota! Cadê o Michael? O que aconteceu? Pode ir falando! – Segurei seus dois braços, apertando-os com força e sacudindo Ray enquanto gritava.

- Calma WAY! – Ray sussurrou me empurrando. – Eu te explico quando entrarmos na sala. – Puxou meu braço.

- Espera um pouco? Eu tenho que chamar o Frank, ele ta me esperando. – Falei dando alguns passos de volta onde eu estava. Parei e olhei para trás onde estava Ray. – Não. Mova. Um. Músculo!

Voltei correndo para onde Frank estava ele me olhou com a sobrancelha arqueada, sentadinho enquanto balançava as pernas impacientemente.

- Cadê, meu lan... – Tapei sua boca com a mão e sai puxando ele pelo braço.

Eu meio que sabia que ninguém podia saber que íamos entrar num quarto de hospital reservado, num hospital onde nem sequer o balconista me deu uma informação.

- Ei! – exclamei alto quando senti uma mordida na minha mão. – Doeu! Ta com tanta fome assim, é?

- Sim. – Sorriu inocentemente.

Percebi que Ray observava a conversa.

- Fome de comida, né? – Ray perguntou lançando um sorriso malicioso para o pequeno. Eu não pude evitar rir alto.

- Também... – O sorriso que Frank deu, foi o mais maliciosamente malicioso que eu já vi ele dar desde que eu conheci ele... Meu Deus! Ele quer meu corpo nu!

- Menos papo, mais ação! Eu quero ver o Mikey! – Falei tentando mudar de assunto, se Frank me fizesse rir de novo estragaria tudo.

- Aqui! – Apontou Ray para a porta quase ao lado. – Entrem em silencio.

- Hai! – Frank disse dando um sorriso bem grandão.

Ri baixinho e fui seguindo Ray até a porta. Quando entramos, vi meu irmão na cama em um estado horrível.

Perna engessada, rosto com muitos arranhões e as roupas... Não preciso nem falar que estavam horríveis, né?

Ray se sentou na cama ao lado da de Mikey e apontou para as poltronas para que eu e Frank nos sentássemos.

- Podem nos contar o que aconteceu? – Perguntei arqueando uma sobrancelha.

Notas finais
e ae?
Bem... O próximo capitulo vai ser POV do nosso querido Ray
Fui